Meu nome é Marcos. Tenho 33 anos, sou bonito, charmoso, atlético e bem dotado. Sou casado há seis anos com Letícia, a loira mais gostosa que já vi na vida. Ela tem 32 anos, corpo escultural moldado na musculação, seios fartos e empinados, cintura marcada e uma bunda redonda, dura e perfeita que faz qualquer homem babar. Nos últimos meses ela descobriu minha veia ciumenta e submissa… e transformou isso no maior prazer dela. Hoje ela vai encontrar o Márcio, um amigo do trabalho. 39 anos, alto, forte, confiante e dono de um pau de 25 centímetros — grosso, venoso, pesado e absurdamente apetitoso. Só de imaginar aquilo dentro da minha mulher eu fico dividido entre um tesão doentio e um ciúme que queima o peito. Eu estava sentado na cama, coração acelerado, enquanto Letícia se arrumava. Ela vestiu a calcinha preta fio-dental mais indecente que tinha. O tecido fino mal cobria os lábios lisos e inchados da boceta dela. Virou de costas, empinou aquela bunda perfeita e começou a ajustar o fio, puxando-o com força para que afundasse entre as nádegas firmes. — Amor… será que eu devo mesmo ir? — perguntou com voz manhosa, balançando a bunda devagar na minha frente. Puxou o fio mais uma vez, gemendo baixinho. — Ele é enorme, Marcos. 25 centímetros… grosso pra caralho. E se eu não aguentar? E se doer… ou pior… e se eu gostar tanto que não consiga parar? Ela virou de lado, enfiou dois dedos por baixo da calcinha e abriu os lábios molhados, mostrando o quanto já estava encharcada. — Olha como eu tô… pingando só de imaginar. Parte de mim quer cancelar agora, ficar aqui com você… mas a outra parte tá louca pra sentir aquele monstro me abrindo. Quero chupar ele primeiro. Quero lamber cada veia grossa, tentar engolir o máximo que conseguir e babar toda enquanto ele segura meu cabelo. Ajustou a calcinha novamente, puxando o fio com força contra o clitóris inchado, e soltou um suspiro safado. — Marcos… me diz a verdade. Você quer mesmo que eu vá dar essa boceta pro Márcio? Ou quer que eu fique aqui sendo a sua mulher boazinha? Meu pau latejava tanto que chegava a doer. Letícia riu baixinho, aproximou-se, segurou meu queixo com firmeza e falou bem perto da minha boca, olhando nos meus olhos: — Você vai ficar aqui quietinho, né, meu corno? Imaginando sua mulher de joelhos, mamando um pau muito maior que o seu. Se eu quiser, vou deixar ele me foder sem camisinha… e voltar pra casa toda gozada pra você limpar. Entendeu? Assenti, vermelho de vergonha e excitação. Ela vestiu um vestido preto colado ao corpo, deu um beijo rápido na minha testa e saiu rebolando, olhando por cima do ombro: — Te ligo quando estiver sentando nesse pauzão. E você vai assistir tudinho. As horas seguintes foram um inferno delicioso. Eu não conseguia parar de imaginar Letícia gemendo com aquele monstro na garganta. Às 20h14 o celular vibrou. Vídeo. Atendi com as mãos tremendo. A imagem mostrou a sala do Márcio. Letícia estava no meio do tapete, já sem vestido, só de calcinha fio-dental. Márcio, completamente nu, segurava ela pela cintura. O pau dele — enorme, grosso, venoso e brilhando — roçava na barriga dela. Letícia olhou direto para a câmera com um sorriso safado e superior. — Oi, amor… cheguei. E já pedi pra chupar. Quer ver como sua mulher mama um pau de verdade? Ela se ajoelhou devagar, segurou aquele monstro com as duas mãos e começou a chupar com fome. Lambia as veias grossas, enfiava o máximo possível na boca, babando, engasgando, olhando para mim o tempo todo. — Tá vendo, Marcos? Olha o tamanho disso na minha boca… mal cabe. Tá latejando na minha língua… Márcio segurou o cabelo dela e fodeu sua boca com estocadas profundas. Letícia gemia alto, olhos lacrimejando de tesão. Depois ele a colocou de quatro bem na frente da câmera, puxou a calcinha para o lado e esfregou a cabeça grossa na boceta encharcada. — Quer ver ele me arrombar, amor? — provocou ela, rebolando contra o pau. — Pede pra ele enfiar. Fala alto. — Por favor… enfia nele — murmurei, humilhado. Letícia riu, excitada. — Escutou, Márcio? Meu marido tá pedindo. Me fode. Ele pressionou. A cabeça larga abriu os lábios dela centímetro por centímetro, devagar. Letícia soltou um gemido longo, quase animal. — Ai, caralho… tá me abrindo toda… tão grosso… sinto cada veia entrando… — Ela tremia, empinando mais a bunda. — Ele é muito maior que você, Marcos… tá me enchendo como nunca senti antes… Márcio parou com só metade dentro. Letícia rebolou desesperada, tentando engolir mais. — Mais… enfia tudo! Quero sentir esse pauzão me destruindo! Ele socou fundo. Letícia gritou de prazer, corpo inteiro tremendo. Começou a meter forte, segurando a cintura dela como se fosse dele. O barulho molhado dos corpos enchia o quarto. Letícia olhava para a câmera, gemendo safada: — Tá vendo, amor? Olha como ele me fode… olha como sua mulher vira puta pra outro pau… Eu sou dele hoje! Você só assiste e sofre. Ele a virou de frente, levantou no colo e meteu de pé, batendo fundo. Os seios fartos dela pulavam, a bunda batia contra ele. Letícia gozou gritando, unhas cravadas nas costas dele. — Goza dentro… enche essa boceta de corno! — ordenou ela, voz rouca. Márcio urrou e descarregou jatos grossos e quentes bem fundo nela, transbordando pela coxa. Ofegante, Letícia olhou para a câmera com um sorriso vitorioso: — Agora vem pra cá, Marcos. Quero você de joelhos lambendo tudo que o homem de verdade deixou dentro de mim. Quarenta minutos depois eu cheguei. Letícia estava sentada no sofá, pernas bem abertas, boceta vermelha, inchada e escorrendo porra grossa. — Vem, corno. Limpa o que o Márcio deixou na sua mulher. Me ajoelhei. O cheiro forte de sexo me invadiu. Desci a calcinha destruída e enfiei a língua fundo, chupando o gozo quente dele misturado com o dela. Letícia segurava minha cabeça, rebolando na minha boca: — Isso… lambe bem fundo onde ele gozou… enquanto eu te conto como foi bom sentir aquele pauzão me arrombando. Ele me fodeu como você nunca conseguiu, amor… Quando terminei, ela me puxou pelo cabelo, olhou nos meus olhos e sussurrou manhosa: — Agora você pode gozar, meu safado. Eu gozei quase sem tocar, jorrando no chão enquanto ela ria baixinho. Depois subimos no quarto. Letícia, ainda melada, me montou e me cavalgou devagar, sussurrando no meu ouvido: — Eu te amo, Marcos… mas amo mais ainda te ver assim… todo ciumento, humilhado e louco por mim. E naquela noite fodemos como animais, sabendo que isso era só o começo.
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