MINHA MULHER NA PRAIA COM DOIS GAROTOS

Meu nome é Paulo. Aos 42 anos, ainda mantenho o corpo atlético que me ajudou a conquistar Mara há dezoito anos: ombros largos, peito definido e cabelo castanho escuro bem curto. Mas nada disso importa tanto quanto ela. Mara, minha esposa, também com 42 anos, é o tipo de mulher que faz cabeças virarem sem esforço. Pele clara, cintura fina, seios firmes que ainda desafiam a gravidade, bunda redonda e empinada, pernas longas e torneadas. Quando ela sorri, o mundo para. Eu a amo mais do que tudo. E, ultimamente, esse amor tem me feito desejar coisas... perigosas.
Decidimos passar o final de semana em uma praia tranquila no litoral norte. O dia estava quente, o sol implacável. De manhã caminhamos pela areia, mas à tarde fomos para a piscina do resort. Mara escolheu um biquíni branco que contrastava perfeitamente com a pele dela. O tecido era fino, quase provocante. O top mal continha os seios, e a parte de baixo marcava sua bunda de forma que eu não conseguia tirar os olhos.
Estávamos deitados nas espreguiçadeiras quando notei os dois garotos. Deviam ter uns 22, 23 anos. Fortes, bronzeados, com aquele ar de surfistas que passam o dia na academia e na água. Um era loiro, alto, o outro moreno, com tatuagens no braço. Eles estavam do outro lado da piscina, mas não disfarçavam. Olhavam descaradamente para Mara, murmurando entre si e sorrindo.
Ela percebeu também. Ajeitou o cabelo, cruzou as pernas devagar e, com um sorriso sutil, ajustou o biquíni no seio, como se estivesse só se arrumando. Mas eu conhecia aquele gesto. Era uma pequena insinuação.
— Eles estão te comendo com os olhos — sussurrei, deitando-me ao lado dela.
Mara virou o rosto para mim, erguendo uma sobrancelha.
— E você acha isso engraçado? — perguntou, com um tom entre divertido e repreensivo.
— Acho excitante — respondi baixinho, sentindo o coração acelerar. — Imagina só... eles ali, jovens, cheios de tesão, querendo o que é meu.
Ela riu, nervosa, e balançou a cabeça.
— Paulo, você tá louco. Para com isso.
Mas eu não parei. Aproximei-me mais, minha mão deslizando discretamente pela coxa dela.
— Olha pra eles. O loiro não tira os olhos da sua bunda. Aposto que estão imaginando como seria te foder bem aqui, na beira da piscina.
Mara corou. A pele clara dela ficou rosada no mesmo instante. Ela olhou rapidamente para os garotos, que agora nem fingiam discrição. O moreno levantou a cerveja num brinde silencioso na direção dela.
— Meu Deus, Paulo... — murmurou ela, baixando a voz. — Você realmente quer que eu... flerte com eles? Isso é doentio.
Hesitei por um segundo, sentindo a humilhação quente subir pelo peito. Era exatamente isso que eu queria: sentir aquela pontada.
— Não é só flertar, amor. Quero que você vá até lá. Converse. Deixe eles te tocarem. E depois... me conte tudo. Ou melhor... deixa eu assistir de longe.
Ela me encarou como se eu tivesse enlouquecido de vez.
— Você tá falando sério? — A voz dela saiu mais alta do que pretendia. — Eu sou sua esposa, caralho. Dezoito anos juntos e você quer me oferecer pra dois moleques na piscina? Tá louco, Paulo. Completamente louco.
O tom dela era de choque misturado com raiva, mas havia algo mais. Um brilho nos olhos. Uma hesitação. Eu conhecia minha mulher.
— Eu sei que parece loucura — admiti, a voz rouca de excitação e vergonha. — Mas pensa bem. Você merece ser desejada assim. Olha como eles te olham. Eu nunca vou te dar isso. Sou só um marido de meia-idade. Eles são jovens, fortes... imaginando como seria ter aqueles corpos em cima de você.
Mara mordeu o lábio inferior. Ficou em silêncio por quase um minuto, olhando para a água da piscina. Os garotos continuavam observando, agora mais descarados. O loiro sorriu abertamente quando ela olhou na direção deles.
— Eu não quero isso — disse ela finalmente, quase sussurrando. — Não sou uma vadia qualquer.
— Mas você está molhada só de pensar, não está? — provoquei, deslizando o dedo pela borda do biquíni dela, sentindo o calor.
Ela deu um tapa leve na minha mão, mas não se afastou.
— Cala a boca, Paulo. Você é doente.
Outra longa pausa. O sol batia forte. Eu via o peito dela subir e descer mais rápido.
— Só... conversar? — perguntou, hesitante. — Nada mais.
— Começa conversando — respondi, a humilhação me apertando o peito de um jeito delicioso. — Depois vê no que dá. Eu fico aqui, te olhando. Sabendo que minha mulher está sendo cobiçada por dois caras que poderiam me dar porrada se quisessem.
Mara respirou fundo, como se estivesse reunindo coragem. Levantou-se devagar, ajustando o biquíni. A bunda dela balançou levemente enquanto caminhava até a borda da piscina, perto deles. Eu fiquei ali, coração martelando, vendo tudo de longe.
Ela parou perto dos garotos, fingindo ajustar a canga. O loiro foi o primeiro a falar:
— Oi... tudo bem por aí? Tá sozinha?
Mara riu, aquele riso nervoso que ela dá quando está excitada e envergonhada ao mesmo tempo.
— Não exatamente. Meu marido tá ali — disse, apontando vagamente na minha direção sem me olhar. — Mas ele... não se importa se eu bater papo.
O moreno sorriu largo, os olhos descendo sem vergonha para os seios dela.
— Sério? Sorte nossa então. Você é linda pra caralho. Quer uma cerveja?
Eu via de longe. Mara hesitou mais uma vez, olhando rapidamente para mim. Eu apenas assenti com a cabeça, quase imperceptível. Ela pegou a cerveja. Os três começaram a conversar. Risadas. Toques casuais no braço. O loiro disse algo no ouvido dela e Mara corou fortemente, mordendo o lábio.
Minutos depois, ela voltou, as pernas tremendo levemente. Sentou-se ao meu lado, sem me olhar direto.
— Eles me chamaram pra ir no quarto deles mais tarde — murmurou, voz baixa e trêmula. — Disseram que querem me foder os dois ao mesmo tempo. Que eu mereço ser tratada como uma puta de verdade.
Parei de respirar por um segundo. A humilhação era avassaladora. E excitante demais.
— E você... vai? — perguntei, a voz falhando.
Mara ficou em silêncio por longos segundos, olhando para os garotos que agora esperavam a resposta dela.
— Eu não queria... — disse por fim, quase inaudível. — Mas... tô molhada pra caralho, Paulo. Você me deixou assim. Seu louco doente.
Ela respirou fundo, levantou-se novamente e caminhou de volta até eles. Dessa vez, sem olhar para trás.
Eu fiquei ali, sentado, sentindo o misto de dor, vergonha e prazer mais intenso que já senti na vida, enquanto via minha esposa desaparecer com os dois garotos pelo caminho que levava aos quartos do resort.
Eu fiquei sentado na espreguiçadeira por quase duas horas, o coração martelando no peito como se fosse explodir. O sol já estava mais baixo, mas o ar parecia ainda mais quente. Cada minuto que passava aumentava a tensão. Eu imaginava tudo: os gemidos dela, os corpos jovens batendo contra o dela, os dois garotos usando minha esposa como uma puta. A humilhação era tão forte que eu mal conseguia ficar parado.
Quando Mara finalmente apareceu no caminho que levava aos quartos, meu estômago deu um nó. Ela caminhava devagar, quase com dificuldade. O biquíni branco estava torto, o top mal cobrindo os seios inchados e marcados por chupões vermelhos. O cabelo molhado de suor colado no rosto e no pescoço. As pernas tremiam visivelmente. Havia um brilho úmido escorrendo pela parte interna das coxas — uma mistura grossa e branca que descia devagar até quase os joelhos.
Ela parou a alguns metros de mim. Seus olhos encontraram os meus. Havia vergonha, sim. Mas também um brilho selvagem, quase febril.
— Paulo... — murmurou, a voz rouca, como se tivesse gritado muito.
Eu engoli em seco, sem conseguir me levantar. Meu pau latejava dolorosamente dentro da bermuda.
— Vem cá — pedi, a voz falhando.
Mara se aproximou devagar e parou na minha frente. De perto era ainda pior. Os lábios inchados, o pescoço cheio de marcas roxas, os seios praticamente saindo do top. Ela cheirava a sexo: suor, perfume barato dos garotos e porra. Muito porra.
— Eles me foderam — disse ela de uma vez, quase cuspindo as palavras. — Os dois. Ao mesmo tempo. Como você queria.
Sentei-me mais ereto, o peito apertado.
— Conta tudo.
Mara respirou fundo, olhando para o lado como se ainda não acreditasse no que tinha feito. Depois virou o rosto para mim novamente, os olhos úmidos.
— No começo eu disse que só ia conversar... mas eles me beijaram assim que entramos no quarto. O loiro enfiou a mão dentro do meu biquíni e já me achou encharcada. Riu e falou que eu era uma “esposinha safada fingindo que não queria”. Eu... eu tentei dizer não, Paulo. Juro que tentei. Mas eles me jogaram na cama e tiraram meu biquíni em segundos.
Ela parou, mordendo o lábio inferior. Uma gota grossa de porra escorreu pela sua coxa esquerda e pingou no piso.
— O moreno me comeu primeiro. Forte. Sem camisinha. Dizia que ia gozar bem fundo pra eu levar pra casa pro meu marido ver. Depois o loiro quis minha boca enquanto o outro continuava metendo. Eles me viraram, me foderam de quatro, de lado... me fizeram sentar nos dois ao mesmo tempo. Eu gozei tanto que pensei que ia desmaiar. Três vezes. Quatro. Nem sei mais.
Minha respiração estava curta. Eu me sentia pequeno, patético e absurdamente excitado.
— E agora? — perguntei, quase sussurrando. — Tá arrependida?
Mara ficou em silêncio por longos segundos. Depois passou a mão entre as pernas, recolheu um pouco da porra que ainda escorria e olhou para os dedos melados com uma mistura de nojo e fascínio.
— Eu tô... envergonhada pra caralho — confessou, a voz tremendo. — Olha pra mim. Cheia de porra de dois moleques que nem conheço. Meu cu ainda tá ardendo porque o loiro gozou lá dentro também. Eu me senti uma puta barata. Sua puta.
Ela deu um passo mais perto, quase colando o corpo no meu. O cheiro de sexo ficou ainda mais forte.
— Mas também tô molhada de novo só de lembrar — admitiu baixinho, quase com raiva de si mesma. — Eles me trataram como uma vadia. Me xingaram, me estapearam, me encheram inteira. E eu gostei. Gostei pra porra, Paulo. O que você fez comigo?
Eu estendi a mão e toquei sua coxa. Estava quente, pegajosa. Meus dedos se sujaram imediatamente da porra dos garotos.
— Você vai me deixar limpar você? — perguntei, a humilhação queimando no peito de forma deliciosa.
Mara me olhou de cima, com um sorriso cansado e cruel ao mesmo tempo.
— Limpar? Não. Ainda tá saindo. Sente o cheiro. Isso é o que sobrou de dois caras que foderam sua mulher melhor do que você nunca fodeu em dezoito anos.
Ela se inclinou, aproximou a boca do meu ouvido e sussurrou:
— E o pior é que eles querem me ver de novo amanhã. E eu... acho que vou querer ir.
Mara se afastou um pouco, me encarando. Seus olhos brilhavam com lágrimas de vergonha e excitação.
— Agora me diz, meu marido... tá feliz? Era isso que você queria? Ver sua esposa voltar destruída, cheia de porra alheia e ainda com tesão por mais?
Eu não consegui responder. Apenas assenti, completamente dominado pela tensão, pela vergonha e pelo desejo doentio que eu mesmo havia criado.
E Mara, pela primeira vez, sorriu de verdade — um sorriso perigoso, quase vitorioso.
— Então tá bom. Porque isso agora... é só o começo.

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Comentários


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d1ga0 Comentou em 02/05/2026

Só faltou tirar fotos de como sua esposa puta ficou depois da surra de pica😈




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Nome do conto:
MINHA MULHER NA PRAIA COM DOIS GAROTOS

Codigo do conto:
260857

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
30/04/2026

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