Me chamo Marcos, acabei de passar dos 30 anos, e descobri logo após a flexibilização da quarentena uma forma prazerosa de entretenimento. Comecei a frequentar casa de swing, mais precisamente a Imperium. Já fui em três oportunidades, as duas últimas não obtive grande sucesso, apenas algumas brincadeiras, mas a que me marcou mesmo foi a primeira vez, conheci o casal Camila e Eduardo, que me deram algumas dicas e no final acabamos transando numa das cabines, foi uma sensação maravilhosa e ainda fechamos com chave de ouro quando recebi uma bela chupeta da Camila no carro. O fato é que nessa terceira vez que visitei a casa, encontrei eles novamente, porém apenas na fila do caixa já na hora de ir embora, trocamos whatsapp, pra de repente marcar outra visita a casa e talvez repetir o bom entrosamento que tivemos na vez anterior. Conversamos via mensagem por alguns dias, mais com o Eduardo do que com a Camila, ele me deu várias dicas sobre comportamento e sobre casas de swing, ficamos bons amigos. Conversando banalidades, ele me disse que viajar estava entre seus hobbies preferidos. Foi quando uma ficante minha me convidou pra viajar pra uma praia do litoral norte, numa pousada composta de vários bangalôs, uma espécie de chalé, onde divididos por biombos tinha, sala, cozinha e dois quartos. Com a autorização da minha ficante, também no intuito de dividirmos as despesas, e com um chalé grande assim, convidei o Eduardo e a Camila, que acabaram aceitando, passarmos o feriado prolongado pegando uma praia. Chegamos na sexta feira no fim da tarde, eu e o Eduardo fomos num mercado, pra abastecer o frigobar enquanto as mulheres ficaram desfazendo as malas. A noite acabamos ficando na pousada mesmo, bebemos um pouco, beliscamos alguma coisa e fomos dormir. Eu e minha amiga ficamos no quarto com cama de casal, o Eduardo e a Camila juntaram as camas de solteiro e ficaram no outro quarto. Talvez pelo cansaço da viagem, acabou não rolando nada com minha ficante, e também não ouvi vultos, nem barulhos do quarto da Camila e do Eduardo. No sábado acordamos cedo e fomos tomar café, as mulheres já saíram do quarto de biquini e com saídas de praia, pois a ideia era logo na sequência do café, já irmos pegar um sol e aproveitar ao máximo. As duas mulheres estavam deslumbrantes com seus biquinis fio dental, como não tinha rolado nada na noite anterior, ver aquelas duas mulheres que eu já tinha transado, só me deixava animado. Curtimos bastante a praia, bebemos, petiscamos, tomamos um belo banho de mar, nós quatro conversávamos animadamente, foi quando minha ficante recebeu uma ligação do trabalho dela, chamando ela pra resolver um problema urgente na empresa. Como ela estava num plantão, deve que se dispor a voltar pra São Paulo. Aquela situação deixou a gente bem desanimado, eu principalmente, pois a minha companhia teria de retornar, mesmo deixando a possibilidade de descer pra praia novamente caso ela conseguisse resolver o problema da empresa em tempo hábil. Como já era começo de tarde voltei pra pousada pra ajudar ela a arrumar as coisas, era iria embora com meu carro, enquanto isso a Camila e o Eduardo ficaram na praia. Logo que minha ficante foi embora, tomei um banho e resolvi tirar um cochilo. Ainda cochilando de relance vi quando eles chegaram e foram tomar banho, virei pro lado e continuei meu cochilo. Acordei já estava escuro, não sabia ao certo a hora que era, meio perdido virei pro lado e entre os vãos do biombo vi que eles estavam na sala, luz apagada, mas via a silhueta por conta da iluminação que vinha da tv ligada. Após meus olhos acostumarem pude perceber que a Camila chupava o Eduardo, ouvia o barulho da chupada e o movimento da cabeça dela no vai e vem, aquilo me deixou bem excitado, só de lembrar d cena que tivemos no carro. Continuei na cama até eles acabarem, não queria cortar o prazer deles. Vi quando a Camila levantou e foi no banheiro, foi ai que levantei. Falei com o Eduardo, disse que ia jantar no restaurante da pousada, cruzei com a Camila saindo do banheiro e sai. Quando voltei, a luz continuava apagada, a Camila sozinha na sala deitada no sofá, o Eduardo já tinha ido dormir. A Camila sentou e me convidou pra sentar do seu lado, disse que estava me esperando pra mostrar a marca do biquini. Logo que sentei ela levantou a blusinha de alcinha que estava usando, ficando com os peitão de fora, nem vi marquinha nem nada, cai de boca. Ela apertava minha cabeça contra seus peitos, e me puxava pra beija-la. Com uma das mãos fui passando pelas suas coxas, ela estava com shortinho de dormir, como era um pouco folgado, foi bem fácil chegar na buceta dela sem calcinha. Enfiei dois dedos de uma vez, sem parar de mamar naqueles peitos. Mas logo ela se levantou, com o short torto, os peitos a mostra disse que ia dormir. Tirei meu pau pra fora, duro como pedra, segurei ele, mostrando pra ela, e perguntei se ela tinha certeza que ia dormir. Ela tirou o short, tirou a blusa, subiu e ficou em pé no sofá, deixou a buceta bem próximo do meu rosto, dei uma cheirada e uma lambida, ainda segurando o pau. Ela foi abaixando, até meu pau ficar na entrada da buceta, com uma rebolada ela foi enfiando até descer totalmente e cravar meu pau todo dentro dela. Voltei a mamar nos peitos dela, mordia os bicos, beijava aquela boca gostosa, passava a mão na bunda dela, abria, passava a ponta do dedo no cuzinho, ela gemia e se arrepiava toda. Ela começou a cavalgar, subia e descia, eu com o tesão a flor da pele, chamava ela de vagabunda e dava leves tapas na cara dela. Sem tirar meu pau de dentro, peguei ela pela cintura, levantei, ela se agarrou no meu pescoço, levei ela pra minha cama. Ela deitou, se arreganhou e pediu pra eu fuder ela. Sabia que não ia aguentar muito tempo, segurei as pernas dela pra cima e enfiei de novo naquele bucetão, dava várias bombadas, tirava e tornava a enfiar de novo, numa dessas que eu tirei ela enfiou dois dedos na buceta e eu enfiei meu pau junto, nessa hora vi como aquela mulher era arrombada, vendo aquela cena, não aguentei muito e gozei bem fundo na sua buceta, gemi alto, quando a Camila tirou os dedos de dentro dela, saiu aquele fio de porra e ela prontamente levou até a boca. Sem perder tempo ela me pegou pela mão, levou até a entrada do seu quarto, me deixou em pé lá, descobriu o Eduardo, tirou a cueca dele, ele sonolento ainda sem saber o que estava acontecendo. A Camila começou a mamar ele, que logo começou a se animar, abriu os olhos e me viu lá em pé na entrada do quarto, a Camila chupava ele de quatro com a bunda virada pro meu lado, mesmo com a pouca iluminação apenas da tv eu via minha porra escorrendo pelas coxas dela. Isso começou a me deixar alucinado, aquele pornô ao vivo, e comecei a ficar de pau duro de novo. A Camila parou de chupar, subiu um pouco e sentou no pau dele, dando leves cavalgadas, gemendo bastante, o Eduardo dava tapas nos peitos dela, e eu já alisava meu pau, que já estava ficando duro novamente. O Eduardo puxou a Camila pra ficar junto ao corpo dele, tirou o pau de dentro dela e abriu sua buceta ainda mais. Ela olhou pra mim, ainda em pé na porta, olhou pra frente novamente e pediu pra come-la. Entendendo o recado, fui pra cama, meti meu pau na buceta dela, entrou mais fácil ainda, estava ensopada, minha porra da gozada anterior misturada com a lubrificação deles, deixava a buceta dela lisa lisa. Depois de algumas bombadas minha, num ato que até então eu nunca tinha participado, o Eduardo socou o pau na buceta dela também. Como essa mulher é puta, fazendo DP vaginal, o Eduardo beijava ela, eu puxava o cabelo dela e dava tapas na bunda, aquele contato do vai e vem dos dois paus já criava uma espuminha na buceta dela. Eu estava em transe, olhava aquele rabão, aquele cuzinho cheio de prega, molhei a ponta do dedo e passava no cuzinho dela, forçava a pontinha do dedo e em alguns minutos ela gozou, gemeu, gritou, sentia as pernas dela tremerem, quase desmaiou. Saí de trás dela, ela caiu pro lado na cama. O Eduardo ficou de joelhos, e com o pau próximo do rosto dela começou a bater uma, eu fui pro outro lado e em pé comecei a bater uma, também próximo do seu rosto. O Eduardo gozou rápido, no rosto da Camila, na boca, no cabelo, eu não consegui gozar, talvez por conta da gozada acumulada anterior. O Eduardo pegou a Camila pelo braço, e foram tomar banho, aquela mulher era um furacão, ouvi vários gemidos dela ainda no banheiro, nessa altura nem torcia mais pra minha ficante voltar, sabia que a partir daquele momento a Camila era nossa.....
Faca o seu login para poder votar neste conto.
Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.
Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.
Denunciar esse conto
Utilize o formulario abaixo para DENUNCIAR ao administrador do contoseroticos.com se esse conto contem conteúdo ilegal.
Importante:Seus dados não serão fornecidos para o autor do conto denunciado.