Na ilha

Final de semana prolongado, eu e a Camila com viagem programada, precisávamos descansar um pouco, sair da rotina turbulenta do trabalho e pra isso nada melhor do que voltarmos pra Ilha do Mel. Foi no período entre Primavera/Verão, portanto estava bem tranquila por estar começando a estrutura pra alta temporada, sol forte durante o dia com tempo um pouco mais fresco no fim de tarde e começo da noite.
Logo que chegamos apenas colocamos as coisas no quarto e saímos pra procurar um lugar pra almoçar, pois estávamos mortos de fome. Encontramos uma pousada/bar, que não tinha da última vez que visitamos a ilha, pareceu aconchegante e resolvemos entrar. Pedimos o almoço e logo pedi uma cerveja pra refrescar. No bar tinha umas duas mesas ocupadas com dois casais cada, uma outra mesa com um rapaz que beliscava uma porção e tomava uma cerveja e uma outra mesa com uns seis jovens surfistas.
Terminamos o almoço, ficamos satisfeitos em ter acertado no local e saímos pra caminhar e ver se conseguíamos pegar uma praia pra relaxar o almoço. Dessa vez ficamos no lado da praia de Brasília, e em poucos metros chegamos na praia da areia preta, onde tem estrutura de guarda sol e cadeira.
Sentamos e ficamos apreciando a vista, o local estava tranquilo e dava pra contar os guarda sol que tinham gente embaixo. Passados alguns minutos se aproximou da gente um rapaz que logo identifiquei ser o mesmo que estava no restaurante que paramos pra almoçar. Puxou conversa, perguntou se poderia se sentar, pediu uma cerveja e ficamos conversando. O povo foi agradável, ele dizia ser de Curitiba, estava de folga também por conta do feriado, sempre visitava a Ilha, era divorciado e aparentava estar próximo dos 50 anos.
Trocamos várias experiências já que também conhecíamos a Ilha e ele falou que a previsão era de chegar bastante gente na Ilha por conta do feriado prolongado e pelo bom tempo que era previsto.
Ele perguntou de conhecíamos a Ilha do Betin que ficava ali próximo e só podia chegar de barco, ao dissermos que não, ele perguntou se a gente não queria conhecer no dia seguinte, pois ele tinha uma lancha com capacidade pra umas dez pessoas e tinha uma estrutura boa pra passear e poderíamos ficar o tempo que quiséssemos e a gente que decidiria a hora de voltar. Como não conhecíamos o local e ele fez uma bela propaganda aceitamos, marcamos pra umas 10:00hs do dia anterior, saindo do trapiche de Brasília mesmo. Tudo acertado ele se despediu e foi embora.
Conversando com a Camila decidimos que ficaríamos até umas 13:00hs pra voltar a tempo pra almoçar em algum lugar.
Voltamos pra pousada no cair da tarde, como estávamos cansados da viagem, tomamos um banho, comemos um lanche da própria pousada e fomos dormir cedo.
No dia seguinte acordamos bem cedo, tomamos café e voltamos pro quarto esperando dar o horário marcado do passeio, nesse intervalo a Camila tirava as coisas da mochila e organizava no armário ao mesmo tempo que separava as coisas pra levar pro passeio, como protetor, óculos de sol, chapéu, etc.
Perto do horário ela foi se arrumar, colocou um biquíni fio dental preto que ela tem, amarrou uma canga na cintura e partimos. Encontramos o Edgar na área de descanso do trapiche e logo ele nos conduziu pro seu barco que estava um pouco afastado pois eles não podem parar tão próximo pra não atrapalhar a ancoragem das barcas de transporte.
Chegando próximo ao barco, pudemos perceber que era um belo barco, com uma estrutura familiar, daqueles que tem frigobar, churrasqueira elétrica, bancos confortáveis, espaço pra tomar sol e banheiro. Entramos e partimos pra tal ilha de Betim.
A viagem não durou mais de quinze minutos, contornando pela praia do farol, fomos até onde dava com o barco na tal ilha de Betim, era deserta, sem estrutura física pra nada, porém era realmente linda, com coqueiros e água cristalina. O Edgar procurou um bom ponto e jogou a ancora, enchendo em seguida um bote pra mais tarde irmos até a ilha pisar na areia.
Ele abriu o frigobar, pegou duas cervejas, fez uma caipirinha pra Camila e ficamos tomando sol e conversando banalidades. A Camila logo esticou uma toalha no assoalho e se estendeu pra tomar sol, visão que tanto eu quanto o Edgar apreciávamos sem disfarçar.
Depois de algumas cervejas e a segunda caipirinha da Camila resolvemos entrar no bote apenas pra chegar mais próximo da ilha e tomar um banho de mar.
A água não estava tão fria porém estava bem forte a medida que quebrava na ilha, coisa que a Camila teve dificuldades e toda hora tinha que arrumar a parte de cima do biquíni que teimava em sair do lugar.
Ao voltarmos pro barco, a terceira caipirinha era preparada e fora isso eu mesmo já tinha perdido a conta de quantas cervejas tinha tomado acompanhando o Edgar. Olhamos no relógio e o horário que tinha combinado com a Camila de voltar já estava chegando e não estavámos nem um pouco afim de voltar, fato que ela concordou no momento que perguntei a ela, enquanto o Edgar foi no banheiro.
O Edgar voltou no momento que a Camila dizia que já tinha pegado algum bronze, foi quando ele disse que do jeito que ali era deserto, ela poderia até fazer topless e deu um sorriso.
Ela olhou pra mim, eu disse que não teria problema e ela não pensou duas vezes, desatou o nó e tirou a parte de cima do biquíni, se esticando na toalha apenas com o fio dental e mais nada.
Logo que entregou a caipirinha pra ela o Edgar me perguntou se poderia passar protetor nela, eu disse que não haveria problema, na mesma hora a Camila esticou a mão e passou o protetor pra ele.
O Edgar jogou um pouco nas mãos, esfregou uma na outra e começou a passar na Camila pelos pés. Eu apenas sentado observando e tomando minha cerveja, ele ia subindo, já passava dos joelhos e chegava nas coxas da Camila, parecia mais uma massagem do que propriamente apenas um passar de protetor. Após passar os dedos pela virilha, ele ficou de joelhos bem próximo da Camila e começou passando protetor na barriga dela, região que ela tem sensibilidade. Olhei pra ela, ela fechou os olhos e deu uma gemida dando uma pequena encolhida.
Ele bem próximo dela parou de passar o protetor olhou pra mim por alguns segundos como pedindo autorização para alguma coisa, apenas peguei minha cerveja fazendo o movimento de um brinde.
Com meu aceite ele enfiou a mão na sunga e tirou o pau pra fora que ficou próximo dos peitos da Camila que continuava deitava, ela olhou esticou a mão, pegou, puxou a pele pra cabeça ficar exposta e começou lambendo. Depois disso foi uma aula de chupeta, lambia a cabeça, punhetava de leve com a mão, lambia as bolas do saco, colocava o pau na boca, o dote era normal, porém grosso, o que fazia com que ela abrisse a boca ao máximo.
O Edgar ficou em pé a Camila de joelhos, ela chupava com maestria, as vezes olhando pra cima pro Edgar com cara de puta enquanto batia o pau dele na cara, o Edgar se contorcia, o pau latejava na boca da Camila. Eu levantei tirei meu pau pra fora e dei pra ela fazer o mesmo, nisso o Edgar foi pra trás dela, se ajoelhou, abraçou ela por trás apertando seus peitos com uma mão e a outra foi enfiando dentro do biquíni da Camila procurando sua buceta e ao mesmo tempo beijava sua nuca. A Camila gemia com meu pau na boca e os dedos dele enfiado na buceta, logo eu sentei na frente dela, fazendo com que ela se abaixasse pra continuar me chupando, e abaixada ela empinou a bunda, o Edgar soltou o lacinho do fio dental e ele caiu, deixando ela nua pra gente. Ele levantou um dos bancos, pegou uma camisinha e colocou no pau, mirou a cabeça na entrada da buceta da Camila e foi enfiando, tirei meu pau da boca dela, sentei ao lado e fiquei observando a Camila metendo. Ele pegava ela pela cintura e fazia um vai e vem ritmado, dava tapas na bunda dela e puxava seu cabelo, ela que começo estava desconfortável com a grossura, logo se acostumou e começou a rebolar.
Ela saiu da posição, pediu pra ele deitar e ela veio por cima, cavalgou de uma forma que o pau sumu dentro dela, os peitos balançavam, ela fechava os olhos enquanto tinha os peitos acariciados por ele.
Ela na mesma posição abriu os olhos e viu que eu batia uma punheta de leve, sorriu e deitou o corpo sobre o Edgar dando um belo beijo molhado, eu me posicionei atrás dela e pedi pro Edgar abrir a bunda dela, ele segurou com as duas mãos e abriu, o cu dela ficou todo exposto, me abaixei, tinha uma ótima visão, o pau dele enterrado dentro dela e o cu piscando, direcionei e fui enfiando, quando estava todo la dentro ela deu uma rebolada e começamos a meter nela, ficamos assim uns três minutos, a Camila gemia alto, gritava, enquanto a gente xingava ela, e em extase ela gozou que quase desmaiou.
Sai da posição, o Edgar levantou, ela desabou na toalha, ele em pé de um lado e eu do outro, começar a bater punheta vendo ela deitada, arrombada, descabela, suada, marcas pelo corpo de nossas chupadas.
Gozamos praticamente ao mesmo tempo, caiu tudo em cima dela, na barriga, nos peitos, no cabelo, no rosto, o que caiu próximo a boa ela lambeu.
Com todo o pique, aquela visão aquela água fresca e o calor, entramos os três no bote e fomos tomar banho de mar, os três pelados. Ainda fizemos um sanduiche com a Camila no dentro da água, um pau roçando ela na buceta e outro na bunda enquanto ela era espremida entre a gente.
Olhamos no relógio e já eram quase três horas da tarde, voltamos pra praia e marcamos de passear novamente no outro dia, pois muita coisa ainda ia acontecer.

Faca o seu login para poder votar neste conto.


Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.


Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.


Twitter Facebook



Atenção! Faca o seu login para poder comentar este conto.


Contos enviados pelo mesmo autor


258825 - Esposa com Executivo - Categoria: Fantasias - Votos: 6

Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico casal-tesao

Nome do conto:
Na ilha

Codigo do conto:
259287

Categoria:
Cuckold

Data da Publicação:
13/04/2026

Quant.de Votos:
2

Quant.de Fotos:
0