O retorno Sábado, calor, pique de dar uma volta, resolvemos dar um pulo no Imperium, primeiro pra ver como estava depois de um longo tempo, como ficou depois do período de quarentena, faríamos uma espécie de avaliação pra ver se rolaria futuras visitas ou se realmente riscaríamos esse lugar da nossa lista. O horário já era meio atípico, cara de happy hour, o que já tornava diferente, mas tínhamos que arriscar. Chegamos pouco depois da casa abrir, pegamos uma mesa próxima de onde já ficávamos, a princípio nada mudou, o layout parecia o mesmo, pedimos uma bebida e ficamos observando o pessoal chegar. Em pouco menos de uma hora, o público foi aumentando aos poucos, e percebemos que a parte privada estava aberta desde o começo, talvez por conta de fazer o pessoal circular e não ficar todo mundo aglomerado na parte principal, aí resolvemos dar nossa primeira volta. Como sempre começamos pela parte de casais, coletiva não tinha ninguém, cabine apenas uma que parecia ter alguém, porém totalmente fechada. Seguimos pra parte de singles pra completar a volta antes de retornarmos pra nossa mesa, também vazio, fomos até um corredorzinho onde ficavam umas cabines mais novas, que foram feitas pouco antes da pandemia, e que a gente não tinha conseguido ir em outras oportunidades, e resolvemos entrar pra testar. A cabine era um pouco menor do que as mais antigas, buracos na lateral para contato com a cabine vizinha e buraco na frente, um sofazinho pra dois e mais nada. Puxei a Camila junto do meu corpo e dei um longo beijo, enquanto minha mão percorria sua bunda, depois sentei no sofá e puxei ela pra sentar de costas pra mim. Beijava seus ombros, passava a mão nas suas pernas, subia de leve o vestido, foi quando percebi que alguém entrou na cabine ao lado, a princípio observou e logo colocou a mão. Continuei no mesmo ritmo com a Camila rebolando no meu colo, o vestido justo já tinha subido bastante, a Camila abriu um pouco as pernas pro nosso amigo ter acesso as suas coxas que logo começaram a ser tocadas. Ainda com minhas mãos brincando no seu corpo, baixei o vestido dela, colocando os dois seios pra fora, apertava, apalpava... Nessa altura nosso amigo já estava com os dedos acariciando a buceta da Camila por cima da calcinha. O clima estava esquentando, porém começou um entra e sai pelos corredores, gente falando alto, incomodando, perdemos a concentração, resolvemos nos recompor, e voltar pra mesa, já que ainda era nossa primeira volta. Chegando na nossa mesa, pedimos mais uma bebida, o local estava mais movimentado, comentávamos sobre a primeira impressão do local, quando se aproximou um rapaz e perguntou se poderia sentar ao nosso lado, já que estava vazio. Após nosso consentimento, ele sentou, pediu uma bebida, comentou com a gente sobre o lugar, disse que era a primeira vez dele nesse tipo de lugar, que estava um pouco perdido ainda. De quebra falou que tinha dado uma volta na parte privada e que tinha achado lindo os seios da Camila. Ficamos um pouco sem ação após entender que aquele rapaz era o nosso colega de cabine de meia hora a trás. A Camila agradeceu os elogios, e entramos no clima de contar algumas de nossas experiências em baladas de swing, já que ele era novato. O papo estava agradável e entre uma bebida e outra íamos ficando cada vez mais íntimos e animados. A Camila levantou, foi ao banheiro, eu iria logo depois, na volta, discretamente ela me entregou sua calcinha, quando cheguei no banheiro notei que a calcinha que ela me entregou estava toda babada, talvez um sinal de que estava aprovando a situação. Quando retornei o papo continuava bem animado, a Camila com o vestido bem curto, não parecia preocupada se sua buceta estava a mostra ou não. Antes que eu me sentasse ela perguntou se podíamos dar uma volta. Diferente da maioria do público que lá estava naquele momento, o rapaz, Marcos, era boa pinta, aparentava ter uns trinta anos, um pouco mais alto que a Camila e peso proporcional. A Camila não querendo perder aquela oportunidade, e no intuito de tirar a virgindade do Marcos, convidou ele pra ir junto dar aquela volta. Como ele era singles fomos direto pra parte destinada a ele, já que na de casais ele não pode acessar, por incrível que pareça tinha apenas um single já na saída, do resto calmo. Rumamos pra uma cabine maior que fica lá nos fundos e é totalmente fechada. Entramos, a Camila puxou o Marcos pela mão e já tascou um beijão, eu tranquei a porta e fui pra cima dela também, pegando ela por trás. Num movimento rápido ele baixou o vestido dela e começou a mamar em seus peitos, enquanto minha mão já dedilhava sua buceta. Nessa cabine tinha um sofazinho e uma espécie de puf, tirei o vestido dela e ela ficou de quatro no puf, afastou as pernas e empinou a bunda. Eu sentei no sofá, tirei meu pau pra fora e dei pra ela chupar, nosso amigo vendo aquela buceta beiçuda e aquele cu piscando caiu de boca. Pelo movimento da cabeça dele, ele lambia do clitóris ao cuzinho, enquanto a Camila se acabado com o melzinho que saia do meu pau. Tirei uma camisinha do bolso e passei pra ele, ele colocou e socou o pau na buceta ela, ela gemia alto, levava uns tapas na bunda, ele puxava ela com força pela cintura, ficamos assim alguns minutos e trocamos de posição. Ele sentou e puxou ela de costas no seu colo, ela pegou o pau dele, direcionou na entrada da buceta e começou a cavalgar ele, eu subi no puf e enfiei o pau na boca dela. Eu fui o primeiro a gozar na boca dela, um pouco ela engoliu e outro pouco escorreu pelo queixo, ela gozou na sequência, e o Marcos deu um aperto forte nos peitos dela, mordeu seu ombro e foi o último a gozar. Nos distribuímos onde dava pra sentar, alguns minutos depois fomos nos recompondo, saímos um por um em direção ao banheiro. Esperei a Camila na saída e decidimos ir embora, pois já passava das 21:00hs e a casa logo fecharia, passamos pelo bar e encontramos o Marcos que ofereceu água pra Camila e disse que estava indo embora também. Após uma troca de informações, depois que falamos que íamos de Uber até o metrô, ele se ofereceu pra levar a gente até lá. Entrei no banco de trás do carro e coloquei a Camila pra ir no banco da frente enquanto ele ia dirigir. O Marcos agora bem mais íntimo, colocou a mão na coxa da Camila e nos agradecia pela transa, ela também agradeceu e colocou a mão na coxa dele, que logo alertou pra ela não continuar pois ele poderia ficar excitado com a mão dela e se desconcentrar no volante, eis que ela responde que era só parar o carro. Duas quadras depois numa rua transversal, sem movimento e pouca luz ele parou o carro, jogou o banco um pouco pra trás e tirou a rola pra fora, a Camila já com ele na mão caiu de boca. Eu no banco de trás, baixei o banco dela totalmente, levantei seu vestido e fiquei alisando a bunda dela. O pau do Marcos não era grande, porém grosso, eu via o quanto ela abria a boca pra fazer a chupeta nele, deduzi então que ela estaria arrombada depois que ele fudeu ela no swing, logo ela ficou de quatro no banco sem tirar o pau dele da boca, eu puxei a calcinha dela de lado e consegui enfiar quatro dedos na buceta dela sem dificuldade e comecei um vai e vem. O Marcos segurava ela pelos cabelos e fazia ela engolir o pau dele todo, a Camila gemia e rebolava na minha mão, que estava toda melecada e já pingava no banco. O Marcos esticou a mão até a bunda da Camila e enfiou o dedo no cu dela, junto com meus movimentos de vai e vem ela rebolava e tinha seus gemidos abafados com a chupeta que fazia no Marcos, subia, descia, massageava as bolas, tornava a enfiar na boca. E logo ela se tremeu toda, o Marcos com essa sensação, gemeu alto e encheu a boca da Camila de leite, dessa vez ela engoliu tudo. Cansada a Camila voltou a sentar no banco que estava molhado com seu gozo, o Marcos guardou o pau e ligou o carro, logo que ele parou próximo do metrô, nos despedimos, a Camila tirou a calcinha e jogou no banco, o Marcos pegou, passou a calcinha no nariz, engatou a primeira e foi embora. A Camila foi com as coxas úmidas o caminho todo, chegando em casa, eu não queria aquela buceta de puta usada e arrombada. Mas o cuzinho foi totalmente meu.....
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