Chegamos no hotel de Recife com uma grande expectativa de turismo e lazer. O hotel ao contrário do que estamos acostumados em cidades praianas, não tinha nenhuma cara de praia. Poucas pessoas com trajes de banho, a sua maioria com roupas normais com crachás de empresa, rumo a reuniões, alguns engravatados e a maioria dos hospedes homens. Bem, azar o deles se eles estavam trabalhando e a gente curtindo uma praia, então resolvemos não levar esse fato em consideração, eles que estavam no lugar errado. Como chegamos mais tarde, já no começo da noite, apenas guardamos as roupas da mala no armário, tomamos um banho e fomos comer algo no restaurante do próprio hotel, sem pique pra procurar algo na cidade. Logo que chegamos no restaurante percebemos mais uma vez que a maioria ali estava a trabalho, de meia dúzia de mesas ocupadas, se não estavam com notebooks ligado, mexiam no celular. Fizemos nosso lanche, subimos e fomos dormir cedo, pois no outro dia já tínhamos passeios em vista. No café da manhã do dia seguinte, já desci com meu biquini por baixo, a ideia seria fazer um café da manhã rápido e já esperar o transporte. Na fila do selfie service um homem vestido de social, comentou com a gente que não via a hora de poder tirar uns dias de folga também, pois estava na cidade a trabalho a quase sessenta dias na mesma rotina. Trocamos algumas palavras, falamos pra onde ia ser o passeio do dia, tudo ali na fila enquanto pegávamos o nosso café, depois cada um sentou numa mesa afastada da outra. Fizemos o passeio, tudo transcorreu naturalmente e a noite resolvemos caminhar pela avenida pra procurar um lugar pra jantar, coisa que não foi muito difícil. Na volta pro hotel, enquanto passávamos pela recepção, recebemos um aceno vindo do bar, nos chamando, era o mesmo homem do café da manhã. Fomos até lá e ele nos convidou pra sentar, peguei um suco, o Eduardo uma cerveja e ficamos ali batendo um papo sem grandes expectativas, mais pra passar o tempo. Descobrimos que ele se chamava William, trabalhava numa empresa de logística, era casado e morava em Goiania. Como o Eduardo tb trabalha fora da cidade dormitório, logo o assunto fluiu, acabamos trocando algumas experiencias, chegaram a tocar no assunto da falta que as esposas fazem qdo estão longe de casa. Obviamente tocamos na parte do namoro e sexo, comentei que tinha lá os meus macetes pra driblar a falta de carinho na semana, mas que a gente namorava pelo whatsapp. O william disse que a esposa não esse costume de conversas mais picantes e que qdo apertava a vontade ele saia pra dar umas paqueradas nos bares da região. Ai foi que o Eduardo comentou que a gente não só namorava, como trocava vídeos e fotos tb. Depois de alguns segundos de silêncio, resolvemos pedir a conta, o William perguntou se não queríamos trocar whatsapp com ele, pois ele tinha algumas indicações de lugares em Boa Viagem e até alguns contatos de Fernando de Noronha que poderiam nos dar um apoio lá. O Eduardo pediu pra ele anotar o meu whatsapp, pois eu tenho mais paciência em analisar roteiro de viagens. Claro que isso foi uma jogada do Eduardo e eu já estava até gostando. Chegamos no quarto, mais um banho refrescante, fazia muito calor, ligamos a tv e logo recebi uma mensagem do William, mostrei pro Eduardo e ele só deu um sorriso. Ficamos um bom tempo conversando, pouco falamos sobre passeios, o interesse maior dele era saber como eu e o Eduardo namorávamos estando distante. Acabei fazendo um resumo pra ele, das conversas picantes, fotos, vídeos, apetrechos de sex shop, pois não podíamos deixar apagar a chama, apenas por estarmos longe. O Eduardo acompanhava de longe a conversa e me incentivou a mandar uma foto pra ele, lembrei que tinha algumas fotos e mandei duas delas, de lingerie frente e verso. Ele adorou as fotos, fez alguns elogios e disse que sortudo era o Eduardo que via ao vivo. Como estava tarde logo me despedi e fomos dormir. No dia seguinte não encontramos o William no café, eu e o Eduardo pouco comentamos dele, logo chegou nosso transporte e saímos. Por volta do horário do almoço peguei o celular e tinha uma mensagem dele nos convidando pra tomar uma bebida mais a noite. O Eduardo topou e perguntamos onde, ele disse que tinha um licor que trouxe de Goiania, porém não podia descer com ele pro bar, se podia ser no quarto dele. Demos o ok e ele passou a hora e o número do quarto. A noite próximo do horário marcado, o Eduardo pediu pra eu ir sozinha, fiquei com receio, questionei, deu um frio na espinha pois não estava preparada, mas ele acabou me incentivando e disse apenas pra eu não demorar, já que era a primeira noite apenas. Coloquei um vestido normal sem muita produção e fui. Bati na porta 843 do oitavo andar e o william me recebeu, perguntou do Eduardo e eu disse que ele estava indisposto, cansado do passeio, e que eu tinha resolvido fazer uma visita breve. Ele pediu pra eu me sentar num sofazinho ali próximo, me ofereceu o frigobar pra pegar algo, estava ainda de terno e disse que estava terminando uma reunião on line e voltou pra mesa com um note ligado virado pro lado oposto ao meu. Peguei uma água e ali sentei, fiquei observando, achei charmoso o terno em plena cidade de praia, o William tinha presença, alto, bom porte, meio grisalho, aparentando ter um pouco mais de idade que a minha, ao mesmo tempo me perguntei o que estava fazendo ali com um homem casado. Ele encerrou a reunião, se levantou, colocou o paletó no encosto da cadeira, pegou a garrafa do licor que estava lacrada ainda e perguntou se eu aceitava. Abriu e colocou em dois copinhos, brindamos e demos um gole, não era tão alcoólico, meio doce, mas curti, a fruta nunca tinha ouvido falar e o sabor nunca tinha sentido. Ele ainda mandava alguns e-mails qdo comentou da minha foto, disse que estava muito bem na lingerie, e eu comentei que tinha várias assim. Sem tirar o olho do note, ele pediu pra ver mais alguma, eu peguei meu celular, procurei e achei uma que eu estava com uma oura lingerie, deitada de barriga pra cima e pernas dobradas. Levantei e fui até ele com a foto aberta no celular. Ele fechou o notebook, pegou o celular e ficou dando zoom na foto, e viu minha tatuagem. Comentou dela e perguntou se podia ver, apenas ver, que não me tocaria, pois éramos casados e não tinha intensão, além de ver a tatuagem. Eu respondi que não tinha problemas, e fui levantando o vestido pela lateral da coxa. Ele pediu pra eu deitar no sofá e puxou uma poltrona até lá, eu deitei e com as duas mãos levantei o vestido mostrando toda minha calcinha preta cavada. Ele chegou bem próximo e ficou observando a tatuagem, descrevendo os detalhes do que via, confesso que aquela situação me deixava ligada. Ele que estava de joelhos foi pra trás e sentou na poltrona, eu que estava deitava, me posicionei pra sentar, ele pediu pra eu ficar com as pernas dobradas, pois queria continuar vendo minha tatuagem, com um sorriso. Resolvi dar uma cutucada e disse que ele queria ver outra coisa e não mais minha tatuagem, ele levantou e pegou os nossos copinhos de licores que estavam na mesa junto ao note, entregou o meu e perguntou se eu queria mostrar mais alguma coisa, e tornou a sentar na poltrona. Eu dei uma única golada e matei o licor, porém fiquei sem jeito de responder, mesmo querendo me exibir toda pra ele. Ele então perguntou se eu era totalmente depilada. O Eduardo tinha me deixado preparada pra viagem, finalizando a depilação total da minha buceta e depilado todo meu cuzinho. Resolvi que não perderia mais tempo. Sentada com as pernas em cima do sofá, puxei minha calcinha de lado, mostrei minha buceta pra ele, sentia ela quente e já bem úmida. Com uma mão eu segurava a calcinha e com a outra eu deslizava o dedo pelos lábios da buceta, sem deixar de olhar pro William pra ver a reação dele. Então ele encostado na poltrona, sem tirar o cinto, apenas baixou o zíper da calça, colocou a mão dentro da cueca e tirou o pau pra fora, era um pau de tamanho normal, porém grosso e estava bem duro. Eu levantei do sofá, tirei minha calcinha, fui ficando de joelhos na frente dele, o pau dele saia melzinho e eu estava louca pra colocar ele na minha boca. Ele fez sinal negativo, disse que estava ali só pra ele ver, e pediu pra eu voltar pro sofá. Frustrada e consciente que ele era casado e estava agindo contra meus próprios princípios, voltei pro sofá. Como já estava sem calcinha, fiquei de quatro, levantei meu vestido e abri a bunda pra ele ver meu cu depilado, depois comecei a me tocar, com a mão por baixo das pernas enfiava os dedos na buceta, fazia até barulho do vai e vem. Olhei pra trás e vi ele batendo punheta, voltei pra posição inicial, sentada apoiei os pés nos joelhos dele, abaixei as alças do meu vestido mostrando meus peitos, e voltei a me tocar, ele subia e descia a mão lentamente, mostrava pra mim a cabeça do pau brilhando, por mim eu jogava tudo pro alto e sentava no colo dele, mas tinha que respeitar. Me arreganhava cada vez mais e enfiava mais de dois dedos na buceta, ela sorria e aumentava o ritmo da punheta. E aquela sensação de não ter o controle me deixava louca. Fui fazendo um vai e vem mais rápido, apertava meus peitos, gemia, e acabei gozando com meus dedos enfiados na buceta. Logo que tirei os dedos um liquido branco saia da minha buceta e grudava nos meus dedos, o william vendo isso, gozou. Gozou de uma forma que esguichou longe, caindo no chão, caindo na calça, a mão dele ficou toda melada. Subi as alças do vestido, abaixei pra pegar a calcinha que estava bem próxima a ele, ele esticou a mão e deu os dedos pra eu chupar, eu de joelhos, lambia os dedos dele, engolia a porra que estava acumulada ali, deixei eles limpinhos. Sem dizer nenhuma palavra fui embora. Fiquei pouco mais de uma hora com ele. Chegando no meu quarto o Eduardo estava acordado, pelado, joguei a calcinha que eu segurava longe, pulei na cama e cai de boca na rola dele, estava necessitada de fazer uma chupeta, nos poucos momentos que tirava a rola da boca, em um deles eu olhei pro Eduardo e disse que ele só não podia beijar minha boca, do resto estava intacta. Ele sorriu e foi tirando meu vestido.....
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