Depois da Pandemia

Fim da Quarentena:
                A tão esperada quarentena acabou e aos poucos a vida de todos começavam a voltar a sua normalidade, reuniões de família, viagens, passeios e porque não as baladas.
                Resolvemos conhecer uma festa organizada por um blog que encontramos na internet, juntamos o útil ao agradável, a festa em sim e a oportunidade de conhecer o espaço Gold do Hotbar.
                Pra variar fomos sem grandes expectativas, o importante naquele momento era sair da rotina de ficarmos trancados dentro de casa pelo longo período que foi essa quarentena.
                Chegamos cedo como de costume, ficamos na recepção enquanto a pista não abria, e observávamos as pessoas que estavam de pulseira, que seria a identificação do camarote alvo da festa.
Assim que a pista abriu fomos primeiramente conhecer esse espaço Gold. Chegando lá havia apenas uns três casais, uns três singles e o organizador da festa, que nos deu as boas vindas nos oferecendo uma dose de uma garrafa de whisky que ele tinha acabado de abrir. Depois de algumas trocas de palavras fomos dar uma circulada pra poder conhecer os ambientes, um mini labirinto com umas quatro cabines, uma sala coletiva com dois sofás espaçosos, uma outra sala um pouco maior e mais escura e uma hidro dentro de uma sala de vidro.
Aos poucos a casa ia enchendo e já que tínhamos a comodidade, ficamos ali no mezanino, bem mais tranquilo, espaçoso, ao mesmo tempo dava pra curtir a pista e ver o movimento do camarote, que nos surpreendeu na proporção de singles pra cada casal, praticamente meio a meio, coisa rara numa casa de swing.
Depois de tomarmos nossos drinks, agora com o camarote na sua totalidade, voltamos pros ambientes pra ver o que se passava, realmente parecia que muitos ali já se conheciam, passamos pela primeira sala coletiva e quase não dava pra entrar, o máximo que dava pra ver eram dois casais transando no sofá e outras tantas pessoas em volta observando. Partimos pra segunda sala, essa que era um pouco mais escura, porém maior, tinha também dois casais se pegando e uns dois singles apenas de canto observando, resolvemos ficar um tempo ali e em pé observávamos o movimento. Em poucos segundos encostou um single do lado da Camila, que também ficou olhando a transa logo a frente, não demorou muito a Camila apertou minha mão, como que avisando que acontecia algo. Olhei pelos seus ombros e vi que o single passava a mão na bunda dela por cima do vestido, e vendo que ela não teve reação ia investindo cada vez mais, em outra olhada de lado, não vi mais a mão do single, apenas o vestido da Camila que se mexia, entendi que a mão dele já estava por baixo do vestido. Perguntei pra ela se estava tudo bem, ela balançou a cabeça que sim.
Notei que a Camila afastou um pouco a perna, pra facilitar a investida do single, ele ainda meio receoso de rabo de olho também me olhava, sem saber se poderia continuar. Eu, percebendo que a Camila estava curtindo, também coloquei a mão na bunda dela, puxando a calcinha de lado, dando sinal verde pro nosso amigo. Recado dado, recado entendido.
Com a mão direita ele enfiava os dedos na buceta da Camila, eu percebia que ela dava leves trancos pelo ritmo do vai e vem, com outra mão o single tirou o pau pra fora, pegou a mão da Camila e levou em direção ao pau dele, a Camila pegou e começou a punhetar, acariciar... Aproveitei a excitação dela e fiz o mesmo, coloquei meu pau pra fora e coloquei a outra mão dela pra me punhetar também enquanto por dentro do vestido apalpava seu peito e vez ou outra a puxava pra beija-la.
Esses movimentos duraram alguns minutos, do nada a sala começou a encher, fomos perdendo o foco, o single acabou indo pra um lado e a gente saiu pelo outro. Andando com a Camila na frente, eu pegando em sua cintura, entre uma encoxada e outra, quando ela parava esperando o fluxo andar, passei uma das mãos em sua buceta e vi o quanto ela estava molhada.
Saimos do camarote, passamos pela pista e sentamos no nosso sofazinho da recepção, onde colocamos as ideias em dia. A Camila parecia animada, o ambiente estava muito bom, e pela ousadia que tivemos a minutos atrás estávamos bem a vontade. Pedi pra Camila tirar a calcinha dela ali mesmo no sofá, e que não era pra limpar a buceta, queria ver ela escorrendo. Com jeitinho e até um pouco de descrição ela tirou a calcinha, e me deu, guardei no bolso e chamei ela pra circular pelos ambientes do piso principal.
As coletivas estavam intransitáveis, realmente o pessoal resolveu aproveitar o fim da quarentena. Continuamos circulando sentido as cabines novas, e vimos um casal saindo de dentro da última cabine, bingo!!! A melhor cabine, ainda não tínhamos tido a chance de entrar nela das outras vezes, mais que depressa entramos e fechamos a porta. A Camila sentou no sofá e abriu as pernas, levantei o vestido dela e cai de boca naquela buceta melada, enfiava a língua fundo, sugava aqueles beiços.
Não demorou muito ouvimos barulho na cabine ao lado, era nítido que alguém nos observava, a Camila com os olhos serrados gemia baixinho, logo o cara que parecia estar sozinho, passou a mão pelo buraco e alisava a perna da Camila que abriu os olhos nesse momento sem nenhuma surpresa. Com a aprovação dela, coloquei ela deitada no sofazinho, puxei ela o mais próximo do buraco e tirei meu pau pra fora, o cara sem muita cerimonia foi direto pra buceta dela, ora colocava um dedo, ora dois, fazia vai e vem, dava pra ouvir o barulho do contato, a Camila gemia com uma perna no encosto do sofá e a outra na parede da cabine, enquanto isso eu batia com meu pau na cara dela, passando o mel pelos seus lábios e enfiava na boca de novo.
Alguns minutos depois mudamos de posição, tirei o vestido dela, deixando ela totalmente nua, sentei no sofá e puxei ela pra sentar de costas na minha pica, ao mesmo tempo que o cara tirou a mão do buraco e colocou o pau dele, ao mesmo tempo que a Camila subia e descia na minha rola ela pegava o pau do cara, dava leve punhetadas, apertava a cabeça tirando o melzinho, e levava até a boca, passava nos peitos....
Não aguentando mais e antes que gozasse, ela saiu do meu colo, ficou de cócoras e vou em direção ao pau do cara, pegou, olhou, puxou a pele pra trás fechou os olhos e enfiou na boca, ia até a metade e tirava, punhetava, passava a língua em toda a extensão e tornava a colocar na boca. Eu cheguei próximo a ela e apertava seus peitos, passava a mão pelas suas costas e descia em direção a sua bunda, apertava, alisava, passei meus dedos pela sua buceta molhada e lubrificava o seu cuzinho, dava cutucadas... Ela cada vez mais excitada, balançava a cabeça num vai e vem já engolindo a rola do cara todinha, o buraco ela um pouco maior do que o normal, e com isso até as bolas dele ela conseguia sugar, o clima foi esquentando, meu dedo já estava todo enfiado no rabo dela, ela gemia mais alto, e percebeu que o single não ia segurar por muito tempo, voltou a punhetar de leve, apertando a cabeça, e num gemido mais alto do cara, ele deu uma esguichada que encheu a mão da Camila espirrando nos peitos e na barriga dela. Alguns segundos foram o suficiente para todos se recuperarem, de longe o amigo oculto, agradeceu e vimos que ele saiu da cabine, logo a camila se limpou, colocou o vestido, continuou sem calcinha e saímos.
Pegamos uma bebida, conversamos, e fomos de volta pro mezanino próximo ao camarote, com mais espaço conseguimos terminas a bebida e dançávamos ao som do eletrônico, o clima estava bom e confortável, a Camila dançava sensualmente, se exibia, rebolava, abaixava, sem se importar com o vestido que subia e vez ou outra aparecia a poupa da bunda e muitos já percebiam que ela não usava nada por baixo.
Entramos pro camarote em nossas andanças, alguns casais e vários singles puxaram conversa com a gente próximo ao bar, lá a amizade parecia o forte, pois vários ali já estavam de festas anteriores, nada que merecesse destaque. Saimos em direção a parte privada e as coletivas continuavam cheias, as cabines estavam mais de boa, e eram um pouco maiores do que as de baixo. Nos corredores as passadas de mão eram mais notáveis do que nas outras partes privadas, encontramos uma cabine vazia e entramos, antes de fechar a porta um dos singles que abordou a gente no bar, perguntou se podia entrar, a Camila consentiu e fechamos a porta, fechamos os buracos de acesso com a janelinha e regulamos a meia luz.
Antes de alguém dizer alguma palavra, a Camila pulou no pescoço dele, deu um belo beijo de língua já passando a mão no pau dele por cima da calça, ouvi ele dizer que ela era uma puta gostosa, enquanto ele seguia a mão pelas coxas dela já descobrindo que ela estava sem calcinha. Quando ela virou de costas pra ele, eu puxei ela, coloquei ela de quatro no sofá, afastei as pernas dela e baixei seu tronco, deixando o rabo dela bem exposto, ao lado dela no sofá, dei meu pau pra ela chupar. Com aquela visão dos deuses, o nosso amigo abaixou e meteu a língua na Camila, ele apertava e mordia a bunda dela, enfiava a língua na buceta, chupava o cuzinho dela, beijava, lambia de novo e cada vez que fazia isso a Camila rebolava e sugava com força meu pau.
A Camila percebeu que o single levantou e mudou de posição, eu sentei, coloquei ela sentada de costas pra mim, ainda vestida, ela mais que rapidamente tirou o vestido com a ajuda do cara, puxou ele pra mais perto e foi desabotoando a calça dele tirando sua rola pra fora, ela abocanhou e começou um boquete que o cara delirava, xingava ela de vadia e puxava ela pela nuca socando e enfiando ainda mais a rola na sua garganta. A Camila rebolava no meu colo enquanto eu apertava seus peitos, antes que corresse o risco do cara gozar, ele mesmo tirou uma camisinha do bolso, abriu e deu pra Camila que colocou com a boca no pau dele, enquanto levava uns tapinhas na cara, e era xingava de vagabunda.
Com tudo pronto, ela virou de costas pra ele, desabotoou minha calça e começou uma chupeta daquelas. Inclinada totalmente nua de costas pro cara, ele pegou ela pela cintura direcionou o pau na entrada da buceta e enfiou de uma vez, fazendo ela dar um gemido mais alto, cada bombada que ele dava, ela rebolava mais, empinava o rabo e pedia pra ele bater nela, ele dava uns tapas na bunda dela e xingava ao mesmo tempo.
Em certo momento ele parou, pediu pra Camila afastar mais as pernas, tirou o pau da buceta, com uma mão abriu a bunda dela, e com a outra direcionou o pau no cuzinho, a Camila parou o movimento e se concentrou, deu uma gemida quando a cabeça entrou, ele foi enfiando devagar e a Camila voltando o corpo pra trás pra entrar o restante e acostumar com o cuzinho abrindo. Depois que entrou tudo ele fez movimentos de vai e vem, e a Camila voltou a me chupar ainda com mais vontade, o cara urrava, puxada a Camila pela cintura cada vez mais rápido, xingava ela de piranha gostosa, passados alguns minutos o pau dele deu uma escapada, ai a Camila aproveitou e sentou no meu colo enfiando o pau na buceta, enquanto o amigo alisava o pau pra não perder o ritmo, a Camila me beijou e deu umas cavalgadas na minha rola, eu coloquei meu corpo mais a frente, puxei a Camila pra cima de mim e com as mãos abri a bunda dela, o single entendeu o recado e voltou a apontar o pau no cu dela, forçou um pouco e a Camila delirou, batia com os peitos na minha cara enquanto o cara puxava os cabelos dela como uma égua.
Ela gritava e mexia o quadril em movimentos sem sincronia, e mordendo meu pescoço ela gozou, o cara percebendo, tirou o pau do rabo dela, a Camila saiu do meu colo, mas a gente ainda não tinha gozado, virei ela de costas e coloquei ela sentada no meu colo com o pau no cu, entrou fácil, nesse momento minha mulher estava com as pregas arrebentadas, tive a mesma sensação de estar comendo a buceta dela, tão fácil que entrou, ela mau tinha forças pra se mexer tamanha a gozada que ela deu, o cara tirou a camisinha, e deu o pau pra ela chupar, com uma mão ele segurou ela pela cabeça e pediu pra ela colocar a língua pra fora e abrir a boca, com algumas punhetadas ele começou a urrar e gozar na boca da Camila, nesse momento eu também gozei e enchi o cuzinho dela de porra, ela não só engoliu todo o leitinho do cara, como voltou a colocar o pau meia bomba na boca, deixando ele limpinho.
Dez minutos quase não foram suficientes pra gente se recompor, trocamos contato com o single, e saímos. Posterior a esse dia ainda fomos em mais uma festa com esse grupo, todos os singles tinham como objetivo comer a Camila, nas rodinhas de amigos ela estava muito bem falada, afinal era novata no grupo, a gente ainda saiu com esse single do primeiro dia mais algumas vezes, e ele comeu ela de novo na segunda festa, levando também um amigo que a Camila também se interessou muito, mas fica pra um próximo conto.
Foto 1 do Conto erotico: Depois da Pandemia


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Comentários


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adlg Comentou em 27/04/2026

Gostosa 😋 😋




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Ficha do conto

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Nome do conto:
Depois da Pandemia

Codigo do conto:
260534

Categoria:
Cuckold

Data da Publicação:
27/04/2026

Quant.de Votos:
3

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1