Nesse dia do trabalho, foi a vez da esposa realizar algo para o marido. Ela desconfiava, pelas brincadeiras deles, que ele tinha a vontade de experimentar uma rola na boca, pois às vezes, quando eles transam anal, eles utilizam um vibrador na buceta dela e ele sempre chupa após ela gozar e ela já propôs uma brincadeira a três com ele para que experimentasse e abrissem a relação, porém, ele ainda não aceitou, mesmo não descartando. O teste, seria para eu ir fazer a substituição de algumas peças danificadas no armário do quarto deles, porém, ela iria à praia para que ele tivesse liberdade de experimentar ou não, depois que eu propusesse o "algo a mais" e, de acordo com o que ele topasse, ela me pagaria ao encontrá-la na praia após minha saída, pois não poderia parecer que eu estava me oferecendo por dinheiro e para aparentar algo secreto, que ela não soubesse, assim, dessa maneira, ela poderia depois, que eu deixasse de forma proposital, resíduo de esperma para ela ter o pretexto que lhe falta.
Enfim, vamos ao conto. Cheguei e ela já não estava. Mesmo que desse errado, eu já ganharia com o serviço inicial. Cheguei ao quarto e comecei o serviço. Procurei caprichar em deixar evidenciado o volume na cueca. Ele ficou acompanhando o serviço e, procurei deixar o mais perto que consegui dele a escada, para ficar bem virado para ele e ele ter acesso visual. Consegui captar poucas vezes ele olhando meu pau, mas olhava de forma discreta. Terminei rápido, pois eram poucas peças para trocar. Já fora do quarto, guardando os parafusos e chave phillips, ele me ofereceu algo para beber. Aceitei água e disse que saindo dali, logo iria para a praia para tomar cerveja. Ao invés de me dar água, ele ofereceu uma cerveja, acabei aceitando, pois me daria mais tempo.
Começamos um papo sobre futebol e, comecei a olhar sua bermuda, de uma maneira que ele percebesse, mas de forma discreta também. Terminamos a cerveja e disse:
- Há algo mais que eu possa fazer por você?
- Não, era só o que trocou mesmo e me pagou pelo serviço.
- Como já terminei o serviço, se tiver algo mais, é só falar.
- Não, era só isso mesmo.
- Como você é casado, imagino que não desejaria algo mais mesmo.
- Como assim?
- Talvez eu tenha julgado errado quando estava na escada. Tive uma impressão que você olhou na direção da minha cueca.
- Não, eu sou bem casado.
- Então, se não tem nada mais que eu possa fazer, obrigado pela cerveja e desculpe o inconveniente.
Indo em direção à porta e aguardo que abrisse para mim ele se aproximou.
- Ei, diga uma coisa, entre a gente só ok. Ao que você se refere?
- Pensei que poderíamos nos agradar um pouco, dar uma chupada, quem sabe.
Ele deu mais uma volta na chave e pediu para esperar um pouco. Pegou uma dose de Campari e me ofereceu. Tomei um gole pequeno e devolvi. Ele mexeu com o gelo dentro e deu dois goles rápidos.
- Fica entra a gente isso ok? Se escutar a chave na porta, paramos na hora.
Fomos ao quarto deles e ele sentou na cama já com a bermuda nos tornozelos. Seu pau estava duro. Ajoelhei no meio das suas pernas e dei uma mordida por fora da cueca, de leve, só para atiçar o tesão dele. Ele mesmo colocou o pau para fora.
- Vem, dá uma mamada aqui!
Segurei e comecei subindo a língua desde o saco até chegar na cabeça e soltei seu pau, usando somente a boca. Ele estava apreensivo, como se tentasse escutar qualquer som no corredor, fora do apartamento.
O puto segurou minha cabeça e pediu para dar um trato só na cabeça. Fiquei ali, na mesma posição, usando língua e lábios para fazer o pau dele chegar ao limite e logo gozou. Sem ele perceber, cuspi um pouco na mão e passei no lençol azul escuro, por debaixo da colcha. Fiquei de pé e coloquei o pau para fora.
- Era isso que você estava olhando?
Ele arregalou os olhos e notei sua respiração mais forte.
- Pega! Agora é sua vez de provar!
- Eu nunca fiz isso na vida!
- Quer que eu deite ou fique de pé? - não podia deixá-lo desistir.
- Do jeito que você achar melhor.
Deitei na cama e fiquei com o pau apontando o teto, mexendo suavemente para cima e para baixo com a mão.
- Vem perder a virgindade da boca!
Ele sentou na cama, de costas para mim, um pouco de lado ao meu corpo, como se não quisesse que eu o visse chupar, mas logo, colocou em prática sua experiência com o vibrador da esposa quando ela goza.
Ele estava apressado, querendo que eu gozasse rápido, pois chupava e me masturbava rápido. O quanto antes eu saísse do apartamento, mais tranquilo ficaria.
- Já pensou se sua esposa vê você mamando a minha rola? Ela chuparia junto ou ficaria brava?
Silêncio.
- Vai, chupa, chupa como se estivesse beijando sua esposa.
Notei que estava com pau duro novamente e enquanto ele chupava, peguei e masturbei para motivá-lo. Ele finalmente ficou de frente, creio que para poder sentir minha mão nele enquanto me chupava.
Não demorou e ele gozou na minha mão. Fiz que passei na boca, mas passei na parte de trás do travesseiro, para que a esposa visse depois.
Como ele gozou novamente e eu ainda não, fiz com que acelerasse.
Peguei e abri a escada que ele quis levar para o quarto para servir de disfarce caso a esposa voltasse da praia. Subi dois degraus e falei:
- Faz o que você queria fazer quando eu estava aqui em cima.
Ele pisou em um dos degraus para dar firmeza e apoiou uma mão no armário e outra na escada e chupou como se fosse experiente.
Senti o gozo chegando e soquei fundo na sua boca para ele ganhar leite. Ele tossiu e se limpou com a mão. Não teve coragem de engolir, mas com certeza sentiu pela primeira vez o gostinho de porra na boca.
Desci da escada, me recompus e disse: agora sim não tem mais nada que possa fazer por vocês, mas, se você e sua esposa precisarem de algo, é só me chamar.
Fui embora e fui no ponto combinado com ela para receber pelo oral recebido e feito. Ela se surpreendeu, pois acreditava que no máximo ele a "trairia" recebendo oral. Contei os dois pontos que passei a mão suja de porra para ela encontrar. Ela demonstraria felicidade ao mostrar para ele, para que finalmente aceite sair da relação monogâmica.
Espero que em breve me chamem para prestar serviço aos dois de uma só vez.