Para quem mora em Vila Velha saberá o que estou dizendo, é uma comunidade bastante religiosa e, mesmo não aparentando com suas roupas às vezes ousadas nas ruas e na praia, todos nos mantemos discretos em relação aos nossos desejos, pois as pessoas ficam "famosas" rápido por aqui por ser uma cidade pequena.
Atendi uma cliente que me descobriu de alguma maneira além dos serviços que realizo no meu dia a dia. Respondi ao seu contato e ela perguntou se realizava fetiches e procurei saber quais eram os delas.
Ela tem uma vida sexual relativamente ativa, porém, com parceiros mais certinhos e, quando está solteira, tenta procurar alguém com mais ousadia, mas sempre indo além da sua morada para evitar as conversas. Todos nós, quando passamos de determinada idade, temos certa preguiça em precisar sair de casa para conseguir algo, até mesmo sexo. Se nossos amigos estão em relação fixa piora, pois temos de fazer tudo de forma mais solitária.
Após conversarmos sobre seu perfil, ela me buscou em um ponto de encontro e fomos ao seu apartamento. Ela estava produzida. Cabelos loiros retocados e brilhantes, batom discreto e um perfume que me embriagou de tesão. Sua roupa estava também discreta, pois ela não queria ser vista de forma ousada entrando com alguém que nunca foi visto no prédio e todos saberem que ela estava levando alguém para transar.
Havíamos conversado e foi dito para que eu não me preocupasse com o orgasmo dela, pois ela estaria sentindo prazer de qualquer forma. Eu não poderia deixar isso acontecer, claro. Faria de tudo para pelo menos uma vez ela conseguir. Não deveria me preocupar em somente pensar em transa mais selvagem, pois ela queria que utilizasse os acessórios dela em primeiro lugar, mas, para que eu fizesse como desejasse, pois queria ser submissa.
Ela foi ao seu quarto trocar a roupa e retornou mais parecendo uma dominatrix do quê submissa. Uma saia vermelha lembrando látex, seios à mostra, fez uma trança rápida no cabelo e colocou maquiagem. Pés descalços e unhas pintadas, tanto nas mãos quanto pés. Ambos delicados.
Assim que ela retornou, seu semblante era outro. Não era mais a pessoa que me contratou, mas uma serva. Ofereceu uma bebida e aceitei um uísque. Mandei retirar minha roupa e acender o meu cigarro. Ela foi buscar um cinzeiro, mas disse que não precisaria. Escolhi uma playlist sensual e transmiti pelo bluetooth. Deixei a música um pouco alta para termos privacidade.
Sem uma peça de roupa sequer, sentei em seu sofá com as pernas afastadas e ofereci um gole de uísque. Ela abriu a boca. Coloquei e mandei cuspir a bebida no meu pau e beber ali se quisesse.
Ela insistiu em trazer o cinzeiro que estava no móvel ao lado, recusei e mandei que ficasse com uma mão estendida na minha perna enquanto me chupasse para jogar as cinzas e assim fiz até acabar de fumar. Apaguei o cigarro no restinho da bebida no copo.
Mandei que continuasse a chupar até eu gozar na sua boca e que não iria querer ver um só resto de porra na boca dela. Segurei sua trança enrolada na minha mão guiando sua chupada até que segurei com força e comecei a penetrar sua boca. Fiz com que me mostrasse a boca para ter certeza que havia engolido tudo.
Mandei pegar um pano úmido e me deixar bem limpo. Ela buscou engatinhando na cozinha e retornou. Passou no meu pau. Mandei lamber para ter certeza que não tinha mais gosto de porra.
Segurando sua trança, perguntei qual dos dois quartos era o dela e a levei como um cachorrinho. Seus acessórios estavam em cima da cama e apesar de não conhecer todos pelo nome, os utilizei como quis em seu corpo, dando as punições de prazer que ela precisava.
Retirei sua saia e mandei que se apoiasse na parede para deixar sua bunda vermelha com as "palmadas" através de acessórios e com os chicotezinhos. Ela tinha alguns vibradores com controle e introduzi calmamente nela, inclusive um plug com rabo de coelho em sua cuzinho. Deixei na vibração alta enquanto continuava dando estímulos de dor e prazer. Como ela estava fazendo muito barulho, coloquei a mordaça nela e puxei seu cabelo para trás, dando um tapa no seu rosto e mandando ficar em silêncio. Com as vibrações, "castigos" e xingamentos com condução firme do seu corpo e segurando sua trança, ela se tremia e gemia gaguejando igual ao vibrador.
A virei de frente e segurei os bicos dos seios rosados com força. Ela sorriu e tentou falar algo, mas saiu abafado pela mordaça. Retirei e mandei que falasse novamente. Ela somente rio.Coloquei de volta a mordaça e dei dois fortes tapas, um de cada lado do rosto. Segurei seu cabelo novamente e falei:
- Ri agora!
Com uma lágrima de prazer descendo pelos olhos, notei ainda um discreto sorriso. Dei novos tapas e repeti para ela rir. Ela fechou os olhos, dobrou rapidamente os joelhos sentindo as sensações do vibrador e retornou à posição, de olhos fechados e virando os olhos de prazer. Perguntei se ela queria gozar. Acenou que sim. Comecei a ligar e desligar o vibrador e quando percebia que ela estava quase chegando ao ápice, desligava. A torturei com o desejo louco de querer gozar. Seus olhos pediam o orgasmo e atendi.
Retirei o vibrador e a chupei com força seu grelo, quase um pintinho saltado de tão saliente, dava para bater uma punhetinha com a ponto dos dedos. Durinho e louco para gozar. Chupei apertando a pressionando na parede para o rabo de coelho gerar um prazeroso incômodo. Ela gozou esguichando e retribui a deixando limpinha. Estávamos com o tempo estourado, mas, como já relatei, não faço nada cronometrado. Perguntei se estava satisfeita ou se ainda queria mais. Apenas virou contra a parede e empinou a bunda.
- Você vai se arrepender por oferecer esse rabo desse jeito. Quer com força? Então terá!
A joguei na cama e voltei a inserir o vibrador nela. Puxei suas mãos para trás e agarrei seus pulsos com uma só mão, pela delicadeza deles. Peguei o mesmo gel que havia colocado no plug e o retirando coloquei nele e fiz um vai e vem para manter seu rabo molhadinho. O pau, não fiz questão de lubrificar, pois sabia que ela queria algo forte e a lubrificação da camisinha estaria de bom tamanho.
Eu sentia a intensidade do vibrador na minha pele, vibrando, quando forcei a cabeça e continuei até entrar tudo. Ela fez um som de "uhhhhhhhh" longo quando sentiu que estava todo dentro.
- É assim que quer? Quer que eu meta com força até gozar?
Ela gesticulou com a cabeça consentindo e fechou os olhos. Foram umas 30 bombadas com força, com o saco estimulado pela vibração. Eu conseguiria mais um pouco, mas precisava gozar logo. Retirei a mordaça para ouvir seu gemido de prazer, estava muito abafado o som, somado ao travesseiro.
Virei seu rosto de lado para ouvir suas sensações. Ela passou a gritar abertamente, não de forma escandalosa, mas gritou gostoso, aproveitando a música alta.
Tirei o pau e a camisinha praticamente gozando e gozei entre o cabelo e o rosto. Fui conduzindo a porra que estava no rosto até sua boca. Ela continuava gemendo com o vibrador, mas insistia em não gozar.
Peguei o chicote e passei a dar castigos nas coxas dela, apertando seus seios. Queria muito fazê-la gozar mais uma vez. Como ela não gozou, debrucei na sua buceta, peguei com a ponta dos dedos seu grelo saltado e fiquei o masturbando e chupando ao mesmo tempo. Somando todos os estímulos, vibrador, chupada e masturbação, ela gozou novamente. Gozou esguichando e urinou um pouco junto.
Fui me limpar para ir embora. Ela entrou no box do banheiro para tomar banho. Levantei a tampa da privada para mijar e escutei um toc-toc no vidro. Fez um sinal com o dedo indicador me chamando. Ela sentou no chão e disse: não use a privada não.
Essa parte ela não havia exposto na conversa, mas, não tinha problema algum para mim. Mijei em seu corpo inteiro. Finalmente pude me recompor para ir embora. Ela perguntou se me importaria de sair sozinho e me despedi. Quando sai do banheiro ela estava se estimulando com a mão cheia de sabão.
Esses momentos, que não dependem somente de sexo, são de grande prazer para mim também, pois vejo uma pessoa entregue aos prazeres que a pessoa não expõe para qualquer um e, infelizmente, dificilmente falará.
Muitas vezes, esse é o tipo de prazer que a pessoa recorre a clubes ou pessoas que não sejam sérias, às vezes se colocam em perigo desnecessário, pois quando o corpo pede por esse tipo de prazer, a pessoa precisa, como se fosse um entorpecente.
Valeu demais esse momento vivido por mim nesse último trimestre. Ela disse não sentir constantemente a necessidade desse tipo de encontro fetichista e, como também falei para ela, muitas mulheres, estimuladas por filmes feitos para vender, dizem gostar dessas coisas, mas chega na hora e mal aguentam um tapa na bunda.