Estive em uma empresa para tratar de negócios (se é que me entendem) no final do expediente na semana passada. Cheguei e sua esposa, gerente da empresa, estava se despedindo do marido, que é diretor. Ele me apresentou e disse que demoraria um pouco pois apresentaria uma proposta comercial. A esposa saiu e encostou a porta. Ele pediu para aguardarmos 5 minutos, pois sua secretária estava para ir embora também. O telefone tocou e ele agradeceu pelo dia e desejou bom descanso. Levantou calmamente, com um cigarro na mão e trancou a porta. - Pronto, podemos começar! Afastei a cadeira para me direcionar conforme percebesse sua intenção inicial, mas ele pediu para me manter sentado. Baixou minha calça na altura do joelho e abriu minhas pernas. Quis lamber desde o meu saco pau até a cabeça. - Adoro cheiro de macho! - dizia enquanto chupava. Desci o corpo na cadeira para deixar meu saco e pau mais disponíveis. Ele se levantou e tirou o dele para fora e encostou no meu e ficou masturbando os dois ao mesmo tempo com as duas mãos. Pediu para guardar o pau, pois ele queria um trato. Foi na sua cadeira e acendeu mais um cigarro. Pediu para lamber bastante seu saco antes de chupar o pau. Seus pelos eram bem aparados e o saco parecia estar guardando bastante leite. - Vem, mama gostoso puto! Segurei para chupar melhor, mas ele pediu para não usar as mãos. Subia e descia a boca pelo seu pau enquanto ele olhava para baixo e fumando. Pediu para me agachar um pouco mais e olhar nos olhos dele enquanto o chupava. Olhava em seus olhos, mas o prazer que começou sentir o fez fechar os olhos. Ele estava quase gozando. - Pare! Deixa para depois! Pediu para deitar no carpete da sala e se posicionou entre as minhas pernas. Segurou meu pau e engoliu, feito um bezerrinho. O empresário casado, na faixa de 40 anos, com barba grossa, mamava muito bem! Meu pau endureceu e deu sinais que estava pronto para dar seu presente. Ele me mandou levantar e se manteve ajoelhado. Chupou com a mão cuidando para não deixar cair porra no chão. Caprichou no boquete, deixando o pau bem dentro da sua boca e chupando com a boca bem fechada para não pingar. Enchi sua boca e meu bezerro engoliu tudo. Sabia que agora seria a minha vez. Sentou na sua cadeira novamente. - Agora é a sua vez, faça valer o pagamento! Fiquei sugando a cabeça durante dois minutos mais ou menos, com a língua apoiada no pau dele. Deslizava a língua pelo pau e subia rápido para engolir. Ele começou a contrair as pernas. - Coloca na boca! Cuidado com o carpete! Ele gozou farto, mas praticamente não senti o gosto, pois foram jatos forte e certeiros na minha garganta. Sobrou pouco no pau. Ele mesmo passou a mão e levou à sua boca sua própria porra. Disse que desse jeito, se tornará cliente fiel. Perguntei se a esposa sabia, ele disse que sentia que ela desconfiava, mas que ela deve aprontar algo, pois renova sempre a depilação e quase não tem relação sexual com ela, está sempre ocupada ou cansada para sexo, mas, basta tocar o telefone e ela sai se encontrar com amigas.
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