Como já sabem, faço alguns trabalhos de marido de aluguel, como reparos em móveis no caso. Em um dos serviços recentes, na casa de um casal, notei que a esposa ficava o tempo todo vendo o que eu fazia. Estou acostumado, pois tem pessoas que não desgrudam, talvez por desconfiança. Fiz a troca dos itens, recebi e fui embora. Alguns dias depois, ao invés do marido, ela me mandou mensagem, pois segundo ela, o marido que costuma cuidar dessas coisas havia terminado as férias e retornado ao trabalho, por isso entrou em contato. Ela me perguntou se realizo pintura, pois o teto do banheiro estava muito manchado. Respondi que não. Quase uma hora depois, outra mensagem. Se mexo com troca de torneira. Respondi que sei fazer, mas não costumo pegar por ser focado em móveis. Pouco tempo depois, outra mensagem. - Me fala as coisas que você faz porque fica mais fácil para eu saber se vou precisar de algum outro serviço para te mandar mensagem. Fiquei um pouco receoso em falar o outro serviço abertamente, mas, pela insistência dela lancei uma isca. - Ofereço serviço de massagem sensual. Ela respondeu com um coração na mensagem. Deve ter dado adrenalina nela, pois demorou um pouco para escrever, mas perguntou como funciona e se é tântrica. Respondi que não, pois não sou realmente massagista, mas me sinto.apto em levar momentos de relaxamento e sensualidade, que seria extremamente discreto etc. Ela perguntou o preço e passei. Respondeu: mas é algo sexual? E se as coisas esquentarem? Respondi que ela poderia contratar o serviço de massagem com algo mais se quisesse, que poderia seguir para ter um toque com a boca ou massagem com o meu corpo sobre o dela ou até mesmo, se ela decidisse por algo, já interagimos do jeito que ela quisesse. Marcamos para o dia seguinte. Ela deixou separado o óleo da escolha dela e me aguardou toda arrumada. Cheguei e falei que para a massagem ela deveria ficar mais confortável e foi trocar de roupa. Fomos para o quarto que recebe visitas e arrastamos a cama para o meio do quarto para poder me movimentar melhor ao redor dela. Ela estava com um short e uma blusinha nesse momento. Notei não estar com sutiã e apesar de não ser jovem, tinha um belo corpo. Pedi para ela se deitar e comecei a massagem por cima da roupa. Para ter acesso melhor ao seu corpo, retirei sua blusinha com ela deitada de bruços. Me ajoelhei entre seu corpo e massageei suas costas. Comecei a descer a mão até pouco abaixo da cintura, para medir seu ritmo de permissão. Ela respirava forte e de olhos fechados. Segurei pelo elástico do short e fii descendo. Pelo som no short, tinha camisinha dentro do bolso. Percebi que ela estava com as intenções preparadas. Desci um pouco mais o corpo e passei a explorar o meio das coxas. Talvez achando que não estava conseguindo tocar sua buceta, ela abriu um pouco as pernas. Atendi ao recado e deslizei meus dedos até tocar levemente e superficialmente. Comecei a repetir movimentos que vinham das costas até sua buceta. Ela notou a repetição, pois sempre que estava chegando na cintura, ela já respirava mais forte e se tremia ansiando o contato. Ao tocar a buceta, abri bem a palma da mão para comportar o pacote e recolhia um dedo por vez para tocar ela por inteira. Subi meu joelho até perto das costas e debrucei sobre ela, deslizando as mãos pelos cabelos e nuca. Ela gemeu. Eu gosto dessa sensação de ver mulher louca por outro homem, às escondidas do marido negligente, liberando suas fantasias. Ela não estava pronta para pedir para eu ir além, então abri o botão da calça e desci o ziper. Fiquei na sua lateral, de forma que ela tivesse contato visual. Ela olhou e percebeu a ereção, mas não fez nada. Peguei sua mão e trouxe para perto do meu corpo. - Fique à vontade! Ela deslizou discretamente a mão por cima da calça. Desci a calça e fiquei de cueca. Deitei sobre seu corpo, deslizando o pau duro no seu corpo, com a cueca, até ela dizer timidamente e baixinho: quero sentir. Tirei a cueca e fiquei pincelando no meio das nádegas. Ela rebolou gemendo. Cansou da massagem e ficou de frente. - Vai, me chupa um pouco por favor! - Pediu com a voz tímida. Fui sentindo sua buceta até a lubrificação começar a ficar visível externamente e enfiei a língua e movimentei lentamente e alternando para rápido e forte. - Assim não vou conseguir chegar... Isso mexe com meus instintos. Uma mulher precisa conseguir chegar ao orgasmo no sexo oral. Explorei com um dedo enquanto chupava e esse mesmo dedo molhado foi descendo até o cuzinho. Fiquei brincando na entrada, sentindo ela apertar para não entrar, mas em um ponto de prazer, que o corpo se solta, o dedo deslizou e deixei dentro, com alguns movimentos curtos. Ela relaxou percebendo que estava respeitando o ritmo dela. Começaram as mordidas no meu dedo e sabia que ela gozaria. Caprichei na chupada e deixei o dedo ir mais para o fundo. Ela passou a contorcer e se mexer, meu dedo também passou a entrar e sair durante a chupada. A mordida forte no dedo foi dada, o gozo estava chegando. Suguei forte chupando e passando rápido a língua. Ela gozou chorando. - Como estava precisando sentir isso, me sentir mulher! Satisfeita com a gozada, ela quis retribuir. Pegou o short e deixou a camisinha no chão, dando o sinal. - Vem você agora! - como se fosse um prêmio, como se eu fosse o marido que a tivesse feito gozar, e saciada permitisse o meu gozo. - Não, estou aqui por você! O que você quer? - Me usa do jeito que quiser, me trata como fêmea! Hunnn, ela queria algo mais forte. Falei que de fosse para fazer o que eu quisesse, que a usaria como puta. Ela levantou o corpo e começou a me dar uma chupada no estilo de puta mesmo, talvez tentando imitar alguma mulher que viu algum vídeo, pois demonstrava técnica, mas sabia que não era o comum dela. - Se é do meu jeito, fica deitada! Ajoelhei perto do pescoço e coloquei na sua boca. - Não queria mamar? Eu vou meter na sua boca. Judiei um pouquinho e a fiz vir para cima enquanto colocava a camisinha. Mandei que sentasse no meu pau e falei: - Gosta de tapa na bunda? Ela rebolou nesse momento, já com o pau dentro. - Só na bunda? - Me trata como sua fêmea! Entendi que ela queria ser usada como fêmea realmente. Enquanto ela cavalgava devagar, batia na sua bunda e puxava seu rosto para perto da minha boca pelos cabelos. Apertei seu rosto enquanto a beijava e dei alguns tapinhas de teste no rosto. Ela permitiu e não reclamou conforme aumentava a intensidade. A deixei continuar se mexendo sozinha, dando tapas com as duas mãos, na bunda e circulando o dedo no seu cuzinho. - Percebi que a minha fêmea gozou gostoso com o dedo no cuzinho. Minhas falas a fizeram se esfregar para frente a para trás com meu pau dentro. Fechou os olhos e fiou sentindo meu dedo explorando seu cuzinho. - Vamos tentar um pouco? Prometo que vai gozar gostoso! Ela já foi ficando de quatro, submissa, mas mandei ficar de frente e deitada. Peguei o óleo e preparei bem seu cuzinho e deixei o pau bem lubrificado. Comecei a pincelar a entrada do cuzinho e forçar. Ela ficava com uma mão perto, tentando limitar o quanto entraria. Pedi que ficasse relaxada que seria cuidadoso. Com algum trabalho o pau entrou e ela soltou totalmente o corpo, mas ainda fazendo força apertando. Pedi para relaxar e segurando sua mão, a fiz entender que deveria se masturbar. Enquanto eu deixava um tempo o pau dentro, sem forçar, ela aproveitava para se masturbar. Sentia relaxar um pouco, e entrava um pouco mais, até a mágica estar pronta. Meu pau estava todo dentro, não havia mais expressão de receios, apenas estava sentindo dentro e se masturbando, mas aquele prazer de saber que logo o ritmo mudaria. Fiquei em movimentos lentos no cuzinho, tirando quase tudo e enfiando até o fim, devagar, a permitindo se aproximar do orgasmo. Comecei a falar: - Quando você estiver quase gozando, vou meter gostoso nesse cu! As falas mexiam com ela, ela acelerou os movimentos com a mão, enfiando um dedo. Quando seus lábios se abriram e gemidos foram aumentando sabia o que tinha que fazer com a minha fêmea. Soltei o corpo e passei a colocar ritmo. Seu corpo buscava o orgasmo e ao mesmo tempo lutava contra os meus movimentos, essa briga do corpo só nos levaria para um lugar. É uma delícia sentir o cu relaxar e apertar novamente durante essa busca e briga. Segurei seus dois grandes seios enquanto socava, mandei ficar me olhando nos olhos que queria vê-la gozar. Isso aumentou sua excitação. Quando estava por segundos, acelerei com tudo para gozarmos juntos. Enchi a camisinha ao gozar com ela. Tinha planos de dar o leite na boquinha dela, mas gozar dentro do cuzinho é bom demais e não deu para interromper. Depois ela me disse que já tinha feito anal, mas não foi legal e às vezes ela se estimula com um brinquedinho e gosta, mas não estimula sempre. Espero que seja uma cliente fixa e quem sabe mais pra frente não possa dar leite na cara do corninho dela, mas creio que o casal não chegaria a esse ponto neste ponto da vida deles.
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