Casal Negra e Branco

Teve um casal que primeiro, precisei convencer a esposa a ser cliente. Gosto dessas negras com corpo em dia, com cabelos alisados e pele lisinha e um dia, ela notou meu movimento na orla - o que não é comum eu ficar procurando na rua, pois não dependo disso para viver e por coincidência, nesse dia, marquei em horários próximos um primeiro encontro de apresentação com dois casais, que provavelmente ocorreria entre o sábado e domingo. Como ela passou a primeira vez perto e devagar, acabou ouvindo algo da conversa. Quando ela retornou da caminhada dela, eu já estava conversando com outro casal. Isso não é comum: dois casais, horário próximo e dois encontros com casais em um só fim de semana. Ela novamente, tomada pela curiosidade, passou lentamente para ouvir algo. Alguns metros depois, havia uma barraca de coco e ela parou para tomar um e notei que ela ficou olhando até me despedir com um selinho na esposa do cara e um aperto de mãos entre os homens. Ela retornou e pediu desculpas pela intromissão.
- É o que estou pensando que você estava conversando com o casal?
- Eu percebi que você passou devagar e ficou curiosa. É provável que você esteja certa.
- Mas assim, à luz do dia? Nunca reparei nada do tipo aqui na região, principalmente homem.
Falei que tinha um perfil, que atualmente suspendi e tudo começou por um fetiche, mas que existem muitos casais em busca disso. Ela me perguntou se estava me atrapalhando e se estava esperando mais alguém e falei que não, que iria retornar caminhando no mesmo sentido que o dela. Ela me chamou para irmos pela areia, assim seria menos exposição para ela, pois sempre alguém pode fazer algum comentário maldoso. Falei que ela prestou atenção por ser atenta, mas que sou uma pessoa comum e passo despercebido, mas, fomos pela areia.
Ela perguntou várias coisas, quais são os tipos de cliente que surgem, se já ocorreu algo perigoso etc.
Uma das perguntas foi se saio com homens e respondi que a procura é bem maior, mas, que o meu máximo é sexo oral, que há propostas para eu ser ativo e passivo, mas nunca aceitei. Perguntou se mulheres também procuram e respondi que solteiras são raras e, algumas casadas surgem sim, mas a maioria é casal.
Ela sugeriu que devo ser muito bom de cama e falei que não, que sou um homem comum e nada é garantido com relação a tempo, quantidade de gozo, que pode ocorrer inclusive de brochar, mas que já faço o necessário para retomar, mas que não tomo remédios para ajudar em nada e meu intuito, é mais fazer a pessoa ou casal sentir prazer e muitos (não são tantos assim), me procuram para assistir, tocar, massagear.
Ela disse que não teria coragem e, já pensando em algo mais, respondi que teria sim, apenas não sabia ainda e, dei o caminho para entrar em contato, horário que costumo andar e locais, pois intercalo tudo isso. Ela usava uma peça única, branca, que deixava seus contornos e extremidades bastante aparentes. Às vezes olhava seu corpo descaradamente, para que ela se sentisse desejada, apesar de quê, com aquele corpo e cabelo, fosse normal, mas tentei estimular seus fetiches ainda não revelados.
Algumas vezes nos encontramos e, passamos quase a combinar a caminhada. Um dia ela contou ter falado ao marido algo que havia presenciado e perguntou se ele já havia ouvido falar desse tipo de fetiche dos casais. Ele respondeu que vários colegas de trabalho falam disso e que tinha alguns que ele sabia ter vida liberal. Ela perguntou se ele tinha coragem de fazer esse tipo de coisa, de vê-la com outro e ele respondeu que nunca havia pensado isso, mas retrucou a pergunta, dizendo sobre o inverso, dele com outra mulher, ela se surpreendeu com ela mesma ao responder que com tantos anos de relação, que não via com maldade mais determinadas coisas. Os dois se surpreenderam com a resposta, ele e ela mesma.
Perguntei se começaram a falar no assunto e até como ele agia na cama com ela. Ela disse que ele sempre foi bastante ousado e dominador. Brinquei que por ele ser dominador, deve gostar quando ela sofre um pouco, e talvez, com dois homens, pudesse acontecer isso, mas que certamente ela sentiria mais prazer do que sofrimento. Falei que se tivesse interesse, para no dia seguinte à noite, em determinado lugar, cruzarmos um pelo outro na presença dele, para que ela me mostrasse e visse se daria certo ou não, mas ela ainda se dizia sem saber se teria coragem de fazer isso. Falei para ela apimentar a conversa depois que passassem por mim e falar de coisas que ouviu o marido falar, que gozaria no corpo dos dois etc, quem sabe ele pudesse ser mais liberal do que ela imaginava e talvez até ter alguns fetiches escondidos. Estava perto do ponto onde ela seguiria por um caminho e eu por outro, pela areia, como era o nosso comum para fugir dos olhares conhecidos dela. Coloquei a mão no meio da perna dela ao dar um beijo em seu rosto e ela não recuou. Apenas sorriu largamente. Quando virou-se, dei um tapa de leve em sua bunda carnuda.
No dia seguinte ocorreu conforme o planejado e notei ela balançando a mão dele para me mostrar. Ele passou olhando e disfarcei como se não notasse seu olhar, mas que percebesse o meu olhar na esposa.
Demorou alguns dias e não nos vimos. Até que a encontrei novamente. Ela disse estar trabalhando muito e ficou sem tempo de caminhar. Perguntei da conversa e ela disse, que cada dia ele chegava em casa e falava algo novo sobre o que descobriram e um dia ela flagrou ele vendo um vídeo com dois homens e uma mulher, mas fez não notar, no mesmo dia, pediu para ele colocar um dos seus brinquedos nela enquanto faziam anal e ele a chamou de puta, que estava louca para tomar duas rolas de uma só vez. Com receio dele estar bravo, ela não respondeu, mas percebeu que ele foi mais dominador naquele momento e enfiou o consolo na buceta dela e ficava falando coisas como forma de "humilhação sexual", por ela imaginar estar com dois ao mesmo tempo.
Falei para marcarmos novamente e combinarem de me abordar para tirar a dúvida sobre algo que ela tinha visto e ouvido e faríamos o mesmo ritual, para que ele também tirasse as dúvidas dele.
Feito isso e indo mais à frente, pois está ficando muito longo, caminhamos juntos e respondi tudo. Perguntou o que eu gostava de fazer e retruquei a pergunta ao invés de responder. Ele disse tudo que gosta durante o sexo, ou seja, o normal de um casal que se fala no sexo. Perguntei se já fantasiou um trio e disse que depois dela ter falado, que ele imaginou durante a transa, mas foi mais pela chance de ter alguma fantasia dela. Mudei o rumo, porque notei que ele gosta de satisfazer a mulher.
- E você, já fantasiou? Tem vontade? - e chamei para pararmos nesses "vasos" que tem na areia, onde as pessoas jogam lixo. Quando ela se encostou, encostei ao lado dela para focar a conversa com o marido, mas com o meu corpo encostado nela.
- Você se importa de estar ao lado dela?
- Não!
- Olha, funciona assim, podemos marcar algo e inicio minha participação no momento que quiserem ou, se preferirem, não faço nada. Fico perto, olhando, o que realmente quiserem.
Ele disse que precisaria pensar e propus fazermos um teste, para ele ter a mente aberta, para depois que fossem embora conversarem e serem sinceros um com o outro, mas que fizessem o que eu falaria.
Já era noite, não tinha ninguém na areia, somente alguns que passavam em intervalos mais longos. Baixei a bermuda e mostrei o pau duro.
- Pega na mão, sente ele! - falei para ela.
Ficaram se olhando, pedi novamente e falei que seria bom para que conversassem depois sobre a sensação de ambos com a situação, tanto ele a vendo ter contato com outro homem, quanto ele.
Ela segurou e ficou olhando para ele, sem se expor muito com reações. Falei para ela soltar e falei o mesmo para ele, que não teve reação.
- Vem cá, faz o que pedi, assim, quando marcarmos algo, você já saberá seus limites também.
Ele se aproximou e colocou a mão, mas soltou logo. Pedi mais um teste e aceitaram.
- Vem aqui, fica de costas para mim, encosta no meu corpo. - ela veio e encostou.
Com seu corpo encostado em mim e sentindo meu abraço e mãos percorrendo dos seios até descer à buceta, ele ficou olhando e ela deu uma risada de nervoso. Dei a mão para ele, para me despedir e peguei em seu pau, estava duro.
- Bom sinal, até agora estão ambos gostando.
Voltei até ela e me despedi com um selinho e desejei uma boa conversa no quarto quando chegassem.
Demorou duas semanas, pelo que me lembro para nos vermos e foi um processo longo até chegar a esse momento. Foi o único casal, depois que nos encontramos sem combinar, que fechamos e fomos para um motel ao invés de HOTEL ou residência. Eles quiseram atravessar a ponte para não correrem o risco de alguém ver os três entrando.
Chegamos no quarto e fui tomar um novo banho, que seria mais para dar um tempo e liberdade para eles.
Retornei com a toalha enrolada. Aquela deusa negra estava com espartilho branco sentada em cima do marido trocando carícias.
Ficaram um tempo me presenteando com a visão, os beijos estralados e as mãos dele passando pelo corpo dela, até vir uma risadinha depois de um cochicho e ele dar um tapa com as duas mãos na bunda dela e a chamar de vagabunda.
- Vem! - me disse ela esticando a mão.
Deixei a toalha cair e me aproximei. Ela virou a raba para ele, que ajoelhou na cama para chupar a bunda dela, enquanto ela teve o primeiro contato com o meu pau, deslizando pela sua boca.
Olhei para o marido e o chamei:
- Vem mais perto para ver o que ela está fazendo!
Ele se aproximou e ficou sentado sobre as pernas. Segurei seus cabelos alisados através da sua nuca e inclinei o corpo, para ele ter uma visão melhor.
Dos beijos no meu pau ela passou a colocar na boca, que estava gelada com o gelo do drink que tomava. Ele entrou no jogo.
- Vai tomar duas rolas hoje piranha? Vai querer meu pau no seu cuzinho, vai? Vou meter forte como nunca meti em você!
Perguntei se ele queria começar ou como faríamos. Ele disse estar quase pronto. Falei para ela ajudá-lo. Quando ela foi chupar seu pau, eu segurei para ela. O pau dele pulsou na minha mão.
Ela chupou devagar, de um jeito que só ela sabia fazer, sem pressa, degustando para valer, com vontade, um boquete de quem ama chupar uma rola.
Tiramos seu conjunto branco, a deixando somente com a meia calça e de salto alto. Ele pediu para ela fazer uma dança pra gente.
Ela começou a se exibir no meio do quarto. Quando percebemos, ele estava mexendo no meu pau, quase que involuntariamente. Ele foi até ela, a abraçou e ali mesmo começou a transar com ela, em pé, no meio do quarto. Ela baixou quase que apoiando as mãos no chão e ele fudeu sua buceta, que estava encharcada pelos sons que saiam dela, batia com força na bunda dela e a xingava de vagabunda.
- Vai tomar duas rolas hoje sua vagabunda! Vou comer seu cu!
Ela dava, quase que de quatro com um sorriso de vadia que gosta desse tipo de sexo. Ele a levou para a cama novamente e ela colocou a camisinha em mim, logo depois de me presentear com sua buceta encharcada na boca.
Veio e sentou gemendo, mesmo com uma buceta grande gemeu. Olhou para trás, para o corninho branco dela e falou:
- Está esperando o quê? Não vai cumprir o que falou? Vem, mete forte vem?
Ele veio direto e entrou com seu pau na buceta dela e deixamos ela bem estufada com os dois paus dentro da buceta. Fiquei mais imóvel para facilitar para eles.
Ele metia com barulhos gerados pelo contato da barriga dele com a bunda carnuda dela. Com seus seios oferecidos à minha boca, tratei bem e mordisquei os bicos. Ele entrou no papel dominador dele.
- Bate na cara dessa puta! Ela gosta!
Ela sorria, quase que me convidando para bater. Bati de um lado, ela sorriu. Bati do outro, ela sorriu mais. Ficamos repetindo, até os tapas ficarem ainda mais fortes e ela sair de si.
- Caralho, você queria uma puta? Conseguiu! Sou puta, cachorra, bate na minha cara, bate na minha bunda, me xinga!
Começou a rebolar pressionando meus ossos e mandando o corno meter forte! Ele começou a bater forte na bunda dela, puxou os cabelos dela para trás e ela envergou o pescoço com o puxão. Apertei seus seios e ele, bruto:
- Caralho, não para de bater na cara dela, ela vai gozar! Continua batendo! - falou isso mantendo os tapas na bunda dela e metendo com força.
Fiz o que ele pediu e com as estocadas dele e as reboladas dela, ela gozou forte, gritando, não parava mais de se mexer. Saiu da cama correndo pelo quarto se mijando.
Ele puto da vida porque estava quase gozando. Perguntei se queria que ajudasse e ele não quis, mas ficava acelerando para ela voltar.
- Vem minha vagabunda, traz essa buceta mijada, não se limpa, quero você suja pra mim!
Ela voltou e perguntou se ele tinha certeza. Ele caiu de boca na buceta mijada. Mandou ela sentar de novo em mim para continuarmos. Ela sentou, estava larga da foda e encharcada ainda. Ele foi atrás dela e entrou forçando o cu, sem dó da esposa cavala.
- Ai meu cu, gostoso! Mete! Goza nele!
Quando ele voltou a conseguir meter forte e rápido, comecei a mexer o quadril para penetrá-la.
- Caralho! Duas rolas! Um na minha buceta e outro no meu cú, que delícia!
Ele saiu do cu dela e deitou a mandando chupar para gozar na boca dela.
- Eu ainda não gozei, vai ter que me chupar até gozar também.
Fizeram um 69 divindo com aquele cu para o alto. Pedi para comer o cu também, como não teve respostas, entendi que estava permitido e adoro um cú.
Enfiei no cu já preparado e logo estava estocando com força. Ela gozou com a chupada dele, que discretamente estava sentindo meu saco na boca, mas ela disse não estar aguentando mais no cu. Tirei a camisinha para enfiar na buceta. Ele continuou chupando e assim que troquei a camisinha e enfiei na buceta, ele passou a mamar com mais intensidade, todos percebemos que ele estava experimentando rola, mas nenhum de nós falou nada. Ela mamava fazendo barulho e gemendo por estar sendo comida e chupada ao mesmo tempo. Ela gozou novamente, escandalosa, com o corpo em convulsão e pediu para eu tirar a camisinha e gozar na bunda dela.
Foi o tempo de gozar espirrando para todo lado, inclusive no corno que recebeu o leite descendo pela buceta que ele o corno encheu a boca dela de porra também.
Tomamos um banho juntos e ele a deixou bem limpinha. Na saída, ele pediu para transar sozinho com ela, mas que podia ficar no quarto. Sentei numa cadeira, pelado, deixando o corpo secar sozinho. Tomei um pouco do drink dela e fumei um cigarro vendo a transa.
Foi uma transa romântica e lenta, até os dois estaremos no ponto de orgasmo. Ela, agradecida pela aventura, foi compensada com um orgasmo fantástico e o marido, finalizou do jeito dele, com força e a fez chupar novamente na hora de gozar.
Eu estava com o pau duro vendo esse belo momento deles. Precisava de um banho frio. Fui com eles para o chuveiro, mas ela encontrou um jeito de baixar meu pau que foi melhor do que banho frio. Aqueles lábios finos que não parecem ser de uma negra, seus cabelos que mais parecem de uma ruiva, seus seios de bicos caramelizados e não escuros e lábios carnudos, apesar de delicados da buceta quente e cuzinho de branca patricinha, mas que aguenta como uma égua.
Essa foi uma das melhores mulheres com quem transei! Fantásticos!

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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico hcoroagp

Nome do conto:
Casal Negra e Branco

Codigo do conto:
260673

Categoria:
Interrraciais

Data da Publicação:
28/04/2026

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