Mulher desvalorizada

Pele morena, seios grandes, um pouco caídos. Óculos que retira o charme do rosto, que mesmo não sendo belo, tinha algo a mostrar. Cabelos longos, mas cheio de grampos. Vestido largo, fazendo o corpo aparentar mais curvas do que ela tem. Assim era a cliente que me chamou para mexer no seu móvel. Educada, quase não falava comigo durante o serviço, mas notei que havia um porta retrato com uma foto de casal, porém, não na cama, um só travesseiro. Ofereceu mais água e quando retornou, notei que ela voltou perfumada, apesar de discreto o perfume, mas havia passado perfume. Não consegui ver nada no seu corpo diante ao vestido que trajava e até imaginei ser um corpo de poucos atrativos pela descrição que mencionei acima.
- Vou lhe mostrar como se faz o ajuste, para o dia que precisar novamente, se não forem muitas, você ou seu marido podem fazer.
Ela disse que não tinha marido, pois é viúva. Pedi desculpas pela pergunta e lamentei a vida ser injusta às vezes, pois notei a foto e ele deveria ainda ser novo. Foi uma morte rápida após a descoberta de um câncer em estágio avançado.
Estava recolhendo os meus pertences e disse a ela:
- Espero que a vida lhe proporcione encontrar uma pessoa bacana e que possam ser felizes.
- Não! Eu não quero mais ninguém!
Notei em seu olhar ser um desejo real de não querer ninguém e estava bem sozinha.
- Você é nova ainda, quem sabe não mude de ideia!
- Não, sinto falta dele, mas não quero colocar ninguém na minha vida.
Com esse diálogo, acabamos conversando um pouco e fazendo o papel de conselheiro.
- Mas você precisa se divertir, viver. É nova ainda, não deve ter sequer 40 anos.
- Tenho 40!
- Então! Colocar uma roupa bonita, sair e conhecer gente, pelo menos se divertir.
- Quem é que vai olhar pra mim?
Não muito sincero, mas um pouco triste com a situação dela soltei:
- Eu olharia!
Ela riu e disse que estava sendo gentil. Peguei em sua cintura e disse que era uma mulher que chama a atenção, apesar de não se valorizar com aquela roupa.
Como notei que ela não se afastou e não se assustou com meu gesto em sua cintura, mantive minhas mãos. Acabei não falando de valor extra, porque sou humano também e nos beijamos. Tirei seus óculos e ela disse não enxergar nada sem o óculos. Respondi que não precisava.
Não enrolei e comecei, conforme a beijava, a mexer as mãos na sua cintura para erguer pouco a pouco o vestido. Ela mesma tratou de retirar o vestido. Realmente sua calcinha e sutiã é de quem não estava esperando por nada, apesar do perfume que colocou. Mencionei que notei seu perfume quando voltou ao quarto e que havia gostado.
A beijando, ela, precisando ser tocada, ergueu os seios colocando o braço embaixo deles e trazendo para cima. Ela ansiava por esse contato.
Tratei de beijar e dar carinho, sem esquecer de sentir o calor dentro da calcinha. Notei que ela, no máximo, aparava os pelos.
A deitei na cama e, me infiltrando através dos pelos pubianos cheguei à sua buceta, fechadinha, quente, apertada. Fiquei com a língua percorrendo e introduzindo um dedo para deduzir o tempo sem sexo.
Ela me pediu para colocar a camisinha, mas, como a julguei pela foto, acabei não levando, porém, sempre uso. Ela estava precisando e queria aquele momento e me perguntou, mesmo me conhecendo a menos de uma hora se eu me cuidava e disse que não faço nunca sem. Ela me pediu para colocar um pouco, porque queria sentir dentro dela. Notei que ela era bem convencional e, com ela deitada, me posicionei e entrei devagar, sentir a buceta voltar a se abrir. Ela pediu para mexer em seus seios, pois eles eram sensíveis. Agarrei com as duas mãos e soltei todo o peso sobre ela, me mexendo devagar. Ela levou cerca de 10 minutos para gozar. Se tivesse em uma transa mais rápida e pelo aperto principalmente, já teria gozado, mas, como estava bem lento, somente ela conseguiu. Ela ficou um pouco chorona, dizendo que havia se esquecido daquela sensação. Percebi que estava querendo conversar e não continuar.
Continuei mexendo no pau enquanto a ouvia, para ela perceber ou estar pronta para continuar. Acabei a interrompendo para não virar divã.
- O que mais você gostava de fazer quando estava casada? Gostava no cuzinho também?
- Meu marido adorava!
- E você?
- Acabei aprendendo a gostar.
- Olha como estou ainda, vamos tentar um pouco?
- Devagar tá bom?
- Está bem, mas só para entrar, porque eu gosto de fazer com força.
Ela arregalou o olhou, mas pude sentir aquele ser, até passível de dó, demonstrar que ainda é uma mulher cheia de tesão. Ela virou na posição que devia estar acostumada a fazer. Ficou de quatro.
Mandei ela voltar ao jeito que estava, pois queria que ela ficasse me olhando e se masturbando.
Não tinha nada para lubrificar. Fui até o banheiro e peguei sabonete e trouxe o porta escovas com água dentro. Subi na cama, lambi seu cuzinho e buceta, ali de frente mesmo. Molhei o sabonete e passei no pau e esfreguei seu cuzinho, com o dedo ensaboado. Posicionei a cabeçona na porta do cuzinho e mandei que se masturbasse para relaxar. Notei seus lábios e rostos franzindo conforme forçava, mas ela o toque usando a mão.
Ela tentou usar a mão como limite de quanto entraria, mas tirei sua mão.
- A partir de agora você apenas obedece!
Enfiei tudo, com dificuldade mas coloquei. Acabei molhando sua cama, porque precisei jogar mais água com sabão, pois estava secando. Os primeiros movimentos entrando e saindo foram devagar, por falta dela conseguir relaxar. Aproveitei que ela estava se excitando cada vez mais e depois umas cutucadas para que se acostumasse. A partir daí, passou a entrar e sair melhor. Esperei mais um pouco para ir com tudo. Agarrei seus seios com as mãos, seu braço debaixo do meu buscando a masturbação e o pau, pela posição, entrando bem justo, mas forçando bem pela inclinação.
Creio que sentindo meu pau dentro a fazendo senti-lo ao passar os dedos na buceta a estimulou e começou a esfregar mais rápido.
Agora era a minha vez de gozar!
Apertei seus seios com mais força, enchendo minhas mãos neles, seu ponto fraco e falando que gozaria no cu dela enquanto ela gozava.
Ela ficou muito excitada e quando seu cu começou a piscar, precisei fazer parar de piscar.
A fazendo não conseguir controlar a contração e com o gozo dela chegando, ela gozou forte, com o cu relaxado e eu enfiando forte. Enchi seu cuzinho de porra.
Fiquei deitado ao lado dela, ainda acariciando sua buceta peluda e dando beijinhos dos seios. Ela foi tomar um banho. Eu precisava ir embora, mas precisava de um banho também, porque tinha serviço a fazer (somente de móveis).
No banheiro ficamos namorando, com beijos. Ela disse ter ficado muito feliz com o ocorrido e fazia tempo que pensava em tentar algo, mas a preguiça de sair de casa a impedia de conhecer alguém sem compromisso e tinha vergonha do corpo também.
Falei que ela precisa fazer uma depilação, mas não precisa tirar tudo, porque acho mais charmoso e jogar fora os vestidos dela e colocar roupas que a valorizem mais. Ela me pediu para tirar o sabão das costas dela e só nesse momento que notei que tinha uma bunda realmente grande, apesar de não ser nada exagerado, mas, um pouco grande.
Ela disse que poderíamos nos ver mais vezes se eu topasse, mas sem envolvimento. Respondi que tinha uma vida já com alguém, mas, que se precisasse de mim, que da próxima vez, precisaríamos falar de valores, pois faço esse tipo de serviço também. Ela se frustou, notei pelo olhar.
- Olha, mas pensa pelo lado bom! Quando você me quiser, você já me chamará dizendo tudo que quer fazer, sem precisar se acanhar ou depender da minha iniciativa.
Ela sorriu e disse que isso teria de bom, pois quando sentisse vontade, seria só o momento que estivesse com ela e não teria ninguém depois perturbando.
Olhei para ela e disse: sabe, como hoje foi algo sem envolver dinheiro, tem uma coisa que não fizemos e fiquei com vontade - falei isso mostrando o pau duro.
Ela entendeu e me chupou. Falei que gozaria na boca dela, por ela ter me feito transar de graça (como se isso fosse algo ruim risos).
Notei que ela procurou ficar debaixo dos jatos de água para depois disfarçar e cuspir. Mas mantive, pois o gostoso é encher a boca, se cuspir, cuspiu.
Gozei e ela, disfarçando, foi deixando escorrer, de pouco em pouco. Para criar instintos nela, provoquei.
- Da próxima vez, que eu precisar pedir para você chupar ou eu ver você desperdiçando porra, vou bater na sua bunda com força e na hora do banho, vou mijar em você para aprender, que pagando ou não, você deve ser minha putinha obediente.
Ela ficou cheia de sorrisos nessa hora.
- Hunnn, tenho que tomar cuidado para você não ficar nervoso, senão você vai me dar tapinha?
Bom, não enrolei porque tinha agendado mais um serviço, como mencionei acima, pois se atiçasse mais, nos levaria a mais uma gozada pelo menos. Deixei no ar, para que ela me contrate - risos.

observação: obviamente procurei um médico e informei o ato falho e fiz exames, mas, foi errado da minha parte ter aceitado.


Faca o seu login para poder votar neste conto.


Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.


Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.


Twitter Facebook



Atenção! Faca o seu login para poder comentar este conto.


Contos enviados pelo mesmo autor


261455 - Casal com novos desejos - Categoria: Grupal e Orgias - Votos: 3
261296 - O mais pervertido fetiche - Categoria: Fetiches - Votos: 0
261286 - Cliente submissa - Categoria: Sadomasoquismo - Votos: 2
261276 - Dicas | Tipos de clientes - Categoria: Fantasias - Votos: 0
261250 - Contratado pela corna - Categoria: Cuckold - Votos: 3
261239 - Cliente crente - 3 - Categoria: Traição/Corno - Votos: 2
260948 - Sexo oral na cliente casada - Categoria: Traição/Corno - Votos: 7
260871 - Cliente crente - 2 - Categoria: Traição/Corno - Votos: 5
260870 - Deseja algo a mais além disso? - Categoria: Coroas - Votos: 2
260816 - Outro casal novinho - Categoria: Cuckold - Votos: 9
260794 - Boquete no carro - Categoria: Gays - Votos: 6
260701 - Cliente crente - Categoria: Heterosexual - Votos: 6
260673 - Casal Negra e Branco - Categoria: Interrraciais - Votos: 3
260654 - Os três amigos pagaram para gozar em mim - Categoria: Grupal e Orgias - Votos: 6
260650 - Casal cliente Trans + H - Categoria: Travesti - Votos: 5
260637 - Japonesinha e negão - Categoria: Confissão - Votos: 5
260636 - Boquete na sala do empresário - Categoria: Gays - Votos: 9
260634 - Os inexperientes (Casal/H/M) - Categoria: Confissão - Votos: 1
260632 - Marido presenteou a esposa com massagem - Categoria: Masturbação - Votos: 2
260533 - Massagem na cliente casada - Categoria: Heterosexual - Votos: 4
260531 - Cliente casado - Categoria: Gays - Votos: 5
260497 - Inaugurando um casal novinho - Categoria: Cuckold - Votos: 7
260495 - Coroa GP para casais e homens discretos ou curiosos - Categoria: Bissexual - Votos: 4

Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico hcoroagp

Nome do conto:
Mulher desvalorizada

Codigo do conto:
261491

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
07/05/2026

Quant.de Votos:
1

Quant.de Fotos:
0