Marido presenteou a esposa com massagem - parte 2

Antes de ontem marquei com o casal referente ao conto 1 desse título em uma lanchonete conhecida no bairro de Itapuã. Tomamos algumas cervejas enquanto conversamos sobre a massagem que realizei. Ela disse ter ficado curiosa para saber quem era o massagista.
Expliquei que não sou massagista, apenas sou contratado para realizar fetiches em geral, principalmente dos maridos. Ele disse que conversaram bastante sobre o assunto e, por não terem uma vida sexual ativa devido ao tempo de casamento, resolveram apimentar um pouco, mas o presente que ele deu, não envolvia sexo, mas era um estímulo, pois falavam sobre esse tipo de massagem e tinham curiosidade.
Depois do que relatei no conto 1 desse título, ele me disse que a vida sexual deles mudou muito e passaram a fantasiar mais coisas e tiveram também conversas que jamais ousaram falar um com o outro, que era ter na cama uma pessoa a mais. Contou para ela também o fetiche dele em ser corno e, sem mais nenhuma dúvida, ousaram arriscar iniciar um novo estilo de vida e queriam saber da minha disponibilidade. Como havíamos tomado várias cervejas e nossos corpos já estavam com cheiro de urina, não que muitos não tenham esse fetiche, mas, não era o caso deles.
Perguntei se deveríamos ir à casa deles ou, qual era a intenção. Tinham em mente um exibicionismo, mas, somente a sensação de exibição, dentro do carro em uma rua com pouca iluminação. Por se tratar de casal, perguntei qual seria a interação do marido, pois não faço ou recebo penetração com homens, mas, flexível para o restante.
Ele disse que seria somente vê-la comigo, mas, por saber que ele quis mamar quando fiz a massagem nela, com os olhos dela vendados, tentei ajudá-lo.
- Vamos lá, vocês querem curtir essa experiência, mas, sei que todo marido acaba fantasiando enquanto vê a esposa se divertindo com a rola, o marido gosta de sentir que ele não é o macho da vez e estar vulnerável. Em algum momento, você pode não concordar agora, mas você acabará tendo a vontade de ajudar a colocar o pau na esposa, dando uma segurada no pau. Em algum momento, a lubrificação não será suficiente e você dará uma força para deixar o pau bem lubrificado e, a troca de cumplicidade do casal, dará uma transa entre vocês sem mim e ela estará suja na boca ou na buceta e você vai transar sentindo isso, mas o prazer é tão grande, que você não vai deixar de transar por isso. Depois que tudo isso ocorre e pode demorar, é nesse ponto que você chegará. Então, se há uma chance disse acontecer, seria interessante abrir o jogo para a diversão ser melhor.
Ele olhou para a esposa que manteve-se calada um tempo, mas se pronunciou.
- Amor, se você tiver vontade, não me importo.
- Não sei se consigo (aham), mas acho que se precisar de mim durante, posso fazer como ele falou, não teria preconceito com isso.
Falado isso ele deu uma piscada para mim. Perguntei se a transa seria somente no carro, para poder pesquisar um lugar seguro para pararmos sem ter incômodo com pessoas ou polícia, afinal, pode ser um problema grande isso. Tomado pelo desejo de querer participar ele disse que poderíamos nos esquentar no carro e depois irmos para o apartamento deles.
Eu não falei, mas já tinha em mente o local que iríamos, na mesma rua que fui para ganhar uma mamada e cito em um dos contos anteriores. O máximo que poderia ocorrer é alguém nos prédios perceber algo, mas não seria problema.
Marquei um ponto na orla e esperei em frente a um prédio, que já daria acesso rápido até a rua em questão. Cheguei e aguardei alguns minutos até que notei um carro chegando e sinalizando com farol.
Entrei no banco de trás e fui presenteado com uma bela visão. Sua esposa estava com um vestido curtinho preto, com um cigarro e extensor, toda maquiada, com um dos pés no banco e a cabeça para trás, soltando a fumaça pela fresta do vidro. Entrei e fui em sua direção dar um selinho. Ela colocou a ponteira do cigarro na minha boca e dei um trago. Falei para ele dar mais algumas voltas na quadra antes de irmos ao local. Ficamos nos beijando e trocando amassos no banco de trás, tudo com ele olhando pelo retrovisor reclinado e algumas olhadas para trás. Às vezes ele esticava a mão e passava na perna dela. Quase chegando na rua, coloquei o pau para fora e trocamos de lugar, para que ele pudesse ver bem. Ele subiu o banco do passageiro para que ela tivesse espaço e apreciou sua esposinha me chupar. Paramos estrategicamente o carro, em um ponto de pouca iluminação perto do mercado, já fechado e ficamos nos esfregando, com o vestido dela caído nos ombros para deixar os seios livres. Sua buceta estava molhadinha e quente, se esfregando sem enfiar o pau. Eles disseram que teriam camisinha, mas deixaram no apartamento, então ficamos apenas namorando. Como tinha um morador de rua perto, falei para ele ao sair, para baixar os vidros e ir bem devagar e falar para o cara: "ele está pegando a minha esposa". Só para o cara ver a cena de longe e ele ter o certificado de corno, confirmado por outra pessoa.
Já no elevador, mantivemos discrição, afinal, uma coisa é ele ser corno assumido, outra coisa é a exposição social, mesmo com alguns gostando disso, mas todos temos nossas vidas e privacidade é bom sempre. Mantivemos uma conversa e disse: ao entrarmos, ela será minha e você fará tudo que mandarmos.
Fomos para o quarto e ficamos um tempo namorando, bem romântico mesmo. Eu já sabia que o cuzinho seria só dele, mas umas lambidas e dedo estavam liberados. Aproveitei bem dele enquanto a chupava. Ela estava sedenta e tentei me desconcentrar pau o meu pau não ficar muito duro. Quando notei que ela queria sentar em mim eu disse:
- Corno, sua esposa quer cavalgar, coloca a camisinha em mim.
Ele chegou e disse: precisa deixar mais duro senão não dará certo.
Olhei para ela e disse: fala para ele o que tem que ser feito.
- Chupa ele corninho, deixa essa rola bem dura para mim!
Ele chupou e ela, enquanto me beijava, dava algumas olhadas para trás para ver a cena. Me beijava sorrindo.
Quando estava pronto mandei colocar a camisinha. Ela se encaixou e começou a colocar a primeira e segunda marcha, sem subir e descer, somente pra frente e para trás. Forçava sua buceta em mim, para roçar bem os lábios na minha pele. Agarrei seus seios, percorria com a unha pela lateral do seu corpo. Um vulcão de mulher, não parecia a mesma da massagem.
- Corninho, dá pau para sua esposa chupar, ela está gemendo muito alto.
Ele ficou de pé e calou a boca dela, mas quando começou a vir a vontade de gozar, os gemidos escaparam, mesmo com a rola na boca.
Ficou indo para frente e para trás sem parar, se esfregando com o pau dentro e gozou, me deixando molhado.
Ela continuou com movimentos curtos, abraçada em mim e o corno batendo punheta em pé. Comecei a acariciar o cuzinho dela e logo estava rebolando. Passei saliva no dedo e cutuquei um pouquinho. No ouvido dela:
- Quer sentir dois paus de uma vez? Está pronta?
Gesticulei para ele vir e já se posicionou no cuzinho dela. Fizemos uma cena gostosa, bem apertadinhos os três, com ela pressionada entre a gente. Ela ficou um pouco desconfortável e pediu para ficarmos só na buceta e um por vez, talvez numa próxima saída conseguiria mais.
Ficamos somente nós dois novamente. Tentei mexer no seu cuzinho novamente, mas estava sensível. Cogitei em seu ouvido:
- E na bucetinha, quer tentar encarar dois?
- Será que eu consigo?
- Corninho, sua esposa quer tentar dois paus na bucetinha! Vem!
Ele ficou todo animado e se encaixou pela bunda, deixamos a buceta dela estufada, ela respirava parecendo um touro, soltando o ar com toda força. Logo os movimentos e a elasticidade vaginal nos deram de volta o controle da situação e a fizemos gozar.
Tudo isso ocorreu precisando de pausas, desde a DP anterior até a DPV. Estávamos esticando nossos gozos nela devido a falta de costume dela e precisarmos adaptar ao momento. Não tínhamos muito tempo juntos pela frente, mas foi tudo muito bem aproveitado.
Comecei a instigar o corninho para se excitarem com o próximo ato.
- Daqui a pouco vou comer sua esposa e vou gozar no corpo dela para você comer sentindo minha porra corninho. Vai comer meladinho.
Falei para ele sair e a peguei de quatro. Bombei forte e tirei a mandando ficar deitada de frente. Retirei rápido a camisinha e gozei em cima da buceta dela. Acabado o gozo, passei o pau em cima e levei até sua boca.
- Chupa para o corno vir beijar!
Ela deixou bem limpinho. Olhei para o corno:
- Vem, vem gozar você! Trate bem a sua esposa!
Ele deitou por cima dela, chegando primeiro com a cabeça entre as pernas dela e foi subindo com a língua. Passou ao redor a ponta da língua e foi subindo até chegar à sua boca e estar com o pau na direção da buceta. Comia fazendo barulho, aquele barulho de quanto metemos na mulher encharcada.
O corno deu uma gozada gostosa, gemendo, sentindo a buceta melada e a boca dela com o meu gosto.
Da minha parte, foi uma só gozada, devido ao que expliquei sobre ela, mas foi muito bom, gostaria de ter gozado mais uma vez pelo menos, mas ver o corninho se soltar, ganhar o meladinho dele e a esposa gozar com dois homens, "pagou" pelo meu tempo.


Faca o seu login para poder votar neste conto.


Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.


Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.


Twitter Facebook



Atenção! Faca o seu login para poder comentar este conto.


Contos enviados pelo mesmo autor


261491 - Mulher desvalorizada - Categoria: Heterosexual - Votos: 2
261455 - Casal com novos desejos - Categoria: Grupal e Orgias - Votos: 3
261296 - O mais pervertido fetiche - Categoria: Fetiches - Votos: 0
261286 - Cliente submissa - Categoria: Sadomasoquismo - Votos: 2
261276 - Dicas | Tipos de clientes - Categoria: Fantasias - Votos: 0
261250 - Contratado pela corna - Categoria: Cuckold - Votos: 3
261239 - Cliente crente - 3 - Categoria: Traição/Corno - Votos: 2
260948 - Sexo oral na cliente casada - Categoria: Traição/Corno - Votos: 7
260871 - Cliente crente - 2 - Categoria: Traição/Corno - Votos: 5
260870 - Deseja algo a mais além disso? - Categoria: Coroas - Votos: 2
260816 - Outro casal novinho - Categoria: Cuckold - Votos: 9
260794 - Boquete no carro - Categoria: Gays - Votos: 6
260701 - Cliente crente - Categoria: Heterosexual - Votos: 6
260673 - Casal Negra e Branco - Categoria: Interrraciais - Votos: 3
260654 - Os três amigos pagaram para gozar em mim - Categoria: Grupal e Orgias - Votos: 6
260650 - Casal cliente Trans + H - Categoria: Travesti - Votos: 5
260637 - Japonesinha e negão - Categoria: Confissão - Votos: 5
260636 - Boquete na sala do empresário - Categoria: Gays - Votos: 9
260634 - Os inexperientes (Casal/H/M) - Categoria: Confissão - Votos: 1
260632 - Marido presenteou a esposa com massagem - Categoria: Masturbação - Votos: 2
260533 - Massagem na cliente casada - Categoria: Heterosexual - Votos: 4
260531 - Cliente casado - Categoria: Gays - Votos: 5
260497 - Inaugurando um casal novinho - Categoria: Cuckold - Votos: 7
260495 - Coroa GP para casais e homens discretos ou curiosos - Categoria: Bissexual - Votos: 4

Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico hcoroagp

Nome do conto:
Marido presenteou a esposa com massagem - parte 2

Codigo do conto:
261553

Categoria:
Cuckold

Data da Publicação:
08/05/2026

Quant.de Votos:
1

Quant.de Fotos:
0