Por questões familiares e da proximidade com conhecidos, marcamos em um bar longe do local que ambos moram.
Essa conhecida/cliente queria andar de mãos dadas e ir a lugares públicos antes. Ela não se sentia desejada pelo marido, por ter engordado depois da gravidez e não ter conseguido voltar ao seu corpo normal.
Ele não a procurava mais e fugia até de um sexo oral que ela tentava fazer para esquentar o clima. Mas ela não queria trair, no sentindo da penetração, queria apenas sentir-se viva desejada, capaz de proporcionar prazer, ter contato com um pau.
Enfim, fomos a um bar, em São Paulo. Ficamos juntos como namorados e foi muito agradável. Eu a conheci com o corpo de antes e ela sempre foi muito bonita e continuava, mesmo não sendo magra, mas longe de ser o que ela enxerga no próprio corpo. Apenas está com menos cintura e com umas gordurinhas. Mantém rosto delicado e bonito.
Já era noite e fomos para um ponto, perto de um mercado, local que a rua é bem escura. Ela queria sentir a juventude e a aventura na sua vida. Paramos o carro e ficamos nos amassos, até ela tomar coragem de fazer o que queria. Pegou o meu pau e foi tombando o corpo. Me chupou por longos minutos, carinhosamente e lentamente, até se soltar e, preocupada com a hora, me incentivou a gozar: me dá leitinho quente.
Ela colocou minha mão na sua nuca e indicou com sua mão que eu deveria fazer movimentos a forçando a cabeça.
Segurei em seu cabelo com força e fiz os movimentos de sobe e desce rápido e forte até gozar. Ela abriu o vidro e cuspiu. Disse não estar acostumada.
Pegamos a avenida principal e fui dirigindo logo após pelas ruas paralelas. Paramos algumas quadras antes para ninguém nos ver.
Ela disse: eu queria a ter engolido, mas fiquei com vergonha do que pensaria de mim.
- Eu pensaria que você gostou do que contratou.
Falei isso e abri o zíper novamente. Ela olhou para os lados e logo caiu de boca novamente. Dessa vez chupou até o fim e me deixou sequinho. Trocamos de lugar no volante, seguimos mais umas duas quadras e desci do seu carro e segui a pé até a minha casa.
No dia seguinte ela fez questão de passar em frente a minha casa com o marido, que me conhece e pararam conversar um pouco.
Ao partir ela se afastou primeiro para dar um sorriso safado e de cumplicidade entre a gente.
hcoroagp