Esse relato ocorreu ontem com uma evangélica casada de quase 40 anos. Eu teria de me passar por corno dela. Ela fantasia a situação de "traição" permitida, porém, pela lógica que imaginam, ou seja, do marido crente, certinho, que mal chega perto dela para sexo nos últimos anos, ela passou a procurar fora de casa, mas, talvez a frustração dela com o marido não pudesse ser satisfeita apenas com sexo casual. Ela me relatou, em desabafo, antes do encontro, estar com muito desejo de sexo e que não encontrava mais prazer no lance casual. Queria que eu me passasse por marido dela e, assim que encontrasse o perfil que ela buscava, mas por falsos preconceitos, não se permitia experimentar. Nosso papo já vinha rolando há alguns meses, mas eu estava em outro estado e ficávamos só na conversa e na possibilidade de um dia estar em SP. Quando surgiu a mudança a comuniquei e ela passou a procurar pelo amante que seria ideal para realizar a fantasia reprimida.
Marcamos um motel e ela me encontrou em um ponto para chegarmos juntos, como casal. Entramos na suíte e aguardamos a chegada do convidado. O telefone tocou e ela liberou a entrada. Quando ela escutou o carro estacionando ela me disse: olha, eu não te disse tudo, veja de está tudo bem para você, são dois amigos, um deles, conheci na internet e falei que queria que ele arrumasse mais um, no mesmo perfil dele, eu queria experimentar um negro, na verdade , resolvi dois de uma vez e falei que eles devem te tratar como corno assumido e submisso. Enfim, tudo ok da minha parte.
Os recebi com a porta aberta e me cumprimentaram. Ao chegarem perto dela o cumprimento foi com beijo de língua e logo estavam rancando a roupa dela e a colocando para chupar as rolas. A trataram como uma vadia qualquer. Eu me sentei aos pés da cama, de cueca e claro, gosto de ver uma putaria pesada e fiquei excitado, aliás, gosto muito também de ser contratado para ser apenas voyeur, #ficaadica.
Fumando um cigarro fiquei olhando as mãos explorando a bunda e buceta dela enquanto ela mamava os caralhos pretos.
Para apimentar e talvez, seja um perfil do marido, ela disse para eles: ele não gosta de negros.
Com essa fala eles entraram no clima que ela queria.
Primeira me olharam diferente, mas logo riram. Um deles disse: farei questão de deixar sua esposa com o cu aberto e cheio de porra. O outro colocou o pau todo na boca dela, quase a engasgando e olhava pra mim.
- Você pode não gostar, mas sua branquela está adorando rola preta.
Passaram a bater forte na bunda dela e enfiar cada vez mais dedos no cuzinho e buceta dela.
Ela gemia e gritava pedindo rola.
Um deles me mandou chupa-la para deixá-la bem lubrificada para eles. Enquanto eu chupava eles ficaram batendo o pau na minha cara. Aceitei bem o papel e entrei no teatro por ela.
Eles colocaram as camisinhas, mal comportava todo o pau. Deram algumas metidas cada um, com força, se revezando e logo realizaram o que ela, mesmo sem pedir desejava. Um deles deitado a mandou sentar nele. Ela desceu lentamente tentando se abrir ao máximo e até conseguir sentar. Não conseguia ainda se mexer por estar bem preenchida. O negão segurou o bico de um dos seios apertando com força e disse: galopa vadia. Deu um tapa no seu rosto. Notei que ela estava com os olhos fechados e com a boca aberta, se acostumando com o pau dentro. Tentava dar alguns movimentos para poder se mexer com mais facilidade ao se acostumar, mas, sem conseguir, o negão, ansioso por meter, passou a fazer movimentos com o quadril para forçar os movimentos. Ela gritou mas ele não se importou. O outro estava se posicionando atrás dela, mexendo no seu cuzinho. Ela tentou tirar a mão dele dizendo que não aguentaria. Foi o ápice para eles. O que já estava encaixado nela disse para o parceiro: fode o cu dela.
O cara foi forçando e ela ficando vermelha por segurar a respiração. Ela estava dominada pelo momento e pelas mãos do rapaz que estava embaixo segurando seus braços e a imobilizando.
O outro forçou e o pai entrou. Escorria lágrima dos seus olhos sentindo os paus arrombando seu corpo.
Mesmo com ela pedindo para ir devagar, não foi atendida. Estava bem apertada e estufada de rola e com isso, acelerava a vontade deles meterem e gozarem. O que estava comendo o cu da minha cliente socou forte e ela chorou, mas não dizia mais para ir devagar. Perto de gozar inverteram rápido. O comedor da buceta logo veio com ela de bruços enfiar no rabo dela e o outro, já sem o preservativo foi dar o presente dela e fez borrar maquiagem com a porra dele pelo rosto dela.
O que havia prometido arrombar ela socou com força no cuzinho e demorou para gozar. Quando gozou fez o mesmo que o parceiro. Leitou o rosto dela de porra e ainda esfregou.
Terminaram e já foram se vestir para irem embora. Enquanto se vestiam, um deles me disse:
- Vai corno, agora come ela toda aberta e suja de porra dos negões.
Não sabia se devia ou não manter o teatro antes de saírem e apenas me aproximei dela, passando a mão no corpo dela, até que saíram do quarto.
Perguntei se estava tudo bem e ela me disse: melhor impossível, falta você agora. Come a minha buceta devagar.
Coloquei a camisinha e fiquei mexendo devagar. Logo ela estava se masturbando junto, ainda de bruços e com a porra secando no rosto, deixando o ambiente com cheiro forte.
Ela ficou de frente e me disse para continuar no cuzinho dela. Ela se masturbava dizendo: como eu precisava desse tipo de transa, soca no meu rabo.
Realmente os negões deixaram o cuzinho dela aberto e não foi difícil comer o rabo dela.
Ela já havia gozado, mesmo sem que percebessemos, mas precisava de mais e meti devagar até ela estar perto novamente. Ela me deu o comando quando estava se dedilhando: vai, mais rápido.
Comecei a ir forte e rápido e ela acelerando com os dedos. Ficou com a boca aberta novamente e abriu os olhos para me ver gozar. Ela gozou quando me viu chegando perto de gozar e, como bom macho, fiz questão também de gozar no corpo dela, mas entre os seios e o rosto.
Ficamos agarrados e me surpreendeu com um beijo longo, meio azedo, mas apaixonado, beijo de estar saciada.
Me agradeceu muito por ter entrado no papel e ter realizado a vontade dela. Claro, quem mais aproveitou foram os convidados, mas, sai também satisfeito com uma gostosa gozada.
Muitas pessoas, mantém preconceitos que foram forjados, mas no fundo, a maioria não tem preconceitos e o tal fetiche, é só a maneira de confirmar que não sentem preconceito. Quem não gosta de um sexo mais forte, de usar e ser usado, de dominar e der dominado, de ir além do que na sociedade todos dizem não ter coragem mas adorariam fazer, ou até fazem? "O que você faz quando, ninguém te vê fazendo, ou o que você queria fazer se ninguém pudesse te ver?'
A verdade é que gostamos do promíscuo, do que não é convencional.