Tem gente que não crê em energias, mas é a prova que nosso pensamento atrai as coisas. Teve uma época que estava "no momento" de notar os casais interraciais e, sempre que as coisas surgem na minha mente, leio e assisto vídeos sobre o tema, até para quando surgir a oportunidade estar preparado para a experiência. Eu já tive experiências inter, com casal inter ou não e até em oral com e em negro. Nos vídeos, estava assistindo sobre mulheres brancas chupando negros. Vejo a situação de domínio que eles conseguem com elas e isso me deixa com tesão, até porque me considero dominador, mas, para todas as situações, você precisa ter experimentado o inverso para entender o outro lado. Surgiu um contato de um homem, casado, para encontro sozinho, sem a esposa dele. Ele é negro e pensei: pqp, como as coisas acontecem como se fosse premonição. Cheguei na sua casa em um sábado a tarde, quando a esposa estava no salão fazendo cabelo, mão, pé etc. Ela demoraria e, para qualquer efeito, eu seria um colega de trabalho. Ele não queria chupar, apenas ser chupado. Eu prefiro ser chupado, no mínimo uma troca, mas é o cliente que escolhe, apesar de já ter relatado aqui, repito: nunca tive relação de penetração com outro homem e não tenho vontade alguma, mas, chupar uma rola é bom e, para quem não chupou ou não foi chupado por outro homem, pode até ter preconceito e me julgar, mas se experimentar, entenderia. O negão me levou para o quarto/escritório e sentou já sem bermuda e cueca. Mandou eu ajoelhar entre suas pernas e chupar devagar. Rola grossa, veiuda, cabeça quase na mesma cor do corpo do pau. Não foi possível colocar todo na boca e, a espessura também dificultava, mas fiz o que pude. Como não conseguia colocar tudo na boca, o negão acelerava com punheta e não demorou a gozar na minha boca. Não deu tempo de "avaliar" o que faria com o depósito. Ele se manteve ereto, naturalmente oi com azulzinho, não sei. Mas o caralho preto, de 20-24cm, grosso, continuou de pé e imponente. Eo boquete se manteve. Ora esccorria, ora descia goela abaixo o resto de porra. Ele, levantando, meio que me colocou sentando sobre os meus pés, e foi forçando a minha boca. Segurou a minha cabeça e ficou bombando. Ele queria ter o pau todo na minha boca e como eu não vinha conseguindo, ele fez seu melhor, para o seu maior prazer. Segurando minha cabeça, ele me dominou, bombou forte, me cansou a mandíbula, dificultou minha respiração com o pau rápido, entrando e saindo da boca. Ele gozou novamente e continuou metendo. Eu continuei sofrendo, mas, nesse momento, é como se eu me sentisse em seu lugar e me deu prazer também a situação. Ele tirou e mandou eu ficar chupando lateralmente até as bolas e subir mordendo com os lábios todo o pau. Quando gozou, dessa vez ele não quis na boca, preferiu pela situação do esculacho, de ver o domínio que conquistou. Bater rápida punheta e melou todo o meu rosto. Esfregou a minha cara. Eu estava com muito tesão e falei que estava a milhão. Ele falou que não me chuparia, mas poderia bater punheta. Enquanto eu batia punheta, na mesma posição, ele colocou novamente na minha boca e deixou dentro, parado. Me masturbei segurando e sugando seu pau. Gozei no chão e ele, mais uma vez, como um touro que não perde a energia. Me levantei e mandou eu esperar. Trouxe um pano e pediu para passar no chão, local que gozei. Posso estar enganado, mas em algum momento, comigo ou com outro, ele acabará chupando também, tudo começa assim. Primeiro se impondo com outro macho, depois inverte.
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