Às vezes, nesses serviços de reparos em móveis surgem algumas coisas também fora do "profissional" que acabo, pelo momento, deixando de falar que cobro pelo segundo tipo de atendimento. A esposa, aparentando 5-7 anos a mais que o marido cuidou de tudo, desde a mensagem até a compra dos itens, pois como ela mandou fotos boas das dobradiças, consegui identificar e a orientei o que pedir na loja, visto que ela se antecipou em dizer que poderia passar a relação de material que ela compraria. Escutei uma voz masculina no quarto rindo,. Perguntei se era seu filho e ela respondeu: parece ser pelas atitudes, mas é meu marido. Senti a frustração dela ter um "menino" dentro de casa e não um homem. Disse entender e comentei que essa geração masculina realmente está abandonando os costumes de cuidar das coisas. Ela desabafou, falando baixo, mesmo ele estando de fone,as, provavelmente por prevenção manteve voz baixa. Ficou olhando eu fazer tudo e regular as peças e disse: está vendo, não é desmerecendo seu trabalho, mas é algo, que se ele fosse interessado, veria na internet como faz e estaria fazendo isso. Eu disse que ela também poderia fazer, por não ser difícil e dei a chave Philips para ela e mostrei o que fazer, para uma segunda vez que precisasse de fazer o mesmo. Ela ficou encantada em ver que conseguiu e se soltou comigo enquanto terminava. O nerd, no quarto, permanecia rindo sozinho enquanto jogava e conversava com seus amigos. Ela estava fritando quibes que havia feito e me ofereceu. Recusei mas ela insistiu. Disse que assim que terminasse lavaria a mão e experimentaria. Ela.pegou um dizendo para aproveitar estar quentinho e trouxe até a minha boca. Fiquei sem graça, até meio sem saber como reagir. Ela fez gesto para que eu imitasse, abrindo sua boca. Abri minha boca e ela colocou para eu morder o quibe. Ficou meio sujo e quando fui limpar o canto da boca ela limpou: não, deixa, não coloca a mão suja na boca. Havia visto uma foto no móvel da sala ao entrar, dela com ele e realmente não parecia marido e foi nesse momento que deduzi diferença de idade. Estava abaixado trocando as dobradiças da parte inferior do móvel e ela trazendo quibe na minha boca. Ela era cheirosa. Senti o cheiro do creme na perna dela ao se aproximar de mim. Talvez seus gestos fosse de mulher querendo se exibir, não sabia, talvez um flerte apenas, mas sem intenção de ir além. Fiquei com a imaginação a mil. Em uma das vezes que ela veio colocar quibe na minha boca eu disse: gostei muito do cheiro do seu creme e me levantei para morder o quibe. Ela colocou de volta na travessa o quibe e ficou me olhando, como esperando uma reação. O corno estava lá, poderia dar problema, mas como sua voz entregava a distância, não pensei mais. Peguei um pano e passei na mão e peguei sua cintura puxando para perto. Nos beijamos sem fazer sons e passamos as mãos pelos nossos corpos. A conduzi para uma parede que não nos entregaria em situação de emergência, para dar tempo de nos recompor. Enfiei a mão por debaixo da sua camisetinha e busquei os seios. Ergui sua camiseta e enfiei a cara para chupar os seios que estava a mostra após puxar o sutiã para o lado. Ela ficou passando a mão por cima da minha calça e meu pau estava apertado dentro da cueca de tanto tesão. Puxei seu short e enfiei a boca. Ela ficou com as mãos nos seios encostada no azulejo, com os olhos fechados e sentindo a chupada. A adrenalina e o tesão a fez gozar rápido e abafando a vontade de gemer com a mão na boca. Assim que ela terminou já disse: minha vez! Ficou agachada e abri rápido o zíper, mas não baixei a calça para ser rápido o processo caso o corno saísse do computador. Chupou segurando meu pau para o alto e deslizando a boca até chupar a partir da cabeça. Ela pediu para não gozar na boca dela (quem sabe goze numa possível segunda vez caso surja a oportunidade). Estava perto de gozar e fiz movimento indicando. Ela encostou na parede, de costas e falou para eu ficar enfiando na bunda dela (sem penetrar). Enfiei o pau entre as nádegas dela, apertei como se fosse fazendo uma espanhola. Não resisti a dar um tapa na bunda dela, ela fez sinal de silêncio. Na hora de gozar, apertei firme a bunda dela para comprimir meu pau e com a cabeça do pau pouco para fora, bem no início da bunda, perto da cintura, gozei. Esfreguei entre as costas e bunda para não escorrer ou pingar no chão. Nos beijamos mais um pouco. Ela, com olhar brilhoso e toda sorridente me orientou até o banheiro para lavar a mão. Passando pelo quarto o nerd do marido me olhou, acenou sem falar comigo por estar conversando com os amigos. Acenei de volta. Lavei as mãos e retornamos. Falei para ela: enquanto ele fica jogando, nem imagina o que rolou. Respondeu: quem sabe um dia ele aprende a ser homem.
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