Ao ler meu perfil, saberá ao que me refiro ao citar "como tudo começou". Começou como um fetiche, de ser pago para fazer sexo ou participar de algo sexual. Sempre explorei possibilidades, mas nunca tinha explorado o lance de cobrar.
Estava em um cruzeiro, sozinho, ainda sóbrio na boate do navio. Fiquei sentado sozinho observando o movimento. Uma mulher que havia chegado cedo na balada, já estava alta e ficou me olhando. Me mantive discreto, mas correspondendo o olhar.
Ela pensou que eu pudesse ser GP e antes de sair, ela chegou perto de mim e mostrou o número da cabine dela e colocou 40 dólares no bolso da minha camisa.
Eu entendi o que ela pensava e o que queria. Não tentei explicar que ela estava errada. Aproveitei o momento em dose dupla. Dinheiro e sexo.
Nesses cruzeiros internacionais, tem gente de vários países e a maioria está em busca de explorar ao máximo suas fantasias sem risco de serem expostas, principalmente quando conhecem pessoas de outros países e GPs. Viagem, sexo, tchau, vida que segue.
Bati na porta e entrei assim que ela abriu. Já partimos para o rala e rola. Ela me tratou como gp. Deitou e abriu as pernas e me chamou com as mãos e apontou a buceta para chupar. Chupei e a fiz gozar. Ela mudou a posição inúmeras vezes, a chupava de barriga para cima, de quatro, de lado. Ela adorava sexo oral. Ela mesma pegou camisinhas. Viajou prevenida e sabendo o que buscaria nessa viagem.
Coloquei a camisinha e desci madeira. Ela continuava mudando de posição constantemente. Da mesma maneira que nós homens quando pegamos alguma gp e vamos pedindo o que elas devem fazer para o nosso prazer, ela fez comigo.
Sempre que ela estava para gozar, ela tirava o corpo e deitava. Abria as pernas e mandava chupar.
Que coroa linda. Corpo bem torneado. Uma loira bem bronzeada. Fina. Na cama uma puta.
Estava sendo pago, mas queria gozar e fui ousado com ela. Coloquei de quatro, bati na bunda, puxei cabelo, a fiz se sentir novinha novamente, com alguém desejando aquele corpo.
Gozamos juntos durante a penetração forte na buceta.
Ela não pediu, mas arrisquei propor anal.
Bastou na segunda foda, quando ela estava de lado passar o dedo no cuzinho dela que já ficou de quatro. Passou o dedo molhado no rabo e ficou se masturbando para se excitar. Ela gostou e devia gostar de fazer, como dizem que as americanas gostam.
O anal, apesar de gostar de meter forte, principalmente na hora de gozar, gosto de fazer de frente, para ver a cara da mulher que estou comendo. Mexo no grelinho quando elas não mexem para estimular, mas quando as coisas esquentam, elas fazem, como a coroa fez, enchem a mão na buceta e usam os dedos para esfregar e penetrar. Meti de frente e agarrei os seios dela na hora de gozar, bombando forte.
No dia seguinte, estava na piscina e a vi passar. Ela só fez um gesto com a cabeça e saiu. Me sequei e fui atrás. Transamos novamente, quase repetindo tudo e me deu novamente 40 dólares no final.
Quando fiz pela primeira vez, anos depois, na casa de cliente foi quase que espontâneo também, mas já citei por cima que passei a enxergar a possibilidade e de explorar alternativas para atender todos tipo de pessoa, com limitação que tenho que é não penetrar ou ser penetrado por homens.