Voyeur



Ontem, após um longo dia, com muitos reparos para fazer, tinha a esperança que não retornassem o contato para confirmar um encontro.
Estava em um cliente trocando as ferragens e meu celular vibrou. Sempre deixo no silencioso ou vibratório quando estou em algum cliente.
Imaginei que fosse o casal que havia pedido informações sobre minha atuação.
Queriam confirmar o horário que disseram na terça e relataram o que queriam.
Li tudo assim que entrei no carro. Felizmente não era muito distante de casa e, eles queriam algo que gosto de fazer: assistir.
Além de estar diante do ato sexual e ter prazer visual, é muito prazeroso saber que a mulher, casal etc, estão com tesão por estarem sendo assistidos. Um dos prazeres de quem se exibe é esse: saber que a outra parte está excitada assistindo.
Como estava cansado, nada melhor que ver um filminho ao vivo e bater uma punheta para relaxar.
Cheguei no apartamento deles. Discretos e educados. Não ficaram demonstrando excitação e me trataram como um convidado.
O marido me convidou para acompanhá-lo em uma dose de conhaque. Aceitei uma dose pequena. Me pediu licença para fumar. Disse para ficar a vontade, pois também gosto de cigarro. Me ofereceu um. Recusei pois tinha no bolso.
Fomos para o quarto. A esposa, pouco antes foi ao banho. Havia uma poltrona com porta copo aos pés da cama, encostada na parede. Ele, sabendo que sou fumante, havia entregue um cinzeiro na mão da esposa quando ela foi para o banho e reconheci ser o mesmo cinzeiro.
Sentei com o copo apoiado na perna e aguardei. Ele abriu a camisa e tirou o cinto. Diminuiu a intensidade da luz, mas manteve acesa. A esposa entrou no quarto, perfumada e com espartilho rosa.
Não me olhou. Somente para o marido. Ambos demonstraram esquecer da minha presença. Ajoelhados na cama, suas bocas se beijaram e suas mãos exploravam os seus corpos. Foram aos poucos se deitando e retirando as partes essenciais a serem retiradas. Ele ficou nu, ela, deixou somente os seios a bunda e a buceta sem vestes.
Ela foi a primeira a receber sexo oral. Ajoelhada entre o pescoço do marido. Ele a chupava e apertava a bunda dela. Não enxerguei lingua na buceta dela. Apenas ouvia o som e gemidos baixinhos dela.
Estava lubrificada e foi preparar o marido. Com aquela bunda bonita, de quatro, ficou chupando o pau dele. Minha visão era praticamente só da bunda dela e que visão. Pouco vi do boquete.
Ele estava com forte ereção e ela se acomodou nele. Fazia movimentos lentos, mas quando subia, dava uma pequena pausa para que eu visse a cabeça entrando novamente e ela descendo até a base.
Acendi um cigarro (já que era permitido). Dei outro gole no conhaque. Meu pau estava duro dentro da calça.
Ela me deu uma bela visão ficando de frente, mas nenhum dos dois me olhava. A vi subir e descer no pau dele, sempre devagar, mas agora de frente.
Ele saiu debaixo e a fez chupar mais um pouco. Ficou ajoelhado na cama e colocou os pés dela nos ombros dele.
Eu abri o zíper e tirei o pau para fora. Comecei uma punheta que tentaria levar até o fim do encontro. Uma punheta lenta, apenas degustando o momento. Um sobe e desce em slow motion. É muito bom esse tipo de punheta. Quando o gozo bem, ele bem forte e com vários jatos. Acumula bastante, dá um gozo que deixa os nervosos da virilha e abdômen sensíveis.
Segundos após abrir o zíper, o barulho do zíper os fez saber da minha intenção, eles olharam na minha direção. De vez em quando olhavam a masturbação. Coisa rápida, discreta, sem troca de olhares.
Ele sabia como fazer a mulher gozar. Ele esfregava rápido a mão na buceta dela enquanto metia e ela ensopou o lençol com squirt. Ela teve dois squirt, que a fizeram parar de gemer para quase chorar de prazer. Os gemidos discretos tornaram-se gritos de prazer.
Eles pararam um pouco, creio que ele queria segurar o gozo. Ficaram abraçados se beijando. Algumas vezes notava um ou outro entortar o olho para me ver degustando eles.
Logo voltaram a ativa. Ele começou a falar mais.
Mandava ela pedir tapa na bunda. Ela pedia para bater. Pedia para puxar o cabelo dela.
Depois começou a falar para ela: vai me dar o cuzinho hoje?
- Vouuuu
- Vai fazer daquele jeito que gosto?
- Vouuuu
- Vai sentar no meu pau com o rabinho?
- Vouuuu
Que visão senhoras e senhores! Ele deitou, sorridente. Pau duro esperando. Ela passou o gel no pau dele, agachada, com o indicador lambuzou aquele cuzinho com a pele toda enrugadinha, sua unha vermelha desaparecendo no cuzinho. Vai e vem. Vai e vem. Dedo entrando e saindo do cuzinho lubrificado. Posicionou o cuzinho. Pequenos empurrões. A cabeça foi sendo espremida e logo um gemido "hunnnn". Ela o prazer e reclamação inicial ao mesmo tempo. Sobe um pouquinho, tenta de novo. Sobe um pouquinho. Desde um pouco mais. O pau foi ficando cada vez menos a mostra. Ela conseguiu. Ficou parada. Contraída. A bunda ficou fechadinha com a contração. Só o saco dele e a bunda estava visível.
Sobe e desce, devagar, sobe pouco, só para movimentar.
"Ah que cu gostoso" - gemeu ele.
- Você gosta do meu cuzinho?
- Adoro, vou fuder forte ele!
- Vai bater na minha bundinha?
- Vou deixar ela vermelha!
A conversa foi deixando os dois soltos. Ela passou a subir e descer mais rápido até diminuir os movimentos do rabo e aumentar o movimentos nos dedos na buceta. Gozou na barriga dele e já saiu de cima e ficou de quatro com a mão aberta apertando a buceta.
Ele deu um tapa debaixo para cima na bunda dela e já encaixou.
- Vou gozar nesse cu!
Começou a comer forte aos poucos o rainho dela. Me dando certa visão do entra e dai e assim vezes da mão dela massageando a buceta.
Ela disse: espera, não goza ainda.
Acelerou os movimentos para tentar gozar junto.
Assim que ela acelerou e começou a gemer, eu me levantei e fui até o lado da cama. Eu precisava ver mais de perto.
Pau na mão e punheta mais rápida.
Entenderam que gozariam os três.
Ele acelerou batendo na bunda dela e ela, quade gozando. Algumas socadas mais, alguns dedos mais entrando e saindo na buceta e anunciaram quase juntos que iriam gozar.
Acelerei também. Estava quase uma hora mexendo bem devagar no pau. Agora acelerado.
Ela gozou e tombou. Ele tirou e gozou no corpo dela deitada de lado e eu, entre o espaço deles e beirada da cama.
Gozamos forte. Relaxamos um pouco, recompostos. Ele de cueca e ela com um roupão. Conversamos um pouco, sem nada envolvendo os momentos anteriores.
Fui para casa toma banho e dormir bem relaxado da sessão de cinema ao vivo.

É muito gostoso servir de voyeur


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Comentários


foto perfil usuario hcoroagp

hcoroagp Comentou em 16/07/2026

Fiz questão de relatar esse ocorrido, pq tem muita gente que fantasia (individual ou casal) de ser assistido. Muitos procuram locais liberais para isso, outros não curtem e preferem algo discreto, sem risco de cair na net. Convenhamos é gostoso assistir ou ser assistido, sem necessidade de ter contato físico.




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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico hcoroagp

Nome do conto:
Voyeur

Codigo do conto:
267365

Categoria:
Exibicionismo

Data da Publicação:
16/07/2026

Quant.de Votos:
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