Nesse fim de semana tive uma experiência que não imaginava ocorrer algum dia.
Uma mulher entrou em contato alguns dias atrás e pediu algumas informações sobre o que eu fazia ou não e informou que seria para atender casal. Ela desejava que eu iniciasse o rabo do cara, mas informei que não como ou dou para homens, mas, como seria a primeira vez dele com um homem, ela aceitou, para ele ter esse primeiro contato e descobrir se era isso mesmo que desejava.
Cheguei e somente ela me recepcionou. Ela disse que tinha uma vida sexual ativa, porém não era mais casada e que tinha uma pessoa que havia confessado sentir desejo por homens, mas não sabia como seria e que estava tímido, no quarto.
Perguntei sobre a vida sexual deles como era e foi aí que veio a surpresa, era seu filho de 25 anos. Já teve namoro com mulheres, mas percebeu que não sentia prazer real e que já foi em boate gay, mas não passou de uns beijos.
Indaguei se ela estava certa sobre participar todos no mesmo ambiente e ela disse que a criação foi bastante aberta e, após essa fase de descoberta, até para ele ver como é com um homem, que ele já viu escondido algumas coisas com a permissão dela. Ela desejava que eu pudesse mudar de ideia e iniciar o rapaz com penetração, mas mantive minha decisão.
Enfim, sugeri começarmos sem ele perto, para que pudesse ficar curioso e se aproximar. Sentei no sofá e fiquei com o pau para fora para ela chupar. Ela fez bastante barulho com a boca para ele escutar. Notei pelo espelho na parede que ele estava no corredor. Fiz sinal para ele se aproximar.
Quando ele chegou perto mandei ele tirar a roupa e sentar do meu lado.
- Olha bem como ela chupa para quando for a sua vez.
Ele estava tremendo de nervoso e excitado, mas o pau mal deu sinais. Então, enquanto ele olhava fixo sua mãe concentrada na rola, peguei seu pau e apenas segurei, fui lento com ele.
Senti seu pau endurecer e ficar grande na minha mão.
- Você vai chupar tão bem quanto sua mãe? Vou te ensinar direitinho! Quer que te chupe um pouco?
Ele acenou que sim e mandei ficar em pé no sofá, de frente para mim. Ele estava gelado, mas com o pau duro agora. Quando coloquei na boca, ele gemeu e fechou os olhos e sua mãe continuou chupando devagar e caprichando.
Ele estava muito ansioso e gozou em menos de um minuto. Pediu desculpas e o acalmei dizendo ser normal, que pode ocorrer em qualquer transação e com qualquer um.
Ele foi ao banheiro e falei pra mãe dele, que quando ele voltasse para ela sentar no sofá.
Ele chegou e ela veio para o sofá. Tirou a blusinha e desceu a saia. Ficou só de calcinha.
Ele ficou em pé, de cueca esperando que falássemos algo ou pedisse. Apenas fiquei manuseando o pau duro e beijando a mãe dele. Ele sentou no chão e ficou olhando nosso namoro. A mãe pegou meu pau e falou:
- Vem, segura, sente o seu presente, aproveita, tá pago!
Ele segurou e sorriu.
- Colocar a boca, experimenta! - mandei
Ele foi afobado e precisei dizer sobre os dentes etc. Aos poucos ele mostrou que o lance dele é rola realmente e se esbaldou de chupar, mas cheio de medo que gozasse na boca dele.
Deixamos ele a vontade e não ficamos olhando. Chupava os seios grandes da mãe e sentia com o dedo o melado escorrendo da buceta.
Falei no ouvido dela que daria ele experimentar porra e ela riu.
Mandei ele parar de chupar e fomos para o quarto.
Fiz ela galopar no meu pau enquanto massageava com a ponta do dedo o cuzinho dela e logo que ela gozou, resolvi perguntar se ela queria anal, mas ela disse não saber se estava em um bom dia para anal. Falei que seria bom pra ele ver como era sentir um pau no cu de perto.
Tudo preparado, falei para ele ficar perto olhando.
- Fica vendo como entra no cu, logo é você dando para outro macho.
Fui forçando a cabeça e ela deu um grito. Bati na bunda dela e falei pra ficar quieta.
- Ele vai achar que é ruim se ficar gritando assim.
Ela riu e falou: vai, coloca a cabeça e deixa acostumar.
Forcei e foi entrando. Deixei um pouco dentro e voltei a força até que o pau ficou inteiro dentro.
Ela começou a se masturbar e foi ficando de lado, ao invés de manter-se de quatro. Aos poucos a fiz ficar de barriga para cima e com ela relaxada e excitada, fiquei no entra e sai até ela estar quase gozando.
Falei para o rapaz: você que vai começar a dar em breve tem que aprender que o macho gosta de fuder forte na hora de gozar, fica vendo!
Soquei na mãe dele que gemia, gritava, se dedilhava sem parar para um quase seguido orgasmo.
Tirei a camisinha e gozei no corpo dela.
Demos uma pausa e logo ele estava sem timidez, pedindo para eu chupar de novo e ficou entre ele e a mãe fazendo comentários sobre rola, como se fossem dois amigos apenas. Ela só olhando agora. Ele tirou o pau da minha boca e terminou na punheta, caindo um pouco no meu peito. Assim que eu estava pronto novamente falei que seria minha vez.
Segurei a cabeça dele mostrando os movimentos a fazer com a boca. Perto de gozar ensinei novamente:
- Outro detalhe, os machos que você chupar, vão querer gozar na boca. Agora você vai provar e aprender a beber leitinho.
Segurei a cabeça dele para não desistir ou negar e perto de gozar deixei bem no fundo na boca e gozei, para ir direto e sentir menos gosto. Ele tossiu com uma pequena engasgada e não tinha como expulsar o leite, só dava para fazer o movimento de engolir e comentou:
- Não senti nenhum gosto!
- É por isso que precisa deixar bem no fundo na boca quando for engolir. Quando for putaria de gozar na cara ou encher a boca pro macho ver a porra na boca, aí você deixa o pau mais perto dos dentes.
Enfim, o cara não era virgem porque já transou com namoradas, mas, com homem, agiu como um virgem. Sinto que não é meu perfil penetração entre homens, senão seria realmente o primeiro.