Sempre fui adepto a gostar de ver, inclusive, quando fui a primeira vez numa casa de swing, fui com esse intuito, porém, logicamente me surpreendi e acabei não só vendo como fui abordado rapidamente por uma esposa que estavam, o casal, assistindo uma orgia. Sempre situações do tipo me encontraram, mas, creio que esse fetiche e até a minha mente, começou a ficar mai "safada" após um episódio e isso, tornou-se comum, com a pessoa que vou relatar, pois todo sábado de madrugada, era comum ver alguma cena dela na porta da casa dela.
Mas vamos a primeira vez: cheguei de um aniversário e escutei sim de carro e olhei, como é comum em bairro que todos se conhecem. Era uma noite de calor e minha janela estava um pouco aberta, mas tudo apagado, exceto a TV, mas sem reflexos devido a posição dela no meu quarto.
Vi a vizinha, ao qual tinha uma tara nela, por ser mais velha, sempre gostei na juventude, de mulheres com 35-40 enquanto eu tinha 19-21 mais ou menos.
Ela estava se beijando com um cara, no carro dele. Em um momento ela ergueu a blusa e deixou os peitos para o cara chupar. Na sequência ele afastou o banco e colocou a rola grande pra fora e ela debruçou sobre ele e chupou durante vários minutos, até que gozou, pelo menos imagino que gozou, porque a vi limpando a boca. Eu não pensei que talvez ela pudesse olhar por debaixo do vidro na direção da janela e, do meu quarto, o rosto dela e dele, sentados, não dava para ver, logo, também não conseguiriam me ver, mas ela olhou, não sei se durante o boquete, com banco afastado, o cara viu e deixou rolar e falou só no final.
Ela demonstrou vergonha e como eu também tinha acabado a homenagem, fechei a janela. Durante a semana, ela evitou me olhar no ponto de ônibus. No sábado, fiquei esperto e quando escutei, mantive a janela fechada, mas olhando alguns centímetros afastado da janela, com tudo desligado. Foram somente alguns amassos, mas era outro carro.
Durante um tempo, quase todo sábado tinha algo e eu sempre bem disfarçado. Um dia, quando acabou a chupada (sim, ela fazia de vez em.quando), acendi a luz do quarto e apaguei na sequência, só pra saber que eu estava ali.
Como nosso horário igual era somente ônibus e mudei meu horário, não nos víamos mais. Até que um dia, a vi em um aniversário. A cumprimentei e nesse dia, foi a minha vez. A trouxe para casa e parei no seu portão ao invés de entrar na minha garagem. Desliguei o carro e ela me olhou.
- Você contou para alguém o que você viu?
- Não, nunca contei, de nenhuma das vezes que vi, mas fiquei com vontade também.
Nos curtimos um pouco e depois entrei em casa. Nunca mais rolou nada, mas ela não evitava mais me cumprimentar e demonstrar vergonha, inclusive quando chegava com algum macho.
Nunca mais a vi, pois ela mora no nordeste atualmente.
Assistir, não sei se me dá mais prazer do que ser assistido, mas, foi como começou esse lance de voyeurismo. Por isso, é uma das minhas opções de atendimento, como relatei em um dos contos anteriores, quando fui pago apenas para ficar assistindo.
Ver é muito bom também!