Colega de trabalho

Meu colega de trabalho

Bom, me chamo Diogo. Tenho 23 anos, 1,90 m de altura e peso cerca de 98 kg. Tenho pele branca, cabelos escuros, bigode e cavanhaque alinhados, uma tatuagem na coxa e o braço fechado de tatuagens.

Na época do conto, eu tinha 19 anos e trabalhava como estoquista.

O pessoal do comercial sempre parecia viver em outra empresa.
Enquanto eu chegava todos os dias às oito da manhã, atravessava o estoque, conferia nota, organizava entrada e saída de produto e sobrevivia ao caos da logística, eles apareciam uma vez ou outra, bem vestidos, perfumados, sorrindo como se pressão de prazo não existisse.

Ele era exatamente assim.
Ele devia ter cerca de 1,80 m, uns 80 kg, o corpo meio definido, barba em degradê bem alinhada, pele parda e nenhuma tatuagem. E, bom... ele tinha o molho.

Eu já tinha visto ele pelos corredores antes, claro. Alto, postura relaxada, barba sempre alinhada e aquele tipo de olhar que parecia debochar de tudo sem precisar abrir a boca. Mas ele quase nunca estava ali. Ia na empresa duas vezes por mês, no máximo.

E talvez justamente por isso eu reparasse tanto quando aparecia.

Naquela sexta-feira inventaram de fazer inventário geral no estoque.
Todo mundo reclamando. Eu inclusive.

Até descobrir que ele ia ajudar.

— Então você realmente existe? — ele brincou quando me viu separando as planilhas.
— Engraçado. Eu ia falar exatamente isso.
— É porque vocês da logística vivem escondidos aqui atrás.
— E vocês do comercial vivem fugindo do trabalho.

Ele riu.

Aquela risada baixa, fácil, perigosamente charmosa.

No começo era só conversa jogada fora enquanto conferíamos caixa por caixa. Depois virou implicância. Depois virou provocação.

Ele pegava produto errado só pra eu corrigir.
Eu passava perto dele de propósito só pra sentir o perfume.

— Você é sempre assim? — ele perguntou enquanto anotava um código.
— Assim como?
— Com essa cara de quem tá pensando besteira.
— E quem disse que eu tô pensando besteira?
— Seu olhar.

Sorri de lado.

— Cuidado pra não interpretar errado.
— Acho que eu tô interpretando certinho.

Aquilo me atravessou de um jeito ridículo.

Porque fazia tempo que ninguém flertava comigo daquele jeito. Sem pressa. Sem ser óbvio demais. Só tensão. Só intenção escondida em frase comum.

E quanto mais a tarde passava, pior ficava.

Às vezes nossas mãos encostavam nas caixas.
Às vezes ele chegava perto demais pra alguém que precisava só conferir etiqueta.

E ninguém parecia perceber.

Ou talvez percebessem e só fingissem que não.

Em algum momento ele comentou que precisava pegar umas caixas no fundo do estoque.
Nem pediu ajuda.

Mas eu fui atrás mesmo assim.

O estoque estava mais silencioso naquela parte. Luz branca, ar gelado e aquele cheiro de papelão e produto fechado.

Ele se abaixou pra pegar a caixa maior.

E eu cheguei atrás dele.

Perto demais.

Minhas mãos tocaram as dele na lateral da caixa e meu corpo encostou no dele sem a menor inocência. Devagar. Sentindo.

Ele travou na hora.

Eu percebi pelo jeito que ele parou de respirar por um segundo.

Aproximei meu rosto do pescoço dele e senti o perfume misturado ao calor da pele. Então dei um cheiro lento ali, perto da nuca.

Ele soltou uma risada nervosa.

— Assim você acaba comigo…

Inclinei um pouco a cabeça, ainda perto dele.

— Isso não é nada comparado com o que eu quero fazer.

O silêncio que veio depois foi absurdo.

Pesado.

Elétrico.

Ele virou só o rosto o suficiente pra me olhar por cima do ombro.

— Então vem fazer.

Aquilo foi o fim da minha sanidade.

Segurei a cintura dele sem pensar duas vezes e o puxei contra mim antes de girá-lo devagar. Ele bateu de leve na pilha de caixas atrás dele e me olhou com a respiração curta, como se estivesse esperando aquilo desde a hora que chegou.

E talvez estivesse.

Minha mão subiu pelo pescoço dele enquanto eu o beijava.

Intenso.

Daqueles beijos que começam rápidos, mas logo viram disputa por ar.

Ele segurou minha camisa com força e me puxou mais pra perto, sem se importar com absolutamente nada. O estoque podia pegar fogo naquele momento que nenhum dos dois perceberia.

— Você não faz ideia do quanto eu pensei nisso hoje — ele murmurou entre um beijo e outro.

Sorri contra a boca dele.

— Bom, vai ter que ir até o final então — respondi eu, enquanto pegava no meu pau por cima da calça jeans.

— Aqui? — indagou ele.

Eu nem precisei responder, apenas abri meu zíper.
Ele se ajoelhou e deu uma fungada no meu pau por cima da calça, como se aquele fosse o cheiro favorito dele.

Rapidamente, ele foi tirando minha calça e abaixando minha cueca.

Eu segurei o rosto dele e disse:

— Vai com calma. Se machucar, eu vou ter que te comer só de raiva. Na real, vou querer te comer de qualquer jeito.

Ele caiu de boca.

Ele mamou meu pau de um jeito que nunca fui mamado antes.
Ele usava as duas mãos, subindo e descendo, dando meio giro no meu pau. A cabeça reta e, por dentro, a língua dele acariciava a cabeça da minha pica. Era incrível, mas tudo pode melhorar.

Forcei a cabeça dele contra meu pau e fiz ele engasgar.
Ele olhou pra mim com os olhos lacrimejados e disse:

— Você gosta, é, safado?

Assenti com a cabeça, dei um tapinha na cara dele e botei ele para mamar mais.

Eu estava quase gozando depois de algum tempo, então pedi para ele parar.

Virei ele, abaixei a calça dele com força, que nem precisou tirar o cinto.
Baixei a cueca dele e mandei ele empinar.

Ele tinha uma bunda mediana, bem empinada e lisinha. Parecia que já estava aguardando por mim.

Caí de boca naquele cuzinho e lambi bastante.

Depois de molhar bastante, comecei a dedar ele com um dedo, depois com dois e finalmente com três.
Ele gemia e pedia mais.

Levantei e comecei a pincelar meu pau na portinha dele.

— Mete, vai. Mete gostoso.

Eu enfiei a cabecinha e, quando ele sentiu a grossura do meu pau alargando ele, começou a gemer alto, pedindo calma.

— Aiii, vai devagar. Aiii...

— Geme baixo, bb, senão vão ouvir. Eu vou fazer com carinho.

Comecei a forçar a entrada e depois comecei a bombar.

Metia o pau todo dentro dele e ele gemia:

— Aiiii, meu cuzinho... mete, vai...

E eu bombava cada vez mais e mais.

Eu sentia o cuzinho dele apertando meu pau.

— Aperta o pau do seu macho, aperta.

Eu já estava no ápice do tesão e doido pra gozar.

— Quer na boquinha ou no cuzinho?

— No rosto — ele respondeu.

Mas não deu tempo. Dei duas bombadas e comecei a jorrar porra dentro dele. Eu urrava de tesão e continuava bombando, batendo o leite dentro dele.

Virei ele de frente para mim. Ele sorriu e me beijou.

Desci a cabeça dele para ele me mamar e limpar o resto de leite que tinha no meu pau.

Nessa hora, escuto:

— Que porra vocês estão fazendo? — acompanhado de passos pesados.

Era meu líder...

Chegou até aqui? Me segue.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Colega de trabalho

Codigo do conto:
261995

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
13/05/2026

Quant.de Votos:
3

Quant.de Fotos:
3