Capítulo 2 – A Reunião e a Fome

Na manhã seguinte, eu mal conseguia andar direito. Cada passo fazia uma dor gostosa latejar dentro de mim, lembrança do quanto Júlio tinha me arrombado na noite anterior. Sentei na minha cadeira da empresa com cuidado, sentindo a bunda ainda sensível, marcada pelos tapas e pela força dele. Ele passou por mim no corredor umas duas horas depois, farda da segurança bem ajustada no corpo musculoso, e só me deu aquele olhar. Um segundo. O suficiente pra minha rola dar sinal de vida dentro da calça social.
— Bom dia, Rafael — disse ele, voz grave e profissional, mas com um sorrisinho no canto da boca.
— Bom dia, Júlio — respondi, tentando parecer normal.
Ninguém percebeu. Ninguém nunca percebia.
O dia foi uma tortura lenta. Toda vez que ele subia para fazer ronda no andar, passava perto da minha mesa. Às vezes roçava o ombro no meu. Outras, só deixava a mão grande deslizar de leve pela minha lombar, descendo até quase tocar minha bunda. Eu apertava o mouse com força, o pau meio duro o tempo todo, imaginando ele me jogando na mesa e me comendo ali mesmo, no meio do expediente.
Às 17h40 ele me mandou uma mensagem:
“Hoje você não vai pra casa. Vou te comer no banheiro da empresa depois que todo mundo sair. Fica duro pra mim.”
Meu coração disparou. Respondi só com um “Sim”.
Quando o último colega saiu, eu fiquei. Fingi que estava terminando uma planilha. Júlio trancou a porta principal e veio andando devagar até minha mesa, já abrindo o cinto. O volume na calça dele estava obsceno.
— Levanta e tira a calça, Rafinha. Agora.
Obedeci tremendo de tesão. Baixei a calça e a cueca até os joelhos, me inclinando sobre a mesa. Ele veio por trás, abriu minha bunda com as duas mãos e cuspiu direto no buraco ainda inchado da noite anterior.
— Tá vermelho… bem usado — rosnou satisfeito. — Mas ainda não tá do jeito que eu gosto.
Ele se ajoelhou ali mesmo, no meio do escritório, e enfiou a língua fundo, com fome. Lambeu, chupou, mordeu de leve minha carne enquanto eu mordia o próprio braço pra não gemer alto. Quando ele enfiou dois dedos grossos de uma vez, eu soltei um gemido rouco.
— Shhh… quietinho, namoradinha. Não quer que o vigia da noite escute você levando pau, né?
Ele se levantou, puxou o pau pra fora — grosso, venoso, a cabeça brilhando de pré-gozo — e esfregou na minha entrada.
— Pede baixinho.
— Me fode, Júlio… por favor… me usa.
Ele entrou de uma vez, até o talo. Cobriu minha boca com a mão grande enquanto metia forte, batendo fundo. A mesa balançava com o ritmo. Cada estocada fazia minhas bolas baterem contra a madeira. Ele tirou a mão da minha boca só pra enfiar dois dedos dentro, me fazendo chupar enquanto me comia.
— Isso… mama meus dedos enquanto leva rola, sua putinha.
Eu estava babando, gemendo baixo, a bunda empinada recebendo tudo. Ele mudou o ângulo e acertou minha próstata sem parar. Minhas pernas tremiam. Gozei primeiro, jorrando no chão da empresa sem nem tocar no pau, o corpo inteiro convulsionando.
Júlio não parou. Me virou de frente, sentou na minha cadeira e me puxou pra cima dele. Desci devagar no seu pau, sentindo ele me abrir inteiro de novo. Cavalguei com vontade, as mãos dele apertando forte minha bunda, me guiando pra cima e pra baixo.
— Olha pra mim enquanto rebola — ordenou.
Olhei. Seus olhos escuros estavam famintos. Ele me beijou com força, mordendo meu lábio inferior enquanto eu subia e descia no pau dele.
— Quero gozar dentro de novo… bem fundo.
— Goza, amor… me enche.
Ele segurou minha cintura com força, plantou os pés no chão e meteu pra cima como um animal. O barulho molhado de sexo ecoava baixo no escritório vazio. Quando ele gozou, eu senti cada jato quente pulsando dentro de mim, enchendo até transbordar. Ficamos assim um tempo, eu sentado no colo dele, seu pau ainda latejando dentro da minha bunda.
Ele beijou meu pescoço suado, voz rouca:
— Amanhã tem mais. E no fim de semana… eu quero te levar pro meu apartamento de novo e te foder o dia inteiro. Sem pressa. Quero ver essa bunda grande sentando no meu pau até você não aguentar mais.
Saí da empresa com a cueca molhada da porra dele escorrendo pela minha perna. No carro, a caminho de casa, ele colocou a mão na minha coxa de novo e apertou.
— Você é minha agora, Rafinha. De verdade.
E eu sorri, porque sabia que era.
Foto 1 do Conto erotico: Capítulo 2 – A Reunião e a Fome

Foto 2 do Conto erotico: Capítulo 2 – A Reunião e a Fome

Foto 3 do Conto erotico: Capítulo 2 – A Reunião e a Fome


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Ficha do conto

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Nome do conto:
Capítulo 2 – A Reunião e a Fome

Codigo do conto:
262012

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
14/05/2026

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