No apartamento luxuoso, Camila, esposa de Marcelo, nos recebeu com um robe semiaberto. Linda, confiante, ela nos olhou com desejo genuíno. — Tudo aqui é consensual — reforçou Marcelo. — Sem pressão. Só prazer. A dinâmica mudou. Não era mais só eu sendo usado. Era um emaranhado de corpos e desejos onde todos se entregavam. Júlio me fodeu primeiro, forte e possessivo, enquanto eu chupava o pau de Marcelo. Camila se juntou, beijando meu pescoço, apertando minha bunda e sussurrando: — Você tem medo de ser descoberto, não tem? Esse medo deixa você ainda mais gostoso… Eles me abriram juntos. Primeiro um, depois o outro, depois os dois paus tentando entrar ao mesmo tempo na minha bunda dilatada. A dor e o prazer se misturavam enquanto Camila sentava no meu rosto, esfregando a buceta molhada na minha boca. Depois inverti: fodi a buceta dela junto com o pau do Júlio, enquanto Marcelo me comia por trás. O tesão era brutal, mas o que mais me marcava era o psicológico. Eu, que sempre fui discreto, estava ali, sendo o centro de prazer de três pessoas influentes, correndo o risco de perder tudo. E, estranhamente, nunca me senti tão vivo. Quando gozamos — eu e Júlio enchendo a boca e os peitos de Camila, Marcelo gozando na minha bunda —, caímos entrelaçados na cama. No silêncio que se seguiu, Júlio me puxou contra o peito e beijou minha cabeça raspada com ternura incomum. Marcelo e Camila nos observavam com respeito. — Isso fica entre nós quatro — disse Marcelo baixinho. — Na empresa, nada muda. Mas aqui… você pode ser quem realmente é. Camila acariciou meu rosto: — Você não precisa mais carregar esse segredo sozinho, Rafinha. Eu senti os olhos marejarem. Não era só sexo. Era aceitação. Pela primeira vez, eu não me sentia um segredo sujo. Me sentia desejado, protegido e, de certa forma, livre. — Obrigado… — murmurei, voz embargada. Júlio apertou-me mais forte e sussurrou no meu ouvido: — Fora daqui continuamos sendo só colegas. Mas aqui dentro, você é nosso. E nós somos seus. Entendeu? Eu sorri, exausto, feliz e emocionalmente nu. — Entendi. Nosso segredo não era mais uma prisão. Tinha se transformado em um refúgio perigoso, quente e estranhamente carinhoso. E eu, pela primeira vez, não queria que acabasse. Fim.
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