O fim de semana inteiro foi uma maratona. Júlio me fodeu de todas as formas possíveis no apartamento dele: no sofá, no chuveiro, contra a parede da cozinha e, principalmente, na cama, onde me fez sentar no pau dele por quase uma hora enquanto ele me chamava de “minha vadia particular”. Gozei tanto que perdi a conta. Na segunda-feira cheguei na empresa marcado — chupões discretos no pescoço, bunda dolorida e o cu ainda sensível, pingando um pouco da porra dele que ele insistiu em deixar dentro antes de eu sair de casa. Mas Júlio estava com fome de risco. Quarta-feira à noite, a empresa fez uma reunião de encerramento de projeto que se estendeu até quase 21h. A maioria dos funcionários já tinha ido embora, restavam só uns dez ou doze pessoas no grande auditório do 8º andar, incluindo o Júlio, que estava responsável pela segurança do evento. Quando a reunião acabou, as luzes principais foram apagadas, ficando só a iluminação baixa de emergência. Ele me mandou uma mensagem: “Banheiro do 8º andar. Agora. Deixa a porta do último cubículo aberta.” Meu coração disparou. O risco era alto — ainda tinha gente no andar recolhendo coisas. Mesmo assim, fui. Entrei no banheiro, tranquei a porta principal por fora como ele mandou e fui pro último cubículo. Mal fechei a porta e Júlio já estava em cima de mim. Ele me prensou contra a parede, mão grande tapando minha boca enquanto a outra baixava minha calça com brutalidade. — Hoje você vai gemer baixinho, entendeu? — rosnou no meu ouvido, mordendo o lóbulo. — Senão todo mundo vai descobrir que o Rafael bonzinho adora levar rola grossa. Ele cuspiu na mão, lubrificou o pau e me penetrou de uma vez, fundo, sem dó. Eu mordi o braço dele pra abafar o gemido. Ele metia forte, rápido, batendo aquela pelvis pesada contra minha bunda grande. O barulho molhado de saco contra bunda ecoava no banheiro silencioso. Ele tirou a mão da minha boca só pra enfiar os dedos dentro, me fazendo chupar enquanto me arrombava. — Isso… mama como a putinha que você é. Eu estava babando, pernas tremendo, pau duro pingando no chão. Ele me virou de frente, levantou uma das minhas pernas e me comeu olhando nos meus olhos, a cara suada e selvagem. O risco de alguém bater na porta do banheiro ou ouvir os tapas baixos que ele dava na minha bunda só deixava tudo mais intenso. — Vou gozar dentro… bem fundo — avisou, acelerando. Gozei primeiro, jorrando no peito da camisa social sem nem tocar. Ele grunhiu e me encheu, pulsando forte, deixando mais uma carga quente dentro de mim. Ficamos ofegantes, ele ainda enterrado até o talo, me beijando com possessividade. — Limpa meu pau com a boca antes de sair — ordenou. Eu me ajoelhei ali mesmo, ainda de calça arriada, e limpei cada centímetro dele, sentindo o gosto da nossa mistura. Saímos separados, eu com a porra escorrendo pela perna por baixo da calça, coração na boca. Chegamos no estacionamento quase vazio. Júlio ia me dar carona de novo quando ouvimos passos. Pensei que era o vigia noturno. Não era. Era o Dr. Marcelo, o diretor financeiro da empresa. 42 anos, casado, dois filhos, aquele tipo alto, loiro grisalho, corpo definido de quem joga tênis todo sábado, sempre de terno impecável e postura de macho alfa hétero convicto. Todo mundo na empresa comentava das piadas homofóbicas que ele fazia “de brincadeira” e das histórias de adultério com secretárias. Ninguém, absolutamente ninguém, imaginaria o que viria a seguir. Ele se aproximou devagar do carro do Júlio, onde eu já estava sentado no banco do passageiro. Olhou para nós dois com um sorriso calmo, quase predador. — Relaxem. Eu vi tudo pelo monitor de segurança do 8º andar — disse ele, voz baixa e controlada. — Inclusive a parte do banheiro. Senti o sangue sumir do rosto. Júlio ficou tenso ao meu lado. Marcelo tirou o celular do bolso, mostrou uma foto borrada mas clara o suficiente: eu inclinado, Júlio me comendo por trás no cubículo. — Não vou passar pra ninguém… desde que vocês me deixem participar do segredo. Ele olhou direto pra mim, depois pro Júlio, e completou com a voz rouca: — Faz tempo que eu quero comer essa bunda grande que você tanto exibe, Rafael. E pelo que vi… você adora levar de macho bruto. Júlio olhou pra mim, um sorrisinho safado se abrindo no rosto. Colocou a mão na minha coxa e apertou. — O que acha, Rafinha? Quer virar a namoradinha de dois agora? Marcelo deu um passo mais perto, o volume no terno caro já evidente. — Meu apartamento fica a quinze minutos daqui. Ninguém vai suspeitar de nada. Eu sempre fui muito discreto. Eu olhei para os dois homens — o segurança da favela e o diretor engravatado — e senti meu pau endurecer de novo dentro da calça molhada. — Vamos — respondi, voz baixa. Marcelo sorriu, satisfeito. — Ótimo. Hoje vocês vão me ver sem máscara.
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