Capítulo 3 – Risco e Surpresa

O fim de semana inteiro foi uma maratona. Júlio me fodeu de todas as formas possíveis no apartamento dele: no sofá, no chuveiro, contra a parede da cozinha e, principalmente, na cama, onde me fez sentar no pau dele por quase uma hora enquanto ele me chamava de “minha vadia particular”. Gozei tanto que perdi a conta. Na segunda-feira cheguei na empresa marcado — chupões discretos no pescoço, bunda dolorida e o cu ainda sensível, pingando um pouco da porra dele que ele insistiu em deixar dentro antes de eu sair de casa.
Mas Júlio estava com fome de risco.
Quarta-feira à noite, a empresa fez uma reunião de encerramento de projeto que se estendeu até quase 21h. A maioria dos funcionários já tinha ido embora, restavam só uns dez ou doze pessoas no grande auditório do 8º andar, incluindo o Júlio, que estava responsável pela segurança do evento. Quando a reunião acabou, as luzes principais foram apagadas, ficando só a iluminação baixa de emergência.
Ele me mandou uma mensagem:
“Banheiro do 8º andar. Agora. Deixa a porta do último cubículo aberta.”
Meu coração disparou. O risco era alto — ainda tinha gente no andar recolhendo coisas. Mesmo assim, fui. Entrei no banheiro, tranquei a porta principal por fora como ele mandou e fui pro último cubículo. Mal fechei a porta e Júlio já estava em cima de mim.
Ele me prensou contra a parede, mão grande tapando minha boca enquanto a outra baixava minha calça com brutalidade.
— Hoje você vai gemer baixinho, entendeu? — rosnou no meu ouvido, mordendo o lóbulo. — Senão todo mundo vai descobrir que o Rafael bonzinho adora levar rola grossa.
Ele cuspiu na mão, lubrificou o pau e me penetrou de uma vez, fundo, sem dó. Eu mordi o braço dele pra abafar o gemido. Ele metia forte, rápido, batendo aquela pelvis pesada contra minha bunda grande. O barulho molhado de saco contra bunda ecoava no banheiro silencioso. Ele tirou a mão da minha boca só pra enfiar os dedos dentro, me fazendo chupar enquanto me arrombava.
— Isso… mama como a putinha que você é.
Eu estava babando, pernas tremendo, pau duro pingando no chão. Ele me virou de frente, levantou uma das minhas pernas e me comeu olhando nos meus olhos, a cara suada e selvagem. O risco de alguém bater na porta do banheiro ou ouvir os tapas baixos que ele dava na minha bunda só deixava tudo mais intenso.
— Vou gozar dentro… bem fundo — avisou, acelerando.
Gozei primeiro, jorrando no peito da camisa social sem nem tocar. Ele grunhiu e me encheu, pulsando forte, deixando mais uma carga quente dentro de mim. Ficamos ofegantes, ele ainda enterrado até o talo, me beijando com possessividade.
— Limpa meu pau com a boca antes de sair — ordenou.
Eu me ajoelhei ali mesmo, ainda de calça arriada, e limpei cada centímetro dele, sentindo o gosto da nossa mistura. Saímos separados, eu com a porra escorrendo pela perna por baixo da calça, coração na boca.
Chegamos no estacionamento quase vazio. Júlio ia me dar carona de novo quando ouvimos passos. Pensei que era o vigia noturno.
Não era.
Era o Dr. Marcelo, o diretor financeiro da empresa. 42 anos, casado, dois filhos, aquele tipo alto, loiro grisalho, corpo definido de quem joga tênis todo sábado, sempre de terno impecável e postura de macho alfa hétero convicto. Todo mundo na empresa comentava das piadas homofóbicas que ele fazia “de brincadeira” e das histórias de adultério com secretárias. Ninguém, absolutamente ninguém, imaginaria o que viria a seguir.
Ele se aproximou devagar do carro do Júlio, onde eu já estava sentado no banco do passageiro. Olhou para nós dois com um sorriso calmo, quase predador.
— Relaxem. Eu vi tudo pelo monitor de segurança do 8º andar — disse ele, voz baixa e controlada. — Inclusive a parte do banheiro.
Senti o sangue sumir do rosto. Júlio ficou tenso ao meu lado.
Marcelo tirou o celular do bolso, mostrou uma foto borrada mas clara o suficiente: eu inclinado, Júlio me comendo por trás no cubículo.
— Não vou passar pra ninguém… desde que vocês me deixem participar do segredo.
Ele olhou direto pra mim, depois pro Júlio, e completou com a voz rouca:
— Faz tempo que eu quero comer essa bunda grande que você tanto exibe, Rafael. E pelo que vi… você adora levar de macho bruto.
Júlio olhou pra mim, um sorrisinho safado se abrindo no rosto. Colocou a mão na minha coxa e apertou.
— O que acha, Rafinha? Quer virar a namoradinha de dois agora?
Marcelo deu um passo mais perto, o volume no terno caro já evidente.
— Meu apartamento fica a quinze minutos daqui. Ninguém vai suspeitar de nada. Eu sempre fui muito discreto.
Eu olhei para os dois homens — o segurança da favela e o diretor engravatado — e senti meu pau endurecer de novo dentro da calça molhada.
— Vamos — respondi, voz baixa.
Marcelo sorriu, satisfeito.
— Ótimo. Hoje vocês vão me ver sem máscara.
Foto 1 do Conto erotico: Capítulo 3 – Risco e Surpresa

Foto 2 do Conto erotico: Capítulo 3 – Risco e Surpresa

Foto 3 do Conto erotico: Capítulo 3 – Risco e Surpresa

Foto 4 do Conto erotico: Capítulo 3 – Risco e Surpresa


Faca o seu login para poder votar neste conto.


Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.


Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.


Twitter Facebook



Atenção! Faca o seu login para poder comentar este conto.


Contos enviados pelo mesmo autor


262048 - Capítulo 4 – A Noite sem Máscaras (Final) - Categoria: Gays - Votos: 0
262012 - Capítulo 2 – A Reunião e a Fome - Categoria: Gays - Votos: 1
261232 - Segredo entre Quatro Paredes - Categoria: Bissexual - Votos: 5
252800 - A Vontade que Não Cabe Mais no Peito - Categoria: Gays - Votos: 4
248210 - Banheiro da estação - Categoria: Gays - Votos: 8
223132 - Pegação na estação - Categoria: Gays - Votos: 9
158407 - Depois de muito tempo - Categoria: Gays - Votos: 10
115949 - Primeira vez - Categoria: Gays - Votos: 21

Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico limaspzn

Nome do conto:
Capítulo 3 – Risco e Surpresa

Codigo do conto:
262035

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
14/05/2026

Quant.de Votos:
0

Quant.de Fotos:
4