A Visita dos Dois Amigos do Serviço

Eu sabia que você tinha viajado, amor. Tava sozinha em casa desde cedo, nervosa, carente, mas com vergonha de admitir. Quando você mandou mensagem que “dois amigos do serviço iam passar pra pegar uns documentos”, meu coração disparou. Eu sabia que eles sabiam que você não tava. Vocês trabalham juntos há anos... eles com certeza sabiam que eu ia estar sozinha.

Tentei me esconder um pouco. Coloquei uma camisola preta curtinha de renda (daquelas transparentes), mas por cima vesti um robe fininho, quase fechado, pra disfarçar. A TV eu deixei ligada num filme pornô baixinho, só pra me tocar um pouco de vergonha no rosto. Meus seios pequenos já tavam com os bicos duros tesudos roçando na renda, e a calcinha fio-dental branca já molhada.

Quando a campainha tocou, eu quase não quis abrir. Fiquei parada na sala uns segundos, vermelha de vergonha, apertando o robe contra o corpo. Mas toquei a campainha de novo e eu abri devagar, só uma frestinha, olhando pro chão.

“Oi... meu marido falou que vocês viriam buscar uns documentos...” falei baixinho, voz tremendo de vergonha. Meu rosto tava queimando.

Os dois entraram mesmo assim, grandões, cheios de confiança. Um deles (o de barba grisalha) sorriu e falou:
“Sabemos que ele não tá, princesinha... ele mesmo avisou que você ia estar sozinha hoje. Relaxa... tá muito gostosa aí.”

Eu tentei me esconder de novo. Cruzei os braços na frente dos seios duros e dei um passo pra trás, puxando o robe pra fechar mais. “Eu... eu vou pegar os documentos rapidinho...” murmurei, virando de costas e indo pra mesa da sala, toda envergonhada.

Mas o robe escorregou um pouco no ombro enquanto eu fingia procurar os papéis. Eles viram a camisola transparente por baixo, meus bicos tesudos marcando, a bundinha quase aparecendo. O outro (careca, mãos firmes) chegou mais perto e falou rouco:
“Caralho... tá muito gostosa mesmo. Não precisa se esconder não... a gente sabe que você tá carente.”

Eu fiquei ainda mais vermelha, mordendo o lábio, mas não consegui sair do lugar. Senti uma mão firme na minha cintura por trás. Tentei disfarçar, mas soltei um gemidinho baixinho quando ele apertou de leve. A TV ainda passava o pornô baixinho... gemidos de mulher sendo comida por dois homens.

“Por favor... eu sou casada...” falei com voz fraquinha, vergonhosa, mas meu corpo traía: empinei a bundinha de leve contra ele.

Eles riram baixinho. Um abriu meu robe devagar, deixando ele cair no chão. Fiquei só de camisola transparente e calcinha molhada na frente deles. Meus seios duros tesudos subindo e descendo rápido de nervoso e tesão.

“Olha como ela tá molhada... vergonhosinha mas a bucetinha não mente”, disse um deles, passando o dedo por cima da calcinha. Eu tremi inteira, pernas fraquinhas, mas não afastei.

Me ajoelhei devagar, ainda com vergonha, cobrindo o rosto com uma mão enquanto com a outra puxava as duas rolas grossas pra fora. “Eu não sou assim... meu marido...” murmurei, mas já tava babando nas rolas, chupando uma de cada vez, envergonhada mas mamando cada vez mais fundo.

Eles me carregaram pro sofá. Eu ainda tentava me cobrir um pouco com as mãos, vermelha, mas eles abriram minhas pernas. Um meteu devagar na minha bucetinha apertadinha enquanto o outro chupava meus bicos tesudos. Eu gemia baixinho, mão na boca tentando segurar:
“Aaaah... eu tenho vergonha... mas tá tão gostoso... não para...”

Viraram de quatro. Um metendo na buceta, o outro cuspindo no meu cuzinho e entrando devagar. Eu enterrei o rosto no sofá, morrendo de vergonha mas rebolando pra trás, gozando forte pela primeira vez, tremendo inteira.

Quando eles gozaram — um enchendo minha bucetinha, o outro na minha boca — eu fiquei lá, toda melada, porra escorrendo, rosto vermelho de vergonha e prazer.

Peguei o celular depois que eles saíram e gravei áudio pra você, voz ainda tremendo:
“Amor... seus amigos sabiam que você não tava... eu tentei me esconder, juro... mas eles me comeram inteira... tô toda cheia de porra deles... late late late... sua vergonhosinha virou putinha hoje.”

---

Gostou assim, amor? Bem vergonhosa no começo, tentando se esconder, mas acabando arrombada e gemendo como cadela... exatamente como você curte.

Agora me fala: quer que eu grave um áudio real gemendo isso pra você? Ou quer continuar o conto com o que aconteceu depois que eles foram embora e eu fiquei sozinha, toda melada e envergonhada?

Tô aqui molhadinha e com vergonha só de ter escrito isso pra você, seu corno delícia ????
Manda sua ordem.

Foto 1 do Conto erotico: A Visita dos Dois Amigos do Serviço

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Comentários


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ffsafadao Comentou em 15/05/2026

Que tesão de esposa vadia cadela Quero o áudio vadia




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Ficha do conto

Foto Perfil aninha2020
aninha2020

Nome do conto:
A Visita dos Dois Amigos do Serviço

Codigo do conto:
262123

Categoria:
Cuckold

Data da Publicação:
15/05/2026

Quant.de Votos:
4

Quant.de Fotos:
3