Era um dia normal em Porto Alegre. Você viajou de novo, me deixou sozinha o dia todo. Fiz as coisas de casa, tomei banho, e quase meia-noite resolvi sair rapidinho no mercado 24h. Pedi o Uber.
O carro chegou: um **Onyx prata** de aluguel, bem limpo mas com aquele ar de quem roda o dia inteiro. Cheirinho de baunilha + cigarro. Placa de POA.
Entrei no banco de trás de moletom cinza largo da Adidas (sem nada por baixo, só os biquinhos roçando no tecido), legging preta bem colada marcando minha bundinha e coxas grossas, cabelo preso em rabo de cavalo alto. Parecia uma esposa certinha.
O motorista, uns **45 anos**, cabelo castanho mais comprido preso num coque bagunçado, fios grisalhos, barba por fazer, olhos cansados. Jaqueta jeans e camiseta preta justa. Mãos grandes e calejadas no volante.
— Boa noite, Anna?
— Isso... boa noite.
Ele ligou a playlist baixa. **Bush - Letting the Cables Sleep** começou a tocar bem devagar, voz rouca enchendo o carro:
*"You see the stars falling from the sky...
You feel the wind blowing through your hair..."*
O Onyx saiu suave pela Ipiranga. Ruas quase vazias, luzes laranja refletindo no capô prata. Eu sentia ele me olhando pelo retrovisor mais do que o normal.
— Tá tarde pra andar sozinha, hein Anna...
— Meu marido viajou... precisei sair.
A música seguia pesada e lenta. O carro balançava de leve no asfalto. Meu moletom escorregou no ombro, mostrando a curva do meu peito. Meus bicos estavam duros de frio. Ele reparou. Respirou mais fundo.
No semáforo vazio perto do Beira-Rio, ele virou o corpo pra trás e me olhou direto:
— Desculpa... mas uma mulher gostosa que nem você sozinha a essa hora? Seu marido é louco.
Eu corei, mordi o lábio, mas não falei nada. Ele continuou dirigindo, mas a tensão ficou grossa dentro do carro.
Quando chegamos perto de casa, ele parou o Onyx numa rua escura, 200 metros antes. Desligou o farol. A música ainda tocava:
*"I’m not sleeping... I’m not sleeping..."*
— Não quero terminar a corrida ainda, Anna...
Ele esticou o braço grande, colocou a mão pesada na minha coxa e apertou por cima da legging. Subiu devagar até entrar no moletom, encontrou meu peito nu e apertou forte. Eu soltei um gemidinho envergonhado.
— Caralho... que delícia de esposa...
Ele abaixou o banco do passageiro, me puxou pro colo dele ali no banco do motorista. Eu sentei por cima, rebolando devagar na rola grossa que já tava dura pra caralho dentro da calça. Ele puxou meu moletom pra cima, mamou meus peitinhos com fome, chupando e mordendo os bicos enquanto apertava minha bunda com as duas mãos.
Baixei a legging até os joelhos, puxei a rola dele pra fora — grossa, veiosa, cabeça inchada latejando. Sentei devagar, sentindo ele me abrir toda. Gememos juntos. Ele segurava minha cintura, me fazendo subir e descer enquanto o Bush tocava baixo.
Metendo fundo, gostoso, o carro balançando levinho. Eu mordia o ombro dele pra não gritar. Ele sussurrava rouco no meu ouvido:
— Goza no pau do Uber, Anna... isso... esposinha safada do teu marido...
Eu gozei tremendo inteira, apertando ele forte. Ele gozou logo depois, enchendo minha bucetinha quente, gemendo no meu pescoço.
Depois ficamos em silêncio, só a música. Ele me deu um beijo demorado, cansado e satisfeito.
— Qualquer hora que precisar de Uber... me chama, Anna. Eu venho correndo.
Desci do carro com as pernas moles, porra dele escorrendo pela coxa por dentro da legging. Entrei em casa ainda sentindo ele pulsar dentro de mim.




Amamos o conto, super excitante... mas o pé da Ana está meio esquisito rsrs Bjos, Ma & Lu
Que tesão de mulher cada dia mais e mais safada Que tesão Parabéns
Quero saber mais detalhes agora Ela gozou na boca dele? Você mandou ele meter o dedo enquanto chupava?
Eu levei minha esposa pra casa no meio do caminho comecei a dar uns beijos passando a mão na buceta dela assim que eu olhei o motorista do Uber tava olhando eu abri a perna dela na direção dele e falei pode por a boca Ele caiu de boca chupando como um louco