Ensinando o sobrinho...

Primavera de 2008, estávamos, eu e Gabi (minha esposa), de mudança para uma nova casa, alugada, mas ainda assim melhor do que o puxadinho no fundo da casa dos meus pais. Edson, meu cunhado, prometeu ajudar a carregar os móveis para o caminhão, mas não pode aparecer, porém para honrar a promessa ele mandou seu filho mais velho, Lucas, nos ajudar.


Lucas, meu sobrinho, era um rapaz tranquilo, de poucas palavras, sempre na dele, sempre com a cara enfiada em suas coleções, sejam de quadrinhos ou de card games. Era um típico nerd, ainda é! Alto e forte, passava uma imagem errada para quem o via pela primeira vez. Mas seria uma boa ajuda na mudança.

Ainda no puxadinho, me ajudando a carregar uns armários para dentro do caminhão, reparei que ele dava umas espiadas na sua tia. Gabi era um espetáculo de provocação, com um shortinho que ficava cravado em sua bunda e na frente chamava muita atenção para sua virilha. Na parte de cima usava apenas um top, que deixava os mamilos aparecerem de leve. Quando ela se abaixava para pegar uma caixa, ele olhava de canto do olho para a bunda dela, dava uma discreta mexida no pau, por cima da bermuda e depois fingia que nada estava acontecendo.

Numa dessas espiadas, quando Gabi inocentemente ajeitava a alça do top, que havia escorregado para o braço, e Lucas fitava seus seios, eu o flagrei: "gostosa, né?" eu disse, e o rapaz ficou todo sem jeito, tentando disfarçar; "Que foi? Não acha sua tia gostosa?" Ele respondeu que sim, que achava, mas estava vermelho pra caramba, quase gaguejando. Eu e ela achamos graça.

Lucas não devia ser popular com as garotas e Gabi me disse que ele precisava de ajuda com isso. Já fantasiando, eu tinha em mente o tipo de ajuda que ela estava disposta a dar.

O caminhão seguiu o rumo para nossa nova casa e fomos logo atrás no meu carro, nós três, eu, Gabi e Lucas. No caminho fomos conversando sobre a vida dele, se estava namorando, ou se ele tinha interesse em alguma garota, ou rapaz... "Garota, né João, eu gosto de mulher!" ele disse inconformado! "Bom saber!" Gabi respondeu. E o resto do papo foi tentando deixar ele mais à vontade para falar da sua vida sexual. Comentamos sobre o quanto o cara do caminhão também estava tarando a minha esposa. E expliquei para o sobrinho que essas coisas não me incomodam, na verdade me excitam. E excitam a Gabi também! 

Chegamos no novo lar e começamos a descarregar os móveis e caixas, fomos largando tudo na varanda primeiro, para dispensar o cara do caminhão. Depois, só nós três, começamos a levar tudo para dentro. Foi cansativo, o sol estava de rachar, trabalhamos sem camisa e Gabi, de propósito, passou a devolver os olhares para Lucas. E ainda o provocava, com poses ousadas, insinuações, comentários de duplo sentido. Mas o rapaz continuava tímido. Achei que o problema era minha presença, então resolvi sair, disse que iria numa pizzaria trazer uma para nós. 

E deixei minha esposa sozinha com o sobrinho dela, confiando que ela me contaria tudo depois. E foi mais ou menos assim...

Gabi disse que iria testar o chuveiro da nova casa, deixando o rapaz sozinho na sala, instalando a tv. De repente ela volta do banheiro, apenas enrolada na toalha, dizendo que o chuveiro estava muito quente, e ela não alcançava a chave para mudar. Pediu para que Lucas trocasse a temperatura para ela. Obediente, ele foi. Assim que se virou, para sair do box, viu sua tia do jeito que ela veio ao mundo (e do jeito que ela curte passar o tempo dentro de casa), completamente nua, depilada, com a toalha jogada aos seus pés.

Lucas então, para surpresa total dela, não esboçou vergonha alguma. A fitou de cima à baixo, com muita calma, fazendo elogios à tia. Ele parecia mais frio e mais confiante, mas algo ainda o impedia de agir.

"É errado isso, né tia?"

"Errado é não aproveitar!" Disse, dando uma voltinha, para mostra a bunda também.

E ela foi até ele, pegou em sua mão e o fez tocar em seu seio. A mão dele grudou de um jeito que não quis mais soltar, ficou apertando de leve, acariciando um e depois o outro. Com a outra mão ele ainda dava a mexidinhas no pau, pela bermuda. Gabi pegou essa mão também e a colocou em sua cintura e puxou para sua bunda, aproximando os dois corpos. Ela o abraçou também e o beijou. No beijo, na troca de saliva entre as línguas, a mão de Lucas apertou a bunda dela com força. Sua boca desceu para os seios dela e os chupou também com muita força. De olhos fechados ele saboreava aquele corpo, talvez para não lembrar que era a irmã de seu pai que estava nua com ele no box do chuveiro.

Gabi retribuiu os beijos e chupadas, atacou o peito do rapaz e sentiu  o gosto do suor dele. Desceu com os lábios até a barriga dele e ajoelhada, abaixou a sua bermuda, depois sua cueca, jogando ambas para fora do box, para em seguida voltar-se ao pau duro que Lucas exibia com orgulho. Gabi me contou que o sobrinho era bem dotado (havia puxado o pai, mas isso é outra história dela). Ela o agarrou, punhetou com força e caiu de boca, lambendo das bolas até cabeça e depois chupando tudo, apertando os lábios com força.

O calor ainda estava de matar. E de pé novamente, Gabi abriu o chuveiro e água caiu fria sobre seus corpos suados. Ela se apoiou na parede e puxou o sobrinho para trás de si. Lucas foi rápido agarrando a tia pela cintura e metendo com força o pau naquela boceta lisinha e gulosa. Ele fudeu a tia com uma brutalidade que não combinava com o rapaz tímido e envergonhado. Seus gemidos podiam ser ouvidos na casa ao lado, assim como as investidas de Lucas contra o corpo de Gabi. Era como se ela levasse uma série de tapas na bunda, gritando "mais, mete mais, com força..."

"Quero gozar!" Gritou ele, tirando o pau de dentro daquela xoxota molhada, com medo de engravidar a tia. Gabi se virou rápido, se abaixou novamente e pegando no pau do rapaz, pediu "me dá teu leitinho, dá!". O primeiro jato de porra quente encheu a boca de Gabi, o segundo acertou seu rosto enquanto ainda engolia o primeiro e um terceiro jato acertou seu queixo, lábios e pingou até os seios, mas a água do chuveiro logo pôs tudo a escorrer. O rapaz estava ofegante.

"Você vai voltar aqui outro dia, para comer meu cu também, certo?" Ela o fez prometer que voltaria. Por aquele dia, a aventura incestuosa de Lucas havia terminado, mas não sem antes realmente tomarem banho juntos, com mais trocas de carinho, beijos e mãos curiosas tocando o que nunca haviam tocado antes. Secaram seus corpos e Lucas se vestiu novamente. Gabi continuou com a toalha até eu chegar em casa com a pizza.

O cabelo molhado dos dois me deu uma boa ideia do que poderia ter acontecido. Levei Lucas para casa, depois da pizza, no carro perguntei: "Tua tia é gostosa, né?"... e dessa vez, sorrindo, ele me respondeu "e como! E como!"

Foto 1 do Conto erotico: Ensinando o sobrinho...


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Ficha do conto

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jcaugusto

Nome do conto:
Ensinando o sobrinho...

Codigo do conto:
262143

Categoria:
Virgens

Data da Publicação:
16/05/2026

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2

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