Barbaridades que não me incomodam.

Dou aula numa escola.
Lá eu fico imaginando como é a vida de cada aluno. Cada experiência que ele ainda vai passar nessa vida, quem são as referências de adulto na vida dele.
Mas também fico triste, pensando do lado dos meninos. Ter que encarar o mundo com uma masculinidade tão frouxa e falaciosa.
Ao invés de se unirem aos professores homens, de preferência solteiros e já vacinados, "cowboys fora da lei, malucos belezas", como diria raulzito...
É um modelinho de masculinidade que todo menino pequeno percebe que não dá em nada, que corta suas liberdades com falsas promessas de liberdade embutidas num argumento enviesado, cujas lógicas simplesmente não se comprovam, não existem.
Somente porque a estrutura da sociedade acaba se voltando demais para as vontades femininas.
Mas na última reunião de professores, ouvi um caso que, conforme foi sendo contado, só confirmou uma coisa para mim, tal como Esther Villar já tinha previsto:
"a existência da mulher é sua cona".
Garota fulana, já perambulando pelas vielas tortas da puberdade... mas, pera lá! Vamos usar a metodologia chinesa de análise: qual conceito de puberdade, afinal de contas?
Ela já anda com os valentões frouxos e perigosos das bocas de fumo, trouxas que dão um presentinho ou outro para ela, conforme ela explora sexualmente o imaginário de tais homens.
Tudo na base da troca de serviços.
É um "privilégio" um mané perdido e propositalmente desinformado e propositalmente confundido pela estrutura social, achar que é bacana comer uma novinha.
Eu mesmo nunca achei as fêmeas do meu tempo de escola lá grande coisa de merecerem ser comidas. Claro, já haviam as corpudas com os uniformes deixando claro suas intenções, eu é que era inocente demais. Mas ao mesmo tempo nunca me contaram sobre a verdadeira natureza humana.
Garota fulana, tem um pai que trabalha mas que é parcialmente presente. A mãe é tão puta que a inspirou justamente nos trejeitos de puta. Indo em festinhas e disputando com a filha quantos homens elas pegariam mais do que a outra.
Empoderamento? Feminismo?
Bom exemplo de família?
Não e não!
Palavras da boca da coordenadora, da supervisora, da vice-diretora.
E pra encerrar o dia com chave de cú: um colega de profissão que acredita em "machismo".
Ai, ai, ai... mais um pra ler o livro da Esther Villar, "Homem Domado", e tomar um choque de realidade aos 40 e poucos.
Devo mesmo indicar o livro pra ele? Pode ser que o coitado não entenda a revolta interna, mesmo que isso o liberte.
Melhor não.
Eu não sou moralista pra viver de hipocrisia e contradição.
Sou vacinado e filosofado na cultura chinesa, que já aceitou a natureza da mulher na sociedade.
Está tudo bem por lá.
Garota fulana... mas que poderia ser qualquer outra garota ali que eu vejo. Todas adorariam viver intensamente essa vida de rodada mais do que Chevrolet Onix de Uber. Todas! Basta adaptar o contexto, algumas certamente gostariam de um contexto mais rico e privilegiado, educado e limpo, até estrangeiro...
Nenhuma mulher é inocente.
Nunca serão.
Sempre cheias de malícias e fofocas.
Acho que é por isso que eu vejo que a escola deveria ressaltar ao homem que ele é minoria bem privilegiada.
Talvez no esquema 70/30, haveria uma proporção mais bacana de meninas para os meninos se sentirem mais valorizados. As meninas teriam que competir mais umas contra as outras. Essa de 50/50 é só merda e confusão.
A sociedade já é assim 70/30 ou 60/40, a biologia humana sempre privilegia uma quantidade maior de mulheres à partir do nascimento.
É um erro de nós, homens, acharmos que devemos nos arriscar ainda mais em empregos arriscados e humilhantes, participar de esportes e competições violentas que machucam nossos corpos e psiques, e ainda termos que nos relacionarmos com mulheres que não são compreendidas pela maioria de nós e ainda zombam se fazendo de desentendidas.
Sim, 70% de meninas e 30% de meninos nas escolas!
O tanto de guria que vai ter que "rebolar" pra agradar guri...
O mundo sempre esteve à favor do sexo masculino. Até mesmo quando somos minoria numérica. Não adianta nos eliminar, castrar, humilhar...
Trouxa é quem defende a garota fulana que vai continuar se excitando no carrossel de prazer...
Pra mim, pouco importa, não dou aula na turma dela, não a conheço além desse relato que vem da boca das outras mulheres, pouco importa mesmo.
Quando é que o aluno achou que poderia ter mais autoridade que o professor?
Eu imagino tantas loucuras se o contexto fosse só um pouquinho melhor ao meu favor...
Não que eu queira ser só mais um exemplo moribundo de "Humbert" para uma "Lolita". Ironia da vida é que até existe um prof chamado Humberto onde trabalho. E olha que ele é super simpático com minhas perspectivas asiáticas hehehe.
Adoraria aceitar umas dicas suas, queridos leitores, caso queiram contribuir positivamente para minha vantagem.
A estrutura social ocidental é lotada de falhas que só uns poucos vão conseguir perceber e passar com maestria.
Nada me impede de usar mentiras e fofocas para o meu bel prazer (afinal, não são as mulheres que acabam ensinando isso ao homem?).
Só não curti o final de Humbert e Lolita, acho o roteiro uma merda completa.
Lá quero me tornar um velhote cachorrinho de mulher? Nem fudendo!
Não sou de bater e não acho que dor física seja lá algo educativo. Felizmente estes tempos já se foram - o que é especialmente gratificante para os meninos. As mulheres nunca dão valor a existência do homem, quiçá ao trabalho e conquistas dele.
Penso em algo mais do tipo "A Secretária", com algumas beldades engatinhando para mim.
Elas não são grande coisa, porque essa geração de pais moderninhos também me olhava com desdém quando eu era menor. Honestamente, não quero deixar essa estrutura social apodrecida sair "impune" de tomar um belo sopapo da minha existência.
Sou infinitamente melhor que o Nabokov poderia escrever. Infelizmente, estou no Bostil.
Sem esposa chata, sem filhos chatos. Tranquilo me deito, em paz me levanto.
(Ao machola beta fortinho, que cai na armadilha de ser "machão alfa provedor", toda dor e desencanto!)
Topam?
Se sim...
Mandem sugestões de como eu poderia manipular as "peças" para que eu possa começar a ganhar esse jogo.
Talvez não aconteça nada, mas até quando eu sair da espelunca do governo, quero sair dando risada enquanto o circo, mais uma vez, pega fogo.
Carpe Diem.
Foto 1 do Conto erotico: Barbaridades que não me incomodam.

Foto 2 do Conto erotico: Barbaridades que não me incomodam.

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Ficha do conto

Foto Perfil virgem-solitario
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Nome do conto:
Barbaridades que não me incomodam.

Codigo do conto:
262218

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
17/05/2026

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