O Segredo do Banho
Otávio era um viúvo negro de 68 anos, 173 quilos de puro peso e presença. Corpo largo, pesado, cheio de curvas macias: barriga enorme e caída, peitos grandes e moles, coxas grossas que se esfregavam ao andar e, principalmente, um bumbum gigante, redondo, negro e tremulante que balançava hipnoticamente a cada passo.
Seu neto Lucas, 22 anos, magro e de pele clara, morava com ele e há meses nutria uma obsessão secreta pelo avô.
Naquela tarde quente, Otávio entrou no banheiro deixando a porta entreaberta. Tirou a roupa devagar, revelando toda aquela massa negra e macia. Abriu a água, deixou o jato quente escorrer pelo corpo e pegou o plugue médio que guardava escondido na gaveta do armário — um brinquedo preto, grosso, com base larga que ele usava quando a saudade apertava.
Lucas, que passava pelo corredor, parou ao ouvir o chuveiro. Espiou pela fresta e sentiu o pau endurecer instantaneamente. O avô estava de costas, curvado um pouco para frente, abrindo com as duas mãos enormes aquelas nádegas gigantes. O buraco escuro e enrugado piscava, molhado. Otávio cuspiu no plugue, posicionou a ponta contra o próprio cu e começou a empurrar devagar, gemendo grave enquanto o brinquedo abria seu interior.
Lucas não resistiu. Baixou a bermuda ali mesmo no corredor e começou a se masturbar furiosamente, olhos vidrados no avô enfiando o plugue cada vez mais fundo, girando, empurrando até a base desaparecer entre aquelas duas montanhas de carne negra.
Otávio sentiu o tesão crescer. O plugue estava todo dentro, pressionando sua próstata. Ele mexia o quadril, fazendo o bumbum gigante tremer, enquanto uma mão grossa descia para segurar o pau semi-duro que pendia pesado abaixo da barriga.
Ele terminou o banho assim, plugue ainda enfiado, corpo brilhando. Enrolou uma toalha que mal conseguia cobrir toda aquela gordura e saiu. Foi então que ouviu um gemido abafado vindo do banheiro dos fundos.
Otávio se aproximou silenciosamente. Lucas estava lá, de costas para a porta, cueca arriada, batendo punheta rápido enquanto murmurava:
— Avô… caralho… que bunda gostosa… enfia mais fundo…
O velho sentiu uma onda quente de tesão misturada com surpresa. O garoto estava se masturbando pensando nele. E tinha visto tudo.
Otávio não disse nada. Guardou o momento.
À noite, Lucas dormiu cedo, exausto. Deixou a porta do quarto entreaberta, como sempre. Otávio esperou mais de uma hora na sala, o plugue ainda dentro dele, mantendo-o semi-duro o tempo todo.
Quando teve certeza de que o neto dormia profundamente, o velho se levantou. Tirou toda a roupa. Seu corpo nu era imenso: barriga balançando, peitos moles, e aquele bumbum gigantesco tremendo a cada passo enquanto ele entrava no quarto.
Subiu na cama com cuidado, mas o colchão afundou violentamente sob seus 173 quilos. Lucas se mexeu, mas não acordou. Otávio puxou a cueca do neto para baixo, expondo a bunda branca e firme. Cuspiu na mão, passou no próprio pau (agora completamente duro, grosso, veioso e longo) e pressionou a cabeça larga contra o cuzinho virgem do jovem.
Empurrou.
Lucas acordou sobressaltado com a dor e a pressão enorme, sentindo aquele monstro negro forçando entrada.
— Aaaah! Avô… que porra… — gemeu, assustado.
Otávio cobriu o corpo do neto com o seu próprio peso, a barriga quente e macia pressionando as costas dele, o bumbum gigante descansando pesado sobre as coxas finas de Lucas. Segurou os pulsos do jovem contra o colchão e meteu mais fundo, voz rouca no ouvido dele:
— Você ficou me olhando enfiar meu plugue no banho… batendo punheta pro meu cu. Achou que eu não ia sentir? Agora aguenta, menino. Esse seu cuzinho vai pagar o que viu.
Ele começou a estocar devagar, mas pesado. Cada movimento fazia todo o seu corpo tremer: a barriga balançando contra as costas de Lucas, os peitos moles batendo, o bumbum gigante tremulando. O plugue ainda dentro do avô roçava a cada movimento, aumentando ainda mais o tesão dele.
Lucas gemia alto, misturando dor e prazer, sentindo aquele pau enorme abrindo ele por completo.
— Avô… você é muito grande… tá me rasgando…
— Shhh… quieto. Você queria isso — grunhiu Otávio, mordendo o pescoço do neto enquanto acelerava as estocadas, o peso todo do corpo prendendo Lucas no colchão.
O velho gozou primeiro, jorrando forte e quente bem fundo, o corpo inteiro tremendo, o bumbum gigante apertado. Não tirou. Ficou lá dentro, ainda duro, e continuou metendo devagar, a barriga suada colada nas costas do jovem.
— Amanhã você vai me ajudar a enfiar esse plugue de novo… e depois vai sentar nele enquanto eu te como. Entendeu?
Lucas só conseguiu gemer e gozar contra o lençol, o corpo tremendo sob o peso do avô.
