Não existe nada mais maravilhoso do que quando alguém olha diretamente para dentro de você, e também lhe franqueia passagem direta através do seu ser.
O meu amor, minha mulher, minha dama, é puta! Uma putinha que tem dono. Um dono! Ela é a minha garota de programa particular, prostituta exclusiva! Vagabunda, piranha, cadela, gostosa, do macho dela. Minha!
A putinha ama chupar um caralho, ter um pau duro na boca. Pra ser sincero, em qualquer parte do corpo. Mas, em benefício do contexto, aquela puta adora mamar um macho. E eu, macho safado e pervertido que sou, me beneficio dessa virtude do meu amor.
Sempre amei dar pica a ela, sempre. Mas, isso aumentou exponencialmente deis da primeira vez que ela fez amor com o meu pau. Cada vez que ela inova na nossa putaria gostosa é como se desbloqueasse um novo nível de paixão e desejo em mim por ela. Quanto mais devassa a minha mulher se torna, mais a desejo, e mais quero ser o homem dela, o macho dela, assim como ela é uma puta que pertence a mim.
Cada safadeza, cada novo nível de putaria que ela alcança desbloqueia em mim um novo patamar de paixão e entrega, e desejo, e perspectiva de futuro, e vontade de ser cada vez mais o homem da vida dela.
Ela chupava tão deliciosamente o meu caralho, que com o tempo aquelas mamadas foram se transformando em transas inteiras. Já houve ocasião em que ela me mamou por horas, até mesmo na escada da casa dela. Que coisa linda e admirável a minha mulher engasgando na pica. Chupando, mamando, fazendo amor com o meu pau, como se estivesse realizando um grande sonho, saboreando um manjar, concretizando uma meta de vida.
A cada encontro o boquete era melhor que o último, e até hoje não sei como isso é possível. Então minha mulher putinha foi ficando mais, e mais, e mais safada, gostosa e devassa, e começou a explorar cada vez mais o meu corpo, causando sensações novas de prazer.
Ela pegou gosto por explorar meu sexo, e, se retroalimentava das minhas reações de prazer, que no início até tentei conter. Era gostoso quando ela deslisava virilha abaixo, lambendo minhas bolas, chupando minhas bolas enquanto gemia, passando só a pontinha da língua em toda a extensão, cada vez se aproximando mais do meu períneo, e a ideia daquela safadeza, pra mim absurda, ia me excitando cada vez mais, pois o meu tesão reage às intenções da minha puta.
Quanto mais safada, mais devassa, libertina, ela é, mais tesão eu sinto por aquela mulher. Quanto mais vagabunda ela se torna mais a quero, e quanto mais putarias ela me inspira mais o meu desejo por ela aumenta. É quase como se eu ganhasse um puteiro inteirinho só pra mim, mas, em vez de querer sair variando cada dia com uma menina, esse fato me fizesse apaixonar pela dona do lugar, pela absurda coleção de putarias que ela tivesse me proporcionado. Fez-me apaixonar perdidamente por ela e querer a mesma todas as noites, ela com toda a sua volúpia e safadeza sem pudores, e todas a sacanagens que desejar fazer comigo. Não saberia explicar de outra forma.
Desse jeito minha putinha foi ficando cada dia mais safada e mais excitada pelas minhas reações de prazer. Mas, era impossível não reagir de tal maneira a ela. Até que, finalmente, eu já não conseguia distinguir onde estava sua boca, seus lábios, sua língua. Era tudo novo, nunca havia sido tocado daquela forma, então nem tinha consciência corporal de onde estava sendo tocado.
Ela descia minha virilha dando beijinhos, lambendo de baixo pra cima, lambendo a cabeça do meu caralho gotejando de tesão, e a puta caindo de boca em mim, até que não resisti e deixei sair os gemidos que tentava segurar. Pra minha surpresa a vagabunda da minha noivinha foi ficando mais ousada com aquilo, até que precisei com muito esforço interromper um gemido pra perguntar: - Meu bem, até onde você vai com essa língua? Só pra ouvir aquela voz de mulher safada, de rapariga com tesão, me respondendo única e simplesmente: - Seu cu!
Puta que pariu! Aquilo foi uma das sensações mais loucas que já tive. Só tesão! Não tinha mais medo. Eu passei a querer. Queria sentir aquilo, presenciar aquilo, ver aquilo acontecendo. Sobretudo, o nível de putaria que aquilo representou pra mim excedeu qualquer ressalva machista que ainda restasse.
A boca se aproximou, senti o calor do hálito, senti a respiração dela, e aquilo fez meu pau maximizar na hora, ficou mais grosso, mais duro, as veias começaram a latejar, a babinha começou a gotejar, minha respiração se converteu em gemidos, e ai aconteceu, aquela língua molhada, quentinha, obscena lambeu o meu cu num carinho de puta, parecia que estava com uma garota de programa que desejava me fazer gozar logo, e acelerei a punheta em movimentos tão enérgicos que o caralho sibilava, a punheta emitia sons, e a puta safada que eu amo é tarada por punhetas.
Quanto mais eu gemia e tocava uma feito um pervertido, mais tesão minha putinha sentia e com mais gosto chupava o meu cu, lambia, beijava, cheirava, e eu estava no paraíso. É muito gostoso o beijo da minha prostituta particular, minha puta exclusiva, minha garota de programa, minha mulher gostosa! Ela beija gemendo, com o rabo empinado, a xota enxarcada de mel de puta safada. Ela goza chupando o meu cu! Que macho safado tarado pervertido sortudo eu sou!
A cada dia o meu amor é mais puta. E, quanto mais devassa ela fica mais eu pertenço a ela. Eu amo aquela puta! Quero ser o dono dela, pra sempre. Que o nosso amor em cada e em todos os aspectos, e nossa obscenidade sejam imensos, e imensamente iguais em intensidade. Eu te amo minha puta. Quero tudo com você!
Neste aspecto posso afirmar sem qualquer resguardo que eu tinha o mesmo pré-conceito que a maioria dos homens. Aquela parte do meu corpo era única. Unicamente minha, e completamente assexual. Mas, não me incomodo com isso
Agora compreendo que, com a pessoa certa não é preciso temer absolutamente nada. Pode-se fazer tudo, absolutamente tudo o que o desejo pedir. Com o amor das nossas vidas mesmo o que parece extravagante é bom, é gostoso, e redunda em mais amor. Minha sexualidade nunca mais foi a mesma depois dela. Dediquei todo o meu erotismo a seguir a trilha de fetiches da minha noiva putinha, e me tornei o macho tarado pervertido fetichista para quem ela sempre quis dar. Hoje adoro isso!
Eu não sei se aqui é o lugar adequado pra esse tipo de assunto, mas, se eu puder deixar só um conselho pra vocês, é: Satisfaçam suas parceiras, façam elas gozarem gostoso, gozarem como se tivessem nascido só pra aquilo. Desafiem seus limites mentais. Se não for nada maligno, quebre os padrões, supere as barreiras, os tabus, as polêmicas. Tudo isso está na mente.
E, mais tarde, ao olhar em perspectiva, vai ver que foi incrível ter se permitido fazer coisas que você nunca pensou que faria, quebrar regras que pareciam intransponíveis, experimentar o que, racionalmente pode até nem parecer muito certo moralmente... Se sua parceira merece, te faz feliz, te ama mesmo, vá além, confie, surpreenda! Eu fui! E gozei muito gostoso!
P. S.: No último up grade a putinha começou a escrever "contos eróticos". Entre aspas porque apesar do termo, não são apenas contos, mas relatos reais do nosso amor, e da nossa putaria. Minha paixão se multiplicou. Logo, naturalmente, não vejo a hora de descobrir como ela ficará ainda mais devassa! Derreto-me de desejo!
Fazendo as vezes de coach;
Só vai! E, se der medo, vai com medo mesmo!