Surpresas na escola

O sentimento de culpa pesava nos meus ombros como o mormaço abafado da cidade em que eu vivia, especialmente quando eu sentia aquele leve incômodo lá atrás, uma lembrança física, bem real, da carga pesada que o caminhoneiro Valdir havia deixado em mim. Eu olhava para a tela do celular, correndo os olhos pelas mensagens carinhosas e possessivas do tio Valdo e do Antônio, e me sentia o pior dos traidores. Tinha quebrado a nossa promessa de exclusividade logo na primeira oportunidade em que os dois se ausentaram.
No entanto, a ausência prolongada dos meus "donos" e o fato de Valdir já ter seguido viagem pela rodovia deixavam um vazio que a rotina da escola simplesmente não conseguia preencher. Eu afundava em uma carência que beirava o desespero. O tesão, que antes começou como uma brincadeira gostosa no mato, agora tinha virado uma necessidade fisiológica de ser usado, dominado e preenchido por um macho de verdade. Cada vez que eu passava em frente ao espelho do quarto e via as marcas arroxeadas que já começavam a sumir da minha pele branquinha, o desejo de renová-las com um novo vigor falava muito mais alto do que qualquer remorso.
A chegada de Cléber, o novo professor de educação física, foi o catalisador que faltava para enterrar de vez a minha consciência pesada sob uma nova e densa camada de luxúria. Cléber era um homem de 38 anos, com um físico esculpido por anos de atletismo: coxas grossas que marcavam tensionadas nas calças apertadas que ele usava nas aulas teóricas ou nos shorts de tactel que ele ia nos dias de prática, e uma barba rala bem cuidada que desenhava um rosto másculo, sério e imponente.
Durante as aulas na quadra, eu não conseguia tirar meus olhos azuis do volume evidente que se destacava na frente dele sempre que ele demonstrava um exercício de alongamento. O cheiro de suor misturado com um desodorante amadeirado forte que emanava do Cléber me remetia diretamente às experiências que tive com os outros coroas, fazendo meu corpo arrepiar inteirinho, involuntariamente. Eu sabia que estava jogando com fogo, mas a "fome de pica" que o Valdo sempre mencionava parecia ter se tornado a minha principal característica de sobrevivência. Imbuído da ideia de experimentar a pica do meu professor, acabei por me dedicar bastante a disciplina até virar monitor, o que faria com que eu pudesse passar algumas horas do dia sendo seu auxiliar, ajudando a guardar materiais e também dando aulas teóricas de reforço para os alunos menos aplicados. Em pouco tempo virei o favorito do Cléber.
Nesse meio tempo, o Valdo retornou da sua viagem e já foi mandando mensagem dizendo que queria dormir comigo na mesma noite. Por sorte era dia de plantão no hospital e assim que minha avó dormiu eu fui matar a saudade e a vontade do meu macho, mas enquanto o Valdo me fodia, eu não conseguia tirar o Cléber da cabeça e imaginava ele no lugar do Valdo metendo no meu cuzinho. Isso fez com que eu ficasse ainda mais putinha e ao perceber isso o Valdo imaginou que era também saudade que eu sentia da pica dele. Fodemos praticamente a noite toda aproveitando que era uma sexta feira e eu não teria aula no dia seguinte. O Valdo gozou três vezes e de manhã antes de eu ir embora ainda me leitou novamente, ou seja, estava preenchido e satisfeito para aguentar o fim de semana. Eu mal podia esperar pra que a semana começasse e eu pudesse encontrar o Cléber, mas a aula dele na minha turma era só na quarta-feira. Aguentei esperar pacientemente.
Na quarta-feira já decidido a testar o terreno, passei a adotar uma postura de "cadelinha” ainda mais dedicada durante os treinos. Eu escolhia de propósito o short mais curto e colado do meu guarda-roupa, que revelava o início das minhas pernas depiladas e o formato redondo e empinado da minha bunda, garantindo que o professor tivesse uma visão privilegiada de qualquer ângulo. Comecei a arquitetar minhas primeiras provocações direto na quadra. Durante os exercícios mais intensos, eu exagerava nos gemidos de cansaço, transformando-os em algo manhoso, arrastado e puramente sugestivo.
Numa outra aula na semana seguinte, enquanto eu ajudava ele na contagem do material que havia sido usado na aula e ele passava perto de mim anotando na prancheta, eu me apoiei contra a trave do gol, respirei fundo e soltei, fitando-o bem nos olhos:
— Nossa, professor... suas aulas são sempre tão... intensas. O senhor exige tanto do meu corpo que eu fico até sem forças nas pernas. Será que eu vou aguentar o ritmo do senhor até o final do ano?
Cléber parou por um segundo, a caneta imóvel sobre o papel. Ele me olhou de cima a baixo, fixando os olhos na minha cintura antes de pigarrear e tentar recuperar a postura profissional:
— O treinamento é para quem aguenta o rojão, Jefferson. Se você se dedicar, o seu corpo se acostuma com a carga.
— Ah, eu adoro uma carga pesada, professor — respondi quase em um sussurro, sustentando o olhar com malícia até ele desviar, visivelmente desconfortável com a audácia do seu aluno favorito. Embora mantivesse a pose, por vezes ele deixava o olhar demorar-se um pouco mais nas minhas curvas, o que injetava uma dose cavalar de adrenalina no meu coração. Era um jogo de gato e rato onde este veadinho estava ansioso para ser capturado e devidamente arrombado.
Em uma tarde de calor escaldante, a quadra parecia um forno e o pretexto perfeito se desenhou. Durante a contagem do material eu perguntei ao Cléber se ele podia repetir comigo os exercícios da aula, pois eu não tinha conseguido fazer da forma correta. Forjei uma dificuldade muito maior em um exercício de flexibilidade, permanecendo de quatro no chão de cimento pintado enquanto fingia tentar alcançar a ponta dos pés. Curvei a espinha, empinei o rabo o máximo que pude na direção dele e esperei. Não demorou para que eu sentisse a presença imponente de Cléber se aproximar pelas minhas costas.
O peso da mão dele pousou na minha lombar, supostamente para corrigir a minha postura, mas o toque foi firme, quente e demorado.
— Você precisa relaxar mais essa musculatura, Jefferson... está muito tenso aqui atrás — disse Cléber, com uma voz grave que vibrou direto nas minhas costelas, fazendo-me soltar um suspiro audível.
Aproveitei que a mão dele ainda ditava o peso no meu corpo e decidi atiçar ainda mais o fogo. Com o rosto virado de lado, olhei para ele por baixo dos cílios e cometi a minha maior ousadia até ali: comecei a rebolar devagar, pressionando deliberadamente a minha bunda contra a palma da mão dele, sentindo o calor da sua pele através do tecido fino do meu short.
— É que eu sou muito sensível ao toque, professor... — provoquei, manhoso, dando uma leve risada sacana. — Mas se o senhor continuar massageando e pressionando com essa força toda, tenho certeza de que meu corpo vai acabar cedendo todinho para o senhor. O senhor tem mãos tão grandes... aposto que sabe exatamente como amaciar um aluno teimoso.
Senti os dedos dele se contraírem na minha carne por um reflexo puramente instintivo. A respiração do Cléber falhou por um milésimo de segundo. Naquele momento, o silêncio da quadra completamente vazia pareceu conspirar a favor do pecado, e a minha mente já visualizava perfeitamente o Cléber substituindo o tio Valdo e o Antônio naquela minha hierarquia de prazer.
A interação discreta continuou e se estendeu até o depósito de materiais, local que era usado por Cléber também como seu “escritório” e que por ser parecido com o depósito do bar do tio Valdo, já me trazia memórias excitantes. Entrei carregando as bolas de basquete e, fingindo desleixo, deixei uma delas cair. Curvei-me de forma lenta, quase coreografada, para pegá-la no chão, expondo toda a redondeza e brancura da minha bunda sob a luz fluorescente do teto.
Cléber, que vinha logo atrás para trancar o local, parou abruptamente na porta e ficou em silêncio por alguns segundos. Dava para ouvir a respiração dele ficando visivelmente mais pesada e ruidosa. Virei-me devagar, propositalmente de joelhos, com o rosto corado, os lábios entreabertos e sustentando aquele olhar predatório que ele finalmente não conseguia mais esconder.
— O senhor também acha que eu sou um rapazinho muito prestativo, professor? Ou vai dizer que eu sou só um menino desastrado que precisa ser castigado? — perguntei, usando com maldade as mesmas palavras que o Antônio costumava usar na intimidade para me descrever.
Cléber deu um passo determinado para dentro do depósito e girou a chave na fechadura, trancando a porta — a mesma trava que, para mim, funcionava como o gongo que sinalizava o início de todas as minhas sessões de "aprendizado" com meus outros machos coroas.
— Eu acho que você é um perigo, Jefferson. Um safado que está precisando de uma lição de disciplina das bem severas, daquelas que não se aprende nos livros — respondeu ele, aproximando-se com a autoridade de quem ia assumir o controle absoluto.
Naquele momento ali de joelhos, diante daquele belíssimo exemplar de macho eu me senti a mais sortuda das putinhas, via o volume rígido do Cléber crescer me dando o sinal de que tudo o que planejei durante aqueles dias estava prestes a se concretizar. Aquela situação também me dava o aval de que eu havia subido de nível como putinha adolescente e já era capaz de provocar um macho ao ponto de levá-lo a fazer o que eu quisesse.
Levei minha mão por cima do tactel do calção dele, apertando e sentindo que ali havia um mastro tão imponente e grosso quanto os que já haviam me preenchido antes. O medo de ser descoberto por Valdo ou Antônio foi completamente varrido da minha mente, substituído pelo desejo ardente de provar aquele novo "leite" e sentir como a rola de um atleta de verdade se comportaria no meu cuzinho já tão bem treinado. Eu sabia que estava me tornando a putinha exclusiva de um verdadeiro harém de coroas, e a ideia de adicionar o professor à minha lista me deixava em puro êxtase.
— Por favor, Cléber... me ensina essa lição agora. Me castiga do jeito que eu mereço — implorei, abandonando de vez o título formal de professor e buscando o contato direto da pele dele.
Cléber me prensou com força contra a pilha de colchonetes velhos, segurando o meu pescoço com uma pegada possessiva, a mesma grosseria que o Valdo usava para me mostrar quem mandava na relação. O contraste entre a minha pele clara e jovem e as mãos grandes, calejadas e bronzeadas do professor criava uma cena que eu desejava desesperadamente estar vendo refletida num espelho. Comecei a desamarrar o cordão do calção dele com pressa, minhas mãos trêmulas e o coração disparado pela adrenalina pura de estar fodendo dentro do meu próprio ambiente de estudo. A expectativa de sentir aquela nova pica entrando de ladinho ou de quatro me fazia babar de antecipação, esquecendo qualquer jura de fidelidade que eu tivesse feito no passado.
A lição do Cléber começou comigo de joelhos sobre o chão do depósito, prestando as mesmas honras que Valdir e Antônio já haviam recebido, mas agora com um toque de urgência escolar. Cléber gemia baixo enquanto eu abocanhava aquele mastro que não era só grosso, mas tinha um tamanho que me deixava com ainda mais água na boca. A voz rouca de prazer do Cléber ecoava entre as paredes de concreto, enquanto ele me chamava de "aluno safado" e "veadinho talentoso" e guiava a minha cabeça para que eu engolisse cada centímetro daquele novo prazer.
Eu usava a minha língua com a maestria de quem já havia sido arrombado pelos melhores coroas da região, sentindo o sabor salgado do suor dele misturado ao gosto forte de homem, deleitando-me com o poder que eu exercia sobre aqueles machos. Olhava para cima sem tirar a pica da boca, vendo o meu professor gostoso de olhos fechados, a testa franzida e uma expressão de total entrega, sabendo que eu tinha conquistado mais um território para a minha fome insaciável. O depósito de educação física estava oficialmente batizado como o meu novo santuário de putaria adolescente.
O professor então me virou de costas com brutalidade, jogando o meu corpo branquinho sobre a mesa de madeira onde ficavam os registros e chamadas da escola, e baixou o meu short com um único movimento bruto. Senti o ar frio da sala bater na minha bunda totalmente exposta, logo seguido pelo calor intenso e absurdo da língua do Cléber. Ele chupou meu cuzinho de uma maneira que nenhum dos meus outros machos havia feito. Tinha vontade e desejo, mas também experiência. Ele preparou meu cuzinho com a boca e me deixou piscando quase implorando pra sentir toda a extensão da sua pica. Como bom macho fodedor, ele foi colocando devagar com receio de que fosse uma das minhas primeiras vezes, contudo ao notar que o meu buraquinho já carregava alguma experiência ele falou:
— Você está bem aberto, Jeffinho... andou praticando muito fora das minhas aulas, é? — questionou ele, surpreso ao perceber a elasticidade e a maciez que o Valdo e o Antônio tanto elogiavam em mim.
Eu apenas rebolava contra ele em resposta, incapaz de formular uma frase completa, buscando aquele preenchimento total e bruto que só um macho coroa e forte poderia me proporcionar. Ignorei o ardor inicial da entrada e foquei apenas no prazer absurdo de ser usado e preenchido novamente. A traição agora era um conceito abstrato, soterrado por cada estocada rítmica, violenta e profunda que o professor Cléber desferia no meu interior, fazendo a mesa de madeira ranger alto a cada impacto.
O prazer que sentíamos nos fez perder um pouco a noção do tempo e o que era pra ser uma rapidinha, acabou se estendendo por uma meia hora. Nesse tempo, ele me colocou para cavalgar na rola e pude mostrar as minhas habilidades em montar numa pica. Me colocou de quatro com a bunda empinada enquanto cravava a pica no meu rabo e me montava como um garanhão monta uma égua. E finalmente me deitou no chão de bruços enquanto abria minha bunda e metia sua pica de uma vez de uma maneira feroz e ritmada anunciando que eu teria dentro de mim o leitinho que tanto lutei pra conseguir rsrs.
Ao final, quando o leitinho quente do professor inundou e transbordou de dentro de mim, senti uma satisfação plena, quase como se tivesse cumprido um dever acadêmico de extrema importância. Limpei-me rapidamente com a barra da camiseta, recompondo o meu visual clássico de menino inocente, enquanto o Cléber me observava ajeitar a roupa com um sorriso malicioso de quem acabara de descobrir o segredo mais sujo e gostoso de toda a escola.
Saí do depósito andando devagar, sentindo o meu buraquinho latejar gostoso e com a certeza absoluta de que eu teria muitas histórias novas para esconder do Antônio e do Valdo, ou talvez, quem sabe, para compartilhar em uma futura e deliciosa sessão coletiva. Minha vida de putinha seguia em plena expansão, e o peso na minha consciência tinha sido completamente substituído pelo peso de mais uma gala de macho guardada dentro de mim.
Foto 1 do Conto erotico: Surpresas na escola


Faca o seu login para poder votar neste conto.


Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.


Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.


Twitter Facebook

Comentários


foto perfil usuario kaikecamargo3

kaikecamargo3 Comentou em 20/05/2026

Tesão, gostei, sentir um pau enfiado na bunda é bom demais.

foto perfil usuario engmen

engmen Comentou em 20/05/2026

Que saga erótica mais envolvente e deliciosa! Esses personagens ainda terão muito a mostrar. Excelente conto!

foto perfil usuario henri_cuzasso

henri_cuzasso Comentou em 20/05/2026

Amei... tesão demais esse "professor"!!! Beijo




Atenção! Faca o seu login para poder comentar este conto.


Contos enviados pelo mesmo autor


260684 - Meu primeiro caminhoneiro - Categoria: Gays - Votos: 19
260354 - Primeira vez com dois coroas - Categoria: Gays - Votos: 10
260109 - Antônio, o pedreiro - Categoria: Gays - Votos: 14
246091 - O dono do boteco - Categoria: Gays - Votos: 24
246090 - Apresentação - Categoria: Gays - Votos: 6

Ficha do conto

Foto Perfil desejoescrito
desejoescrito

Nome do conto:
Surpresas na escola

Codigo do conto:
262445

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
20/05/2026

Quant.de Votos:
5

Quant.de Fotos:
1