A casa parecia um deserto de tédio e tesão acumulado. O tio Valdo precisou viajar para a capital para participar de uma feira de suprimentos para bares e restaurantes, buscando novos fornecedores para o boteco. Já o Antônio tinha pegado uma empreitada grande em uma cidade vizinha, onde ficaria responsável por coordenar a fundação de um novo condomínio; ele passaria a semana toda fora, dormindo no alojamento da obra. Antes de partirem, os dois se reuniram comigo no depósito e me deram uma ordem clara, selada com um tapa forte na minha bunda: eu deveria me comportar, focar nos estudos e, acima de tudo, não deixar nenhum outro macho tocar no meu corpo. Eles disseram que eu era propriedade exclusiva deles e que, na volta, confeririam se meu buraquinho continuava "sob controle". Eu prometi que sim, mas conforme os dias passavam e o silêncio da noite chegava, as palavras do tio Valdo na minha primeira vez — de que eu tinha nascido para ser puta de macho — ecoavam mais forte que qualquer promessa.
Na terceira noite, meu corpo já não me obedecia mais. Eu passava a mão na minha bunda branquinha e lisa em frente ao espelho e sentia um vazio que só uma pica de verdade poderia preencher. O tesão era uma agonia física. Minha mãe estava dobrando o plantão no hospital e minha avó já estava no terceiro sono quando decidi que as ordens de Valdo e Antônio seriam quebradas. Vesti meu short jeans mais curto, aquele que desfiado na barra mostrava o início das minhas coxas, e uma camiseta colada que realçava minha pele clara. Saí em direção ao posto de gasolina na rodovia, um lugar onde o cheiro de óleo, diesel e testosterona pairava no ar como um convite ao pecado.
Fiquei escorado perto da loja de conveniência, fingindo mexer no celular, mas sempre atento ao movimento dos gigantes de aço que paravam ali. Foi quando um caminhão bitrem, imponente e sujo de poeira da estrada, encostou. De lá desceu um caminhoneiro. Ele era a definição de um coroa bruto: 46 anos, barba por fazer, braços grossos cobertos de pelos e uma barriguinha saliente de quem vivia de comida de restaurante de beira de estrada. Ele me notou no mesmo instante. Seus olhos pequenos e escuros brilharam de uma forma predatória. Ele comprou um café, voltou para o caminhão e, antes de subir, deu uma piscada lenta para mim. Era o sinal que eu precisava. Caminhei até a cabine com o coração na boca.
— Tá procurando carona, viadinho? Ou tá querendo ver se aguenta a carga de um caminhoneiro? — ele perguntou, com uma voz rouca que me fez estremecer.
— Eu não quero carona, tio. Eu quero é ver se tem algum caminhoneiro que dê conta de um viadinho que tá morrendo de fome de pica — respondi, já perdendo a inibição e subindo o primeiro degrau, deixando que ele visse bem o meu rosto de menino e o brilho de safadeza nos meus olhos azuis.
Ele deu uma risada curta, me puxou para dentro e trancou a porta. O espaço da cabine era um templo de masculinidade. Nesse momento ele me disse seu nome e eu disse o meu, seu nome era Valdir. Ele não perdeu tempo com delicadezas. Sentou no banco do motorista e me puxou para o seu colo, me fazendo sentir o volume entre as suas pernas.
— Que coisa linda você é, Jeffinho. Branquinho, cheiroso... tô até em dúvida se você aguenta o tranco de um homem de verdade — ele disse, enquanto sua mãozona calejada descia por dentro do meu short.
— O senhor vai se surpreender. Eu já tive bons professores — sussurrei, abrindo o zíper da calça dele e libertando um monstro escuro e pulsante que mal cabia na minha mão.
Eu me ajoelhei entre os bancos e comecei o meu trabalho. Usei toda a experiência que ganhei com o Valdo e o Antônio, engolindo aquela pica de 20cm, que se parecia muito com a de Antônio com a diferença de ter uma cabeça mais avantajada. Mamei até o talo, fazendo movimentos circulares com a língua e olhando nos olhos dele enquanto eu engasgava propositalmente.
— Caralho, moleque! Onde você aprendeu a mamar assim? Você tem uma boca de veludo que parece profissional, porra! Nem puta de estrada consegue fazer gostoso desse jeito — Valdir exclamava, enterrando os dedos nos meus cabelos e forçando a cabeça da pica contra a minha garganta. Ele estava chocado com a minha performance; para um "novinho" daquela idade, eu agia como uma cadelinha veterana da estrada.
Não demorou para ele querer provar o resto. Valdir me jogou no leito atrás dos bancos, me deixando de quatro com a bunda empinada para o espelho lateral. “O Valdo e o Antônio que me desculpem” — pensei, enquanto sentia o Valdir passar um óleo de pele que ele tinha ali para lubrificar o meu buraquinho. Ele posicionou a cabeça daquela trolha e deu a primeira estocada. Eu gritei abafado, sentindo o meu cuzinho esticar ao limite, mas logo o prazer me dominou.
— Olha como esse rabo aceita a rola! Você é uma putinha de luxo, Jeffinho! Como é que um guri desse tamanho já tem o cu tão treinado? — ele rosnava, metendo fundo e rápido, fazendo a cabine balançar.
Mudamos de posição. Ele me deitou de costas, puxou minhas pernas até meus joelhos tocarem meus ombros e continuou o arrombamento com uma visão privilegiada da minha cara de delírio.
— Você é elástico, garoto! Parece que nasceu pra ser preenchido por pica de coroa — ele elogiava, enquanto me dava tapas estalados na minha bunda que me deixavam ainda mais excitado. Eu rebolava com uma vontade insana, pedindo por mais, sentindo que aquele caminhoneiro estava despertando em mim uma faceta ainda mais devassa.
Por fim, ele me sentou sobre ele, de frente, para que eu pudesse controlar a profundidade. Eu cavalgava naquele mastro com um vigor que o deixou exausto.
— Você é um monstro, Jeffinho... a melhor foda que eu já tive em vinte anos de estrada — ele disse, segundos antes de atingir o ápice.
Ele me segurou com força e descarregou uma quantidade absurda de leite quente dentro de mim, me fazendo gozar simultaneamente, apenas pela fricção e pelo prazer de ser usado daquela forma. Ficamos ali, suados e ofegantes, em meio ao cheiro de óleo e pecado. Eu sabia que tinha quebrado a promessa, mas sentindo o sêmen de Valdir escorrer pelas minhas pernas, eu só conseguia pensar em quando seria a próxima vez.
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