A tarde caía abafada e o portão lateral do bar do tio Valdo continuava sendo o caminho mais curto para o meu vício. Eu tinha 15 anos, 1.65m de altura, corpo magrinho e uma bundinha redonda e depilada que já conhecia muito bem o peso dos machos coroas daquela região. Estava vestindo apenas um shortinho de malha fina daqueles de academia curto e uma camiseta justa, totalmente sem cueca, doidinho para que o tio Valdo me arrastasse para o depósito dos fundos para mais uma daquelas sessões em que ele me tratava como sua cadelinha safada. No entanto, ao cruzar o corredor que dava para os aposentos dele, o silêncio da casa foi quebrado por passos pesados e firmes que não pareciam os do dono do bar.
Em vez do corpo peludo e da barriguinha de cerveja do tio Valdo, a porta do quarto se abriu e revelou um homem que eu nunca tinha visto ali. Ele era alto, tinha a pele um pouco bronzeada e ostentava um físico extremamente denso e musculoso, cheio de veias saltadas nos braços grossos. O peito era largo, coberto por algumas tatuagens com traços grossos, típicas de quem passou uma temporada atrás das grades. Ele usava apenas uma bermuda larga de tactel e uma camiseta regata que deixava os ombros volumosos e os trapézios saltados totalmente em evidência. O rosto tinha uma expressão fechada, de maloqueiro perigoso, com o cabelo raspado bem baixo nas laterais.
— Perdeu alguma coisa aqui, moleque? — a voz dele ecoou, extremamente grave e rouca, fazendo meu corpo inteiro dar um sobressalto de pura adrenalina.
— Desculpa... eu... eu achei que o seu Genivaldo estava. Sou o Jeffinho, neto da dona Laura... — gaguejei, sentindo minhas bochechas corarem instantaneamente diante da imponência daquele homem.
O brutamontes deu um sorriso de canto, carregado de deboche e malícia. Ele cruzou os braços musculosos sobre o peito e me mediu de cima a baixo com aqueles olhos frios e cortantes. Ele reparou nas minhas pernas lisinhas e no formato do meu rabo empinado pelo susto, parecendo ler exatamente o que eu costumava fazer naquele depósito.
— Ah, então você é o famoso Jeffinho... O chaveirinho de ouro do meu velho, eu ouvi ele falando de você com o meu padrinho Antônio — ele falou, dando um passo lento na minha direção, me encurralando contra a parede do corredor.
— Eu sou o Pedro. Mas na rua e na tranca todo mundo me chama de Pepê. Acabei de sair do pavilhão na semana passada e vim morar com meu pai. O velho saiu pra receber uma carga de bebidas e me deixou tomando conta de tudo.
Meu coração batia acelerado contra o peito, uma mistura de medo com um tesão repentino e violento ao ver aquele ex-presidiário tão de perto. Pepê se aproximou tanto que eu conseguia sentir o cheiro de homem forte, uma mistura de colônia barata com o suor de quem tinha um corpo esculpido à base de flexões e barras na prisão. Ele esticou um dos braços imensos e apoiou a mãozona calejada na parede, logo acima da minha cabeça, me deixando completamente sem saída.
— Sabe o que é, Jeffinho? O meu pai é velho e ingênuo, mas eu não sou — Pepê sussurrou, a boca dele colada na minha orelha, me fazendo arrepiar da cabeça aos pés.
— Eu passei os últimos anos trancado numa cela e na cadeia a gente aprende a se virar com o que tem, e lá eu era conhecido por um talento. Eu conheço o cheiro de uma putinha de longe. E você tá exalando esse cheiro. Veio aqui atrás do meu pai pra dar esse cuzinho, não foi?
— Não... eu só vim trazer um recado... — tentei mentir, mas a minha voz saiu fraca, quase como um gemido manhoso.
Pepê soltou uma gargalhada abafada e, sem qualquer aviso, desceu a outra mão diretamente para a minha bunda, apertando a carne macia por cima do short com uma força brutal que me fez soltar um gemido agudo. O dedão grosso dele buscou o meio do meu reguinho e pressionou exatamente onde minhas preguinhas estavam começando a piscar de puro nervosismo e excitação.
— Não mente pra mim, moleque safado. Você tá sem cueca, todo depiladinho e exalando perfume de vagabunda. O esquema é o seguinte: ou você vira a minha putinha particular a partir de hoje, faz tudo o que eu mandar e engole a minha pica toda vez que eu tiver com vontade, ou eu conto pra sua vozinha e pra sua mãe que você é o veadinho que dá o rabo pros coroas do bairro e adora ficar com esse cuzinho cheio de porra. Pelo que eu lembro da dona Laura ela não vai gostar nada desse escândalo. Escolhe agora.
Eu olhei para os olhos daquele maloqueiro perigoso e senti minhas pernas ficarem bambas. A ameaça de ser descoberto pela minha família era real, mas o tesão de ser dominado por um ex-presidiário musculoso e bruto destruiu qualquer resquício de bom senso que eu ainda tinha. Eu engoli em seco, mordi o lábio inferior e olhei para ele com um olhar de total submissão.
— Por favor, Pepê... não conta pra minha avó... eu faço o que você quiser — pedi, a voz baixinha e totalmente entregue ao capricho daquele macho.
— Sabia que você ia ser obediente, cadelinha. Entra logo nesse quarto — ele ordenou, me empurrando para dentro do quarto do tio Valdo com um tapa estalado na minha bunda que ecoou pelo corredor.
Pepê entrou logo atrás e trancou a porta. Sem perder tempo, ele segurou a minha camiseta justa pelo colarinho e puxou para cima de uma vez, arrancando-a e me deixando com o peito branquinho exposto. Depois, ele desceu meu short, me deixando completamente nu no meio do quarto, tremendo diante dele.
— Fica de joelhos agora e bota essa tua boquinha de veado pra trabalhar — ele comandou, com o tom de voz de quem estava acostumado a dar ordens na prisão.
Ele enfiou as mãos grandes no cós da sua bermuda de tactel e puxou tudo para baixo de uma vez, revelando que também estava sem cueca. Quando a pica de Pepê pulou para fora, eu arregalei os olhos azuis e perdi o fôlego. Era um monstro imenso, com cerca de 22cm de comprimento, extremamente grossa, escura e cheia de veias saltadas que pulsavam como se tivessem vida própria. A cabeça era enorme, avermelhada, exalando um cheiro forte e primitivo de testosterona pura.
Sem hesitar, me aproximei de joelhos e segurei aquela trolha colossal com as duas mãos, começando a passar a ponta da minha língua pela coroa da cabeça, recolhendo o líquido que já começava a sair da fenda. Pepê soltou um rosnado grave e enterrou os dedos calejados e compridos nos meus cabelos pretos, firmando a minha cabeça enquanto começava a empurrar o quadril para frente.
— Chupa direito, sua putinha... enfia tudo na garganta igual a vagabunda que você é, quer ser veadinho então faz direito e agrada o teu macho, não sou esses coroas que te fodem por aí — ele ordenava, forçando a pica imensa para dentro da minha boca.
A grossura da rola dele abria a minha mandíbula ao limite máximo. Eu tentava acomodar tudo, mas a cabeça do monstro batia direto na minha garganta, me fazendo engasgar, lacrimejar e babar intensamente pelo comprimento daquele mastro. Pepê não tinha a paciência do pai dele; o ritmo dele era o de um detento faminto por carne jovem. Ele começou um movimento rápido e bruto de vai e vem, transformando a minha boca num verdadeiro depósito de saliva e tesão, me fazendo soltar gemidos abafados enquanto eu segurava firme nas coxas grossas e musculosas daquele ex-presidiário.
— Chega de boca. Eu quero rasgar esse teu cuzinho que o meu pai vive amaciando — Pepê disse, me puxando pelos cabelos com força e me jogando de bruços na cama de casal do tio Valdo.
Fiquei de quatro na cama, com a cabeça afundada no travesseiro e a minha bunda branquinha e redonda empinada bem para o alto, destacando o meu buraquinho apertado e depilado que piscava de puro pavor e desejo. Pepê se posicionou logo atrás de mim, subindo na cama com o joelho e forçando o seu corpo musculoso contra as minhas costas. Ele não pegou gel e nem óleo; com um sorriso sádico no rosto, ele simplesmente cuspiu uma quantidade generosa de saliva na palma da mão e esfregou de qualquer jeito na cabeça da sua pica enorme e nas minhas preguinhas.
— Agora você vai sentir a pegada de um homem de verdade, moleque. Esquece o carinho do meu pai. O Pepê vai te arrombar com força na tranca — ele sussurrou no meu cangote, enquanto apoiava a ponta daquela tora bem na entradinha do meu cu.
Antes que eu pudesse pedir para ele ir devagar, Pepê segurou firme nos meus quadris com aquelas mãos calejadas, travando o meu corpo, e jogou todo o peso do seu quadril musculoso para a frente, enterrando a pica de 22 centímetros de uma vez só, até o talo, dentro do meu cuzinho.
— Aaaahhh!!! Meu Deus, Pepê!!! — eu dei um grito alto e desesperado, cravando as minhas unhas no lençol da cama enquanto sentia o meu buraquinho ser esticado até o limite extremo da dor. A sensação era de estar sendo rasgado ao meio por uma estaca de ferro quente; a pica dele preenchia cada milímetro do meu interior, cutucando o fundo do meu estômago.
— Cala a boca, sua cadelinha safada! Se os vizinhos escutarem isso, o chicote vai estalar pro teu lado — ele rosnou, desferindo um tapa brutal e violento na minha nádega esquerda. O som do tapa ecoou pelo quarto e deixou a marca vermelha dos seus dedos grandes na minha pele clarinha, o que, incrivelmente, fez um choque de puro tesão disparar direto para a minha pica, que já estava babando.
Pepê não esperou eu me acostumar com o tamanho absurdo daquela rola. Ele começou a puxar o quadril quase todo para fora, deixando apenas a cabecinha coroada lá dentro, e descia com tudo novamente, estocando com uma brutalidade animal que fazia a cama de casal do tio Valdo ranger alto contra a parede. Cada estocada que ele dava me jogava para a frente, me obrigando a morder o travesseiro para conter os meus gemidos de delírio e dor.
— É disso que você gosta, não é, seu veadinho safado? — Pepê falava de forma suja no meu ouvido, a voz completamente rouca de luxúria. — O cuzinho tá apertado, mas tá engolindo a minha rola inteira. Olha como o rabo dessa putinha abraça a pica do maloqueiro!
A dor inicial foi se transformando num prazer avassalador e desconhecido. A pegada bruta daquele ex-presidiário, o ritmo frenético e impiedoso das suas metidas e a sensação daquela rola me arrombando por dentro me deixaram completamente em transe. Comecei a empurrar a bunda para trás involuntariamente, rebolando contra o quadril dele a cada estocada, implorando por mais.
— Isso... me fode, Pepê... me arromba... bota com força em mim! — eu gemia alto, totalmente entregue àquela humilhação gostosa, sentindo que a pica do tio Valdo nunca mais seria o suficiente para saciar a fome do meu cu depois de provar o mastro do filho dele.
Percebendo que eu já estava completamente dominado e viciado na sua pegada violenta, Pepê me puxou pelos braços com uma força impressionante, me suspendendo na cama de joelhos e me virando de frente para ele, mas mantendo a pica totalmente enterrada dentro de mim. Ele me puxou para o colo dele, me fazendo rodear a sua cintura sarada com as minhas pernas magrinhas. Nessa posição de frango assado, ele segurou a minha nuca com uma das mãos e começou a estocar de baixo para cima com uma força brutal, me suspendendo no ar a cada metida.
Eu via estrelas, a minha cabeça andava para trás e os meus olhos azuis reviravam de puro êxtase. Eu estava gozando sozinho, sem as mãos, despejando o meu sêmen adolescente por toda a minha barriga e no peito musculoso de Pepê, que sorria vitorioso ao ver o estado de destruição em que me encontrava.
— Vou despejar a porra da tranca nesse teu cu de puta, Jeffinho! Você agora é meu brinquedo, ouviu? — Pepê gritou, o corpo inteiro dele tencionando enquanto os músculos do seu abdômen ficavam ainda mais travados.
Ele deu as últimas estocadas mais profundas e violentas, batendo com o saco pesado contra a minha bunda, e soltou um rugido de bicho. Senti uma onda de calor extremo inundar o meu interior; Pepê estava descarregando uma quantidade grande gala quente e grossa bem no fundo do meu cuzinho arrombado. Foram várias jatadas volumosas que pareciam preencher cada espaço vazio dentro de mim, transbordando pelas minhas coxas misturadas com a minha própria lubrificação.
Ele se deitou de costas na cama, ainda com a rola amolecendo dentro do meu rabo. Fiquei ali deitado, ofegante, com o coração parecendo que ia sair pela boca, sentindo o suor dele se misturar com o meu.
— Você foi uma putinha de primeira, Jeffinho. O segredo tá guardado com o teu novo dono — ele disse, com aquele tom de chantagem e deboche. — Sempre que o meu pai sair para resolver as coisas do bar, você tem um compromisso aqui nesse quarto comigo para levar rola do filhinho ex-presidiário dele. Se faltar, a vizinhança inteira vai saber o que você faz nesse depósito.
Eu apenas dei um sorriso fraco e exausto, completamente satisfeito e terrivelmente viciado na brutalidade daquele maloqueiro, sabendo que, a partir daquele dia, eu era oficialmente a putinha particular do filho do tio Valdo.
Abaixo uma foto real do Pepê, continuamos fodendo até hoje.