O Filho do Noivo



Depois da noite em que Léo me fodeu pela primeira vez, as coisas em casa entraram num ritmo gostoso e perigoso. Ele me comia sempre que dava, rápido e bruto quando minha mãe e minha vó saíam, ou devagar e possessivo nas madrugadas em que eu conseguia escapar pro quarto dele. Eu continuava sendo a putinha da casa, mas agora tinha um macho fixo dentro dela. Um dia, durante o jantar, Léo anunciou animado:
— Fernanda, dona Laura, o Renato chega na sexta pra ajudar nos preparativos do casamento. Ele vai ficar uns dias aqui com a gente. Minha mãe sorriu, toda feliz:
— Que bom! Faz tempo que não vejo o menino. Ele continua aquele estudioso?
— Continua. Faculdade de engenharia civil, igual ao pai. Tímido pra caralho, mas é um bom garoto. Jeffinho, você vai ter que dividir o quarto com ele, tá bom?
Eu quase engasguei com o suco, mas disfarcei com meu melhor sorriso de netinho comportado.
— Claro, Léo. Sem problema nenhum.
Por dentro, meu cuzinho já tinha piscado. Filho do Léo? Vinte anos, engenharia, tímido… desafio aceito. Na sexta à tarde o carro de aplicativo parou na frente de casa. Eu estava na sala de shortinho de academia curtinho (daqueles que mal cobriam metade da bunda) e uma regata branca justa. Quando Renato desceu, meu queixo quase caiu — no bom sentido.
Ele era alto, uns 1,85m, corpo bem trabalhado na academia: peito largo, braços definidos, coxas grossas que esticavam a calça jeans clara. Camisa social azul de botão bem passada, óculos de armação fina, cabelo escuro penteado de lado. Visual de nerd gostoso. Olhos castanhos tímidos, pele morena clara. Perfeito. Léo deu um abraço forte no filho.
— Renato! Que saudade, rapaz. Vem conhecer a família. A Fernanda você já conhece, essa aqui é a dona Laura, mãe da Fernanda, e esse é o Jefferson, seu futuro irmão postiço.
Renato deu um abraço na minha mãe e apertou a mão da minha avó, educado. Quando chegou em mim, segurou minha mão um segundo a mais que o necessário. Seus olhos desceram rapidinho pelo meu corpo e voltaram pro meu rosto, corando levemente.
— Prazer, Jefferson… — murmurou, voz grave mas baixa.
— O prazer é todo meu, Renato — respondi, sorrindo com malícia e segurando o olhar dele. — Pode me chamar de Jeffinho. Vamos dividir o quarto, né? Fica à vontade.
Ele engoliu em seco e só acenou com a cabeça. À noite, no quarto, depois que todo mundo foi dormir, eu comecei o meu jogo. Tomei banho, passei creminho, vesti só um shortinho preto bem curto e justo, sem cueca nenhuma. Deitei na cama de lado, de frente pra ele, empinando a bunda enquanto fingia mexer no celular. A luz do abajur deixava minha pele branquinha ainda mais convidativa. Renato estava de pijama completo, calça e camisa, deitado de costas, rígido.
— Você… sempre dorme assim? — perguntou, voz rouca.
— Assim como? — perguntei inocente, rebolando de leve contra o lençol. — Quase peladinho? Gosto de ficar confortável. Calor aqui em casa, né?
Ele ficou em silêncio, mas eu vi o volume crescer na calça do pijama dele. Sorri por dentro. De manhã, levantei antes dele. Quando Renato acordou, foi ao banheiro e ao voltar eu estava de quatro arrumando “algo” embaixo da cama, shortinho subido, bunda completamente exposta.
— Bom dia, Renato. Dormiu bem? Ele ficou paralisado na porta do banheiro, olhos grudados na minha bunda.
— J-Jeff… caralho… — sussurrou, depois pigarreou. — Dormi sim. Vou tomar banho.
No café, sentei do lado dele. Enquanto Léo e minha mãe conversavam sobre o casamento, deslizei o pé descalço pela perna dele por baixo da mesa.
— Renato, você malha bastante, né? Essas coxas estão enormes… — falei baixinho, só pra ele ouvir. Ele quase derrubou o copo.
— Jefferson, para… — murmurou, vermelho.
À noite, no quarto, deitei de bruços, shortinho ainda mais baixo. Empinei a bunda e comecei a rebolar devagar enquanto fingia ver vídeo no celular.
— Renato… você é virgem? — perguntei de repente.
— Jeff! — ele quase gritou, baixinho. — Que pergunta é essa?
— Só curiosidade… você é tão gostoso. Aposto que várias meninas já quiseram. Ou… meninos?
Ele não respondeu, só virou de lado, de costas pra mim. Mas o volume na calça dele estava enorme.
No dia seguinte repeti a dose. Dormi só de shortinho, empinei a bunda várias vezes, “esbarrei” nele ao passar. De manhã, quando ele acordou, eu estava passando óleo nas pernas bem na frente dele.
— Renato, me ajuda a passar nas costas? — pedi, voz manhosa.
— Jefferson… meu pai tá lá fora — ele respondeu, mas os olhos devoravam meu corpo.
À tarde, quando ficamos sozinhos uns minutos na sala, eu me aproximei por trás dele no sofá, bem próximo da sua nuca e sussurrei:
— Eu sei que você quer. Eu vi como você olha pra minha bunda. Pode tocar, ninguém vai saber… Ele respirou fundo, apertou as mãos nas coxas grossas, mas resistiu.
— Você é louco… é filho da Fernanda. Meu pai vai casar com ela – disse ele levantando e saindo.
Três dias antes do casamento minha mãe e minha vó saíram cedo pra fazer compras. Eu tinha acordado mais cedo porque sabia que elas iam sair e tinha combinado com o Léo de dar pra ele antes dele ir pro trabalho. Foi o que fizemos, como Renato continuava dormindo, fomos até o quartinho dos fundos que costumava abrigar meu tio Mauricio e que tinha voltado a ser o ateliê de costura da minha avó e ali mesmo o Léo baixou meu shortinho e linguou meu cuzinho com vontade, depois me colocou pra mamar e enquanto metia devagar no meu cuzinho eu perguntei:
— Você não tem medo do Renato pegar a gente assim e querer participar?
— Meu filhote é careta demais pra fazer isso, acha que eu não te vejo provocando ele? E duvido que tenha acontecido alguma coisa... – ele disse enquanto aumentava o ritmo das metidas.
— Verdade, já tentei várias vezes, mas ele não caiu.
— Pode esquecer Jeffinho, daquele mato não sai coelho. Acho que o moleque só pensa em estudar.
Ele gozou e foi pra obra logo depois. Assim que ouvi o portão bater, e movido pelo desafio, tranquei a porta da sala e voltei pro quarto com o coração acelerado. Renato ainda dormia de lado, de pijama. Eu tirei meu shortinho e subi na cama, completamente pelado. Encostei meu corpo no dele por trás e sussurrei no ouvido dele, mordiscando o lóbulo:
— Renato… todo mundo saiu. A casa é nossa. Acorda, gostoso… eu tô louco pra sentar nessa rola grossa que você escondeu de mim esses dias.
Ele abriu os olhos devagar, ainda sonolento, mas o pau dele já começou a endurecer contra minha coxa.
— Jefferson… caralho… você não para, né? — murmurou, voz rouca de sono e tesão.
— Não paro não. E hoje você vai parar de resistir. Eu quero te ensinar tudo o que você não sabe.
Puxei ele de costas e subi em cima, beijando sua boca com fome. Ele ainda era desajeitado, mas correspondia. Enquanto enfiava a língua na boca dele, eu esfregava minha bunda no volume que crescia rápido dentro da calça do pijama.
— Tira essa roupa logo. Quero ver esse corpo que você malha todo dia.
Renato sentou e tirou a camisa. O peito definido, os ombros largos e a barriga tanquinho apareceram. Tirei a calça dele e lá estava: aquela pica grossa, pesada, já babando pré-gozo, latejando no ar.
— Porra, Renato… olha o tamanho dessa rola… grossa pra caralho. É disso que eu gosto — gemi, segurando ela com as duas mãos.
— Você tem ideia do quanto eu fiquei molhado esses dias imaginando ela me abrindo?
Ele respirou fundo, vermelho, mas os olhos brilhavam de tesão.
— Jeffinho… eu nunca… eu não sei direito o que fazer.
— Relaxa. Eu vou te ensinar. Primeiro, deixa eu mamar gostoso.
Desci e comecei a chupar. Lambi toda a extensão, rodeei a cabeça grossa com a língua e fui engolindo devagar até sentir ela bater no fundo da minha garganta.
— Caralhooo… Jeffinho… sua boca tá quente pra porra… assim… engole mais fundo — gemeu ele, segurando meus cabelos pela primeira vez com firmeza.
Eu olhei pra cima com olhos pidões enquanto babava na rola dele.
— Gosta da minha boquinha de putinha? Mete na minha garganta, Renato. Me usa.
Ele começou a foder minha boca, primeiro devagar, depois com mais confiança. Eu babava inteiro, engasgando gostoso.
— Isso… assim… que boquinha gulosa… porra, você mama como se já fizesse isso há muito tempo — ele rosnava, cada vez mais solto.
Depois de uns minutos, eu subi, posicionei a cabeça da pica na minha entrada já lubrificada e fui descendo devagar.
— Ai, que rola grossa… tá abrindo meu cuzinho todinho… sente como tá apertado?
Renato jogou a cabeça pra trás, gemendo alto:
— Meu Deus do céu… tá quente… tá sugando minha rola… Jeffinho, como você aguenta isso tudo? Tá tão apertado e macio ao mesmo tempo… porra!
Eu comecei a cavalgar, rebolando devagar no começo, depois mais rápido.
— Mete fundo, Renato. Isso… me fode. Esse cu é seu agora. Bate na minha bunda… isso! Mais forte! Me chama de putinha.
— Você é uma putinha… caralho… que rabo guloso… tá engolindo tudo — ele disse, começando a estocar de baixo pra cima. — Eu nunca senti nada igual… parece que meu pau tá no paraíso.
Parei um pouco, deitei de lado e ele veio por trás. Ensinei ele a meter de conchinha:
— Assim… vai devagar primeiro… agora mete mais forte. Isso! Soca fundo! Tá sentindo como meu cu aperta sua rola?
— Tá apertando pra caralho… Jeff… eu vou gozar se você continuar apertando assim — ele gemeu, mordendo meu ombro.
— Goza dentro. Quero sentir você enchendo meu rabinho.
Ele gozou pela primeira vez com um gemido rouco, jorrando bastante porra quente bem fundo. Ficamos parados um tempo, ele ainda dentro de mim, ofegantes.
— Não amoleceu ainda? — perguntei, rebolando devagar.
— Não… ainda tô duro — ele respondeu, surpreso.
— Ótimo. Agora me fode de quatro.
Fiquei de quatro, empinei bem a bunda e ele meteu de uma vez.
— Porraaa! Olha como some tudo dentro de você… — ele exclamou, impressionado. — Você é viciado nisso, né? Esse cu foi feito pra levar rola.
— Fui sim… agora me arromba, Renato. Me trata como sua putinha particular. Puxa meu cabelo… isso! Me dá tapa na bunda!
Ele foi ganhando confiança. Os tapas ficavam mais fortes, as estocadas mais brutas.
— Toma, sua putinha… tá gostando da rola do nerd? — ele rosnava, já entrando no personagem.
— Tô amando… mete mais forte! Me rasga! Quero sentir essa rola grossa me destruindo a manhã toda!
Trocamos de posição várias vezes. Ele me comeu de frango assado, minhas pernas nos ombros dele, olhando nos meus olhos enquanto metia fundo.
— Jeffinho… você é tão lindo gemendo assim… eu acho que tô me apaixonando pra caralho por você — confessou ele entre estocadas, suor escorrendo no peito.
— Então goza de novo dentro de mim, bebê. Me enche.
Ele gozou pela segunda vez, gemendo meu nome. Fizemos uma pausa rápida, tomamos um banho e voltamos pra cama, deitamos abraçados, ele passando a mão na minha bunda enquanto eu beijava seu peito. Depois de uns vinte minutos, eu voltei a mamar ele até ficar duro novamente. Ensinei ele a comer meu cu com a língua. Ele se empolgou, enfiando a língua fundo enquanto eu gemia feito uma vadia.
— Isso, Renato… chupa meu cuzinho… prepara ele pra sua rola de novo.
Voltamos a foder. Dessa vez ele me prensou contra a cama, me comendo com força, quase selvagem.
— Você é minha putinha agora, Jeffinho. Esse cu vai ser meu sempre que eu voltar pra cá. Tá entendendo? — ele disse, já dominando.
— Sim, irmãozinho… sou sua putinha… me usa quando quiser… goza de novo!
Ele gozou pela terceira vez, dessa vez enquanto eu gozava sem nem tocar no pau, só com a fricção da rola grossa dele batendo na minha próstata e sua barriga musculosa imprensando meu pauzinho contra minha própria barriga. Passamos a manhã inteira assim: fodendo, descansando um pouco, mamando, comendo cu, trocando safadezas e gemendo alto. Quando finalmente paramos, eram quase onze e meia. O quarto cheirava a sexo, suor e porra. Renato me puxou pra cima dele, me abraçando forte, beijando minha testa, meu pescoço, minha boca.
— Jeffinho… nunca imaginei que sexo pudesse ser assim. Você me ensinou tudo… e agora eu não sei se vou conseguir ficar longe de você na faculdade.
Eu sorri, passando o dedo no peito dele.
— Então volta sempre, Renato. Seu “irmãozinho” vai estar aqui com o cuzinho piscando esperando essa rola grossa.
Ninguém em casa desconfiou de nada. Quando Léo chegou no final da tarde, Renato estava de óculos, camisa social, lendo um livro na sala como o bom nerd tímido de sempre. Léo me deu uma olhada e riu baixinho, achando graça da “tentativa falha” que eu tinha comentado com ele. Mas só nós dois sabíamos a verdade. E o casamento ainda nem tinha acontecido…

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Ficha do conto

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Nome do conto:
O Filho do Noivo

Codigo do conto:
265398

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
26/06/2026

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