Alguns meses se passaram desde aquela noite quente com o coroa misterioso no hotel. Minha vida seguia no mesmo ritmo frenético e delicioso: eu era o netinho comportado de dia e a putinha insaciável de noite. Revezava entre o tio Valdo no boteco, o Antônio nas obras, o Pepê no quarto dos fundos, o Carlão na borracharia, o professor Cléber no depósito da escola e, de vez em quando, algum caminhoneiro ou estranho que aparecia no caminho. Meu cuzinho guloso quase não descansava, e eu adorava ter todos esses machos. Nesse meio tempo todos os meus machos descobriram os casos que mantinha em segredo, pra minha surpresa mesmo Valdo e Antônio não agiram com possessividade pois já aceitavam que eu era uma putinha adolescente. O Valdo até incentivou que eu continuasse dando para o Pepê e mais de uma vez eu dei para os dois. As coisas estavam em harmonia entre os meus fodedores. Tudo mudou quando minha mãe chegou em casa com o semblante sério e anunciou: — Maurício vai passar uma temporada aqui com a gente. Ele e a esposa brigaram feio e o casamento acabou. Maurício era o filho mais velho da minha vó, ele se mudou para outra cidade na época em que a minha mãe engravidou de mim por conta de todo o escândalo envolvendo nossa família. Lá acabou se casando duas vezes, apesar disso nunca teve filhos. Eu não o conhecia pois ele só havia nos visitado uma única vez quando eu tinha cinco anos, minha vó que costumava ir visitá-lo todos os anos, mas não me levava por algum motivo, imagino que ele não gostava de me ver pois lembrava do acontecido. Ele voltou e se acomodou no seu antigo quarto que ficava nos fundos do terreno, colado no canto da casa, minha vó usava para costurar, mas retirou a máquina e as outras coisas de lá para colocar a cama pra o meu tio. Ele trabalhava em home-office e por isso a mudança de cidade não afetou o seu trabalho, além de ser amigo do gerente da empresa o que também ajudou. O motivo da separação era grave. Maumau tinha sido pego no pulo pela esposa. Ele mantinha um caso de quase um ano com uma mulher mais nova do trabalho. As mensagens, fotos de pau e até vídeos das fodas foram descobertos quando ela mexeu no celular dele enquanto ele dormia. A discussão virou escândalo: ela jogou as malas dele na rua, destruiu algumas coisas e ameaçou contar para toda a família. Sem dinheiro guardado e sem querer voltar para a casa dos pais dela, Maumau não teve escolha senão pedir abrigo na casa da mãe. Quando ele chegou, carregando apenas duas malas velhas e um olhar cansado, eu entendi imediatamente o perigo que ele representava para minha sanidade. Maurício, ou Maumau como todos chamavam, era um homem imponente: 1,85m de altura, moreno, peito largo e peludo, cabelo cortado bem baixinho no estilo militar, braços grossos e um jeito bruto, hétero raiz. Voz grave, mãos grandes e calejadas. Só de olhar para ele meu cuzinho piscou involuntariamente. Nos primeiros dias ele ficou quieto, mas logo começou a implicar com tudo que eu fazia. — Jefferson, para de andar rebolando pela casa, caralho! — rosnou ele uma tarde, enquanto eu passava pela sala de shortinho curto. — Parece uma vadia procurando macho. Homem não anda assim. — Tio, é só meu jeito natural... — respondi manhoso, empinando levemente a bunda de propósito. — Jeito natural uma merda! Olha essa vozinha fina, esse cabelo arrumadinho, esse shortinho que mal cobre a bunda. Se eu te visse na rua achava que era viadinho de aluguel. Na minha época a gente endireitava isso na porrada. Eu revirei os olhos. — Pois é, tio... mas a sua época passou. E se eu gostasse de pica, qual seria o problema? Maumau apertou os olhos, visivelmente irritado. — Problema é que aqui é casa de família, porra. Se eu descobrir que você tá dando o cu por aí, eu mesmo vou te encher de porrada pra ver se endireita. Entendeu? As discussões viraram rotina. Quanto mais ele me humilhava e implicava, mais tesão eu sentia. Um mês se passou nessa guerra fria de olhares, cutucadas e meu cuzinho cada vez mais querendo experimentar a pica dele, mesmo provando outras picas diariamente. Uma noite, depois de uma foda rápida e bruta com o Pepê no boteco, voltei pra casa com o short amarrotado, o cuzinho latejando e cheio de porra. Maumau estava na sala, acordado. — Onde você tava, Jefferson? — Estudando com um amigo... Ele se levantou, me segurou pelo braço com força e me puxou para perto, farejando meu pescoço e cabelo. — Cheiro de macho suado e porra. Você tá todo arrombado, né seu putinho? Tem uns dias que tô te observando, eu vi você saindo do boteco do Genivaldo, vi o pedreiro te pegando de carro, vi você entrando na borracharia sem ter nada pra consertar... Eu sei de tudo. Você é a nova putinha da família, igualzinho a safadeza que sua mãe fazia antigamente. Fiquei gelado. — Tio... por favor, não conta pra ninguém... eu faço qualquer coisa... - Maumau sorriu com maldade, apertando minha bunda com força. — Qualquer coisa? Então vem pro meu quarto agora, vadia. Ele me arrastou para o quarto, trancou a porta e me jogou na cama com brutalidade. Tirou a camisa revelando o peito peludo e musculoso, depois baixou a bermuda. A pica dele era grossa, morena, veiosa, uns 19cm e já babando pré-gozo. — Tira essa roupa de puta e fica de quatro. Quero ver esse cuzinho que todo mundo tá comendo. Tirei tudo tremendo de tesão. Fiquei de quatro, bundinha empinada. Maumau deu dois tapas fortíssimos, deixando minhas nádegas vermelhas. — Olha esse rabo branquinho e redondo... depiladinho, piscando pra rola do tio. Que putinha bem treinada. Sem lubrificação, ele cuspiu na mão, passou rápido na rola e posicionou a cabeça grossa na minha entrada. — Tio... vai devagar... — implorei. — Devagar uma merda! — rosnou ele, e meteu com força, enfiando quase tudo de uma vez. Gritei abafado no travesseiro. A dor era lancinante, mas ele não parou. Segurou meus quadris com as mãos grandes e começou a socar fundo e brutalmente. — Caralho, que cu apertado e quente! Tá engolindo tudo, sua vadiazinha gulosa. Olha como esse rabo de putinha abraça a pica do tio... Porra, você é melhor que muita mulher que eu já fodi! — Ai, tio Maumau... tá muito forte... me rasgando... — gemi, lágrimas nos olhos. — Aguenta, porra! Você aguenta rola de pedreiro, de ex-presidiário, de borracheiro... agora aguenta a do tio também! Rebola pra mim, cadela! Eu comecei a rebolar, empinando mais a bunda. A dor virou um prazer insano. Maumau metia com fúria, batendo o saco pesado contra minhas bolas, o peito peludo ralando nas minhas costas enquanto me puxava pelo cabelo. — Isso, rebola gostoso! Porra, você é uma puta profissional, Jeffinho. Olha como esse cuzinho engole minha rola... tá piscando pedindo mais. Vou te arrombar todo, seu viadinho safado! Ele me virou de bruços, me prensou contra o colchão com todo o peso do corpo e meteu ainda mais fundo, socando com violência. O barulho de carne contra carne enchia o quarto. — Tá gostando, né? Diz pra o tio que você é uma putinha faminta por rola de macho! — Sou sim, tio... sou sua putinha... me fode mais forte... me usa! Maumau deu um tapa na minha cara, depois outro na bunda, acelerando o ritmo como um animal. — Boa garota... que boquinha manhosa. Você nasceu pra isso. Olha como goza sem nem tocar no pauzinho... que vadia talentosa! Eu gozei forte, tremendo, apertando a pica dele. Isso o levou ao limite. Com um rosnado gutural, ele enterrou até o talo e explodiu dentro de mim, jorrando jatos grossos e quentes de porra bem no fundo do meu cuzinho. Ficamos ofegantes, ele ainda dentro de mim, pesando sobre meu corpo. — Daqui pra frente — murmurou ele no meu ouvido, ainda com a rola semi-dura dentro de mim — toda madrugada você vai vir dormir escondido aqui no meu quarto. Vai dormir com o cu cheio da porra do tio. E pode parar de se encontrar com esses machos, agora você já tem pica em casa, não precisa sair. Se eu descobrir que você não tá fazendo o que eu quero, a mamãe e a Fernanda vão saber o que você anda fazendo. E se elas desconfiarem de nós aqui em casa, a culpa vai ser sua por ser uma putinha tão barulhenta. Entendeu? — Sim, tio... — respondi baixinho, já sentindo o perigo delicioso da nova rotina A partir daquela noite, Maumau se tornou o primeiro macho fixo que eu tive, parei de me encontrar com todos os outros e não saia mais escondido pois ele me vigiava. Os machos não gostaram de saber disso e ficaram chateados quando eu contei, mas como Maumau era da minha família eles não quiseram desafiar e nem eu, afinal, mesmo sem a diversidade de machos meu tio conseguia suprir minha necessidade de pica. Com isso eu, o netinho putinha da casa, agora tinha que arriscar ainda mais todas as madrugadas, saindo do meu quarto na ponta dos pés para me entregar ao tio bruto e possessivo.
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