O Noivo da Minha Mãe

   Depois daquela madrugada insana no banheiro do posto com os quatro caminhoneiros, voltei para casa com as pernas bambas, o shortinho encharcado de porra e o cuzinho latejando tanto que mal conseguia andar direito. Tinha 17 anos recém-completados, mas meu corpo já estava completamente viciado em rola grossa de macho mais velho. A saudade da brutalidade do tio Maumau ainda apertava, mas eu sabia que a vida tinha que seguir. O que eu não imaginava era que a maior tentação da minha vida estava prestes a entrar de vez dentro da minha casa.
    O casamento da minha mãe com Leonardo estava marcado para dali a três semanas. Ele já praticamente morava com a gente, enquanto a casa dos dois não ficava pronta. Chegava das obras que monitorava todo suado, tomava banho em casa, jantava com a gente e dormia no quarto da minha mãe. Léo era tudo que uma mulher como a minha mãe merecia, 42 anos, engenheiro civil, alto com 1,88m, corpo definido de quem se exercita pesado, peito largo, braços fortes, voz grave e calma. Sempre tratou minha avó com respeito e a mim com um carinho que, ultimamente, vinha me deixando com o cu piscando.
    No começo eu achava que era coisa da minha cabeça. Até que comecei a reparar nos detalhes: o jeito como ele demorava o olhar quando eu passava de shortinho curto pela sala, o volume que marcava na calça jeans quando ele chegava cansado da obra, o cheiro de homem misturado com perfume amadeirado que ficava no ar depois que ele tomava banho. E o pior: ele era carinhoso demais comigo. Me chamava de “filhão”, bagunçava meu cabelo, e uma vez até me deu um abraço demorado quando eu fingi estar triste por causa de “problemas na escola”.
    Eu sabia que era perigoso. Era o futuro marido da minha mãe. Quase um padrasto. Mas quanto mais eu tentava me controlar, mais meu corpo traía. A maçã não tinha caído longe da árvore mesmo. Eu precisava testar os limites daquele macho. Comecei sutil. Shortinhos cada vez mais curtos e justos, sem cueca por baixo. Saía do banho só com a toalha enrolada na cintura, “esquecendo” de fechar direito a porta do banheiro. Rebolava de leve quando passava por ele na cozinha. Olhares inocentes com segundas intenções. Léo resistia. Pigarreava, desviava o olhar, saía para fumar no quintal. Mas eu via o volume crescendo na calça dele.
   Uma tarde, minha mãe e minha avó saíram para provar o vestido de noiva. Eu estava sozinho em casa quando Léo chegou mais cedo da obra. Estava suado, camisa colada no peito definido. Eu vesti um shortinho amarelo daqueles de academia bem curto que o tio Maumau tinha me dado e uma regata justa.
   — Oi, Léo — cumprimentei manhoso, empinando levemente a bunda enquanto pegava água na geladeira.
   — E aí, Jeffinho… — ele respondeu, a voz um pouco rouca. Seus olhos desceram pelo meu corpo antes de desviar rapidamente.
   Fiz questão de me abaixar para pegar algo no armário de baixo, deixando o short subir e mostrar boa parte da minha bunda branquinha e redonda. Quando me levantei, ele estava parado na porta, me encarando
   — Jefferson… para com isso — murmurou, quase como um aviso.
   — Parar com o quê? — perguntei, virando de frente com cara de inocente, mas mordendo o lábio inferior. Ele passou a mão no rosto, visivelmente tenso.
   — Você sabe exatamente o que tá fazendo, moleque – disse ele saindo.
   A gota d’água aconteceu na sexta-feira à noite. Minha mãe tinha plantão no hospital e minha avó foi passar a noite na casa da irmã. Eu e Léo ficaríamos sozinhos em casa. Por volta das 23h eu estava no sofá da sala, deitado de bruços, shortinho tão curto que mal cobria metade da bunda, mexendo no celular. Léo saiu do banho só de toalha, peito peludo ainda úmido. Sentou na poltrona e ficou me olhando em silêncio.
   — Oi Léo, tudo bem com você? — falei com voz manhosa, lambendo os lábios.
   — Vem cá, Jeffinho — chamou, voz grave e autoritária.
   Meu coração disparou. Fui até ele devagar. Ele me puxou pelo pulso e me colocou sentado no seu colo, de frente para ele. Senti imediatamente o pau dele duro como pedra roçando na minha bunda por baixo do tecido da toalha.
   — Você tem noção do que tá provocando há semanas? — perguntou, segurando meu queixo com firmeza, obrigando-me a olhar nos seus olhos.
   — Eu tô tentando ser um homem decente pra sua mãe… e você fica rebolando essa bundinha gostosa pra mim toda hora.
   — Desculpa, Léo… — sussurrei, mas rebolando devagar no colo dele.
   — Eu não consigo parar. Desde que você chegou aqui eu fico imaginando…
   — Imaginando o quê? — ele rosnou, apertando minha cintura com as duas mãos grandes.
   — Imaginando você me fodendo… me usando como uma putinha…
   O que restava de resistência nele desabou. Léo me beijou com fome, enfiando a língua na minha boca enquanto apertava minha bunda com força. Depois me levantou como se eu não pesasse nada, me carregou até o meu quarto e me jogou na cama. Tirou o meu shortinho de uma vez. Ficou me olhando pelado, de quatro, bundinha empinada.
   — Caralho… que rabo perfeito — murmurou, passando a mão espalmada na minha bunda. Deu um tapa forte, depois outro.
   — Você é mesmo uma putinha, né? Quantos machos já comeram esse cu?
   — Se eu contasse você não ia acreditar… — confessei, gemendo enquanto ele metia dois dedos grossos no meu cuzinho.
   — Por isso que você sabe provocar um macho como uma putinha profissional — disse dando uma linguada no meu cuzinho me fazendo gemer de tesão.
   — A partir de agora esse cu tem um macho novo — disse ele, tirando a toalha. A pica dele era linda, exatamente como eu imaginava: grossa, com muitas veias, uns 20cm, cabeça rosada e babando.
   — Vai ser o segredinho safado do papai Léo e do filho putinha.
   Ele abaixou e meteu a língua no meu cuzinho me fazendo gemer feito uma vadia, ficou assim por uns dez minutos fazendo com que eu ficasse totalmente relaxado e querendo levar pica. Mas antes ele me deu um beijo bem molhado e já foi socando a pica na minha boca, eu mamei usando todas as minhas habilidades pois há muito tempo queria provar aquela rola. Depois de mamar bastante ele decidiu que era hora de meter. Fui até a gaveta do meu guarda-roupa e peguei um lubrificante, ele passou na rola e no meu cu e posicionou a cabeça na minha entrada. Segurou meus quadris e meteu devagar, mas firme, centímetro por centímetro, até enterrar tudo. Gemi alto, apertando o lençol.
   — Isso… aperta a rola do teu futuro padrasto, filhão — rosnou ele, começando a meter com ritmo forte e profundo.
   O barulho de pele contra pele enchia o quarto. Ele me fodia com vontade, misturando tapas na bunda com puxadas de cabelo. Me virou de frente, levantou minhas pernas e meteu olhando nos meus olhos.
   — Olha pra mim enquanto eu te arrombo. Você vai continuar sendo a putinha dos seus machos da rua, mas agora vai ter que aguentar essa rola todo dia em casa quando sua mãe não estiver.
   — Sim, papai… me fode… me usa… — gemia eu, completamente entregue.
   Léo acelerou, socando fundo, suado, peito peludo roçando no meu corpo. Quando sentiu que eu ia gozar, apertou minha garganta levemente e mandou:
   — Goza pra mim, putinha.
   Gozei tocando uma punhetinha, jorrando na minha barriga. Ele não parou. Me virou de quatro novamente e meteu com mais força ainda, até explodir dentro de mim com um gemido rouco, enchendo meu cuzinho de porra quente e grossa. Ficamos ofegantes, ele ainda dentro de mim, deitado sobre minhas costas.
   — Isso fica entre nós — murmurou no meu ouvido, mordendo minha nuca. — Mas toda vez que você quiser e a gente tiver chance eu quero meter nesse rabo, e eu vou vir pra essa cama e te foder como a boa cadelinha que você é. Entendido?
   — Sim, Léo… — respondi, feliz.
   Naquela noite dormi com o cu cheio da porra dele. O casamento estava chegando, e eu sabia que minha vida de putinha adolescente tinha novamente acabado de ganhar um novo macho dentro de casa.

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Ficha do conto

Foto Perfil desejoescrito
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Nome do conto:
O Noivo da Minha Mãe

Codigo do conto:
264936

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
21/06/2026

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