Após aquela noite intensa em que o tio Valdo tirou meu cabaço e deu início ao que viria se tornar minha vida de putinha adolescente, passei a ir ao bar com uma certa frequência durante as tardes seguintes sempre buscando uma oportunidade de provar a pica do tio Valdo novamente. Nos primeiro e segundo dia deu certo não só mamar como ser enrabado por ele no depósito que ficava no fundo do bar e que eu havia ajudado a limpar, contudo no terceiro dia eu bati no portão e quem atendeu não foi o Valdo, mas o seu amigo Antônio que eu encontrei na sua calçada no dia da minha primeira vez. Novamente por conta da situação eu fiquei sem graça e com o rosto corado de vergonha eu perguntei pelo “seu Genivaldo” e o Antônio disse que ele tinha acabado de sair as pressas pra resolver um problema com os materiais pra obra que ele ia fazer na casa, inclusive o Antônio estava lá por isso, pois era pedreiro e iria realizar a obra. Ele perguntou se podia me ajudar e eu inventei que tinha ido dar um recado da minha vó para o seu Genivaldo. Falei que voltava mais tarde quando ele chegasse e fui pra casa, fiquei muito irritado pois estava com muito tesão e doidinho pra levar rola, quando cheguei em casa me dei conta de que eu podia ter dado em cima do Antônio, mas tirei isso da cabeça por que ele poderia contar pro Valdo e seria pior. Resolvi bater uma punheta pra ver se o tesão ia embora e gozei gostoso pensando na rola do tio Valdo. Não voltei no bar naquele dia e nem nos próximos, passei uma semana inteira sem visitar o estabelecimento e nem as brincadeiras com os moleques eu fiz, já tinha me acostumado com pica de adulto. Na semana seguinte quando eu voltava da escola no fim da tarde, avistei o Antônio encostado em um carro. Diferente das outras vezes, não senti vontade de fugir ou fingir que não tinha visto ele, o tesão acumulado durante uma semana inteira e a adrenalina de arriscar alguma coisa com aquele macho falava mais alto. Resolvi ir cumprimentá-lo, ao me ver o Antônio sorriu e ao contrário de antes eu notei uma certa malícia no seu sorriso e no jeito como me olhava, parecia estar carregado de segundas intenções. --- Olha se não é o Jeffinho, neto da dona Laura – ele falou com um entusiasmo que me pareceu até estranho. --- Tudo bem seu Antônio, vi o senhor aqui e resolvi dar um oi. --- Precisa me chamar de senhor não, eu já ouvi tanto falar de você que parece que já tenho intimidade. --- Ah é? O que o senhor já ouviu falar de mim? – eu disse surpreso e um pouco apreensivo. --- Muitas coisas, mas o essencial é que o Genivaldo me falou que você é um rapazinho muito prestativo e obediente. --- O tio Valdo fala demais, seu Antônio – disse sem pensar e logo me preocupei por não ter chamado de Genivaldo como todo mundo. --- Ele só me disse que você gosta de aprender, e pelo visto ele te ensinou até a chamar ele por um apelido – disse ele dando mais um risinho sacana – eu também posso te ensinar umas coisinhas se você estiver disposto. Mesmo como todo tesão acumulado e percebendo exatamente onde seu Antônio queria chegar com aquela conversa e sentindo meu corpo arrepiar, exatamente como o Valdo previra que aconteceria com uma “putinha de macho” eu resolvi me fazer de inocente e desentendido e disse: --- Disposto eu tô sempre, mas o que o senhor quer me ensinar? Será que eu vou conseguir aprender? E onde vai acontecer essa lição? --- Entra aqui no carro comigo, que eu vou te levar ali num lugar e lá eu te explico melhor – ele disse dando uma apalpada na rola por cima da calça. Eu imediatamente aceitei o convite e entrei com ele no carro, assim que ele começou a dirigir já foi passando uma mão na minha perna e indo em direção a minha bundinha, ele colocou a mão por dentro da calça de moletom que eu tava usando e foi em direção ao meu reguinho, senti seu dedo roçar nas minhas preguinhas e mordi o lábio. Ele disse: --- Tô vendo que o seu “tio Valdo” não mentiu quando disse que você era uma putinha bem safada. Eu apenas sorri e abaixei a calça pra facilitar os movimentos que ele fazia com a mão na minha bunda e o dedo no meu cuzinho. Finalmente chegamos a uma casa que estava em construção, já estava na fase dos acabamentos finais. Entramos e ele me levou pra um dos cômodos que imaginei que seria um dos futuros quartos da casa, ele fechou a porta e já foi abrindo o zíper da calça. Quando ele tirou a pica pra fora da cueca eu tomei um susto, era bem maior que a do Valdo e um tanto mais grossa. Ele percebeu que eu fiquei apreensivo, mas também notou que eu estava com muito tesão. --- Tua pica é muito grande, acho que não vou aguentar. --- Aguenta sim moleque, eu faço com carinho e o Valdo me falou que você é doido por pica, eu sei que minha pica dá medo, mas pode confiar. Ele também me disse que você tem uma boquinha de veludo, quero ver se é verdade ou se ele exagerou porque ficou encantado com seu rabo. Sem hesitar e confiando nas palavras dele eu me ajoelhei e comecei a chupar de leve a cabeça daquela pica enorme que devia ter uns 20cm e mal cabia na minha boca. Lembrei das “lições” de Valdo sobre como ser uma “cadelinha safada” e decidi que iria mostrar para o Antônio que apesar de precisar aprender muita coisa eu já tinha meus truques. Enquanto eu mamava, Antônio passava a mão pelos meus cabelos e gemia me chamando de putinha e falando que eu nasci pra levar rola de macho. Todas essas palavras me deixavam com ainda mais tesão e me faziam engolir aquela trolha com ainda mais intensidade, babando muito e engasgando naquela pica gostosa. Antônio segurava minha cabeça com firmeza, os dedos enterrados nos meus cabelos pretos enquanto eu tentava, com todo o esforço da minha boquinha, abrigar o máximo possível daquela pica de 20cm. O gosto era diferente da do tio Valdo, um sabor mais forte de suor de homem que trabalhava no pesado, o que só me deixava mais excitado. — Isso, Jeffinho... engole tudo, sua cadelinha — Antônio rosnava, enquanto seus quadris davam estocadas curtas que faziam a cabeça da pica bater no fundo da minha garganta, me obrigando a babar por todo o comprimento daquele mastro grosso. Eu olhava para cima, meus olhos azuis lacrimejando pelo esforço de engasgar na rola dele, e via o prazer estampado no rosto daquele coroa grisalho. Lembrei do que o Valdo disse sobre eu ter nascido para ser puta de macho e resolvi que Antônio não esqueceria aquela tarde. Usei a língua para rodear a coroa da pica e, com as mãos, comecei a massagear os ovos pesados dele, sentindo o saco enrugado e quente. Antônio não aguentou muito tempo só na boca. Ele me puxou pelos braços, me fazendo levantar, e me virou de costas para ele, empurrando meu corpo contra a parede de reboco fresco daquela obra. — O Valdo me disse que tirou o teu cabaço faz pouco tempo, mas que você já rebola como se fizesse isso a vida inteira — ele disse, a voz rouca colada no meu ouvido, enquanto baixava minha calça de moletom e me deixava com a bunda empinada, branquinha e pelada no meio do cômodo. Ele não usou gel de imediato. Primeiro, sentindo o meu tesão, ele começou a passar a cabeça da pica, que estava pulsando de tão dura, bem no meio do meu reguinho, subindo e descendo pelas minhas pregas que já estavam úmidas de desejo. Eu soltei um gemido manhoso, sentindo aquele monstro roçar na entrada do meu cuzinho, sabendo que o arrombamento seria inevitável. — Por favor, Antônio... me fode logo — implorei, sentindo o volume dele pronto para me rasgar ao meio. Ele deu um tapa estalado na minha bunda, deixando a marca dos seus dedos grandes na minha pele clara, e então tirou um frasquinho de óleo de dentro do bolso. Espalhou com abundância na pica e na minha entrada. Quando ele posicionou a cabeça e deu a primeira estocada, eu senti como se estivesse sendo partido. Era muito maior que a do Valdo. — Calma, putinha... relaxa que o mestre vai te ensinar a aguentar tudo dentro desse cuzinho — ele disse, forçando o quadril devagar até que eu sentisse meu cuzinho esticar ao limite máximo. Quando ele finalmente conseguiu enterrar tudo, eu soltei um grito abafado contra a parede enquanto mordia o meu antebraço. A sensação de preenchimento era absoluta; eu sentia cada veia daquela pica dentro de mim. Antônio começou um movimento lento, saindo quase toda e entrando de uma vez, fazendo um som de sucção que ecoava pelo quarto vazio. Aos poucos, a dor foi dando lugar a um prazer primitivo. Eu comecei a rebolar, ajudando ele a me arrombar com carinho, sentindo os pelos do peito dele ralando nas minhas costas. O ritmo dele foi aumentando, as estocadas ficando cada vez mais brutas e rápidas. Ele me segurava pelos quadris com tanta força que eu sabia que ficaria marcado. — Toma essa rola de pedreiro, seu veadinho safado! — ele sussurrava no meu ouvido, enquanto eu entrava em transe, sentindo minha própria pica latejar sem que ninguém nem tocasse nela. De repente, senti o corpo dele tencionar. Antônio me puxou para longe da parede, me virou de frente e me pegou no colo, minhas pernas rodeando a cintura dele enquanto ele continuava a me foder no ar, com toda a força. Eu via as estrelas e me sentia no céu. Ter aquele coroa gostoso totalmente entregue a missão de me fazer de putinha e contribuir com o alargamento do meu cuzinho me fazia delirar de prazer. Ele soltou um rugido e eu senti as jatadas quentes e volumosas de Antônio inundarem meu interior, uma quantidade de leite que parecia não ter fim, me preenchendo por completo enquanto eu também gozava sem tocar no meu pauzinho, sujando o peito dele e a minha própria barriga. Ficamos ali, ofegantes, o silêncio da obra sendo quebrado apenas pelas nossas respirações pesadas. Eu sabia, naquele momento, que minha vida de "putinha adolescente" estava apenas começando e que muitos outros "amigos" do tio Valdo ainda passariam pelo meu caminho.
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