A viagem de excursão da escola com a turma do terceiro ano não poderia ter vindo em melhor hora. Seriam quatro dias em uma cidade histórica do interior, cheia de casarões antigos, ruas de pedra e, claro, longe dos olhos da minha mãe e da minha avó. Eu estava animadíssimo, com as malas prontas e com aquela sensação gostosa de que alguma coisa muito boa — e proibida — iria acontecer. No ônibus, com meus 16 anos, eu já ia desfilando meu shortinho mais curto, fingindo inocência com meus olhos azuis e meu corpinho magro, mas sabendo muito bem o efeito que a minha bundinha redonda e empinada causava quando eu andava pelo corredor. Chegamos ao hotel, que era um casarão colonial reformado, super charmoso, e logo fomos divididos em quartos. Fiquei com mais três colegas da sala, todos héteros que só pensavam em jogar videogame e falar de futebol. Mal sabiam eles o tipo de safadeza que eu já guardava na bagagem. Na primeira manhã, acordei cedo e desci para o café. O salão estava meio vazio, com aquele cheiro gostoso de bolo e café fresco. Sentei-me em uma mesa de canto e, enquanto me servia, senti um olhar pesado queimando em cima de mim. Olhei de soslaio e o vi. Ele estava duas mesas à frente. Era um homem maduro, devia ter uns 37 anos, ele tinha bem menos idade que os machos que Jeffinho costumava servir, mas como já havia aberto exceção para Pepê que era o mais novo dos seus machos, com apenas 27 anos. Senti um desejo incontrolável por aquele homem. Não era bombado, tinha aquele físico de homem comum, mas firme, sem excessos, com braços peludos e uma barba por fazer que dava um ar super safado e viril. Quando nossos olhos se cruzaram, ele deu um sorriso de canto, daqueles de quem já sacou tudo. Eu mudei a postura na cadeira, empinei mais o peito, tirei um pirulito que guardava no bolso do shortinho que eu estava vestido e chupei olhando para ele de uma maneira bem sugestiva. Ele percebeu na hora que eu era um veadinho adolescente louco por perigo. Não demorou muito para ele se levantar e passar bem perto da minha mesa. Ele parou, fingindo olhar os quadros na parede, e soltou com aquela voz grossa e mansa: --- Gosta de doces, garoto? Ou prefere algo mais forte? - Senti um arrepio subir pela espinha. Olhei para cima com cara de anjo e respondi: --- Eu gosto de tudo que for gostoso. Ele riu baixinho, os olhos brilhando de pura malícia. --- Então a gente se entende. Seus amigos dormem cedo? Meu quarto é o 214, no fim do corredor. Se tiver coragem de fugir de madrugada, te mostro o que é um doce de verdade. Passei o dia inteiro aéreo, fingindo prestar atenção nas explicações do guia turístico pelas igrejas antigas, mas a minha mente estava trancada no quarto 214. Quando a noite caiu e voltamos para o hotel, eu deixei pra tomar banho por último e enquanto meus colegas saiam pra jantar eu tomei um banho bem caprichado, fazendo todo o necessário, pois na minha cabeça só imaginava o que aquele homem gostoso faria comigo. Acabei saindo pra jantar um pouco tarde e comi alguma coisinha somente pra manter a energia. Ao voltar pro quarto esperei pacientemente meus colegas de quarto capotarem. Por volta de uma da manhã, os roncos deles já ecoavam. Levantei de mansinho, vestindo apenas uma camiseta larga e uma cueca boxer justa que marcava bem a minha bunda. Saí descalço pelo corredor frio e, com o coração na boca, bati de leve na porta do coroa. A porta se abriu instantaneamente, como se ele já estivesse atrás dela me esperando. O quarto estava na penumbra, iluminado apenas pelo abajur de cabeceira. Ele me puxou para dentro pelo braço com força, trancando a porta logo em seguida. Ele estava apenas de bermuda social, sem camisa, revelando o peito peludo e o cheiro de perfume amadeirado misturado com suor natural que me deixou tonto. --- Você veio mesmo, seu ninfeto safado, não achei que você tivesse coragem - ele sussurrou, apertando minha cintura com as mãos grandes e calejadas. --- Não consegui resistir ao seu convite, eu disse que gostava de coisas gostosas e já deu pra ver que o senhor é mais gostoso do que eu imaginava - respondi, já jogando meus braços ao redor do pescoço dele. Ele não perdeu tempo com romantismo. Segurou meu queixo com força e me deu um beijo brutal, enfiando a língua na minha boca com uma agressividade que me fez gemer baixinho. Enquanto me beijava, as mãos dele desceram direto para a minha bunda, apertando as duas bandas com tanta força que deixou a marca dos seus dedos na minha pele branquinha. Ele me empurrou em direção à cama de casal e mandou: --- Fica de joelhos e tira essa cueca. Quero ver o que você tem aí atrás. Obedeci na hora, trêmulo de excitação, me posicionando de quatro na beirada do colchão, oferecendo meu rabo arreganhado para ele. Quando o homem tirou a bermuda, meus olhos quase saltaram do rosto. O pênis dele era enorme, grosso e escuro, uma verdadeira peça de carne latejante que parecia nem caber na minha mão. Fiquei completamente impressionado e hipnotizado com o tamanho daquela ferramenta de macho. Ele percebeu meu espanto e riu com desdém: --- Gostou do brinquedo, seu putinho? Aguenta isso tudo aí dentro? Por essa cara de safada tenho certeza que aguenta. Ao ouvir essas palavras eu institivamente empinei o rabo e essa foi a senha para que ele começasse a chupar o meu cuzinho com uma vontade e uma disposição que até então nenhum dos meus machos tinha mostrado. Eu fui as nuvens pois aquele macho sabia como tratar um cuzinho como ninguém. Depois de uns quinze minutos dedicado exclusivamente a me dar prazer com a língua no meu rabinho ele se posicionou na minha frente com a pica em riste me oferecendo para retribuir o prazer. Entendi o recado e abocanhei aquela tora com toda a vontade e o tesão que aquele macho merecia, mamei bastante enquanto ele me chamava de vadiazinha gulosa e elogiava o meu boquete dizendo que tava surpreso com o quanto eu era uma vagabunda experiente. Enquanto eu mamava, ele pegou um vidro de lubrificante na cabeceira, derramou uma quantidade generosa na mão e começou a massagear meu buraquinho com os dedos grossos, me esticando sem dó. --- Pode enfiar... me rasga todo, eu adoro! - eu implorei, completamente entregue àquela sensação gostosa. Ele se posicionou atrás de mim, segurou firmemente no meu quadril com suas mãos pesadas me colocando de quatro no meio da cama e, de uma vez só, empurrou aquela cabeça enorme para dentro de mim. Soltei um gemido abafado no travesseiro enquanto sentia minhas paredes internas sendo violentamente laceadas pela grossura dele. Sem me dar tempo de respirar, o coroa começou a socar com força, uma estocada atrás da outra, fazendo um barulho estalado de carne batendo com carne que ecoava pelo quarto abafado. O sexo era bruto, sórdido e delicioso, exatamente do jeito que eu mais gostava. Ele me tratava como uma verdadeira putinha de aluguel, puxando meu cabelo para trás para me fazer olhar no espelho do guarda-roupa enquanto ele me bombardeava por trás. --- Olha aí no espelho como você tá ficando todo arrombado, seu veadinho safado! Olha como o meu pau some todo dentro dessa sua bundinha branca e gostosa. Ele dizia no meu ouvido, a voz rouca de tesão, me enchendo de elogios pela minha experiência. Eu só conseguia gemer e rebolar contra o corpo dele, viciado na dor misturada com o prazer extremo. Depois de me foder de quatro ele me virou me colocando deitado com as pernas pra cima ele posicionou a cabeça da pica na entradinha do meu rabo, olhou nos meus olhos, deu um sorrisinho e sem que eu esperasse enfiou tudo de uma vez, mesmo já tendo levado de quatro aquela posição fez com que eu sentisse cada centímetro da pica dele e dessa vez não pude conter o gemido que misturava dor e o prazer enorme que eu sentia. --- Sentiu a pressão veadinho? É assim que eu gosto de fazer com os menininhos putinhas que encontro e de todos os que eu já fudi você tá sendo o melhor. Que vadiazinha gulosa você é, o macho que te treinou ficaria feliz em saber que você sabe servir bem qualquer macho que encontra. Ouvir esse elogio me deixou com mais tesão e eu comecei a gemer como uma putinha, bem manhosinha, meu cuzinho começou a contrair a pica dele e eu gozei sem tocar no meu próprio pau. Isso acabou fazendo com que ele desse a primeira gozada da madrugada bem no fundo do eu rabinho. Pensei que como a maioria dos machos, após a gozada a foda terminaria, mas me surpreendendo uma vez mais ele nem sequer tirou a pica do meu cuzinho, apenas me virou de ladinho, deitou colando o seu peito peludo nas minhas costas e começou a bombar batendo o seu próprio leite. Passamos quase 4 horas daquele jeito. Fazendo pequenas pausas onde ele me contou que estava na cidade à trabalho e que iria embora na manhã seguinte. Eu contei de onde era e perguntei se conhecia minha cidade, ele disse que só conhecia de ouvir falar. Voltamos a foder. Ele me usou de todas as formas possíveis e imagináveis. Me virou de frente, jogou minhas pernas por cima dos ombros dele e continuou o massacre, estocando tão fundo que eu sentia o pau dele bater no meu estômago. Depois, me fez ficar de joelhos no chão para engolir aquela pica monstruosa até o talo, me fazendo engasgar enquanto ele segurava minha cabeça e ditava o ritmo na minha boca. O coroa estava maravilhado comigo: --- Caralho, você é muito profissional pra sua idade. Que rabo delicioso e viciado em pica você tem! Perto do amanhecer, depois de termos gozado várias vezes e estarmos completamente suados e exaustos, ele me deu a última e mais violenta surra de pinto, gozando leite quente bem no fundo do meu buraquinho já anestesiado e aberto. Deitei na cama respirando de forma ofegante, sentindo o esperma dele escorrer pelas minhas coxas. Não trocamos nomes, não sabíamos quase nada um do outro além das poucas informações que trocamos e do prazer carnal que compartilhamos naquela noite de anonimato perfeito. Me vesti, dei um último beijo estalado naquela boca de safado e voltei para o meu quarto na ponta dos pés, com o corpo todo dolorido, o rabo piscando, mas com a alma lavada e o coração encantado por aquele macho misterioso
Faca o seu login para poder votar neste conto.
Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.
Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.
Denunciar esse conto
Utilize o formulario abaixo para DENUNCIAR ao administrador do contoseroticos.com se esse conto contem conteúdo ilegal.
Importante:Seus dados não serão fornecidos para o autor do conto denunciado.