O Taxista Ailton – Última Noite na Cidade

ESSE CONTO FAZ PARTE DE UMA SÉRIE E FICA MUITO MAIS EXCITANTE SE FOR LIDO APÓS OS ANTERIORES (começando pelo "O dono do buteco").

    Durante aqueles quinze dias na casa do tio Maumau, eu mal conseguia pensar em outra coisa além de rola. E desde o momento em que o taxista Ailton enfiou o cartão no bolso traseiro do meu shortinho com aquela apalpada firme na minha bunda, eu soube que precisava sentir aquele macho dentro de mim antes de voltar pra casa. Toda vez que minha vó mandava eu fazer alguma coisa na rua, eu olhava o cartão como um tesouro. “Ailton Taxista”. Eu guardava ele no bolso como se fosse um amuleto de putaria.
    No penúltimo dia, com a viagem de volta marcada para o dia seguinte cedo, eu não aguentei mais. Depois do almoço, enquanto minha vó tirava soneca e o tio Maumau estava no trabalho, mandei uma mensagem curta e direta:
    “Oi Ailton, não sei se vai lembrar de mim, sou o Jeffinho, o neto da dona que você trouxe de táxi duas semanas atrás. Tô na cidade só até amanhã cedo. Tá a fim de me ver de novo?”
    A resposta veio em menos de dois minutos:
    “Porra, viadinho, claro que lembro de você, tô louco pra te ver. Te pego às 23h na esquina da praça que fica duas quadras da casa do teu tio. Veste aquele shortinho curto de novo. Tô trabalhando, mas vou dar um jeito de te dar uma fodida bem gostosa.”
    Meu cu piscou só de ler. Passei o resto da tarde ansioso, de noite me depilei todo, fiz uma limpeza interna caprichada, passei creme e um perfume doce que eu sabia que os machos gostavam. Coloquei o short molinho que realçava a minha bunda mais curto que tinha, uma calcinha vermelha e uma regata branca colada e saí escondido às 22h50, pra minha sorte a vovó já tinha ido dormir e até meu tio tinha chegado cansado e foi dormir cedo com a Amanda.
    Ailton chegou pontualmente. Assim que entrei no banco da frente, ele já passou a mão grossa na minha coxa branquinha e apertou forte.
    — Caralho, Jeffinho... tu é ainda mais gostoso do que eu lembrava. Olha essa bundinha branquinha saindo do short. Tá louquinho pra levar rola, né putinha?
    Eu mordi o lábio, já rebolando discretamente no banco.
   — Tô sim... desde aquele dia só penso em como deve ser a sua pica. Quero sentir o senhor me arrombando bem gostoso antes de eu ir embora.
   Ele deu uma risada rouca e safada, apertando minha bunda por cima do short enquanto dirigia.
— Hoje o lugar vai ser especial, viadinho. Vou te levar num lugarzinho que eu gosto... o pátio dos fundos de um posto abandonado que fica uns 8km daqui. Tá fechado faz tempo, mas os caminhoneiros ainda param lá pra mijar e às vezes pra comer alguma putinha de estrada. Tem risco de alguém chegar, mas isso deixa tudo mais gostoso, né?
    Só de ouvir aquilo meu cuzinho piscou dentro do short. O perigo me deixava ainda mais puto. Chegamos no tal pátio abandonado. O lugar era escuro, iluminado só pela luz fraca de um poste distante e pela lua. Ailton estacionou o carro num canto mais escondido, atrás de uns arbustos, mas ainda visível se alguém entrasse no pátio com farol alto. Ele reclinou o banco do passageiro e mandou:
    — Tira essa regata e o shortinho fica só de calcinha, cadela. Quero ver esse corpo branquinho todo.
    Eu obedeci rapidinho. Ailton tirou a camisa, revelando um peito largo, peludo, com pelos grisalhos misturados com pretos, barriga de quem trabalha mas ainda firme, braços grossos de quem gira volante o dia todo. A cara dele era máscula pra caralho: barba por fazer, olhos escuros penetrantes, boca carnuda. Exatamente o tipo de coroa bruto que me fazia derreter. Ele abriu o zíper da calça e tirou uma pica grossa, pesada, veiosa, uns 20cm, com uma cabeça rosada enorme e um cheiro forte de macho que trabalhou o dia todo. Meu cu piscou de vontade.
    — Chupa, Jeffinho. Mostra pro tio como essa boquinha é gulosa.
    Eu me ajoelhei no banco do carro e ataquei aquela rola com fome. Lambi desde as bolas pesadas e suadas até a cabeça, depois engoli fundo, babando muito, fazendo barulho molhado.
    — Puta que pariu! Olha como mama gostoso... que garganta funda da porra! Tu chupa melhor que puta, garoto. Engasga mais... isso! Olha o fio de baba escorrendo no meu saco. Tu nasceu pra mamar rola de macho, viadinho safado!
    Ele segurava minha cabeça com firmeza, fodendo minha boca com estocadas curtas mas fortes. O carro balançava levemente. De repente, faróis apareceram no fundo do pátio. Um caminhão passou devagar. Meu coração disparou de medo e tesão. Ailton não parou, só apertou mais minha cabeça:
    — Relaxa, putinha... se ele parar, a gente deixa ele olhar ou até participar. Mas agora continua mamando.
    O caminhão seguiu. Ailton me puxou pelos cabelos, me deu um beijo bruto e mandou:
    — Vira esse rabo aqui. Quero comer esse cu agora.
Eu empinei a bunda pra ele no banco reclinado. Ailton cuspiu na mão, passou na rola e na minha entrada e meteu com força, de uma vez só quase até o meio.
    — Aaaahhh caralho! Que cu apertado e quente! Porra, Jeffinho... esse rabo tá piscando no meu pau. Tu aguenta rola grossa pra caralho, hein? Rebola pra mim, vadia!
    Eu comecei a rebolar desesperado pela pica daquele macho enquanto ele socava cada vez mais fundo. A pegada dele era animal: mãos grandes apertando meus quadris com força, tapas estalados na minha bunda branquinha, puxadas de cabelo. Ele metia com um ritmo brutal, fazendo o carro balançar forte. O perigo de alguém aparecer deixava tudo mais intenso.
    — Isso, rebola gostoso! Olha como esse cuzinho guloso engole minha rola inteira. Tu é a melhor putinha que eu já comi nesse pátio. Mais apertado que muita mulher, mais safado que qualquer uma. Goza pra mim, Jeffinho... goza com o pau do taxista enfiado no fundo do teu cu!
    Eu gozei gemendo alto, jorrando no banco enquanto meu cu apertava a rola dele. Ailton rosnou feito um animal e meteu ainda mais forte:
    — Porra, tá apertando tanto! Vou te encher de porra, putinha! Toma leite de macho!
    Ele explodiu dentro de mim com jatos grossos e quentes, tão fundo que senti cada pulsada. Não parou. Continuou socando o leite pra dentro, misturando com meus gemidos. Depois da primeira gozada ele me levou pra fora, me virou de frente em cima do capô do carro, levantou minhas pernas e meteu de novo, olhando nos meus olhos:
    — Tu é viciado mesmo, né? Olha essa cara de puta enquanto eu te arrombo. Nunca comi um garoto que rebola e aperta tanto. Tu é um achado, Jeffinho. Se tu morasse aqui eu te comia todo dia, escondido, em todo canto perigoso dessa cidade.
    Fodemos por quase três horas com algumas pausas pra descansar, infelizmente não apareceu mais ninguém. Ele gozou mais duas vezes: uma na minha boca, mandando eu engolir tudo enquanto o farol de outro carro passou bem perto, e a última de novo no meu cu, me deixando destruído e escorrendo porra. Quando terminamos, eu mal conseguia andar. Ailton me deu um beijo bruto na boca e disse:
    — Se um dia tu voltar, me liga. Fiquei viciado nesse rabo.
    Voltei pra casa do tio Maumau quase quatro da manhã, com o short encharcado, as pernas tremendo e o cuzinho latejando de prazer. Tinha sido a foda mais perigosa, bruta e deliciosa da minha estadia naquela cidade. Ailton tinha uma pegada selvagem que me deixou completamente encantado.
    Mal abri o portão do quintal, a luz da varanda acendeu. Meu coração quase parou. Tio Maumau estava sentado na poltrona da varanda dos fundos, só de cueca, fumando um cigarro. Seus olhos brilhavam com uma mistura de raiva e tesão.
    — Olha só quem lembrou de voltar pra casa... — disse ele com a voz baixa e perigosa. — A putinha gulosa chegou. Entra.
    Eu entrei tremendo. Ele se levantou, me agarrou pelo braço e me puxou para perto, sentindo o cheiro de sexo e porra que emanava de mim.
    — Tu é mesmo uma putinha sem vergonha, né Jeffinho? Foi procurar rola numa cidade que quase não conhece, sozinho, de madrugada, correndo risco pra caralho... Tudo porque não aguenta ficar um dia sem ter o cu arrombado. Eu sabia que tu ia quebrar a promessa, mas não imaginava que ia ser tão vadia assim.
    Ele deu um tapa forte na minha bunda, fazendo a porra escorrer mais pelo short. Me levou para os fundos do quintal, escondido apenas por algumas plantas e pela escuridão da madrugada, lá tio Maumau me fodeu como punição. Me jogou de bruços sobre uma mesa de madeira, arrancou o short encharcado e meteu fundo de uma vez só, sem piedade, usando a porra como lubrificante.
    — Isso... aperta a rola do tio, sua vadia insaciável! Tá sentindo? Esse cu ainda tá quente da porra, deu pra quantos? Não importa... quem tá marcando território agora sou eu!
    Ele socava com fúria, puxando meu cabelo, dando tapas estalados que ecoavam no quintal silencioso. Cada estocada era possessiva, bruta, quase raivosa.
    — Rebola pra mim, putinha. Mostra pro tio como tu rebolou dando esse cuzinho na rua igual uma cadela safada. Tu adora risco, né? Adora ser uma puta de rua... Pois toma rola do tio pra aprender a se comportar!
    Maumau me fodeu por quase uma hora ali mesmo no quintal. Me virou de todos os jeitos: de quatro na grama, encostado na parede, no colo dele enquanto me segurava pelas coxas. Gozei sem tocar no pau, tremendo e gemendo baixinho pra não acordar ninguém. No final ele me prensou contra a mesa, mordeu meu ombro e explodiu dentro de mim, enchendo meu cu já destruído com mais uma carga grossa e quente de porra.
    — Amanhã tu volta pra casa com o cu cheio da porra do tio... pra lembrar quem é o macho que mais te domina — rosnou ele no meu ouvido, ainda enterrado até o talo.
    Ficamos ali um tempo, ofegantes, com ele ainda dentro de mim. Depois ele me deu um tapa na cara, não muito forte, mas possessivo, e sussurrou:
    — Agora vai dormir, putinha. E da próxima vez que tu tiver na minha casa e eu te procurar... é melhor tu vir correndo em vez de sair caçando rola por aí.
    Voltei pro meu quarto com as pernas bambas, o corpo todo marcado e o cuzinho latejando. Tinha sido a noite mais perigosa e intensa da viagem. No dia seguinte, quando o ônibus saiu, eu ainda sentia as porras misturadas escorrendo devagarinho. Sorri sozinho. Minha vida de putinha adolescente estava cada vez mais sem limites. E eu adorava isso...

    Se leu e gostou desse conto faça um comentário bem safado, a melhor parte pra quem escreve é receber feedbacks dos leitores. Eu amo saber o que estão achando e isso me motiva a continuar as histórias do Jeffinho, que são muitas!!


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Comentários


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desejoescrito Comentou em 21/07/2026

Muito obrigado pelo comentário, sempre bom interagir com quem lê o que escrevo 😊

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mordred24 Comentou em 21/07/2026

Que delícia encerrar a visita com uma fóda bruta com o taxista maduro, roludo, bruto e delicioso. Parabéns pela qualidade da escrita e por compartilhar as experiências.




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Ficha do conto

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Nome do conto:
O Taxista Ailton – Última Noite na Cidade

Codigo do conto:
267807

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
21/07/2026

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