Eu estava sozinho em casa numa tarde quente de sábado. Júlio tinha viajado para acompanhar uma obra e só voltaria no dia seguinte. Aproveitei para ficar na piscina, relaxando depois de uma semana intensa na faculdade. O interfone tocou. Era Gutão.
— E aí, mano? Tava passando pela cidade e resolvi dar uma parada pra ver como meu irmãozinho caçula tá se adaptando.
Abri o portão. Gutão entrou com toda sua presença: 1,90m, corpo musculoso, barba cerrada e um sorriso confiante. Me deu um abraço forte, demorado, apertando meu corpo ainda molhado contra o dele.
— Porra, Jeffinho… tá cada dia mais bonito. Essa vida com o pai tá te fazendo bem, hein?
Fomos para a área da piscina. Eu continuava só de sunga pequena. Gutão sentou numa espreguiçadeira, abriu uma cerveja e ficou conversando casualmente, mas seus olhos não paravam de percorrer meu corpo.
— O velho te trata direito? — perguntou, com um tom leve, mas carregado de segundas intenções. — Vocês dois sozinhos nessa casa grande… deve ser bem tranquilo.
— Tá sendo ótimo — respondi, sentando na borda da piscina perto dele. — A gente tem se aproximado bastante.
Gutão sorriu de canto, tomando um gole lento da cerveja.
— Imagino… O Jonas me contou umas coisas sobre você. O Valdo e o Pepê também não param de falar. Eu conheço o Pepê desde criança, apesar de ser mais velho a gente sempre teve uma amizade e ele sempre foi safado desde novo.
— E o que eles disseram pra você? – perguntei tomando um gole de cerveja e fazendo um movimento como se lambesse a boca da garrafa.
— Dizem que você é… bastante obediente. Que aprende rápido.
Eu senti um arrepio. Fiquei em silêncio, apenas sorrindo. Ele continuou, a voz mais baixa:
— Aposto que o pai já deve ter experimentado também, né? Aposto que o Júlio não resistiu a ter um putinho gostoso como você morando na casa dele. Ele não respeitou nem a tua mãe que era nora dele – disse ele dando risada.
Não neguei. Em vez disso, olhei nos olhos dele e respondi provocador:
— E se ele já experimentou? Você vai ficar com ciúmes, Gutão?
O ar mudou instantaneamente. Gutão deixou a cerveja de lado, levantou e veio até mim. Segurou meu queixo com a mão grande:
— Levanta e vamos pro seu quarto, Jeffinho. Seu irmão mais velho quer conhecer melhor esse lado seu.
Assim que entramos no meu quarto, Gutão fechou a porta e me prensou contra ela, me beijando com fome enquanto apertava minha bunda com força.
— Tira essa sunga. Quero ver logo esse cu que todo mundo tá elogiando.
Fiquei pelado. Gutão tirou a roupa rapidamente, revelando o corpo musculoso e uma rola grossa, longa e bem dura.
— De joelhos. Mostra pra mim como você mama rola, putinho.
Me ajoelhei e comecei a chupar com vontade. Gutão gemeu, segurando minha cabeça:
— Caralho… que boquinha gulosa. Engole mais fundo, mano. Isso… porra, você realmente é talentoso. Chupa gostoso assim pro seu irmão.
Depois de me deixar com a boca toda babada, ele me puxou para a cama:
— De quatro. Empina esse rabo pra mim.
Fiquei de quatro, bundinha empinada. Gutão cuspiu no meu buraquinho, enfiou um dedo, depois meteu a língua e ficou brincando com meu cuzinho me deixando com muito tesão. Depois cuspiu na rola e posicionou a cabeça grossa na minha entrada.
— Relaxa… o irmão mais velho vai te comer agora.
Ele meteu devagar, centímetro por centímetro, até enterrar tudo. Soltou um gemido rouco:
— Aaaahhh… que cu apertado e quente da porra! Tá engolindo minha rola inteira, Jeffinho. Rebola pra mim, vadia… rebola no pau do teu irmão.
Comecei a rebolar enquanto ele acelerava as estocadas, dando tapas na minha bunda.
— Isso! Toma rola do teu irmão, putinho! Porra, você é melhor do que me contaram. Esse cu engole pica gostoso pra caralho. Tá viciado já, né?
— Sim… me fode mais forte, Gutão! — gemi, empinando mais.
Ele me virou de lado, levantou minha perna e meteu fundo, olhando nos meus olhos:
— Você é a puta da família, mano. O pai, eu, o Jonas… tá pegando um por um. Do jeito que o Sérgio e a molecada são, daqui a pouco você vai ter provado o leitinho de todos. Você quer né?
—Quero sim Gutão, eu daria pra todos vocês juntos... – falei já tomado pelo tesão de levar aquela rola.
— Viadinho escroto, gulosa do caralho. Goza pra mim, vadia. Goza com o pau do irmão dentro de você.
Gozei forte, apertando a rola dele. Gutão acelerou e logo depois explodiu dentro de mim, enchendo meu cu de porra quente e grossa. Deixou o pau amolecer enterrado no meu rabo, ofegante, depois tirou devagar, vendo a porra escorrer.
— Caralho, que cu perfeito… Você é uma delícia, Jeffinho. Quando tiver sozinho de novo me manda mensagem, trabalho perto daqui e tô sempre querendo dar uma gozadinha numa puta e você é das boas.
Eu sorri, satisfeito, com o corpo ainda tremendo:
— Pode deixar irmão, meu cuzinho tá sempre querendo levar leitada.
Gutão deu um tapa na minha bunda e riu:
— Finalmente encontrei uma putinha de verdade.
Abaixo tem uma foto do meu "maninho" Gutão. Quem gostou do conto pode entrar em contato ou comentar e votar, eu amo fazer amizades e se for macho mais velho ativo e safado eu gosto mais ainda. Beijos