Três meses após meu aniversário, terminei o ensino médio e me mudei para a cidade de Júlio. Era uma cidade média, maior que a minha, com prédios mais altos, um centro movimentado, várias faculdades e uma vibe mais agitada. Havia um rio cortando a cidade, muitos bares e academias, e uma energia que me deixava excitado só de andar pelas ruas. Era tudo novo para mim. A casa do meu pai ficava num condomínio tranquilo, com quintal grande, piscina e churrasqueira. Quando cheguei, Júlio me recebeu na porta com um abraço apertado, colando meu corpo pequeno contra o dele, forte e peludo.
— Bem-vindo à sua nova casa, filhão. Agora somos só nós dois.
As primeiras semanas foram uma tortura lenta e deliciosa. Júlio acordava cedo e fazia café da manhã pra gente. Eu descia só de shortinho curto e regata justa, sentando de frente pra ele. Ele tentava disfarçar, mas eu percebia seus olhos descendo para minhas coxas e para a minha bunda que o shortinho mal escondia. À noite, ele andava pela casa só de cueca boxer preta, o pau grosso balançando, peito peludo brilhando depois do banho. Eu ficava duro só de olhar. A tensão sexual era palpável. Nós treinávamos juntos na academia improvisada que ele tinha feito na garagem. Ver meu pai suado, músculos inchados, gemendo enquanto levantava peso me deixava louco. Depois do treino, tomávamos banho em banheiros separados, mas eu deixava a porta entreaberta de propósito. Uma vez o flagrei se masturbando no chuveiro, gemendo baixo. Ele não fechou a porta.
Às noites assistíamos filmes no sofá. Eu deitava com a cabeça no colo dele. Sentia o pau dele endurecendo lentamente contra meu rosto. Ele passava a mão grande na minha coxa, subindo devagar até quase tocar minha bunda, mas sempre parava. Nenhum de nós falava sobre isso… ainda.
No primeiro dia de aula, o Júlio fez questão de ir me deixar na faculdade eu estava nervoso e excitado. A faculdade era grande e cheia de gente. Eu passei para o curso de Arquitetura e mal podia esperar pra assistir as aulas. Logo notei vários machos gostosos: um professor de estrutura de uns 45 anos, alto, barba cerrada e corpo forte; um aluno do último período chamado Bruno, moreno, 25 anos, corpo definido de quem joga basquete; e o monitor da turma, Nattan, 28 anos, barba bem aparada e um volume impressionante na calça jeans. Durante o almoço no R.U, Bruno sentou do meu lado e sorriu:
— E aí, novato? Tá perdido? Se precisar de ajuda… qualquer coisa… é só pedir.
Ele olhou descaradamente para minha bunda quando me levantei. Nattan também me chamou depois da aula para “tirar dúvidas” na sala dos monitores, passando a mão nas minhas costas de forma bem demorada. Eu saí da faculdade com o cu piscando, imaginando como seria ser fodido por esses novos machos.
Quando cheguei em casa, Júlio estava na sala.
— Como foi o primeiro dia, filhão?
— Foi bom… tem uns caras bem gostosos lá — respondi provocador, testando ele.
Júlio apertou o maxilar, mas não disse nada. A tensão aumentou ainda mais. Duas semanas depois, numa sexta à noite, estávamos na piscina. Eu de sunga pequena, ele de cueca. Bebemos algumas cervejas. Eu estava deitado na espreguiçadeira, de bruços, empinando a bunda de propósito. Júlio se aproximou, sentou na borda da cadeira e colocou a mão grande na minha coxa.
— Jefferson… a gente precisa conversar sério.
Eu virei de lado, olhando pra ele.
— Fala, Júlio.
Ele respirou fundo, a voz rouca e carregada de desejo:
— Eu sei de tudo, garoto. O Valdo me contou no dia do teu aniversário como você mamou ele. A gente é amigo faz tempo e eu sempre soube que ele curtia foder veadinho, só não imaginava que um filho meu ia cair nas garras do safado. Depois disso durante uma conversa o Jonas deixou escapar que já te conhecia, quis saber como e ele acabou contando todo pretencioso que te fodeu uma noite inteira num hotel há um tempo, chamando você de vadiazinha gulosa. Sei que você adora rola grossa, que rebola pedindo porra, que goza sem tocar no pauzinho. E desde que você chegou aqui… eu não consigo pensar em outra coisa. Eu fico olhando pra essa bundinha redonda o dia inteiro, imaginando meu pau socando fundo no cu do meu próprio filho.
Eu tremi inteiro.
— Júlio… eu também te desejo. Todo dia eu fico duro te vendo suado, pelado em casa…
Júlio segurou meu queixo com força, olhos queimando:
— Então para de provocar, putinha. Se você quiser, o papai vai te comer gostoso. Vou arrombar esse cuzinho do jeito que você gosta, te encher de porra todo dia que você chegar da faculdade. Mas tem que ser claro: aqui em casa, quando eu quiser foder, você vai abrir as pernas e o rabo pra mim sem reclamar. Entendeu, filhão?
— Sim, Júlio… eu quero ser sua putinha também — respondi, voz manhosa.
Júlio não esperou. Me puxou com força, me beijou com brutalidade, enfiando a língua na minha boca enquanto apertava minha bunda.
— Tira essa sunga agora, vadia. Quero ver o cu que todo mundo tá elogiando.
Fiquei pelado. Ele tirou a cueca, revelando uma rola grossa, veiosa, enorme. Me fez ajoelhar na beira da piscina:
— Mama o pau do teu pai, Jeffinho. Chupa bem gostoso.
Eu engoli ele com fome, babando, engasgando enquanto ele segurava minha cabeça:
— Isso… engole fundo, filho da puta. Que boquinha quente e gulosa. Porra, você chupa melhor que muita mulher que eu já comi, inclusive sua mãe. Engasga mais… isso!
Depois de me deixar babando, ele me virou de quatro na espreguiçadeira, cuspiu na rola e começou a forçar:
— Relaxa esse cu pra mim, filhão… o papai vai entrar todinho.
Ele meteu devagar, mas firme, até enterrar tudo. Soltou um gemido gutural:
— Aaaahhh… que cu apertado e quente do caralho! Meu próprio filho… tá engolindo a rola que te gerou. Rebola pra mim, putinha!
Começou a socar com força, dando tapas estalados na minha bunda:
— Toma, vadia! Toma a pica do teu papai! Esse cu agora é meu. Quando chegar da faculdade vai sentar nessa rola antes de tomar banho, entendeu?
— Sim, papai… me fode mais forte… arromba seu filhinho! — gemia eu, rebolando desesperado.
Júlio me fodeu com vontade por quase uma hora, me virando em várias posições, até gozar rugindo dentro de mim, enchendo meu cu de porra quente e grossa. Caímos exaustos. Ele me abraçou por trás, ainda com o pau semi-duro dentro de mim, e sussurrou no meu ouvido:
— Bem-vindo à nova fase da sua vida de putinha. Agora você realmente mora com o papai.
Se gostou desse conto, vote e comente. Essa é a minha motivação para continuar contando essas histórias. Caso queira também pode me enviar um e-mail, adoro fazer amizades e dividir experiências.