Visita surpresa



    Eu tinha acabado de completar 19 anos e a vida na casa do meu pai Júlio estava cada vez mais deliciosa. Depois daquela foda na piscina com ele, quase todo dia eu acordava com a rola grossa do papai socando meu cuzinho antes de ir pra faculdade. Mas naquele dia específico o velho tinha saído às pressas pra resolver uma emergência numa obra fora da cidade e me deixou sozinho em casa.
    Eu estava com o cu piscando de tesão desde a manhã. Mandei uma mensagem pro Nattan, um dos monitores da faculdade de Arquitetura. Ele tinha 28 anos, era moreno, alto, corpo definido de quem malhava todo dia, barba bem aparada e uma rola grossa de uns 21cm que eu já tinha provado rapidinho no banheiro da faculdade uma vez.
    Ele respondeu em menos de cinco minutos: “Tô indo praí agora, putinha. Prepara esse cuzinho que hoje eu vou te arrombar direito.”
    Deixei a porta da casa só encostada e fui pro meu quarto. Tirei toda a roupa, passei um creminho cheiroso no corpo, depilei o reguinho rapidinho e me deitei de shortinho bem curto sem nada por baixo, já empinando a bunda pra quando ele chegasse. Nattan não demorou. Entrou no quarto com aquele olhar de macho faminto, já tirando a camisa e mostrando o peito definido.
    — Caralho, Jeffinho… olha só essa bundinha branquinha empinada pra mim. Você é mesmo uma putinha desesperada por rola, né? — disse ele, abrindo o zíper da calça e tirando aquela trolha grossa já meio dura.
    — Sou sim, Nattan… meu cu tá doendo de fome. Vem foder seu calourinho safado — respondi manhoso, rebolando devagar de quatro na cama.
    Ele não perdeu tempo. Me puxou pela cintura, abaixou o shortinho até os joelhos e começou a chupar meu cuzinho. Ficou me fudendo com a língua por um bom tempo enquanto eu gemia pedindo pica. Depois passou a cabeça grossa da pica roçando nas pregas e meteu de uma vez até a metade.
    — Aaaahhh porra! Que cu guloso da porra! Tá apertando minha rola igual uma bucetinha virgem — rosnou ele, segurando meus quadris com força e socando mais fundo — Isso, rebola nesse pau, putinha. Mostra pro monitor como você gosta de levar rola de macho.
    Eu gemia alto, empinando mais a bunda enquanto ele metia com força, batendo o saco pesado contra minhas bolas. Ele me virou de lado, levantou minha perna e continuou socando, olhando nos meus olhos azuis.
    — Olha pra mim enquanto eu te arrombo, Jeffinho putinha. Essa boquinha manhosa gemendo igual uma cadela no cio… você nasceu pra ser puta de macho, né? Diz pra mim!
    — Nasci sim… sou uma putinha do caralho… me fode mais forte, Nattan! Me usa! — implorei, rebolando desesperado.
    Ele me colocou de bruços, me prensou contra o colchão com todo o peso do corpo e começou a meter com violência, o barulho de pele molhada enchendo o quarto. Depois me virou de frente, jogou minhas pernas por cima dos ombros dele e me comeu olhando nos meus olhos, cuspindo na minha boca e mandando eu engolir.
    — Toma rola de monitor, sua vadia! Aperta esse cuzinho… isso! Tá piscando pedindo leitinho. Vou te encher todo, porra!
    Depois de quase quarenta minutos me usando em todas as posições, ele me colocou de quatro novamente, segurou meu cabelo e meteu fundo, acelerando loucamente
    — Tô gozando, putinha! Toma toda a porra do teu macho no cuzinho! — rugiu ele, enterrando até o talo e jorrando jatos grossos e quentes bem fundo no meu cuzinho.
    Eu gozei junto, tremendo, apertando a rola dele. Nattan ficou alguns segundos dentro de mim, ofegante, depois tirou devagar, vendo a porra escorrendo.
    — Caralho, que cu perfeito… Vou tomar um banho rápido pra gente fazer mais uma, tá bom? Não se mexe não, quero te ver assim, todo leitado.
    Ele saiu do quarto em direção ao banheiro. A porta do meu quarto ficou entreaberta, exatamente como eu tinha deixado. Eu fiquei deitado de bruços mexendo no celular, bunda empinada, respirando pesado, sentindo a porra do Nattan escorrendo pelo meu reguinho e molhando o lençol.       De repente senti o colchão afundar atrás de mim. Mãos grandes e fortes seguraram minha cintura e uma rola grossa, quente e já babando roçou na minha entrada melada.
    — Hum… voltou rapidinho, Nattan? Vem… mete de novo, tô todo aberto pra você… — gemi, empinando mais a bunda, ainda de rosto enfiado no travesseiro.
    A rola entrou de uma vez, toda, bem fundo. Era grossa pra caralho. Dei um gemido alto de surpresa e prazer.
    — Ainnnn, a rola ficou mais grossa no banho?
Comecei a rebolar gostoso, apertando a rola que me invadia. Só então ouvi a voz rouca e familiar atrás de mim:
    — Porra, Jeffinho… que cuzinho guloso. Mesmo cheio da porra de outro macho você ainda rebola pedindo mais. Que putinha gulosa nossa família ganhou, hein, irmãozinho?
    Eu virei o rosto rápido e meu coração disparou. Era o Sérgio. Meu irmão de 37 anos, bonito pra caralho, corpo definido, barba bem feita, olhando pra mim com aquele sorriso safado enquanto socava devagar meu cu melado.
    — Sérgio…! — gemi, mas ao invés de pedir pra ele parar, empinei mais a bunda e comecei a rebolar com mais vontade. — Me fode então, irmão… usa o cuzinho da putinha da família.
Sérgio soltou uma risada baixa e começou a meter com força, dando tapas estalados na minha bunda.
    — Caralho, que rabo safado! Tá todo escorregadio da porra do outro e ainda aperta minha rola igual uma vadia profissional. Você realmente é a puta que essa família precisava, Jeffinho. Olha como engole tudo… rebola mais, vai! Mostra pro seu irmão como esse cu engole rola gostoso!
    — Sou sua putinha também, Sérgio… me arromba! Me fode mais forte que o Nattan! — gemi alto, completamente entregue, rebolando como uma cadela enquanto ele socava fundo.
Ele me puxou pelo cabelo, me fazendo arquear as costas:
    — Isso, vadia! Toma rola de irmão. O pai sabe que você é assim? Que você abre esse cu pra qualquer macho que aparecer? Porra, que cuzinho quente e guloso… tá engolindo minha pica!
    Enquanto ele me fodia com vontade, a porta do quarto abriu de vez. Nattan voltou do banho, só de toalha na cintura, e parou surpreso ao ver a cena: eu de quatro, gemendo feito uma puta, sendo arrombado.
    — Que porra é essa…? — murmurou ele, mas o pau já começava a subir de novo por baixo da toalha. Sérgio nem parou de meter, só sorriu:
    — Entra, cara. O Jeffinho é uma putinha comunitária. Dá pra todo mundo, inclusive pro irmão aqui. Vem, enche a boquinha dele enquanto eu termino de arrombar esse cu.
    Nattan não pensou duas vezes. Tirou a toalha, subiu na cama na minha frente e enfiou a rola ainda meio mole na minha boca. Eu comecei a mamar com fome, babando tudo enquanto Sérgio continuava socando meu cuzinho.
    — Isso, chupa o pau do monitor enquanto seu irmão te fode, sua vadia incestuosa — rosnou Nattan, segurando minha cabeça e começando a foder minha garganta.
    — Olha como mama gostoso… engole tudo, putinha!
Os dois começaram a me foder em ritmo sincronizado. Quando Sérgio metia fundo, Nattan enfiava até o talo na minha garganta. Eu babava, gemia, rebolava, completamente em êxtase.
    — Porra, mano… esse cu é viciante — grunhia Sérgio, acelerando.
    — Tá apertando minha rola, vadia experiente demais… vou gozar de novo dentro de você!
Nattan segurou minha cabeça com força:
    — Eu também, Jeffinho. Toma mais leitinho na boquinha gulosa!
    Sérgio deu um rugido e explodiu dentro do meu cuzinho, jorrando porra quente misturada com a do Nattan. Quase ao mesmo tempo Nattan gozou na minha boca, enchendo minha garganta de porra grossa. Engoli tudo o que consegui, o resto escorrendo pelo queixo. Caí exausto na cama, corpo tremendo, os dois buracos leitados e abertos. Sérgio deu um tapa na minha bunda e riu:
    — Delícia de gozada, putinho. Da próxima vez vou trazer o Gutão junto (mal sabia ele que meu cuzinho já conhecia a potência do Gutão).
Nattan, ainda ofegante, passou a mão no meu cabelo:
    — E eu vou te foder mais vezes na faculdade, sua putinha safada.
    Eu só consegui sorrir, satisfeito, sentindo a porra escorrendo dos dois buracos. Minha vida de putinha na nova cidade estava promissora e cada vez melhor.

Se gostou do conto, comente aqui embaixo bem safado. Beijos no pau de quem leu até o final rsrs. Abaixo tem fotos, a primeira é do meu monitor Nattan e a segunda do Sérgio.

Foto 1 do Conto erotico: Visita surpresa

Foto 2 do Conto erotico: Visita surpresa


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Ficha do conto

Foto Perfil desejoescrito
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Nome do conto:
Visita surpresa

Codigo do conto:
270614

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
24/08/2026

Quant.de Votos:
2

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