Três meses se passaram desde que o tio Maumau invadiu minha vida e meu corpo. Eu já estava completamente viciado na pegada violenta e possessiva dele. Todas as madrugadas eu saía do meu quarto na ponta dos pés, vestindo apenas a calcinha que ele havia me dado de presente, e me entregava como uma cadela no cio. Certa tarde, Amanda, a esposa traída, apareceu na porta da casa. Minha mãe e minha avó, discretas, saíram para dar privacidade. Eu fiquei escondido no corredor, ouvindo tudo
— Maurício… eu descobri que estou grávida pouco depois que você saiu de casa. Esperei passar o susto e o primeiro trimestre pra ter certeza. Eu te perdoo. Quero que você volte pra casa, pro nosso casamento. Nosso filho precisa do pai
Maumau ficou em silêncio por um tempo, passando a mão na cabeça raspada. Depois suspirou:
— Eu fui um merda, Amanda. Traí você feio. Se você tá disposta a me dar essa chance… eu aceito. Quero voltar e ser o homem que vocês merecem. Só preciso de uma semana aqui pra organizar umas coisas, resolver umas pendências de trabalho e eu volto pra gente recomeçar.
Amanda chorou de alívio, eles se abraçaram e se beijaram. Menos de meia hora depois ela foi embora, dizendo que esperaria ansiosa por ele em casa. Naquela mesma noite, assim que minha mãe saiu para o plantão e minha avó dormiu, Maumau me chamou pro quarto dele com um olhar faminto.
— Vem cá, putinha. Essa vai ser a primeira de muitas fodas de despedida.
Ele me fodeu com ainda mais brutalidade que o normal. Me jogou de bruços na cama, arrancou minha calcinha e meteu fundo de uma vez só, sem quase lubrificar.
— Isso… aperta essa rola do tio, sua vadia. Daqui a uma semana eu vou embora e você vai poder voltar pra sua vida de putinha de rua. Vai voltar a dar esse cuzinho pros coroas todos da cidade, né?
— Sim, tio… — gemi, rebolando contra ele. — Mas vou sentir falta da sua rola…
— Vai sentir mesmo, sua cadelinha. Mas eu sei que você é uma puta insaciável. Enquanto eu estiver aqui, esse cu é só meu. Depois… pode abrir as pernas pra todo mundo de novo.
Durante aquela semana inteira ele me usou sem dó. De manhã, antes do café, ele me fodia rápido e forte no banheiro. À tarde, quando a casa ficava vazia, ele me prensava contra a mesa da cozinha e me arrombava até eu gozar. À noite eram sessões longas e gostosas. Na última noite, ele me fodeu por quase duas horas seguidas. Me colocou de quatro, puxando meu cabelo:
— Rebola gostoso, Jeffinho. Mostra pro tio como você vai rebolar pra outros machos quando eu for embora. Isso… porra, que cu guloso. Tá piscando pedindo leitinho.
— Me enche, tio Maumau… me dá sua porra de despedida… — implorei, voz manhosa.
Ele gozou com um rugido, enchendo meu rabo de porra quente. Depois me virou de frente, levantou minhas pernas e meteu novamente, batendo o leite enquanto olhava nos meus olhos:
— Quando eu for embora, você volta a ser a putinha do Valdo, do Antônio, do Pepê, do Carlão… de todo mundo. Mas nunca esquece que eu consegui te domar e te deixei provando uma pica só por vários meses aqui em casa.
Na manhã seguinte ele foi embora. A casa ficou silenciosa. A saudade da brutalidade dele me consumia dia e noite. Meu cuzinho latejava vazio, pedindo rola grossa e sem misericórdia. Duas semanas depois, por uma grande coincidência nenhum dos meus machos estava na cidade. Valdo e Pepê haviam viajado pra resolver coisas do bar. Antônio estava novamente em outra cidade acompanhando alguma obra. Eram férias escolares e Cléber tinha viajado com a família. Nem mesmo Carlão se encontrava, tinha viajado com a mulher para o velório de sua madrinha.
Ou seja, eu estava sedento por pica e ainda sentia muita falta da pegada do tio Maumau e então numa madrugada abafada, não aguentei mais. Minha mãe estava de plantão e minha avó dormia pesado. Tomei um banho longo, fiz uma limpeza interna caprichada, depilei todo o corpo até ficar lisinho, passei cremes cheirosos e perfume provocante. Vesti o shortinho jeans desfiado mais curto que eu tinha, uma camiseta branca coladinha que marcava meus mamilos, e por baixo a calcinha vermelha de renda que o tio Maumau havia me dado e recorri ao local onde sabia que de alguma maneira eu conseguiria matar a minha vontade. Fui até o posto de gasolina da rodovia.
Entrei no banheiro masculino dos fundos que era um pouco mal iluminado, abaixei o shortinho até metade da bunda, deixando a calcinha vermelha à mostra, e comecei a rebolar devagar em frente ao espelho, com cara de puta no cio. Não demorou muito e quatro caminhoneiros coroas entraram quase ao mesmo tempo. Todos grandalhões, cheios de pelos, cheiro forte de estrada, suor e testosterona.
— Porra! Olha só a surpresa que tem oferecendo o rabo aqui… — exclamou Zé do Bitrem, o mais alto, barba grisalha cerrada e braços tatuados.
— Uma putinha novinha de shortinho e calcinha… tá pedindo rola de macho, né vagabunda? — riu Seu Milton, um careca, barrigudinho e com uma pica curta mas extremamente grossa. Eu mordi o lábio e respondi com voz manhosa:
— Tô sim… tô morrendo de fome de pica grossa de coroa…
Seu Nego, negro, forte, com peito peludo saindo da camisa aberta, já foi abrindo o zíper:
— Então a gente vai dar o que você quer, viadinho. Hoje você vai levar rola pra caralho.
Toninho, o mais velho com 54 anos, barba branca e pica longa e venosa, trancou a porta do banheiro.
— Ninguém sai daqui enquanto essa putinha não estiver cheia de porra.
Eles não tiveram nenhuma piedade. Zé do Bitrem me empurrou contra a parede fria, arrancou minha calcinha com brutalidade e enfiou a rola de 21cm quase toda de uma vez. Eu gritei de prazer e dor
— Caralho, que cu apertado e quente! Olha como tá engolindo tudo… esse viadinho já foi bem arrombado, hein rapaziada! Dá pra fazer do jeito que a gente gosta porque ele aguenta.
— Chupa aqui, sua vadia — mandou Toninho, enfiando a pica longa na minha garganta.
— Porra, olha como mama gostoso. Parece que nasceu pra chupar rola de caminhoneiro! Enquanto Zé me fodia com estocadas violentas, Milton e Nego batiam punheta em volta, dando tapas fortes na minha bunda.
— Rebola pra ele, putinha! Mostra como você gosta de levar rola — ordenou Milton.
— Esse cu tá piscando… tá viciado mesmo — ria Seu Nego. — Aposto que ele leva rola todo dia. Olha a boquinha trabalhando… que puta profissional!
Eles me viraram de quatro no chão sujo. Alternavam nos meus buracos sem parar. Um metia no cu, outro na boca, os outros dois davam tapas e apertavam meus mamilos.
— Troca comigo, Zé. Quero sentir esse cu treinado — disse Milton, enfiando sua rola grossa de uma vez.
— Porraaa! Tá sugando minha rola… que cuzinho guloso da porra!
— Ele aguenta tudo, viu? — elogiava Toninho enquanto eu engasgava na rola dele. — Olha como chora e rebola ao mesmo tempo. Putinha de luxo! Durante quase duas horas eles me usaram sem dó. Me foderam no ar, de lado, contra a pia, no vaso sanitário. Gozaram dentro do meu cu, na minha boca, no meu rosto, na minha barriga. Eu gozei só com as estocadas brutas, tremendo inteiro.
— Toma mais porra, sua cadela! — rosnava Zé enquanto descarregava pela segunda vez dentro de mim.
— Esse viadinho é melhor que qualquer puta de estrada que a gente já comeu — comentava Milton entre gemidos.
— Cu apertado, boquinha quente e ainda rebola pedindo mais…
No final, me deixaram sentado no vaso, pernas abertas, cuzinho destruído e escorrendo porra grossa de quatro machos coroas. Meu corpo estava coberto de marcas vermelhas de tapas, mordidas e gala. Zé do Bitrem deu um tapa leve no meu rosto sujo e sorriu:
— Volta sempre que tiver com fome de pica, putinha. De três em três meses a gente passa por aqui. E hoje tinha poucos, geralmente tem mais caminhoneiro querendo aliviar. Se você vim no dia certo vai ter rola de sobra pra você.
Saí do posto cambaleando, shortinho encharcado, pernas fracas, mas com um sorriso satisfeito no rosto. Aquela madrugada selvagem matou (por enquanto) a saudade da brutalidade do tio Maumau e me lembrou exatamente quem eu era: a putinha adolescente insaciável da cidade.
Na imagem uma foto minha com a calcinha que ganhei de presente do tio Maumau!! Quem gostou do conto pode comentar e votar, eu agradeço.