Meu aniversário estava sendo comemorado em um salão reservado de um clube chique. Minha mãe, Fernanda, havia organizado tudo com muito carinho. Ela me disse que queria fazer algo especial. Só não imaginava o quão seria especial. O salão estava cheio. Tio Valdo e Antônio vieram com minha avó (eram velhos amigos dela). Pepê acompanhava o pai. Léo, meu padrasto, estava radiante ao lado da minha mãe, e Rodrigo, sócio dele, também estava presente. Maurício não pôde vir — Amanda estava prestes a parir. Eu circulava sorrindo, de calça jeans justa que marcava minha bundinha redonda e camisa social branca. Foi quando minha mãe bateu palmas e pediu atenção: — Jeffinho, meu amor… eu chamei algumas pessoas do nosso passado. Quis fazer as pazes de uma vez. Espero que você goste da surpresa. A porta se abriu e entraram: um homem alto, imponente, uns 58 anos, barba grisalha bem aparada, corpo ainda forte, peito largo e peludo, olhar penetrante. Júlio, meu pai biológico. Ao lado dele, dois homens altos e atraentes, quatro garotos que deveriam ter a minha idade e três mulheres muito bonitas. Augusto (o Gutão), tinha 36 anos, 1,90m, musculoso de academia, barba cerrada, braços tatuados e voz grave. Sérgio, tinha 37 anos, 1,87m, corpo definido, cabelo curto, sorriso safado e olhar penetrante. E os quatro netos (meus sobrinhos): Igor, 19 anos, filho de Gutão (moreno, alto, corpo de jogador de futebol, sorriso debochado). Pablo, 19 anos, filho de Sérgio (loiro, magro mas definido, olhos verdes e jeito galanteador). Marcos, 18 anos, filho de Gutão (moreno, corpo sarado, piercing na sobrancelha e ar rebelde). Anderson, 18 anos, filho único de Jonas (ruivo, 1,82m, corpo atlético, olhos azuis como os meus e um ar tímido mas curioso). Minha mãe fez as apresentações. Júlio me deu um abraço demorado, apertando forte. — Finalmente te conheço, filho. Você é um rapaz muito bonito — disse ele, a voz rouca, olhando-me de cima a baixo de forma que me fez arrepiar. Gutão foi o próximo, apertando minha mão e puxando-me para um abraço de urso, colando o corpo musculoso contra o meu. — Caralho, mano… você é bem branquinho e cheiroso. Parabéns, hein. Sérgio sorriu, passando a mão nas minhas costas mais embaixo do que o normal. — Parabéns, Jeffinho. Tá bem crescidinho. Os sobrinhos foram calorosos. Igor e Pablo especialmente ficaram me olhando com interesse descarado. Marcos deu um tapa leve na minha bunda “sem querer” e riu: — Essa bundinha é de família, hein? Anderson foi mais tímido, mas seus olhos também azuis demoraram-se em mim. Enquanto isso, os meus machos observavam tudo. Valdo se aproximou de Júlio e Gutão, sorrindo: — O moleque cresceu bem, né? Educadinho… e sabe ser bem obediente quando quer. Antônio riu baixo, comentando com Rodrigo: — Jeffinho é muito prestativo. Qualquer coisa que precisar, ele topa. Topa mesmo. Pepê, mais direto, passou por mim e sussurrou no meu ouvido, mas alto o suficiente para Gutão e Igor ouvirem: — Cuidado com esses novos machos, putinha. Não vai querer dar esse cu pra família inteira de uma vez… ou vai? Eu corei, mas meu cuzinho piscou. Estava excitadíssimo com todos eles. A tensão aumentava porque Jonas ainda não havia chegado. Minha mãe estava visivelmente nervosa. Júlio comentou: — Jonas está um pouco atrasado. Disse que teve um imprevisto no trabalho, mas já está vindo Eu sentia um frio na barriga. Não sabia por quê. De repente, a porta se abriu. Jonas entrou. Alto, corpo forte e definido, cabelo preto com alguns fios grisalhos, barba bem feita, olhar intenso. No momento em que nossos olhos se encontraram, o mundo parou. Era ele. O coroa misterioso do hotel. O homem que me fodeu a noite inteira no quarto 214. Jonas parou por dois segundos. Depois abriu um sorriso lento, perigoso. — Parabéns, Jefferson… — disse ele, aproximando-se e me dando um abraço apertado. Senti o volume dele roçando discretamente na minha perna. — Você cresceu… bastante. Minha mãe tentou manter o clima leve: — Jonas, esse é o Jefferson. Seu… irmão. Jonas riu baixinho no meu ouvido enquanto me abraçava: — Irmão, é? Que interessante… A gente se conhece bem, né? Eu fiquei vermelho. O pau dele estava semi-duro contra mim. Durante a festa, a tensão era palpável, mas todo mundo tentava ser civilizado. As esposas (Simone, Carla e Patrícia) conversavam com minha mãe e avó. Enquanto isso, os machos me cercavam. Júlio, meu pai, me puxou para um canto: — Você parece com a sua mãe quando era novinha… tem o mesmo olhar. Se precisar de qualquer coisa, me procura, filho. Gutão e Sérgio vieram juntos: — Jeffinho, tá precisando de irmão mais velho pra te ensinar umas coisas? — perguntou Gutão, apertando meu ombro. — Ele aprende rápido — comentou Pepê, que passava ali com Valdo. — Muito rápido. Igor e Pablo me encurralaram perto do bar. Igor passou a mão na minha cintura: — Mano, desculpa falar assim, mas você é gostoso pra caralho. Se quiser sair pra “conversar” depois…Pablo completou: — A gente divide, né irmão? Olha essa bundinha… deve ser apertadinha ainda. Marcos e Anderson também flertaram descaradamente. Anderson, especialmente, parecia fascinado por ter um tio só um ano mais novo. Léo e Rodrigo observavam tudo com ciúmes controlado. Léo se aproximou de Jonas e comentou baixo: — Cuida bem do nosso aniversariante. Ele merece atenção especial. Jonas sorriu: — Pode deixar. Eu já dei bastante atenção pra ele. No fim da noite, enquanto a festa terminava, Jonas me puxou para um corredor mais reservado. — Então… o veadinho guloso do hotel é meu irmão. Que puta coincidência, hein? — disse ele, apertando minha bunda com força. — Eu devia ter imaginado porque você geme igualzinho a sua mãe quando tá com a rola no fundo do cu. — Jonas… aqui não… — sussurrei, mas rebolando contra a mão dele. — Relaxa, putinha. A gente vai ter muito tempo pra colocar o papo em dia. Família tem que se unir, né? Voltei para o salão com o coração acelerado, o cu piscando e a cabeça girando. Tinha acabado de conhecer meu pai, meus irmãos e sobrinhos… e todos eles me olhavam como se já soubessem exatamente o que eu era. A putinha da família tinha acabado de ganhar uma árvore genealógica inteira de machos pra saciar.
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