Disciplina militar com o vizinho

    Depois de quase um mês morando com meu pai Júlio, a rotina tinha virado puro vício. Quase todo dia eu acordava com a rola grossa dele me arrombando antes da faculdade, e voltava no fim da tarde para sentar no colo dele e levar outra leitada enquanto contava como tinha sido o dia. Mas naquela semana meu pai viajou para fiscalizar uma obra grande no interior e só voltaria no domingo à noite. Fiquei sozinho, com o cu piscando de tesão acumulado. Na sexta-feira à noite, por volta das 22h, resolvi dar uma volta pelo condomínio para arejar a cabeça.
    Coloquei o shortinho jeans mais curto que eu tinha, que mal cobria metade da minha bunda branquinha e redonda, sem cueca, uma regata branca justa e chinelo. O condomínio estava silencioso, a maioria das casas já com as luzes apagadas. Passei pela casa do fundo, perto da área verde, e vi seu Roberto sentado na varanda, fumando um cigarro.
    Ele era um coroa de 52 anos, ex-sargento do Exército, viúvo há quatro anos. Corpo grande e sólido: 1,85m, ombros largos, braços grossos cheios de veias, peito e barriga com pelos grisalhos densos que sempre apareciam no colarinho da camisa. Cabeça raspada, barba grisalha bem aparada e um olhar duro. No condomínio todo mundo falava que ele era rígido, autoritário e que não tolerava “frescura”.
    Ele me viu passando e chamou com voz grave e firme:
— Ei, garoto. Jefferson, né? Vem aqui.
    Meu coração acelerou. Aproximei-me da varanda dele, sentindo seu olhar percorrer minhas pernas depiladas e parar descaradamente na minha bundinha quase toda de fora do short.
— Sim, seu Roberto. Pode me chamar de Jeffinho.
    Ele deu um trago longo no cigarro, me medindo como se estivesse avaliando uma recruta.
— Tá tarde pra andar por aí com esse shortinho de puta, Jeffinho. Tá querendo provocar os machos do condomínio ou só tá com o cu precisando de atenção?
   Fiquei vermelho, mas meu cuzinho piscou forte. Ele não esperou resposta. Apagou o cigarro, levantou e segurou meu braço com firmeza.
— Entra. Não vou te comer aqui na varanda onde qualquer vizinho pode ver… ainda.
   Entrei na casa dele. O cheiro era de homem maduro: cigarro, loção pós-barba forte e suor. Assim que fechou a porta, Roberto me prensou contra a parede da sala com o corpo grande, segurando meu queixo com uma mão calejada enquanto a outra já descia direto pro meu short.
— Eu te observo faz dias, putinho. Rebolando pra seu pai, saindo com shortinho curto… Eu sei exatamente que tipo de vadia você é.
    Ele enfiou a mão grossa dentro do short e apertou minha bunda com força, separando as bandas e passando o dedo médio grosso direto no meu reguinho já úmido de tesão.
— Porra… já tá piscando e molhado. Cuzinho bem usado, hein? Quantos paus já passaram aqui?
— Muitos, seu Roberto… — gemi manhoso, empinando a bunda contra a mão dele.
— A partir de hoje, enquanto seu pai estiver fora, esse cu vai ser meu. Entendeu? Quando eu mandar, você vem correndo. Sem desculpas. Agora tira essa roupa.
    Obedeci tremendo de tesão. Fiquei peladinho na sala dele. Roberto tirou a camisa polo, revelando o peito largo, peludo e musculoso, com barriga de macho maduro mas ainda firme. Baixou a bermuda e a cueca de uma vez. A pica dele saltou pesada: 18cm, extremamente grossa, com veias saltadas, cabeça rosada enorme e brilhando de pré-gozo. O saco era grande, peludo e pendurado.
— De joelhos. Mostra pro seu sargento como sabe mamar uma rola.
    Ajoelhei no tapete da sala e ataquei aquela trolha grossa. Lambi o saco suado, subi pela vara grossa e engoli a cabeça, forçando o máximo que conseguia. Roberto segurou minha cabeça com as duas mãos e começou a foder minha garganta com estocadas firmes e profundas.
— Isso, engole tudo, viadinho. Garganta funda. Levou tanta pica nessa goela que já tá treinada. Olha pra cima! Olha pro macho que vai te disciplinar. Isso… caralho, que boquinha gulosa. Tá babando todo o meu pau, putinha safada.
    Ele fodeu minha boca por uns bons dez minutos, me fazendo engasgar, babar e lacrimejar. Depois me puxou pelos cabelos, me levantou e me jogou de bruços no sofá grande da sala.
— Empina esse rabo. Quero ver esse buraco piscando pra mim.
    Empinei bem, abrindo as pernas. Roberto cuspiu duas vezes direto no meu cuzinho, esfregou a cabeça grossa da rola nas pregas e meteu com força, entrando uns 12cm de uma vez.
— Aaaahhh porra! Que cu apertado e quente do caralho! — rosnou ele, segurando minha cintura com mãos de ferro.
    Começou a socar cada vez mais fundo, até enterrar tudo. O barulho molhado de pele contra pele enchia a sala. Ele metia com ritmo forte, constante, sem piedade. Cada estocada fazia minha bundinha balançar e minha próstata ser massacrada.
— Toma rola grossa! Esse cu agora é propriedade do sargento Roberto. Rebola pra mim, vadia!
    Eu rebolava desesperado, gemendo alto:
— Ai seu Roberto… tá arrombando meu cu… mete mais forte… eu sou sua putinha!
    Ele deu vários tapas estalados na minha bunda, deixando as marcas vermelhas, depois me puxou pelo cabelo, arqueando minhas costas enquanto socava.
— Fala direito, puta! Diz que é minha cadela particular.
— Sou sua cadela, sargento! Meu cu é seu… me usa quando quiser… me enche de porra!
    Ele me fodeu no sofá por quase meia hora, me virando em todas as posições: de quatro, de lado, de frente com minhas pernas no ombro dele. Na última posição ele me prensou contra o sofá, peso total do corpo em cima de mim, socando fundo e rápido.
— Tô gozando, putinha! Toma toda a porra do teu macho!
    Ele rugiu e explodiu dentro de mim. Jatos grossos, quentes e abundantes encheram meu cuzinho. Senti cada pulsada enquanto ele continuava socando, empurrando o leite bem fundo. Eu gozei junto, jorrando no sofá sem nem tocar no pauzinho, o corpo todo tremendo.
Roberto ficou uns minutos dentro de mim, ofegante, depois tirou a rola lentamente, admirando o cuzinho destruído e escorrendo porra.
— Olha o estrago… Cuzinho bem arrombado e leitado. Amanhã às 19h você vem pra cá de shortinho curto sem cueca. Vai passar a noite. Quero te foder na cama, no banheiro e onde eu quiser. Entendido?
— Sim, sargento… — respondi, voz rouca e satisfeita.
    Ele deu um tapa forte na minha bunda e sorriu pela primeira vez.
— Bom garoto. Agora vai pra casa com meu leite escorrendo.
Saí da casa dele cambaleando, short molhado, pernas fracas e o cuzinho latejando deliciosamente.    Mais um macho forte, dominante e autoritário tinha acabado de entrar na minha vida. E eu mal podia esperar para ser disciplinado de novo.

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Comentários


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mordred24 Comentou em 07/09/2026

Que delicia encontrar um MACHO igual a esse.




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Ficha do conto

Foto Perfil desejoescrito
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Nome do conto:
Disciplina militar com o vizinho

Codigo do conto:
271680

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
07/09/2026

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