Meu Irmão é uma putinha (Ponto de Vista de Sérgio)
Eu estava indo levar uns documentos importantes pro meu pai quando ele me ligou desesperado dizendo que tinha saído às pressas pra resolver uma merda numa obra. “Deixa em cima da minha mesa, Sérgio. A chave extra você tem.” Cheguei na casa dele por volta das quatro da tarde. Abri a porta devagar, sem tocar a campainha, e entrei. Mal fechei a porta atrás de mim e já escutei. Gemidos. Gemidos bem safados, manhoso, daqueles que eu conhecia muito bem. — Aaaahh... Nattan... mete mais fundo... me arromba, porra! Meu pau deu um pulo dentro da calça na hora. Era a voz do Jeffinho. Meu irmãozinho caçula de 19 anos. Caminhei silenciosamente pelo corredor. A porta do quarto dele estava entreaberta. Eu me aproximei devagar e o que vi me deixou com a rola latejando. Jeffinho estava de quatro na cama, completamente pelado, bundinha branquinha empinada pra cima. Atrás dele, um cara moreno, alto, corpo definido, metia com força. A rola grossa dele entrava e saía brilhando do cuzinho do meu irmão, que piscava vermelho e guloso a cada estocada. — Isso, sua putinha! Rebola nesse pau do monitor! O cara (Nattan, pelo que ouvi) rosnava, segurando a cintura fina do Jeffinho com força enquanto socava fundo. — Caralho, que cu apertado e quente da porra! Tá engolindo minha rola igual uma vadia profissional! Jeffinho gemia feito uma cadela no cio, rebolando a bundinha redonda com vontade, empinando mais pra trás pra tomar cada centímetro. — Me fode, Nattan! Me usa! Sou sua putinha... aaaahh... tá batendo tão fundo... rasga esse cu! — implorava ele, voz manhosa, rosto enfiado no colchão. Eu fiquei ali, parado no corredor, assistindo tudo. Nattan virou ele de lado, levantou uma perna e meteu de novo, agora olhando nos olhos azuis do Jeffinho enquanto socava. Depois colocou o garoto de bruços, prensou ele contra a cama com o peso do corpo e começou a foder com violência, o barulho molhado de rola entrando no cu cheio de tesão ecoando no quarto. — Toma rola grossa, sua vadia! — Nattan grunhia. — Olha como esse cuzinho engole tudo... você nasceu pra ser arrombado, Jeffinho. Diz que você é uma puta! — Sou uma puta... sou a putinha do caralho... me enche de porra, Nattan! Me usa como quiser! — Jeffinho respondia, rebolando desesperado debaixo do monitor. Eu quase gozei só de olhar. Meu irmãozinho, branquinho, magrinho, com aquela bundinha perfeita, gemendo e pedindo rola como a maior das vadiazinhas. Depois de uns bons quarenta minutos fodendo em todas as posições, Nattan acelerou, segurou o cabelo do Jeffinho e enterrou tudo. — Tô gozando, putinha! Toma toda a porra do macho! — rugiu ele, tremendo enquanto enchia o cu do meu irmão de leitinho quente. Jeffinho gozou junto, gemendo alto, o corpo tremendo. Nattan tirou a rola devagar, deixando um rio de porra escorrendo do cuzinho aberto e vermelho. — Caralho, que cu delicioso... Vou tomar um banho rápido. Não se mexe não, quero te ver todo leitado quando voltar. Nattan saiu do quarto em direção ao banheiro e eu rapidamente me escondi enquanto ele entrava. A porta do quarto ficou ainda mais aberta. Eu não pensei duas vezes. Tirei o cinto, abri a calça, puxei minha rola grossa já babando e entrei silenciosamente no quarto. Jeffinho estava de bruços, bundinha empinada pra cima, o cuzinho piscando e escorrendo porra grossa do Nattan. Segurei a cintura dele e rocei a cabeça da minha rola na entradinha melada. — Hum... voltou rapidinho, Nattan? Vem... mete de novo, tô todo aberto pra você... — gemeu ele, empinando mais a bunda, ainda sem olhar pra trás. Eu meti de uma vez. Toda. Bem fundo. — Ainnnn, a rola ficou mais grossa no banho?! — ele gemeu alto, rebolando gostoso. Comecei a socar devagar, saboreando aquele cu quente e escorregadio da porra de outro macho. Jeffinho rebolava perfeito, apertando minha rola. Só então ele virou o rosto e me viu. — Sérgio...! — exclamou, olhos arregalados de surpresa. Mas ao invés de se afastar, o safado empinou mais a bunda e começou a rebolar com ainda mais vontade, apertando meu pau. — Me fode então, irmão... usa o cuzinho da sua putinha... — pediu, voz manhosa e cheia de tesão. Eu sorri, segurei o cabelo dele e meti com força. — Porra, Jeffinho... que cuzinho guloso do caralho! Mesmo cheio da porra do outro você ainda aperta minha rola como uma vadia faminta. Você é mesmo a putinha da família, hein, irmãozinho? — Sou sim... sou a putinha de todos vocês... me arromba, Sérgio! Me fode mais forte que o Nattan! — ele gemia, rebolando loucamente. Eu metia com vontade, dando tapas estalados naquela bundinha branquinha. — Caralho, que rabo safado! Tá todo melado de porra e engole minha rola todinha. Rebola mais, vadia! Mostra pro teu irmão como você gosta de levar rola de parente! A porta abriu de novo. Nattan voltou do banho, só de toalha, e parou surpreso ao ver a cena: eu socando fundo no cu do Jeffinho. — Que porra é essa...? — murmurou ele, mas a toalha já levantava com a rola endurecendo. — Entra, cara — eu disse, sem parar de foder. — O Jeffinho é uma putinha comunitária. Dá pra todo mundo, inclusive pro irmão aqui. Vem encher a boquinha dele enquanto eu termino de arrombar esse cu guloso. Nattan tirou a toalha e subiu na cama. Jeffinho abriu a boca ansioso e engoliu a rola do monitor até o talo, babando enquanto eu continuava metendo por trás. — Isso, chupa o pau do monitor enquanto seu irmão te fode, sua vadia incestuosa! — rosnei, acelerando as estocadas. — Porra... olha como mama gostoso... engole tudo, putinha! — Nattan gemia, fodendo a garganta do Jeffinho. Nós dois usamos o garoto sem piedade. Eu socando aquele cu melado, Nattan enchendo a boquinha manhosa. Jeffinho gemia abafado, rebolando e chupando como o perfeito putinho que era. — Tô gozando de novo nesse cu, irmãozinho! — avisei, metendo fundo. — Eu também, na boquinha dele! — grunhiu Nattan. Gozei rugindo, enchendo o cuzinho do Jeffinho com mais uma carga grossa de porra. Quase ao mesmo tempo Nattan explodiu na boca dele, que engoliu tudo o que conseguiu, o resto escorrendo pelo queixo. Jeffinho caiu mole na cama, os dois buracos destruídos e escorrendo porra, corpo tremendo de prazer. Eu dei um tapa forte na bunda dele e sorri: — Da próxima vez vou trazer o Gutão junto pra gente te foder direito, putinho. Nattan, ainda ofegante, passou a mão no cabelo do Jeffinho: — E eu vou continuar te arrombando na faculdade, sua vadia safada. Eu olhei pro meu irmãozinho deitado ali, todo usado e satisfeito, e soube que isso era só o começo. A putinha da família agora tinha mais um macho pra leitar o cuzinho guloso dele sempre que quisesse.
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