Chegamos na rodoviária da cidade de manhã por volta das 8h, pegamos um táxi e o taxista era muito gostoso e eu não resisti a dar em cima dele discretamente pra minha vó não perceber, mas ele percebeu que eu era um viadinho querendo rola e no final da corrida colocou o cartão dele no bolso traseiro do meu short e deu uma apalpada na minha bunda discretamente enquanto ajudava ele a tirar as malas do porta-malas e minha vó entrava na casa do tio Maumau. Depois olhei o cartão e tinha o número dele e o nome Ailton, guardei porque ia fazer o possível pra provar a pica do taxista durante aquela viagem.
Já na casa do tio Maumau. Amanda nos recebeu super carinhosa, mas eu só conseguia pensar na rola do marido dela e não me sentia culpado por isso. Dois dias se passaram sem que nada acontecesse entre nós pela falta de oportunidade, os parentes de Amanda apareceram para conhecer minha vó e ficaram por lá. Mas na terceira noite quando estávamos só nós quatro em casa ele invadiu meu quarto e me fodeu bruto, tapando minha boca enquanto socava. A partir desse dia ele passou a me foder constantemente sempre que surgisse uma oportunidade. No sexto dia ele falou pra minha vó que ia me levar pra conhecer a cidade, ela achou uma ideia ótima e ficou feliz por estarmos mais íntimos. Mas eu sabia que aquela proposta tinha uma intenção escondida.
Na verdade o meu tio me levou para conhecer um grupo de amigos dele que estavam nos esperando na casa de um deles. Ao chegar na casa desse amigo que ficava em um condomínio fechado, meu tio tocou a campainha, o dono da casa veio nos receber e ao entrar pude reparar nele e nos outros machos que estavam a nossa espera. Os machos já estavam me esperando: Ronaldo, 45 anos que era o dono da casa e dono da empresa onde meu tio trabalhava; Jorge 48 anos e sócio do Ronaldo na empresa; Marcelo, 38 anos, policial e amigo de academia de todos.
— Olha só o presente que o Maumau trouxe pra gente — disse Ronaldo, já abrindo o zíper.
Me colocaram de joelhos no meio da sala. Quatro rolas grossas na minha cara.
— Chupa, putinha — ordenou Maumau.
Eu ia de uma pra outra, babando, engasgando, olhando pra cima com olhos pidões
— Caralho, Maumau… esse moleque mama rola melhor que profissional — elogiou Marcelo, segurando minha cabeça enquanto eu engolia ele até as bolas.
— Olha como engole tudo, que garganta funda da porra! — Ele é talentoso mesmo — riu Jorge.
— Abre esse cu agora, viadinho. Quero ver se é tão bom quanto a boca.
Me jogaram no sofá de quatro. Maumau meteu primeiro, amaciando meu cuzinho para os próximos. Depois Ronaldo, depois Marcelo. Eles iam revezando enquanto comentavam:
— Porra, olha como o cu dele abraça a rola! Tá sugando meu pau — grunhia Ronaldo
— Esse rabo é viciado, hein? Rebola mais, cadelinha! — mandou Marcelo, dando tapas fortes na minha bunda.
Jorge, com a rola preta de 20cm, me pegou no colo e me desceu devagar. Eu gemia alto:
— Ai que rola grossa… me arromba, Jorge!
— Toma, putinha branquinha! Vai engolir tudo do negão — ele rosnava, socando forte. Eles me foderam por quase duas horas em todas as posições. Dupla penetração, boca e cu ao mesmo tempo, me passando de mão em mão. Gozaram dentro de mim. Eu gozei com o Ronaldo me fodendo de franguinho com o tio Maumau tocando uma punheta pra mim.
— Esse Jeffinho é o melhor brinquedinho que você já trouxe, Maumau — disse Ronaldo enquanto limpava a rola na minha língua.
— Pode trazer sempre que quiser.
Passados alguns dias desse acontecido e com tio Maumau bem atarefado no trabalho e sem me dar pica há dois dias, eu já estava subindo pelas paredes. Numa tarde minha vó me mandou ao supermercado. Lá dentro percebi que o segurança não tirava os olhos de mim. Depois de provocar bastante, ele me chamou discretamente:
— Vem comigo.
Me levou pra sala de segurança nos fundos, trancou a porta e ligou os monitores.
— Tira essa roupa, putinha. Quero te ver pelado.
Fiquei nu na frente dele. Davi era o seu nome, um negão enorme, 1,90m, corpo definido. Tirou a rola preta grossa de 21cm e mandou eu mamar. Eu chupei com vontade por alguns minutos, babando tudo.
— Que boquinha safada… agora vira essa bunda pra cá que a gente tem que ser rápido antes que alguém perceba.
Ele passou cuspe na pica e no meu cuzinho e meteu devagar até encaixar, depois começou a socar forte.
— Isso… aperta esse cu no meu pau! Porra, que rabo guloso. Tá acostumado a levar rola grossa né, viadinho?
— Tô sim… me fode mais forte, Davi… me arromba! — implorava eu, rebolando.
Ele me fodeu por mais uns dez minutos. Me virou de frente, levantou minhas pernas, me comeu contra a parede, me fez sentar na rola e cavalgar. Os tapas estalavam na minha bunda enquanto ele elogiava:
— Olha como esse branquinho rebola… que putinha perfeita. Tá piscando pedindo leitinho. Toma porra, vai!
No final ele me encheu de porra quente e grossa, tão fundo que escorreu pelas minhas coxas quando levantei. Ele ajudou a me limpar e voltei para as compras com o cu destruído e feliz.
Os quinze dias foram puro prazer. Fui comido pelo tio Maumau quase todos os dias, fui uma segunda vez na casa dos amigos dele e ainda escapei pro Davi mais uma vez no supermercado. No penúltimo dia, antes de voltar, tio Maumau me fodeu bruto no carro:
— Esse cu agora tá ainda mais viciado na rola do tio. Quando quiser mais, é só voltar.
Mas ainda faltava ligar para o taxista e eu ia aproveitar meu último dia na cidade para levar a leitada daquele macho.
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