15 Dias com o Tio Maumau

    Após a festa de casamento e com a minha mãe indo passar a lua de mel viajando por praias do nordeste durante três semanas, minha avó decidiu ir visitar tio Maurício e Amanda que já estava com quase sete meses de gravidez. Como não queria me deixar sozinho acabou me convidando para viajar com ela e eu aceitei vendo nessa viagem a oportunidade perfeita de reencontrar meu tio Maumau. Ela ligou avisando que iria, mas esqueceu de dizer que me levaria com ela, então seria meio que uma surpresa pra ele.
    O ônibus saiu da rodoviária às 22h um tanto vazio. Minha vó conseguiu um lugar na frente, perto da janela, e logo depois de uma hora de viagem já estava roncando baixinho com o travesseiro de pescoço. Eu fiquei ao lado dela por um tempo, mas meu cu não parava de piscar de tesão só de pensar nos quinze dias que teria com o tio Maumau. Foi quando notei ele. Um coroa de uns 48 anos, forte, barba grisalha, sentado sozinho na última fileira do ônibus, lado esquerdo. Nossos olhares se cruzaram várias vezes. Ele sorriu safado. Eu mordi o lábio e, quando tive certeza que minha vó estava no sono profundo, levantei discretamente e fui andando pelo corredor até o fundo. Sentei na poltrona ao lado dele. O homem não perdeu tempo.
    — Tá perdido, viadinho? — perguntou baixinho, já passando a mão grossa na minha coxa.
    — Tô querendo achar alguma coisa pra passar o tempo nessa viagem, tio… — respondi manhoso, olhando direto pro volume que já crescia na calça dele. Ele abriu o zíper devagar e tirou uma pica grossa, veiúda, uns 19cm. Eu me abaixei imediatamente entre as pernas dele, engolindo a rola até o talo no primeiro movimento.
    — Caralho… que boquinha gulosa! — gemeu ele baixinho, segurando minha cabeça. — Isso, mama gostoso, putinha. Engole tudo… porra, você chupa melhor que muita puta.
Eu babava inteiro no pau dele, fazendo barulho molhado enquanto subia e descia. Ele me puxou pelos cabelos:
    — Vira esse rabo aqui. Quero sentir se o cuzinho é tão bom quanto a boca. Me levantei, abaixei o shortinho até os joelhos, ele passou cuspe na pica e no meu buraquinho encaixou a cabecinha e na penumbra do ônibus começou a forçar entrada enfiando devagar, mas firme. Eu fui sentando até que o caralho do coroa estivesse totalmente encaixado.
    — Aaaahhh… que cu apertado e quente da porra! — rosnou ele. — Tá piscando no meu pau, viadinho safado. Esse rabo já levou muita rola, né?
    — Muita… — gemi baixinho, rebolando devagar pra trás — Me fode, tio… mete gostoso.
    Ele segurou meus quadris e começou a socar mais fundo, fazendo a poltrona ranger levemente. Os outros passageiros dormiam. Ele metia ritmado, comentando o tempo todo:
    — Porra, olha como esse cu engole tudo… que putinha bem treinada. Rebola mais, vai… isso! Tá engolindo minha rola toda.
    Depois de uns quinze minutos sentando e rebolando ele apertou minha cintura e gozou fundo, enchendo meu rabo de porra quente. Eu gozei logo em seguida, numa punheta frenética lambuzando o chão do ônibus. Voltei pro meu lugar com o cu escorrendo, o short molhado e um sorrisinho satisfeito. Minha vó continuava dormindo. E eu aproveitei pra dormir também agora que já estava satisfeito e com o rabinho leitado.

    Chegamos na rodoviária da cidade de manhã por volta das 8h, pegamos um táxi e o taxista era muito gostoso e eu não resisti a dar em cima dele discretamente pra minha vó não perceber, mas ele percebeu que eu era um viadinho querendo rola e no final da corrida colocou o cartão dele no bolso traseiro do meu short e deu uma apalpada na minha bunda discretamente enquanto ajudava ele a tirar as malas do porta-malas e minha vó entrava na casa do tio Maumau. Depois olhei o cartão e tinha o número dele e o nome Ailton, guardei porque ia fazer o possível pra provar a pica do taxista durante aquela viagem.
    Já na casa do tio Maumau. Amanda nos recebeu super carinhosa, mas eu só conseguia pensar na rola do marido dela e não me sentia culpado por isso. Dois dias se passaram sem que nada acontecesse entre nós pela falta de oportunidade, os parentes de Amanda apareceram para conhecer minha vó e ficaram por lá. Mas na terceira noite quando estávamos só nós quatro em casa ele invadiu meu quarto e me fodeu bruto, tapando minha boca enquanto socava. A partir desse dia ele passou a me foder constantemente sempre que surgisse uma oportunidade. No sexto dia ele falou pra minha vó que ia me levar pra conhecer a cidade, ela achou uma ideia ótima e ficou feliz por estarmos mais íntimos. Mas eu sabia que aquela proposta tinha uma intenção escondida.
    Na verdade o meu tio me levou para conhecer um grupo de amigos dele que estavam nos esperando na casa de um deles. Ao chegar na casa desse amigo que ficava em um condomínio fechado, meu tio tocou a campainha, o dono da casa veio nos receber e ao entrar pude reparar nele e nos outros machos que estavam a nossa espera. Os machos já estavam me esperando: Ronaldo, 45 anos que era o dono da casa e dono da empresa onde meu tio trabalhava; Jorge 48 anos e sócio do Ronaldo na empresa; Marcelo, 38 anos, policial e amigo de academia de todos.
    — Olha só o presente que o Maumau trouxe pra gente — disse Ronaldo, já abrindo o zíper.
Me colocaram de joelhos no meio da sala. Quatro rolas grossas na minha cara.
    — Chupa, putinha — ordenou Maumau.
Eu ia de uma pra outra, babando, engasgando, olhando pra cima com olhos pidões
    — Caralho, Maumau… esse moleque mama rola melhor que profissional — elogiou Marcelo, segurando minha cabeça enquanto eu engolia ele até as bolas.
    — Olha como engole tudo, que garganta funda da porra! — Ele é talentoso mesmo — riu Jorge.
    — Abre esse cu agora, viadinho. Quero ver se é tão bom quanto a boca.
Me jogaram no sofá de quatro. Maumau meteu primeiro, amaciando meu cuzinho para os próximos. Depois Ronaldo, depois Marcelo. Eles iam revezando enquanto comentavam:
    — Porra, olha como o cu dele abraça a rola! Tá sugando meu pau — grunhia Ronaldo
    — Esse rabo é viciado, hein? Rebola mais, cadelinha! — mandou Marcelo, dando tapas fortes na minha bunda.
Jorge, com a rola preta de 20cm, me pegou no colo e me desceu devagar. Eu gemia alto:
    — Ai que rola grossa… me arromba, Jorge!
    — Toma, putinha branquinha! Vai engolir tudo do negão — ele rosnava, socando forte. Eles me foderam por quase duas horas em todas as posições. Dupla penetração, boca e cu ao mesmo tempo, me passando de mão em mão. Gozaram dentro de mim. Eu gozei com o Ronaldo me fodendo de franguinho com o tio Maumau tocando uma punheta pra mim.
    — Esse Jeffinho é o melhor brinquedinho que você já trouxe, Maumau — disse Ronaldo enquanto limpava a rola na minha língua.
    — Pode trazer sempre que quiser.

    Passados alguns dias desse acontecido e com tio Maumau bem atarefado no trabalho e sem me dar pica há dois dias, eu já estava subindo pelas paredes. Numa tarde minha vó me mandou ao supermercado. Lá dentro percebi que o segurança não tirava os olhos de mim. Depois de provocar bastante, ele me chamou discretamente:
    — Vem comigo.
    Me levou pra sala de segurança nos fundos, trancou a porta e ligou os monitores.
    — Tira essa roupa, putinha. Quero te ver pelado.
    Fiquei nu na frente dele. Davi era o seu nome, um negão enorme, 1,90m, corpo definido. Tirou a rola preta grossa de 21cm e mandou eu mamar. Eu chupei com vontade por alguns minutos, babando tudo.
    — Que boquinha safada… agora vira essa bunda pra cá que a gente tem que ser rápido antes que alguém perceba.
Ele passou cuspe na pica e no meu cuzinho e meteu devagar até encaixar, depois começou a socar forte.
    — Isso… aperta esse cu no meu pau! Porra, que rabo guloso. Tá acostumado a levar rola grossa né, viadinho?
    — Tô sim… me fode mais forte, Davi… me arromba! — implorava eu, rebolando.
Ele me fodeu por mais uns dez minutos. Me virou de frente, levantou minhas pernas, me comeu contra a parede, me fez sentar na rola e cavalgar. Os tapas estalavam na minha bunda enquanto ele elogiava:
    — Olha como esse branquinho rebola… que putinha perfeita. Tá piscando pedindo leitinho. Toma porra, vai!
    No final ele me encheu de porra quente e grossa, tão fundo que escorreu pelas minhas coxas quando levantei. Ele ajudou a me limpar e voltei para as compras com o cu destruído e feliz.

    Os quinze dias foram puro prazer. Fui comido pelo tio Maumau quase todos os dias, fui uma segunda vez na casa dos amigos dele e ainda escapei pro Davi mais uma vez no supermercado.    No penúltimo dia, antes de voltar, tio Maumau me fodeu bruto no carro:
    — Esse cu agora tá ainda mais viciado na rola do tio. Quando quiser mais, é só voltar.
    Mas ainda faltava ligar para o taxista e eu ia aproveitar meu último dia na cidade para levar a leitada daquele macho.


    Se leu e gostou desse conto faça um comentário bem safado, a melhor parte pra quem escreve é receber feedbacks dos leitores. Eu amo saber o que estão achando e isso me motiva a continuar as histórias do Jeffinho, que são muitas!!


Faca o seu login para poder votar neste conto.


Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.


Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.


Twitter Facebook



Atenção! Faca o seu login para poder comentar este conto.


Contos enviados pelo mesmo autor


266608 - DP no Casamento - Categoria: Gays - Votos: 7
266147 - Sendo depósito no Depósito - Categoria: Gays - Votos: 12
265398 - O Filho do Noivo - Categoria: Gays - Votos: 10
264936 - O Noivo da Minha Mãe - Categoria: Gays - Votos: 13
264586 - Despedida Bruta e Madrugada no Posto - Categoria: Gays - Votos: 12
264365 - O Tio Maumau - Categoria: Gays - Votos: 12
264103 - O coroa misterioso do Hotel - Categoria: Gays - Votos: 17
263780 - O Fruto do Tabu: Como Jeffinho foi Concebido - Categoria: Heterosexual - Votos: 7
262939 - Pepê: O Ex-Presidiário - Categoria: Gays - Votos: 17
262611 - O borracheiro - Categoria: Gays - Votos: 11
262445 - Surpresas na escola - Categoria: Gays - Votos: 9
260684 - Meu primeiro caminhoneiro - Categoria: Gays - Votos: 29
260354 - Primeira vez com dois coroas - Categoria: Gays - Votos: 17
260109 - Antônio, o pedreiro - Categoria: Gays - Votos: 20
246091 - O dono do boteco - Categoria: Gays - Votos: 31

Ficha do conto

Foto Perfil desejoescrito
desejoescrito

Nome do conto:
15 Dias com o Tio Maumau

Codigo do conto:
267201

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
14/07/2026

Quant.de Votos:
0

Quant.de Fotos:
0