A festa estava no auge quando meu celular vibrou novamente no bolso. Meu cuzinho ainda latejava gostoso da porra que o Renato tinha deixado lá mais cedo. Olhei discretamente e vi o nome do Léo na tela:
“Filhão, sai de fininho agora. Diz que vai pegar uma coisa no carro ou que tá com dor de cabeça. Te espero no quarto 312. Tenho uma surpresa pra você. Não demora, papai tá com saudade desse cu.”
Meu coração disparou. Outro macho no mesmo dia do casamento? E ainda com o Léo, o noivo? Fiquei imediatamente ouriçado. Dei uma desculpa qualquer pra minha vó, que ia ao banheiro e depois pegar ar e subi pelas escadas de serviço. Bati de leve na porta do quarto 312. Léo abriu rápido, puxou-me pra dentro pelo braço e trancou a porta. O quarto era luxuoso, luz baixa, cama king size já. Mas o que me deixou de boca aberta foi ver outro homem sentado na poltrona ao lado da cama: Rodrigo, o dono do hotel.
Ele era exatamente o tipo que me deixava louco. Uns 48 anos, alto (devia ter 1,90m), corpo grande e forte de quem malha mas não é bombado, peito largo e muito peludo que dava pra ver pela camisa social aberta, barba bem aparada grisalha, cabelo curto com entradas e um olhar dominante que me mediu de cima a baixo como se eu já fosse dele. Mãos enormes, coxas grossas marcando na calça social. Um coroa maduro, viril e cheiroso. Perfeito.
— Surpresa, Jeffinho — disse Léo com um sorriso safado, já abrindo o cinto. — Rodrigo é meu melhor amigo desde a faculdade e padrinho do Renato. Ele me contou que te viu rebolando pela festa e ficou interessado. Hoje você vai ser um bom garoto e satisfazer os dois, né?
Eu nem pensei duas vezes. Meu pauzinho já estava duro dentro da calça.
— Pode deixar, Léo... quer dizer, papai. Eu adoro surpresa assim — respondi manhoso, já tirando a camisa.
Rodrigo riu baixo, voz grave e rouca:
— Porra, Léo... o moleque é ainda mais gostoso de perto. Olha essa carinha de putinha... olhos azuis, bundinha empinada. Vem cá, garoto.
Eu me aproximei e caí de joelhos entre os dois. Enquanto Léo tirava a calça, Rodrigo abriu a dele e soltou uma pica grossa, pesada, meio curvada pra cima, com uma cabeça rosada enorme e veias marcadas. Uns 19cm de rola de coroa. Comecei mamando os dois alternadamente, babando muito, fazendo barulho molhado.
— Caralho, que boquinha quente e gulosa — elogiou Rodrigo, segurando minha cabeça.
— Olha como engole fundo... você treinou bastante esse menino, hein Léo?
— Treinei nada, o Jeffinho já nasceu putinha — respondeu Léo rindo, enfiando a pica na minha garganta.
— Olha pra ele mamando nós dois no dia do meu casamento. Que vadiazinha sem vergonha. Eles me colocaram de quatro na cama. Léo foi o primeiro a meter no meu cuzinho, já lubrificado pela porra do Renato que ainda estava lá dentro.
— Ainda tá molhadinho... alguém já te comeu hoje, né filhão? Deu pra algum funcionário né? — rosnou Léo enquanto socava gostoso.
— Foi sim dei pra um mais cedo no depósito... — confessei gemendo.
Rodrigo soltou uma gargalhada rouca:
— Porra. Esse cu é mesmo insaciável. Deixa eu provar também.
Eles trocaram. Rodrigo meteu devagar no começo, mas depois começou a arrombar com força, segurando meus quadris com aquelas mãos enormes.
— Que cu apertado e quente, caralho! Tá sugando minha rola toda... que delícia de putinha — grunhia ele, dando tapas fortes na minha bunda.
— Rebola pra o titio, vai... isso, assim mesmo.
Léo enfiava a pica na minha boca enquanto Rodrigo me fodia:
— Olha como ele aguenta nós dois... que talento. Você nasceu pra isso, Jeffinho. Pra ser a putinha da família.
Eu gemia feito uma vadia, rebolando e chupando ao mesmo tempo. Depois de um tempo, Rodrigo diminuiu o ritmo e falou com a voz carregada de tesão:
— Léo... que tal a gente fazer uma DP nesse cuzinho guloso? Quero sentir ele esticando todo com as duas rolas dentro. O moleque aguenta, olha como tá pedindo.
Eu gelei por um segundo. Dupla penetração? Aquilo parecia impossível com aquelas duas picas grossas.
— Não sei... vai ser muito grande... tô com medo de não aguentar — murmurei receoso, mas com o cu piscando de excitação.
Léo acariciou minhas costas e falou com autoridade:
— Relaxa, filhão. Você aguenta. Papai e o titio vão te abrir devagar. Vai ser gostoso, você vai ver. Quer tentar?
Eu mordi o lábio, o tesão falando mais alto que o medo.
— Quero... podem me arrombar.
Léo deitou e me colocou pra sentar na sua pica empinando o rabo. Depois Rodrigo passou um pouco de lubrificante que pegou na gaveta e veio por cima e foi forçando devagar. A pressão era absurda. Eu gemi alto.
— Ai porra... tá muito grande... tá me rasgando... — choraminguei.
— Respira, putinha... relaxa esse cu — sussurrou Rodrigo, beijando meu pescoço enquanto forçava mais.
— Isso... tá entrando... caralho, olha como esse buraquinho tá esticando pra nós dois... que cuzinho elástico da porra.
Quando os dois conseguiram enterrar até o talo, eu tremia inteiro de prazer e dor misturados. Eles começaram a meter devagar, sincronizados.
— Porra, Léo... o cu dele tá apertando nossas rolas juntas... que sensação foda — gemeu Rodrigo.
— Tá gostando, Jeffinho? Duas rolas de macho coroa te arrombando — provocou Léo, mordendo minha orelha.
— Tô... tá muito bom... me fode mais... me arromba — implorei, rebolando contra as duas picas.
Eles aceleraram aos poucos. Os tapas, os gemidos roucos, os elogios sujos não paravam:
— Que putinha corajosa... aguentando DP — elogiava Rodrigo.
— Olha como ele rebola... tá viciado agora, né? Vai querer duas rolas todo dia — ria Léo.
Eles me viraram de várias posições, sempre com as duas picas dentro do meu cu esticado ao limite. Eu gozei só com a fricção, sem nem tocar no pau. Por fim, os dois começaram a gozar quase juntos, enchendo meu cuzinho de porra quente e grossa.
— Toma toda a porra do papai e do titio, filhão... — rosnou Léo.
— Isso, garoto... recebe nosso leitinho no fundo desse cu arrombado — completou Rodrigo.
Quando tiraram, senti um rio de porra escorrendo pela minha perna. Fiquei deitado na cama, ofegante, corpo todo marcado, cuzinho destruído e piscando. Eles me deram um beijo cada um e Rodrigo falou rindo:
— Pode usar o banheiro pra ficar limpinho. Depois volta pra festa como se nada tivesse acontecido.
Voltei pra festa cambaleando um pouco, disfarçando o estrago, o cu cheio da porra dos dois e um sorriso safado no rosto. O casamento da minha mãe tinha sido bem mais divertido do que eu imaginava.
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